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Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Obstetrícia e GinecologiaConcurso: SES-PE

Uma mulher de 22 anos, previamente saudável, procura o pronto-atendimento com dor pélvica intensa há 3 dias, pior à mobilização. Refere corrimento amarelado, febre de 38,5 °C e sangramento intermenstrual leve. Nega uso de DIU. Ao exame físico, apresenta dor à mobilização do colo uterino, dor anexial bilateral e sensibilidade abdominal inferior sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: leucócitos: 14.800/mm³, PCR: 6 mg/dL, β-hCG: negativo, testes para clamídia e gonococo: coletados, resultado pendente. Ultrassonografia transvaginal com espessamento das tubas uterinas, sem abscesso e leve líquido livre em fundo de saco. A paciente se mantém estável hemodinamicamente e tolera via oral. Qual é a conduta mais adequada nesse momento segundo diretrizes atuais?