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2723 questões encontradas
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z De acordo com o texto, o desenvolvimento de uma inteligência artificial que supere os humanos é uma preocupação discutida por especialistas.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z Infere-se do texto que o uso da IA nas redes sociais pode gerar conteúdo perturbador.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z É possível afirmar que todos os especialistas acreditam que a inteligência artificial geral (IAG) será alcançada em breve.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina? Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010." A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele. Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três. A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie. Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava. "Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado". Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t De acordo com o texto, o estudo sobre os gatos-tigre descobriu que todas as espécies conhecidas vivem em áreas maiores do que se pensava anteriormente.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina? Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010." A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele. Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três. A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie. Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava. "Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado". Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t É possível afirmar que o número total de espécies de gatos-tigre antes da descoberta do gato-nebuloso era de quatro.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina? Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010." A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele. Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três. A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie. Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava. "Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado". Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t Infere-se do texto que a descoberta da nova espécie de gato-tigre foi possível graças à colaboração internacional entre cientistas e ao uso de tecnologia moderna, como armadilhas fotográficas.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer. O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental". A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022. A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças. As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses. O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva". Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos. Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb Depreende-se do texto que o surto atual de mpox na África está limitado a um número pequeno de países e não há risco de disseminação para outras regiões.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer. O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental". A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022. A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças. As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses. O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva". Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos. Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb Infere-se do texto que a variante mpox clade Ib (1B) é considerada mais perigosa do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer. O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental". A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022. A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças. As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses. O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva". Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos. Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb É possível afirmar que o Africa CDC declarou que não são necessárias restrições de viagem no momento, mesmo com a emergência de saúde pública.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer. O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental". A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022. A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças. As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses. O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva". Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos. Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb De acordo com o texto, a declaração de emergência feita pela OMS foi realizada antes da declaração do Africa CDC.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Escavação em necrópole egípcia revela 63 tumbas e tesouro de ouro Uma escavação em andamento em Damietta, no Egito, revelou 63 tumbas de mais de 2.500 anos atrás, além de um tesouro de artefatos de ouro, moedas e cerâmica. Os artefatos podem fornecer mais informações sobre os "segredos da antiga civilização egípcia", incluindo as práticas funerárias da época, bem como o papel da cidade costeira no antigo comércio exterior, segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, que anunciou as descobertas em 23 de julho. Entre as 63 tumbas, os escavadores encontraram amuletos funerários, encantos que se pensava proteger os mortos, e estátuas ushabti, também projetadas para acompanhar os falecidos na vida após a morte, datadas da 26ª Dinastia do Período Tardio (664 a 525 antes de Cristo). O local da escavação, conhecido como Tal al-Deir, é chamado de necrópole, o termo usado para um cemitério elaborado de uma cidade antiga. O cemitério foi especialmente importante durante a 26ª Dinastia, mas permaneceu em uso durante toda a era dos romanos e bizantinos, conforme o ministério. Os artefatos descobertos fornecem "muita informação" sobre os últimos períodos da história egípcia, disse Salima Ikram, uma distinta professora universitária de egiptologia na Universidade Americana do Cairo que não estava envolvida na escavação. Dentro de Tal al-Deir, os arqueólogos também desenterraram uma grande tumba que continha sepultamentos de indivíduos com alto status social, disse Kotb Fawzy, um funcionário do Ministério do Turismo e Antiguidades que supervisiona a escavação, em uma declaração. Os corpos foram enterrados com figuras de papel-alumínio de ouro que retratavam símbolos religiosos e ídolos egípcios antigos. https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/escavacao-em-necropole-egipcia-revela-63-tumbas-e-tesouro-de-ouro/ Infere-se do texto que todas as tumbas descobertas em Damietta pertenciam a indivíduos de alto status social.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Antigas proezas em batalhas e esportes As primeiras Olimpíadas registradas foram realizadas em 776 a.C. na cidade de Olímpia, no Peloponeso Ocidental, na Grécia Antiga. É provável que tenham se desenvolvido a partir da prática de realizar jogos fúnebres para homenagear guerreiros mortos e heróis locais, embora alguns mitos façam do semideus grego Héracles o fundador dos jogos. Eles continuaram a promover jogos sem interrupção, uma vez a cada quatro anos, por quase 1200 anos. Foram abolidos em 393 d.C. pelo imperador Teodósio, um cristão que considerava a adoração a Zeus durante os jogos uma abominação pagã. A prática da guerra no mundo antigo inspirou muitos eventos olímpicos. Uma massa de soldados correndo com armadura completa, por exemplo, era uma maneira eficaz de surpreender e aterrorizar os exércitos inimigos. O historiador grego Heródoto descreve o exército grego avançando em uma corrida em direção aos persas na batalha de Maratona, uma tática que os invasores orientais aparentemente nunca haviam encontrado antes. Na hoplitodromia, ou corrida com armadura, um grupo de 25 atletas corria duas distâncias do estádio de 192 metros de comprimento em Olímpia, vestindo grevas e capacetes de bronze e carregando escudos que podiam pesar 14 kg. Os competidores do evento de lançamento de dardo ao alvo lançavam dardos em um escudo fixado em um poste enquanto galopavam a cavalo, uma prática militar padrão documentada pelo historiador Xenofonte. As corridas de bigas (espécie de carroças) com equipes de dois e quatro cavalos eram eventos incrivelmente perigosos e populares. As bigas de guerra eram usadas na Grécia desde pelo menos a época da civilização micênica, aproximadamente de 1600 a 1100 a.C., e a corrida de bigas com quatro cavalos era um dos eventos mais antigos dos jogos, tendo sido introduzida pela primeira vez em Olímpia em 680 a.C. Somente os ricos podiam arcar com as despesas de manutenção de cavalos e de uma biga. E, embora os proprietários das bigas reivindicassem a glória de qualquer vitória, geralmente contratavam cocheiros para enfrentar os riscos da competição por eles. Os acidentes eram comuns, espetaculares e, muitas vezes, mortais, sendo que o momento mais perigoso geralmente ocorria nas curvas estreitas em cada extremidade do estádio. Um cocheiro famoso foi o Imperador Romano Nero, que em 67 d.C. competiu na corrida de bigas em Olímpia, na Grécia. Não foi uma competição justa. Nero entrou na corrida de quatro cavalos com uma equipe de 10 cavalos. Ele foi jogado de sua carruagem e não conseguiu completar a corrida, mas foi proclamado campeão com base no fato de que teria vencido se tivesse terminado a corrida. https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/de-lutas-brutais-a-competicoes-sem-roupa-descubra-o-que-nao-existe-mais-nos-jogos-olimpicos-atuais Infere-se do texto que as Olimpíadas antigas foram realizadas sem interrupções por quase 1200 anos.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Sertânia - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Obesidade no Brasil e o alerta para mais casos de câncer A última edição do Congresso Internacional sobre Obesidade, realizado no mês de junho, em São Paulo, trouxe números alarmantes sobre o Brasil. Infelizmente, no entanto, os dados não surpreendem e comprovam a tendência que outras pesquisas já vinham mostrando. Quase metade dos adultos brasileiros estará obesa e outros 27% estarão com sobrepeso em 20 anos. Serão aproximadamente 130 milhões de brasileiros acima do peso, até 2044. Atualmente, 56% dos adultos brasileiros já enfrentam problemas de peso, com 34% classificados como obesos e 22% como com sobrepeso. A prevalência de obesidade no Brasil quase dobrou entre 2006 e 2019, evidenciando uma tendência preocupante e acelerada. Especialistas referem-se a essa situação como uma 'epidemia' de obesidade e alertam para a necessidade urgente de intervenções governamentais focadas em políticas de prevenção. Um dado ainda mais espantoso é o crescimento da obesidade infantil. Atualmente, existem mais crianças obesas ou com sobrepeso do que desnutridas no mundo. O excesso de peso em qualquer fase da vida é preocupante, mas durante a infância, quando hábitos e preferências alimentares são formados, o impacto é ainda mais significativo. Nesse contexto, o papel dos adultos é fundamental, pois são eles que devem estabelecer exemplos de alimentação e hábitos saudáveis, como o consumo de legumes, verduras e frutas, evitar bebidas açucaradas e promover a atividade física. A obesidade está diretamente ligada a uma série de doenças graves, incluindo doenças cardiovasculares, metabólicas, neurológicas, psiquiátricas e diversos tipos de câncer. Estudos mostram que a obesidade aumenta o risco de pelo menos 13 tipos diferentes de câncer, incluindo câncer de mama pós-menopausa, câncer colorretal, câncer de endométrio, câncer de rim e câncer de pâncreas. Indivíduos obesos têm uma maior probabilidade de desenvolver câncer devido a fatores como inflamação crônica, níveis elevados de insulina e alterações hormonais. Essa relação sublinha a necessidade de medidas urgentes e eficazes para combater a obesidade. https://forbes.com.br/forbessaude/2024/07/fernando-maluf-obesidade-no-brasil-e-o-alerta-para-mais-casos-de-cancer/ De acordo com o texto, atualmente 34% dos adultos brasileiros estão com sobrepeso e 22% são obesos.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Sertânia - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Vida em Marte? Nasa encontra pistas no planeta vermelho A Nasa divulgou nesta quinta-feira, 25, uma nova descoberta do rover Perseverance, o "geólogo sobre rodas" da agência espacial, que está em Marte desde 2020 para buscar por sinais de vida microbiana no planeta vermelho. "O Perseverance encontrou uma rocha fascinante que apresenta sinais de que pode ter abrigado vida microbiana há bilhões de anos, porém, mais pesquisas são necessárias", diz o comunicado. Instrumentos a bordo do rover captaram sinais de que a rocha possui características que se encaixam na definição de "possível indicador de vida antiga". No entanto, outras possibilidades estão no radar da equipe científica da agência espacial norte-americana. Nicola Fox, administradora associada da Diretoria de Missões Científicas da Nasa em Washington, relata detalhes da missão: "Desenhamos a rota do Perseverance para garantir que ele vá a áreas com potencial para amostras científicas interessantes. Essa viagem pelo leito do rio Neretva Vallis valeu a pena, pois encontramos algo que nunca vimos antes, o que dará aos nossos cientistas muito o que estudar." Cheyava Falls, nome dado a rocha, é o objeto "mais intrigante, complexo e potencialmente importante que já investigamos", disse Ken Farley, cientista do projeto Perseverance do Caltech em Pasadena. https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/07/vida-em-marte-nasa-encontra-pistas-no-planeta-vermelho/ Depreende-se do texto que a rocha chamada Cheyava Falls é considerada pela equipe da Nasa o objeto mais importante já investigado pelo Perseverance.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Sertânia - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. OMS foca na proteção das crianças contra o tabagismo A Organização Mundial da Saúde decidiu endereçar aos jovens suas mensagens sobre o Dia Mundial Sem Tabaco, realizado no último 31 de maio. Um relatório da entidade revelou que, em diversos países, os jovens já utilizam cigarros eletrônicos mais do que os adultos. O documento aponta que "aproximadamente 37 milhões de crianças entre 13 e 15 anos usam tabaco e, em muitos lugares, a taxa de consumo de cigarros eletrônicos entre adolescentes supera a dos adultos". Segundo a OMS, os cigarros eletrônicos representam uma séria ameaça para os jovens e para o controle do tabaco. Estudos indicam que o uso de cigarros eletrônicos aumenta em quase três vezes a probabilidade de uso de cigarros convencionais, especialmente entre jovens que não fumavam anteriormente. As campanhas de conscientização direcionadas a esse público são essenciais, pois não podemos substituir um problema por outro. Aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas usam tabaco em todo o mundo, e esse hábito resulta em quase 8 milhões de mortes por ano. O uso dos cigarros eletrônicos, uma "moda" ilegal e clandestina no país, está se tornando epidêmica entre os jovens. Estes dispositivos são mais atrativos porque apresentam cores e têm sabores agradáveis, mas também possuem substâncias tóxicas altamente prejudiciais. Se muitos ainda não acreditavam nesta possibilidade, um estudo coreano, divulgado recentemente, confirmou que as pessoas que substituíram o tabagismo convencional pelo uso de cigarros eletrônicos têm uma maior probabilidade de desenvolver câncer de pulmão em comparação com aquelas que não utilizam os "vapes". A pesquisa analisou os dados de mais de 4 milhões de indivíduos com histórico de tabagismo convencional e estabeleceram esta ligação perigosa. https://forbes.com.br/forbessaude/2024/06/fernando-maluf-oms-foca-na -protecao-das-criancas-contra-o-tabagismo/ De acordo com o texto, o uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes pode ser mais comum do que entre adultos em algumas regiões.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Sertânia - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A raiva no ambiente de trabalho O ambiente de trabalho, assim como outros que fazem parte da nossa vida, desperta em nós uma série de sentimentos, que podem ir da satisfação de estar envolvido em uma ação bacana à raiva. Quem nunca se pegou espumando no trabalho? Em 2022, segundo uma pesquisa feita pela Gallup, 21% dos trabalhadores do mundo haviam se sentido coléricos no ambiente de trabalho no dia anterior ao levantamento. Raiva nada mais é do que uma resposta − perfeitamente natural e humana − que geralmente surge diante de duas situações: estresse e frustração. O Instituto Americano do Estresse aponta o estresse no trabalho como a maior fonte de estresse para os adultos americanos. E este é um dos principais gatilhos para a fúria dos colaboradores. O trabalho também costuma ser fonte de frustração: a de ter sido preterido em um projeto ou promoção, a de sentir-se isolado, a de não ter uma liderança capaz de escutá-lo, enfim, a lista pode ser enorme. Raiva tem a ver com nosso instinto de autopreservação. Em resposta a um estímulo (estresse e frustração, mas também humilhação, ameaça, traição, entre outros comuns no trabalho), o corpo libera dois hormônios que produzem excitação, tensão dos músculos, aumento da pressão arterial, da frequência cardíaca e da respiração. É por isso que muitas vezes vemos pessoas raivosas rangerem os dentes, estremecerem, fecharem a mão fortemente. Mais do que afetar apenas o corpo, a raiva impacta o nosso pensamento, as nossas percepções e até a forma como nos comunicamos. Se ela não for gerenciada, pode prejudicar todos os envolvidos, especialmente a carreira daquele que está permanentemente bravo. A raiva também é capaz de nos fazer adoecer, quando não encontramos uma forma de extravasá-la e a vamos guardando conosco. Quando ela não encontra uma saída, pode levar a dores de cabeça ou de estômago, tensão no pescoço e ombros e até depressão, em quem já tem uma tendência a apresentá-la. https://forbes.com.br/forbessaude/2024/06/arthur-guerra-como-lidar-co m-a-raiva-no-ambiente-de-trabalho/ De acordo com o texto, o estresse no trabalho é a maior fonte de estresse para os adultos americanos.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE
Talvez nunca vamos saber a verdade sobre os alimentos ultraprocessados Alimentos produzidos em massa, porém saborosos, como nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes ou até mesmo pão integral fatiado, eles são rejeitados por muitos nutricionistas. Os chamados alimentos ultraprocessadas (AUP) representam 56% das calorias consumidas no Reino Unido, e esse número é maior para crianças e pessoas que vivem em áreas mais pobres. Os AUPs são definidos por quantos processos industriais passaram e o número de ingredientes em suas embalagens. A maioria é rica em gordura, açúcar ou sal; muitos você chamaria de fast food. O que os une é a aparência e o sabor sintéticos, o que os tornou alvo de alguns defensores de uma vida mais saudável. Há um crescente corpo de evidências de que esses alimentos não são bons para nós. Mas os especialistas não conseguem concordar sobre como exatamente eles nos afetam ou por que, e não está claro se a ciência nos dará uma resposta tão cedo. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglk55eg70mo Depreende-se do texto que todos os nutricionistas concordam que os alimentos ultraprocessados são totalmente inofensivos.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE
Talvez nunca vamos saber a verdade sobre os alimentos ultraprocessados Alimentos produzidos em massa, porém saborosos, como nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes ou até mesmo pão integral fatiado, eles são rejeitados por muitos nutricionistas. Os chamados alimentos ultraprocessadas (AUP) representam 56% das calorias consumidas no Reino Unido, e esse número é maior para crianças e pessoas que vivem em áreas mais pobres. Os AUPs são definidos por quantos processos industriais passaram e o número de ingredientes em suas embalagens. A maioria é rica em gordura, açúcar ou sal; muitos você chamaria de fast food. O que os une é a aparência e o sabor sintéticos, o que os tornou alvo de alguns defensores de uma vida mais saudável. Há um crescente corpo de evidências de que esses alimentos não são bons para nós. Mas os especialistas não conseguem concordar sobre como exatamente eles nos afetam ou por que, e não está claro se a ciência nos dará uma resposta tão cedo. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglk55eg70mo De acordo com o texto, há um crescente corpo de evidências de que alimentos ultraprocessados não são benéficos para a saúde.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE
Talvez nunca vamos saber a verdade sobre os alimentos ultraprocessados Alimentos produzidos em massa, porém saborosos, como nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes ou até mesmo pão integral fatiado, eles são rejeitados por muitos nutricionistas. Os chamados alimentos ultraprocessadas (AUP) representam 56% das calorias consumidas no Reino Unido, e esse número é maior para crianças e pessoas que vivem em áreas mais pobres. Os AUPs são definidos por quantos processos industriais passaram e o número de ingredientes em suas embalagens. A maioria é rica em gordura, açúcar ou sal; muitos você chamaria de fast food. O que os une é a aparência e o sabor sintéticos, o que os tornou alvo de alguns defensores de uma vida mais saudável. Há um crescente corpo de evidências de que esses alimentos não são bons para nós. Mas os especialistas não conseguem concordar sobre como exatamente eles nos afetam ou por que, e não está claro se a ciência nos dará uma resposta tão cedo. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglk55eg70mo Infere-se do texto que alimentos ultraprocessados são mais consumidos por pessoas que vivem em áreas mais pobres no Reino Unido.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE
Talvez nunca vamos saber a verdade sobre os alimentos ultraprocessados Alimentos produzidos em massa, porém saborosos, como nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes ou até mesmo pão integral fatiado, eles são rejeitados por muitos nutricionistas. Os chamados alimentos ultraprocessadas (AUP) representam 56% das calorias consumidas no Reino Unido, e esse número é maior para crianças e pessoas que vivem em áreas mais pobres. Os AUPs são definidos por quantos processos industriais passaram e o número de ingredientes em suas embalagens. A maioria é rica em gordura, açúcar ou sal; muitos você chamaria de fast food. O que os une é a aparência e o sabor sintéticos, o que os tornou alvo de alguns defensores de uma vida mais saudável. Há um crescente corpo de evidências de que esses alimentos não são bons para nós. Mas os especialistas não conseguem concordar sobre como exatamente eles nos afetam ou por que, e não está claro se a ciência nos dará uma resposta tão cedo. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglk55eg70mo É possível afirmar que já está totalmente claro como os alimentos ultraprocessados afetam a saúde humana.