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PortuguêsNoções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

2723 questões encontradas

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Matemático diz que fez nadadores ficarem mais rápidos com modelos 3D A equipe de natação dos Estados Unidos, que está nos Jogos Olímpicos de 2024, teve como aliada em sua preparação uma técnica baseada em dados científicos. Desenvolvida pelo matemático Ken Ono e seu colaborador, Jerry Lu, a tecnologia utilizada cria modelos em 3D dos atletas e identifica possibilidades de melhoria. O que era para ser um projeto semestral com atletas universitário avançou até alcançar a Olimpíada após os nadadores estudados se destacarem nas competições nacionais e internacionais. Notados pelas equipes de alto nível — incluindo da seleção norte-americana, os cientistas passaram a acompanhar as preparações de importantes disputas de natação. Ken Ono, da Universidade da Virgínia, em Charlottesville, nos Estados Unidos, concedeu uma entrevista à revista Nature nesta quarta-feira (31) comentando sobre seu projeto e os resultados de atletas olímpicos. As melhorias apontadas pelos pesquisadores ajudam os atletas a diminuírem frações de segundo dos movimentos na piscina — o que melhora suas classificações nas disputas de natação. "O que fazemos é uma parte muito pequena, mas é emocionante ver as medalhas se concretizarem", disse o matemático. https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/paris-2024-matematico-diz-que-fez-nadadores-ficarem-mais-rapidos-com-modelos-3d/ É possível afirmar que a tecnologia usada por Ken Ono e Jerry Lu garante a vitória dos nadadores em todas as competições.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Matemático diz que fez nadadores ficarem mais rápidos com modelos 3D A equipe de natação dos Estados Unidos, que está nos Jogos Olímpicos de 2024, teve como aliada em sua preparação uma técnica baseada em dados científicos. Desenvolvida pelo matemático Ken Ono e seu colaborador, Jerry Lu, a tecnologia utilizada cria modelos em 3D dos atletas e identifica possibilidades de melhoria. O que era para ser um projeto semestral com atletas universitário avançou até alcançar a Olimpíada após os nadadores estudados se destacarem nas competições nacionais e internacionais. Notados pelas equipes de alto nível — incluindo da seleção norte-americana, os cientistas passaram a acompanhar as preparações de importantes disputas de natação. Ken Ono, da Universidade da Virgínia, em Charlottesville, nos Estados Unidos, concedeu uma entrevista à revista Nature nesta quarta-feira (31) comentando sobre seu projeto e os resultados de atletas olímpicos. As melhorias apontadas pelos pesquisadores ajudam os atletas a diminuírem frações de segundo dos movimentos na piscina — o que melhora suas classificações nas disputas de natação. "O que fazemos é uma parte muito pequena, mas é emocionante ver as medalhas se concretizarem", disse o matemático. https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/paris-2024-matematico-diz-que-fez-nadadores-ficarem-mais-rapidos-com-modelos-3d/ Infere-se do texto que o projeto iniciado com atletas universitários evoluiu até alcançar a preparação para os Jogos Olímpicos de 2024.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Matemático diz que fez nadadores ficarem mais rápidos com modelos 3D A equipe de natação dos Estados Unidos, que está nos Jogos Olímpicos de 2024, teve como aliada em sua preparação uma técnica baseada em dados científicos. Desenvolvida pelo matemático Ken Ono e seu colaborador, Jerry Lu, a tecnologia utilizada cria modelos em 3D dos atletas e identifica possibilidades de melhoria. O que era para ser um projeto semestral com atletas universitário avançou até alcançar a Olimpíada após os nadadores estudados se destacarem nas competições nacionais e internacionais. Notados pelas equipes de alto nível — incluindo da seleção norte-americana, os cientistas passaram a acompanhar as preparações de importantes disputas de natação. Ken Ono, da Universidade da Virgínia, em Charlottesville, nos Estados Unidos, concedeu uma entrevista à revista Nature nesta quarta-feira (31) comentando sobre seu projeto e os resultados de atletas olímpicos. As melhorias apontadas pelos pesquisadores ajudam os atletas a diminuírem frações de segundo dos movimentos na piscina — o que melhora suas classificações nas disputas de natação. "O que fazemos é uma parte muito pequena, mas é emocionante ver as medalhas se concretizarem", disse o matemático. https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/paris-2024-matematico-diz-que-fez-nadadores-ficarem-mais-rapidos-com-modelos-3d/ De acordo com o texto, a tecnologia desenvolvida por Ken Ono e Jerry Lu ajuda a melhorar o desempenho dos nadadores ao apontar melhorias em seus movimentos.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Escavação em necrópole egípcia revela 63 tumbas e tesouro de ouro Uma escavação em andamento em Damietta, no Egito, revelou 63 tumbas de mais de 2.500 anos atrás, além de um tesouro de artefatos de ouro, moedas e cerâmica. Os artefatos podem fornecer mais informações sobre os "segredos da antiga civilização egípcia", incluindo as práticas funerárias da época, bem como o papel da cidade costeira no antigo comércio exterior, segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, que anunciou as descobertas em 23 de julho. Entre as 63 tumbas, os escavadores encontraram amuletos funerários, encantos que se pensava proteger os mortos, e estátuas ushabti, também projetadas para acompanhar os falecidos na vida após a morte, datadas da 26ª Dinastia do Período Tardio (664 a 525 antes de Cristo). O local da escavação, conhecido como Tal al-Deir, é chamado de necrópole, o termo usado para um cemitério elaborado de uma cidade antiga. O cemitério foi especialmente importante durante a 26ª Dinastia, mas permaneceu em uso durante toda a era dos romanos e bizantinos, conforme o ministério. Os artefatos descobertos fornecem "muita informação" sobre os últimos períodos da história egípcia, disse Salima Ikram, uma distinta professora universitária de egiptologia na Universidade Americana do Cairo que não estava envolvida na escavação. Dentro de Tal al-Deir, os arqueólogos também desenterraram uma grande tumba que continha sepultamentos de indivíduos com alto status social, disse Kotb Fawzy, um funcionário do Ministério do Turismo e Antiguidades que supervisiona a escavação, em uma declaração. Os corpos foram enterrados com figuras de papel-alumínio de ouro que retratavam símbolos religiosos e ídolos egípcios antigos. https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/escavacao-em-necropole-egipcia-revela-63-tumbas-e-tesouro-de-ouro/ Infere-se do texto que todas as tumbas descobertas em Damietta pertenciam a indivíduos de alto status social.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Escavação em necrópole egípcia revela 63 tumbas e tesouro de ouro Uma escavação em andamento em Damietta, no Egito, revelou 63 tumbas de mais de 2.500 anos atrás, além de um tesouro de artefatos de ouro, moedas e cerâmica. Os artefatos podem fornecer mais informações sobre os "segredos da antiga civilização egípcia", incluindo as práticas funerárias da época, bem como o papel da cidade costeira no antigo comércio exterior, segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, que anunciou as descobertas em 23 de julho. Entre as 63 tumbas, os escavadores encontraram amuletos funerários, encantos que se pensava proteger os mortos, e estátuas ushabti, também projetadas para acompanhar os falecidos na vida após a morte, datadas da 26ª Dinastia do Período Tardio (664 a 525 antes de Cristo). O local da escavação, conhecido como Tal al-Deir, é chamado de necrópole, o termo usado para um cemitério elaborado de uma cidade antiga. O cemitério foi especialmente importante durante a 26ª Dinastia, mas permaneceu em uso durante toda a era dos romanos e bizantinos, conforme o ministério. Os artefatos descobertos fornecem "muita informação" sobre os últimos períodos da história egípcia, disse Salima Ikram, uma distinta professora universitária de egiptologia na Universidade Americana do Cairo que não estava envolvida na escavação. Dentro de Tal al-Deir, os arqueólogos também desenterraram uma grande tumba que continha sepultamentos de indivíduos com alto status social, disse Kotb Fawzy, um funcionário do Ministério do Turismo e Antiguidades que supervisiona a escavação, em uma declaração. Os corpos foram enterrados com figuras de papel-alumínio de ouro que retratavam símbolos religiosos e ídolos egípcios antigos. https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/escavacao-em-necropole-egipcia-revela-63-tumbas-e-tesouro-de-ouro/ De acordo com o texto, as tumbas em Damietta contêm amuletos funerários e estátuas ushabti da 26ª Dinastia.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Escavação em necrópole egípcia revela 63 tumbas e tesouro de ouro Uma escavação em andamento em Damietta, no Egito, revelou 63 tumbas de mais de 2.500 anos atrás, além de um tesouro de artefatos de ouro, moedas e cerâmica. Os artefatos podem fornecer mais informações sobre os "segredos da antiga civilização egípcia", incluindo as práticas funerárias da época, bem como o papel da cidade costeira no antigo comércio exterior, segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, que anunciou as descobertas em 23 de julho. Entre as 63 tumbas, os escavadores encontraram amuletos funerários, encantos que se pensava proteger os mortos, e estátuas ushabti, também projetadas para acompanhar os falecidos na vida após a morte, datadas da 26ª Dinastia do Período Tardio (664 a 525 antes de Cristo). O local da escavação, conhecido como Tal al-Deir, é chamado de necrópole, o termo usado para um cemitério elaborado de uma cidade antiga. O cemitério foi especialmente importante durante a 26ª Dinastia, mas permaneceu em uso durante toda a era dos romanos e bizantinos, conforme o ministério. Os artefatos descobertos fornecem "muita informação" sobre os últimos períodos da história egípcia, disse Salima Ikram, uma distinta professora universitária de egiptologia na Universidade Americana do Cairo que não estava envolvida na escavação. Dentro de Tal al-Deir, os arqueólogos também desenterraram uma grande tumba que continha sepultamentos de indivíduos com alto status social, disse Kotb Fawzy, um funcionário do Ministério do Turismo e Antiguidades que supervisiona a escavação, em uma declaração. Os corpos foram enterrados com figuras de papel-alumínio de ouro que retratavam símbolos religiosos e ídolos egípcios antigos. https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/escavacao-em-necropole-egipcia-revela-63-tumbas-e-tesouro-de-ouro/ É possível afirmar que o local da escavação, Tal al-Deir, continuou sendo utilizado como cemitério durante os períodos romano e bizantino.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Antigas proezas em batalhas e esportes As primeiras Olimpíadas registradas foram realizadas em 776 a.C. na cidade de Olímpia, no Peloponeso Ocidental, na Grécia Antiga. É provável que tenham se desenvolvido a partir da prática de realizar jogos fúnebres para homenagear guerreiros mortos e heróis locais, embora alguns mitos façam do semideus grego Héracles o fundador dos jogos. Eles continuaram a promover jogos sem interrupção, uma vez a cada quatro anos, por quase 1200 anos. Foram abolidos em 393 d.C. pelo imperador Teodósio, um cristão que considerava a adoração a Zeus durante os jogos uma abominação pagã. A prática da guerra no mundo antigo inspirou muitos eventos olímpicos. Uma massa de soldados correndo com armadura completa, por exemplo, era uma maneira eficaz de surpreender e aterrorizar os exércitos inimigos. O historiador grego Heródoto descreve o exército grego avançando em uma corrida em direção aos persas na batalha de Maratona, uma tática que os invasores orientais aparentemente nunca haviam encontrado antes. Na hoplitodromia, ou corrida com armadura, um grupo de 25 atletas corria duas distâncias do estádio de 192 metros de comprimento em Olímpia, vestindo grevas e capacetes de bronze e carregando escudos que podiam pesar 14 kg. Os competidores do evento de lançamento de dardo ao alvo lançavam dardos em um escudo fixado em um poste enquanto galopavam a cavalo, uma prática militar padrão documentada pelo historiador Xenofonte. As corridas de bigas (espécie de carroças) com equipes de dois e quatro cavalos eram eventos incrivelmente perigosos e populares. As bigas de guerra eram usadas na Grécia desde pelo menos a época da civilização micênica, aproximadamente de 1600 a 1100 a.C., e a corrida de bigas com quatro cavalos era um dos eventos mais antigos dos jogos, tendo sido introduzida pela primeira vez em Olímpia em 680 a.C. Somente os ricos podiam arcar com as despesas de manutenção de cavalos e de uma biga. E, embora os proprietários das bigas reivindicassem a glória de qualquer vitória, geralmente contratavam cocheiros para enfrentar os riscos da competição por eles. Os acidentes eram comuns, espetaculares e, muitas vezes, mortais, sendo que o momento mais perigoso geralmente ocorria nas curvas estreitas em cada extremidade do estádio. Um cocheiro famoso foi o Imperador Romano Nero, que em 67 d.C. competiu na corrida de bigas em Olímpia, na Grécia. Não foi uma competição justa. Nero entrou na corrida de quatro cavalos com uma equipe de 10 cavalos. Ele foi jogado de sua carruagem e não conseguiu completar a corrida, mas foi proclamado campeão com base no fato de que teria vencido se tivesse terminado a corrida. https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/de-lutas-brutais-a-competicoes-sem-roupa-descubra-o-que-nao-existe-mais-nos-jogos-olimpicos-atuais É possível afirmar que as corridas de bigas eram eventos seguros e raramente resultavam em acidentes.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Câmara de Tuparetama - PE

Antigas proezas em batalhas e esportes As primeiras Olimpíadas registradas foram realizadas em 776 a.C. na cidade de Olímpia, no Peloponeso Ocidental, na Grécia Antiga. É provável que tenham se desenvolvido a partir da prática de realizar jogos fúnebres para homenagear guerreiros mortos e heróis locais, embora alguns mitos façam do semideus grego Héracles o fundador dos jogos. Eles continuaram a promover jogos sem interrupção, uma vez a cada quatro anos, por quase 1200 anos. Foram abolidos em 393 d.C. pelo imperador Teodósio, um cristão que considerava a adoração a Zeus durante os jogos uma abominação pagã. A prática da guerra no mundo antigo inspirou muitos eventos olímpicos. Uma massa de soldados correndo com armadura completa, por exemplo, era uma maneira eficaz de surpreender e aterrorizar os exércitos inimigos. O historiador grego Heródoto descreve o exército grego avançando em uma corrida em direção aos persas na batalha de Maratona, uma tática que os invasores orientais aparentemente nunca haviam encontrado antes. Na hoplitodromia, ou corrida com armadura, um grupo de 25 atletas corria duas distâncias do estádio de 192 metros de comprimento em Olímpia, vestindo grevas e capacetes de bronze e carregando escudos que podiam pesar 14 kg. Os competidores do evento de lançamento de dardo ao alvo lançavam dardos em um escudo fixado em um poste enquanto galopavam a cavalo, uma prática militar padrão documentada pelo historiador Xenofonte. As corridas de bigas (espécie de carroças) com equipes de dois e quatro cavalos eram eventos incrivelmente perigosos e populares. As bigas de guerra eram usadas na Grécia desde pelo menos a época da civilização micênica, aproximadamente de 1600 a 1100 a.C., e a corrida de bigas com quatro cavalos era um dos eventos mais antigos dos jogos, tendo sido introduzida pela primeira vez em Olímpia em 680 a.C. Somente os ricos podiam arcar com as despesas de manutenção de cavalos e de uma biga. E, embora os proprietários das bigas reivindicassem a glória de qualquer vitória, geralmente contratavam cocheiros para enfrentar os riscos da competição por eles. Os acidentes eram comuns, espetaculares e, muitas vezes, mortais, sendo que o momento mais perigoso geralmente ocorria nas curvas estreitas em cada extremidade do estádio. Um cocheiro famoso foi o Imperador Romano Nero, que em 67 d.C. competiu na corrida de bigas em Olímpia, na Grécia. Não foi uma competição justa. Nero entrou na corrida de quatro cavalos com uma equipe de 10 cavalos. Ele foi jogado de sua carruagem e não conseguiu completar a corrida, mas foi proclamado campeão com base no fato de que teria vencido se tivesse terminado a corrida. https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/de-lutas-brutais-a-competicoes-sem-roupa-descubra-o-que-nao-existe-mais-nos-jogos-olimpicos-atuais Depreende-se do texto que os primeiros jogos olímpicos certamente foram fundados por Héracles.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PorteiroConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE

Julgue o item subsequente. No texto "Ele adorava frutas. Laranjas são suas favoritas. Comia todos os dias", observamos que a sequência das sentenças demonstra boa coesão e coerência textual, pois a repetição do tema 'frutas' naturalmente assegura a clareza e a conexão lógica entre as ideias.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Analista JurídicoConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE

Julgue o item subsequente. Podemos observar como exemplo claro de polissemia a palavra "letra", que possui apenas dois significados claros e distintos: um caractere gráfico usado na escrita e a caligrafia específica de uma pessoa.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico de InformáticaConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE

Julgue o item subsequente. A expressão "faltou à verdade" é um exemplo de linguagem direta e objetiva, que, ao invés de suavizar, intensifica a acusação de desonestidade.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Assistente Legislativo ContábilConcurso: Câmara de Verdejante - PE

Julgue o item a seguir. A interpretação de textos literários, como poemas e romances, deve ser objetiva, focando nos significados literais das palavras e deixando de lado qualquer simbolismo ou figura de linguagem. O leitor deve considerar o contexto histórico ou cultural do autor ao interpretar o texto.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Auxiliar de Serviços GeraisConcurso: Câmara de Abreu e Lima - PE

Julgue o item que se segue. Um texto que foca principalmente em descrever cenários e personagens, detalhando cada aspecto visual e sensorial, é um exemplo de texto narrativo.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Auxiliar de Serviços GeraisConcurso: Câmara de Abreu e Lima - PE

Julgue o item subsequente. Os textos narrativos e os descritivos são essencialmente o mesmo tipo de texto, pois ambos focam principalmente em descrever pessoas, lugares e eventos.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Auxiliar de Serviços GeraisConcurso: Câmara de Abreu e Lima - PE

Julgue o item subsequente. Em textos descritivos objetivos, o autor frequentemente incorpora suas emoções e opiniões pessoais para enriquecer a descrição do objeto ou cena.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: MotoristaConcurso: Câmara de Abreu e Lima - PE

Julgue o item que se segue. Em apresentações profissionais, a incorporação de termos coloquiais é eficaz para demonstrar acessibilidade e conectar-se emocionalmente com a audiência.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: VigilanteConcurso: Câmara de Abreu e Lima - PE

Julgue o item que se segue. No contexto de textos narrativos, o tempo cronológico é empregado para enfatizar as emoções e as percepções internas das personagens, enquanto o tempo psicológico é usado para marcar a sequência de eventos de forma linear e precisa.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: VigilanteConcurso: Câmara de Verdejante - PE

Julgue o item a seguir. A interpretação de textos poéticos não requer análise do ritmo, da métrica ou das figuras de linguagem utilizadas pelo autor, bastando apenas compreender o significado literal das palavras. A análise poética é uma tarefa simples e objetiva, que não envolve a apreciação estética ou a compreensão do simbolismo presente no poema.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente de TrânsitoConcurso: Câmara de Verdejante - PE

Julgue o item a seguir. A leitura e interpretação de textos técnicos e científicos é simples e direta, pois tais textos apresentam informações objetivas e claras, sem necessidade de análise crítica. O leitor não precisa considerar a validade das fontes ou a metodologia utilizada pelos autores, bastando compreender os dados apresentados literalmente.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente de TrânsitoConcurso: Câmara de Verdejante - PE

Julgue o item a seguir. A leitura e a interpretação de textos argumentativos exigem a identificação da tese central, dos argumentos de suporte e das estratégias retóricas utilizadas pelo autor. Além disso, o leitor deve ser capaz de reconhecer contra-argumentos e avaliar a eficácia das evidências apresentadas. Por exemplo, ao analisar um ensaio sobre mudanças climáticas, é crucial identificar os dados científicos, as fontes citadas e a lógica dos argumentos apresentados.