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PortuguêsInterpretação de Textos

2809 questões encontradas

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo A trajetória de Katie Mitchell é marcada por superação e gratidão. Ao refletir sobre o aniversário de seu transplante, ela demonstra um sentimento que ultrapassa a simples comemoração do sucesso médico. Esse sentimento está relacionado principalmente:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo Ao afirmar que "meus sentimentos são contraditórios", Mitchell expressa uma dualidade emocional. Essa dualidade está relacionada:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo O texto menciona que a síndrome de Eisenmenger é uma condição rara e grave. O caso de Mitchell, portanto, ilustra:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo Mitchell descreve a mudança de coloração de sua pele após a cirurgia, fato que impressionou quem a cercava. Esse detalhe cumpre, no texto, a função de:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Disciplina EscolarConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo O relato de Mitchell revela um contraste entre sua condição antes e depois da cirurgia. A principal diferença evidenciada por suas palavras diz respeito:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Disciplina EscolarConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo O texto apresenta uma narrativa pessoal, mas com relevância pública. Nesse sentido, a história de Mitchell pode ser interpretada como:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Disciplina EscolarConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo A conclusão do texto, em que Mitchell afirma ter "ganho de presente uma vida normal", sugere uma reflexão que ultrapassa o campo médico e científico. Essa reflexão está ligada:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: NutricionistaConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

Vigotski (1997) afirmou que "um ponto do sistema Braille fez mais pelo cego que mil obras de caridade". A partir de 1825, quando o jovem francês Louis Braille (1809-1852) desenvolveu o sistema de leitura e escrita em relevo com seis pontos, as pessoas cegas passaram a ter acesso efetivo ao conhecimento e à educação formal. Esse avanço contribuiu para a consolidação da inclusão educacional e para ampliar as possibilidades de inserção e permanência no mercado de trabalho. Fonte: CAMARGO, Eder Pires de. Inclusão social, educação inclusiva e educação especial: enlaces e desenlaces. Ciência & Educação (Bauru), v. 23, p. 1-6, 2017. Diante do texto, é possível AFIRMAR que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Enfermeiro USFConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado. O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais. Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões. O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária. O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta. O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D. Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível. O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial. Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano. Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes. Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas. O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região. A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro." Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás." Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente. Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado. O texto apresenta uma análise comparativa entre diferentes polos de inovação no mundo, mostrando como fatores históricos, econômicos e culturais influenciam o modo como cada cidade se desenvolve tecnologicamente. Embora o avanço da inteligência artificial, da automação e da energia limpa seja global, a distribuição desses benefícios não ocorre de forma uniforme. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente de Combate às EndemiasConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado. O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais. Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões. O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária. O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta. O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D. Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível. O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial. Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano. Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes. Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas. O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região. A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro." Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás." Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente. Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado. O texto analisa como a inovação tecnológica deixou de ser um fenômeno isolado para se tornar um elemento estruturante das relações econômicas e sociais contemporâneas. Ao citar exemplos de cidades como Shenzhen, Tóquio, São Francisco e Seul, o autor revela que a tecnologia atua não apenas como motor econômico, mas também como mecanismo de reorganização das dinâmicas urbanas e da interação entre cidadãos e governos. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Combate às EndemiasConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit. O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização. O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores. Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio. A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção. A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências. "As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21). A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000. Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina. "A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás." https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/ O uso da dosagem fracionada de vacina, mencionado como uma das estratégias da IGEP, revela uma postura de adaptação e eficiência. Essa decisão reflete, sobretudo:

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit. O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização. O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores. Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio. A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção. A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências. "As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21). A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000. Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina. "A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás." https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/ Embora a erradicação da pólio seja um objetivo de longa data, a narrativa revela que a concretização dessa meta tem sido adiada sucessivamente. Esse fato sugere:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Combate às EndemiasConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit. O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização. O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores. Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio. A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção. A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências. "As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21). A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000. Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina. "A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás." https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/ O texto aponta que parte do déficit orçamentário é resultado de fatores externos à própria iniciativa. Tal situação evidencia:

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit. O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização. O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores. Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio. A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção. A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências. "As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21). A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000. Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina. "A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás." https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/ A redução do financiamento internacional obriga a Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP) a rever suas estratégias e redefinir prioridades. Diante desse cenário, é possível concluir que a principal resposta do grupo diante da limitação orçamentária será:

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit. O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização. O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores. Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio. A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção. A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências. "As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21). A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000. Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina. "A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás." https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/ Mesmo diante de cortes e desafios, a declaração das autoridades sanitárias demonstra um discurso de perseverança. Esse posicionamento indica que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina". https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/ Ao final, o texto destaca o potencial científico da descoberta para a compreensão da história evolutiva. Esse potencial está associado principalmente a:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina". https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/ A postura cautelosa de Muñoz diante da hipótese de existência de um embrião mostra uma característica essencial da prática científica. Essa característica é:

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina". https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/ A transmissão ao vivo da descoberta do ovo de dinossauro demonstra uma nova forma de interação entre a ciência e o público. Nesse sentido, o episódio ilustra:

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina". https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/ O estado de preservação do ovo chamou atenção por sua raridade. Essa característica é particularmente relevante porque:

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina". https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/ A reação dos pesquisadores ao encontrar o ovo revela um aspecto humano do fazer científico, frequentemente ausente em descrições técnicas. Essa reação evidencia: