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352 questões encontradas
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico Legislativo - Especialidade AdministrativaConcurso: Prefeitura de Garanhuns - PE
Julgue o item subsequente. É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo "amámos", "louvámos", para distingui-las das correspondentes formas do presente do indicativo (amamos, louvamos).
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico Legislativo - Especialidade AdministrativaConcurso: Prefeitura de Garanhuns - PE
Julgue o item subsequente. De acordo com a classificação dos modos verbais, o modo subjuntivo só é usado em contextos de interlocução, diferentemente do indicativo e do imperativo. Por isso, o subjuntivo não possui 1ª pessoa do singular nem 3ª pessoa representada por ele/ela, mas por você.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Analista Legislativo - Especialidade JurídicaConcurso: Prefeitura de Garanhuns - PE
Julgue o item subsequente. De acordo com a regência verbal da Língua Portuguesa, quando o verbo FAZER é empregado no sentido de tempo transcorrido, ele pode ir para o plural, concordando com o número, como ocorre em: Vão fazer cinco anos que ingressei no serviço público.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor II - LetrasConcurso: Câmara de Olinda - PE
Julgue o item a seguir. Quando o verbo está no modo imperativo, ele expressa ordem, conselho e pedido. Ex: "Fala mais rápido, por favor" e "Espera um momento, estou lendo o livro".
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II - LetrasConcurso: Prefeitura de Triunfo - PE
Julgue o item a seguir. As palavras “Vítima”, “pianista” e “homem” são, quanto à flexão de gênero, na ordem de aparecimento, uniforme sobrecomum, uniforme comum de dois gêneros e biforme heterônimo.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor de PsicologiaConcurso: Câmara da Vitória de Santo Antão - PE
Julgue o item que se segue. A morfologia estuda a forma como as palavras se combinam para gerar estruturas chamadas de frases. Nesse sentido, aborda os mecanismos gramaticais que estabelecem a ordem interna dos períodos a partir das palavras.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente de OuvidoriaConcurso: Câmara da Vitória de Santo Antão - PE
Julgue o item que se segue. Os verbos reflexivos seguem o modelo ou o paradigma das suas respectivas conjugações e exigem um complemento, que pode ser um objeto direto ou um objeto indireto, sendo este acompanhado por adjunto adnominal ou complemento nominal.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Assistente Social - Sec. Assistência SocialConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item a seguir. Na frase, “O CANTAR dos pássaros alegra as manhãs”, a análise morfológica da palavra destacada com letras maiúsculas indica que ela representa um verbo.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Técnico de EnfermagemConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item a seguir. Os verbos da língua portuguesa, no modo indicativo, podem ser conjugados em: presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do presente e futuro do pretérito.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Engenheiro CivilConcurso: Prefeitura de Pombos - PE
Julgue o item a seguir. Nos verbos VIR e TER, o acento ocorre obrigatoriamente no plural, não sendo usado no singular.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: EncanadorConcurso: Prefeitura de Pombos - PE
São exemplos de verbos os seguintes termos: caminhar, vermelho, carrossel, nadar e comer.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de PatrimônioConcurso: Prefeitura de Pombos - PE
Julgue o item que se segue. São exemplos de verbos os seguintes termos: caminhar, vermelho, carrossel, nadar e comer.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: AdvogadoConcurso: Prefeitura de Pombos - PE
Julgue o item subsequente. São exemplos de verbos os seguintes termos: caminhar, vermelho, carrossel, nadar e comer.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II CiênciasConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item que se segue. O verbo é a classe de palavras que expressam ação, estado, fenômeno da natureza, dentre outros eventos e ações.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: EnfermeiroConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item que se segue. Existem três conjugações verbais em português: a primeira, a segunda e a terceira.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II PortuguêsConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item subsequente. A forma “pôr” recebe acento circunflexo para indicar que se trata de uma preposição, enquanto o verbo é grafado sem acento: “por”.
Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ES - FarmacêuticoConcurso: Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim - ES
Texto CG2A1 O desenvolvimento da educação sanitária, a partir dos Estados Unidos da América, esteve associado à saúde pública, tendo sido instrumento das ações de prevenção das doenças, e caracterizou-se pela transmissão de conhecimento. No entanto, mesmo que realizada de forma massiva, como no caso das campanhas sanitárias no Brasil, a perspectiva não contemplava a dimensão histórico-social do processo saúde-doença. Com o movimento pela reforma sanitária no Brasil, as críticas mais contundentes relacionavam-se ao fato de que o social não era considerado na prática da saúde pública, senão em perspectiva restrita, de modo que a educação passou a ser uma atividade paralela, cuja finalidade seria a de auxiliar a efetivação dos objetivos eminentemente técnicos dos programas de saúde pública. Entretanto, em uma perspectiva crítica, a educação parte da análise das realidades sociais, buscando revelar as suas características e as relações que as condicionam e as determinam. Essa perspectiva pode ater-se à explicação das finalidades reprodutivistas dos processos educativos ou trabalhar no âmbito de suas contradições, buscando transformar essas finalidades, estabelecendo como meta a construção de sujeitos e de projetos societários transformadores. Da mesma forma, no campo da saúde, a compreensão do processo saúde-doença como expressão das condições objetivas de vida, isto é, como resultante das condições de habitação, alimentação, educação, renda, meio ambiente, trabalho, transporte, emprego, lazer, liberdade, acesso e posse da terra e acesso a serviços de saúde, descortina a saúde e a doença como produções sociais, passíveis de ação e transformação, e aponta também para um plano coletivo, e não somente individual, de intervenção. Essa maneira de conceber a saúde tem sido caracterizada como um conceito ampliado, pois não reduz a saúde à ausência de doença, promovendo a ideia de que uma situação de vida saudável não se resolve somente com a garantia do acesso aos serviços de saúde, mas depende, sobretudo, da garantia de condições de vida dignas que, em conjunto, podem proporcionar a situação de saúde. Nesse sentido, são indissociáveis o conceito de saúde e a noção de direito social. Márcia V. Morosini, Angélica F. Fonseca e Isabel B. Pereira. Educação em saúde. In: Dicionário da Educação Profissional em Saúde. Internet: <www.sites.epsjv.fiocruz.br> (com adaptações). A respeito das estruturas linguísticas do texto CG2A1, julgue o próximo item. No primeiro período do primeiro parágrafo, a flexão da forma verbal “caracterizou-se” na terceira pessoa do singular justifica-se por sua concordância com o termo “desenvolvimento”.
Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ES - Auditor Fiscal de Tributos MunicipaisConcurso: Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim - ES
Texto CB2A1 Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que, obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido, conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E, enquanto tomo café, vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento, ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: — Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? “Então você não é ninguém?” Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém... Ele me contou isso sem mágoa nenhuma e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque, no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas. Rubem Braga. O padeiro (com adaptações). Considerando aspectos linguísticos do texto CB2A1, julgue o item a seguir. No segundo parágrafo, as formas verbais “vinha”, “apertava” e “avisava” (quarto período) expressam ações que “um homem modesto” (terceiro período) desempenhava repetidamente em tempo passado.
Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ES - Auditor Fiscal de Tributos MunicipaisConcurso: Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim - ES
Texto CB2A1 Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que, obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido, conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E, enquanto tomo café, vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento, ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: — Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? “Então você não é ninguém?” Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém... Ele me contou isso sem mágoa nenhuma e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque, no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas. Rubem Braga. O padeiro (com adaptações). Considerando aspectos linguísticos do texto CB2A1, julgue o item a seguir. Pela estruturação do penúltimo parágrafo, conclui-se que a forma verbal “levava”, em “no jornal que levava para casa” (segundo período), concorda com a primeira pessoa do singular.
Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista - Análise Estratégica em Ciência, Tecnologia e InovaçãoConcurso: FINEP
Texto CG1A1-II O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) publicou, no final do ano de 2022, o Relatório de Desenvolvimento Humano 2021/2022, que consolida o índice de desenvolvimento humano (IDH) — que mede a saúde, a educação e o padrão de vida de uma nação — em todo o planeta. O documento demonstra que temos muito o que avançar e até reconstruir: pela primeira vez, o valor do IDH mundial diminuiu por dois anos consecutivos, voltando aos níveis de 2016. Nem na crise financeira global de 2008/2009 houve retração no IDH global. A crise humanitária se agravou em diversas regiões, tendo atingido particularmente a América Latina, o Caribe, a África Subsaariana e o sul da Ásia. Segundo o relatório, aspectos como o recuo democrático, os conflitos armados, a pandemia, as mudanças climáticas e seus efeitos cada vez mais frequentes e de maior impacto, aumento das desigualdades e mutação da ordem geopolítica interagem em um “complexo de incertezas” que aumenta a sensação de insegurança, como já mapeado no Relatório Especial sobre a Segurança Humana do PNUD, divulgado no início de 2022, segundo o qual seis em cada sete pessoas em todo o mundo se sentiam inseguras sobre diversos aspectos das suas vidas, mesmo antes da pandemia de covid-19. Como caminho para reverter a tendência e recuperar a trajetória de melhoria do IDH, o diretor do Escritório de Desenvolvimento Humano do PNUD, Pedro Conceição, afirma que é necessário dobrar o desenvolvimento humano e olhar além da melhoria da riqueza ou da saúde das pessoas. “Embora esses pontos continuem importantes, também é necessário proteger o planeta e fornecer às pessoas as ferramentas necessárias para se sentirem mais seguras, recuperar o controle sobre suas vidas e ter esperança no futuro.” Internet: <https://exame.com> (com adaptações). No último período do segundo parágrafo do texto CG1A1-II, o verbo agravar significa o mesmo que