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PortuguêsNoções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

2634 questões encontradas

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Ajudante de PedreiroConcurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Considere o trecho a seguir: "O trabalho em equipe permite reunir diferentes conhecimentos e experiências para alcançar objetivos comuns. No entanto, para que essa colaboração seja eficiente, é necessário estabelecer comunicação adequada e organização das responsabilidades." À luz das informações expressamente consignadas no texto, assinale a alternativa que traduz a conclusão que dele se extrai.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Ajudante de PedreiroConcurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o texto. Um órgão público passou a disponibilizar parte de seus serviços por meio eletrônico. Embora muitos usuários tenham aderido rapidamente à nova modalidade, outros continuaram procurando atendimento presencial, principalmente por desconhecerem as ferramentas digitais ou por preferirem o contato direto com os servidores. A interpretação CORRETA do texto

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Ajudante de PedreiroConcurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o texto. Em uma campanha voltada ao uso consciente da água, os organizadores verificaram que a divulgação de informações técnicas despertava o interesse do público. Contudo, perceberam que as mudanças de comportamento ocorriam com maior frequência quando essas informações eram acompanhadas de exemplos relacionados ao cotidiano das pessoas. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Ajudante de PedreiroConcurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o texto. Ao avaliar os resultados de um projeto de incentivo à leitura, os coordenadores observaram que o número de livros emprestados havia aumentado de maneira significativa. Entretanto, constataram que esse indicador, considerado isoladamente, não permitia concluir que os participantes estavam desenvolvendo o hábito da leitura, razão pela qual passaram a acompanhar também a frequência às atividades e a participação nas discussões promovidas pelo projeto. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Ajudante de PedreiroConcurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o texto. Uma equipe responsável pela organização de documentos administrativos revisou os procedimentos adotados para o arquivamento de informações. Depois da padronização dos registros, a localização dos documentos tornou-se mais rápida. Ainda assim, os responsáveis reconheceram que a eficiência do sistema dependeria da observância permanente das regras estabelecidas. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Altos - PI

Bateria quântica armazena energia em metade do tempo necessário para carregar sua versão clássica Para os acompanhantes das novidades científicas, tornou-se rotineiro observar avanços em tecnologias baseadas no controle de propriedades físicas de átomos e partículas subatômicas, tais como a computação, a criptografia e o sensoriamento quânticos. Contudo, uma quarta aplicação ganha espaço: as baterias quânticas. No curto prazo, esses dispositivos aumentam a eficiência de computadores quânticos e, no futuro, permitirão o carregamento quase instantâneo de celulares e veículos elétricos. O físico brasileiro Alan Costa dos Santos, do Instituto de Física Fundamental do Conselho Superior de Investigações Científicas em Madri, ressalta o enorme potencial teórico da tecnologia, embora reconheça que ainda há um longo percurso até sua consolidação. Santos, ao lado dos físicos Andreia Saguia e Marcelo Sarandy, da Universidade Federal Fluminense, coordenou o planejamento teórico de um experimento conduzido na Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, na China, sob a liderança dos físicos Chang-Kang Hu e Dian Tan. A pesquisa, que reuniu os três teóricos brasileiros e vinte experimentais chineses, foi capa da revista Physical Review Letters em fevereiro. A equipe demonstrou de forma inédita que uma bateria capaz de gerar emaranhamento quântico carrega na metade do tempo exigido por um dispositivo sem essa propriedade. No emaranhamento, duas ou mais partículas comportam-se de maneira entrelaçada como um único ente, independentemente da distância entre elas. Para o teste, construiu-se um circuito supercondutor quadrado de dez milímetros dotado de dezesseis bits quânticos, ou qubits. O desempenho foi avaliado comparando-se os qubits totalmente desconectados — equivalente a uma bateria clássica — com uma configuração em que parte dos qubits interagia de forma entrelaçada. Ambas as condições receberam a mesma quantidade de energia. Os resultados revelaram que a bateria quântica carregou 60% mais rápido com cinco qubits entrelaçados e atingiu uma taxa de armazenamento quase 100% superior ao utilizar doze qubits emaranhados, que foi o limite alcançado no teste. Em entrevista, Dian Tan explicou que a realização exigiu controle e calibração delicados para equilibrar as interações entre os qubits e otimizar a carga sem perturbar o sistema, destacando os desafios de aplicar pulsos precisos de micro-ondas enquanto se ampliava a quantidade de bits ativos. Um dos maiores obstáculos no setor é expandir o emaranhamento para o maior número possível de qubits. Diversamente das baterias convencionais de íons de lítio, nas quais uma capacidade maior exige mais tempo de recarga, os sistemas quânticos operam de forma inversa: quanto maior o sistema, mais veloz é a recarga. Em tese, elevar a quantidade de qubits em dez mil vezes reduziria o tempo de carregamento na mesma proporção, viabilizando recargas em frações de segundo se os dispositivos atingirem o porte das baterias comerciais. No âmbito da física, qualquer estrutura capaz de armazenar energia temporariamente é considerada uma bateria, seja uma represa hidrelétrica ou um acumulador eletroquímico. As baterias modernas de lítio utilizam o mesmo princípio básico da pilha criada por Alessandro Volta em 1800, forçando a separação de partículas encarregadas de gerar corrente elétrica. Por sua vez, um qubit é um sistema quântico que transita entre o estado fundamental zero e o estado excitado um, podendo permanecer em sobreposição de ambos até que uma medição seja feita. O processo de carga da bateria quântica consiste em transferir energia aos qubits para elevar seus estados de zero para um. Atualmente, diferentes métodos buscam explorar tais propriedades. Uma equipe liderada por James Quach, da Organização da Commonwealth para Pesquisa Científica e Industrial na Austrália, publicou na Light: Science & Applications em março de 2026 um modelo baseado em lasers e moléculas. O protótipo usa uma película com centenas de trilhões de moléculas do corante ftalocianina de cobre em uma cavidade óptica. O feixe de laser ativa um estado coletivo chamado superabsorção, que amplia a eficiência do processo em relação à absorção individual. O protótipo australiano obteve carga em femtossegundos, unidade de medida de tempo que vale um quatrilionésimo de segundo, e reteve a energia durante nanossegundos. Houve um ganho substancial na extração de energia elétrica à medida que mais moléculas foram expostas ao laser, superando em até 120% o modelo sem cavidade. Quach sinalizou que o próximo objetivo da equipe é estender o tempo de retenção dessa energia para viabilizar comercialmente a tecnologia. Paralelamente, um grupo sino-brasileiro planeja integrar no mesmo circuito a bateria quântica e um motor térmico quântico, que reaproveitaria o calor residual dos computadores quânticos para reconvertê-lo em energia reutilizável. Segundo pesquisadores, a integração criaria um ciclo fechado de geração, armazenamento e uso de energia, abrandando ruídos térmicos na máquina. Por fim, Alan Costa dos Santos lembrou que questões como a autodescarga espontânea ainda precisam ser detalhadamente compreendidas no plano quântico. https://revistapesquisa.fapesp.br/sustentabilidade/.adaptado. O desenvolvimento de tecnologias baseadas em fenômenos quânticos tem ampliado as possibilidades de armazenamento e utilização de energia, reunindo avanços experimentais e perspectivas futuras que ainda dependem da superação de desafios científicos e tecnológicos. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Motorista (Área da Educação)Concurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o trecho a seguir: "A leitura de textos informativos requer atenção aos dados apresentados e às relações estabelecidas entre as ideias. Muitas vezes, a compreensão adequada depende da identificação de informações implícitas e da análise dos argumentos desenvolvidos pelo autor." A partir do trecho apresentado, é CORRETO afirmar que a leitura de textos informativos:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Motorista (Área da Educação)Concurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o trecho a seguir: "A interpretação textual envolve a capacidade de compreender não apenas as informações apresentadas diretamente pelo autor, mas também os sentidos construídos a partir das relações entre diferentes partes do texto. Dessa forma, o leitor participa ativamente do processo de produção de significados." A partir do trecho apresentado, é CORRETO afirmar que a interpretação textual:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Motorista (Área da Educação)Concurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o trecho: "Em ambientes profissionais, a clareza da comunicação contribui para evitar conflitos e melhorar a execução das atividades. Entretanto, a eficiência comunicativa não depende apenas da transmissão de informações, mas também da compreensão adequada por parte do destinatário." A partir do trecho, é CORRETO afirmar que a comunicação eficiente:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Motorista (Área da Educação)Concurso: Prefeitura de Terra Nova - PE

Leia o trecho: "A comunicação escrita exige planejamento, pois a ausência de elementos presentes na interação oral pode dificultar a compreensão da mensagem. Por essa razão, a organização das ideias e a escolha adequada das palavras são aspectos fundamentais." A partir do trecho, é CORRETO afirmar que a comunicação escrita:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Guarda MunicipalConcurso: Prefeitura de Altos - PI

Por que o T. rex tinha braços ridiculamente pequenos Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo variado de dinossauros bípedes, em sua maioria carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam membros anteriores extremamente pequenos, conforme aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando no University College London. O T. rex, por exemplo, atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas seus braços mediam apenas um metro, extensão que, contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou no levantamento do solo. A pesquisa desenvolvida pela Universidade de Cambridge e pelo University College London indica que esses animais podem ter perdido os braços longos por eles não serem mais úteis na captura de presas, favorecendo o desenvolvimento de cabeças e mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos. A equipe também desenvolveu um método para mensurar a potência do crânio a partir de suas dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho corporal, bem como o comprimento dos membros anteriores em comparação ao crânio e ao corpo, buscando-se padrões e tendências. Os resultados demonstraram que o encurtamento dos braços estava mais associado ao surgimento de crânios volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do tamanho corporal geral, o que indica que os membros menores não eram mero reflexo de corpos grandes. Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão avantajado. Scherer destacou que tais adaptações ocorreram com frequência em regiões com presas gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias de caça. Partes da alimentação desses terópodes consistiam em herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um saurópode de trinta metros com as garras não era viável, sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso, perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo. Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam crânios diferenciados, mais alongados e delicados. Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre uma correlação, e não uma prova definitiva de causalidade, ele considera provável que o fortalecimento craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços, pois não faria sentido evolutivo abandonar um mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia. O estudo revelou ainda que a redução dos membros ocorreu de formas variadas entre os grupos de terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a robustez craniana em outros animais, como as aves modernas, que também pertencem ao grupo dos terópodes. https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado. Estudos sobre evolução costumam investigar como determinadas adaptações anatômicas influenciam a sobrevivência das espécies, relacionando mudanças estruturais às estratégias desenvolvidas pelos organismos ao longo do processo evolutivo. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Guarda MunicipalConcurso: Prefeitura de Altos - PI

Por que o T. rex tinha braços ridiculamente pequenos Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo variado de dinossauros bípedes, em sua maioria carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam membros anteriores extremamente pequenos, conforme aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando no University College London. O T. rex, por exemplo, atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas seus braços mediam apenas um metro, extensão que, contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou no levantamento do solo. A pesquisa desenvolvida pela Universidade de Cambridge e pelo University College London indica que esses animais podem ter perdido os braços longos por eles não serem mais úteis na captura de presas, favorecendo o desenvolvimento de cabeças e mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos. A equipe também desenvolveu um método para mensurar a potência do crânio a partir de suas dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho corporal, bem como o comprimento dos membros anteriores em comparação ao crânio e ao corpo, buscando-se padrões e tendências. Os resultados demonstraram que o encurtamento dos braços estava mais associado ao surgimento de crânios volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do tamanho corporal geral, o que indica que os membros menores não eram mero reflexo de corpos grandes. Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão avantajado. Scherer destacou que tais adaptações ocorreram com frequência em regiões com presas gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias de caça. Partes da alimentação desses terópodes consistiam em herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um saurópode de trinta metros com as garras não era viável, sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso, perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo. Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam crânios diferenciados, mais alongados e delicados. Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre uma correlação, e não uma prova definitiva de causalidade, ele considera provável que o fortalecimento craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços, pois não faria sentido evolutivo abandonar um mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia. O estudo revelou ainda que a redução dos membros ocorreu de formas variadas entre os grupos de terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a robustez craniana em outros animais, como as aves modernas, que também pertencem ao grupo dos terópodes. https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado. Ao abordar o tema, o texto amplia a discussão por meio da apresentação de evidências, exemplos e comparações que contribuem para o desenvolvimento e o fortalecimento da hipótese defendida ao longo da exposição. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Guarda MunicipalConcurso: Prefeitura de Altos - PI

Por que o T. rex tinha braços ridiculamente pequenos Um novo estudo trouxe esclarecimentos sobre o motivo pelo qual o Tyrannosaurus rex e outros dinossauros bípedes possuíam braços proporcionalmente reduzidos em relação ao corpo. Os terópodes formavam um grupo variado de dinossauros bípedes, em sua maioria carnívoros, que, embora gigantescos, apresentavam membros anteriores extremamente pequenos, conforme aponta o pesquisador Charlie Roger Scherer, doutorando no University College London. O T. rex, por exemplo, atingia entre doze e treze metros de comprimento, mas seus braços mediam apenas um metro, extensão que, contudo, era suficiente para auxiliar no acasalamento ou no levantamento do solo. A pesquisa desenvolvida pela Universidade de Cambridge e pelo University College London indica que esses animais podem ter perdido os braços longos por eles não serem mais úteis na captura de presas, favorecendo o desenvolvimento de cabeças e mandíbulas maiores e mais potentes. Ao analisar oitenta e duas espécies de terópodes, os cientistas constataram que a redução dos membros anteriores ocorreu em cinco grupos distintos, incluindo os tiranossaurídeos. A equipe também desenvolveu um método para mensurar a potência do crânio a partir de suas dimensões e da fusão óssea. Conforme explicou a coautora Elizabeth Steell, de Cambridge, foram examinadas as proporções entre o crânio e o tamanho corporal, bem como o comprimento dos membros anteriores em comparação ao crânio e ao corpo, buscando-se padrões e tendências. Os resultados demonstraram que o encurtamento dos braços estava mais associado ao surgimento de crânios volumosos e mandíbulas fortes do que ao aumento do tamanho corporal geral, o que indica que os membros menores não eram mero reflexo de corpos grandes. Prova disso é o Majungasaurus, grande predador de Madagascar que possuía braços reduzidos e cabeça poderosa, mesmo sem apresentar um porte físico tão avantajado. Scherer destacou que tais adaptações ocorreram com frequência em regiões com presas gigantes, o que sugere uma relação com as estratégias de caça. Partes da alimentação desses terópodes consistiam em herbívoros gigantescos, como os saurópodes. Os pesquisadores suspeitam que o aumento do tamanho desses herbívoros tenha motivado o fortalecimento do crânio dos predadores, que precisaram substituir o uso das garras pelas mandíbulas na caça para triunfarem em uma corrida evolutiva. Scherer observou que segurar um saurópode de trinta metros com as garras não era viável, sendo mais eficaz atacar com as mandíbulas. Dessa forma, a cabeça assumiu o papel de principal meio de ataque, fazendo com que os braços, por desuso, perdessem utilidade e diminuíssem com o tempo. Por outro lado, Steell ressaltou que alguns dinossauros ainda utilizavam os braços, mas estes apresentavam crânios diferenciados, mais alongados e delicados. Embora Scherer reconheça que o estudo demonstre uma correlação, e não uma prova definitiva de causalidade, ele considera provável que o fortalecimento craniano tenha antecedido o encurtamento dos braços, pois não faria sentido evolutivo abandonar um mecanismo de ataque sem uma alternativa prévia. O estudo revelou ainda que a redução dos membros ocorreu de formas variadas entre os grupos de terópodes: enquanto alguns encurtaram especialmente as mãos e antebraços, outros reduziram o membro de maneira uniforme, sinalizando caminhos evolutivos paralelos para um mesmo resultado. Steell concluiu que a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a robustez craniana em outros animais, como as aves modernas, que também pertencem ao grupo dos terópodes. https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77555n28vgo.adaptado. Steell concluiu que a pesquisa confirma a suspeita de que crânios grandes reduziam a necessidade dos braços, e acrescentou que a metodologia aplicada pode ser útil para estudar a "robustez" craniana em outros animais. Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA em relação ao sinônimo do termo destacado.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor Educação FísicaConcurso: Prefeitura de Altos - PI

A organização das palavras em diferentes contextos exige a adoção de critérios uniformes de ordenação, estabelecidos pela sequência convencional das letras do alfabeto e aplicados de forma sistemática para assegurar a padronização da consulta, da classificação e da localização de vocábulos (BECHARA, 2024). Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor Educação FísicaConcurso: Prefeitura de Altos - PI

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A relação entre o El Niño e a frente de rajada, fenômeno que causou ventos de mais de 120 km/h no Brasil Fortes ventos entre São Paulo e Rio de Janeiro provocaram ao menos cinco mortes, apagões, quedas de árvores e interrupções em serviços essenciais. As rajadas ultrapassaram 120 km/h no interior paulista e chegaram a cerca de 100 km/h na capital fluminense, levando à suspensão temporária de pousos e decolagens no Aeroporto Santos Dumont. Trata-se de um fenômeno conhecido na meteorologia como frente de rajada, resultante do intenso contraste térmico entre o ar quente e seco que predominava no Sudeste e uma massa de ar frio e úmido vinda do Sul. De acordo com o meteorologista Marcelo Seluchi, coordenador-geral de operações e modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o fenômeno foi provocado por uma linha de instabilidade que se formou sobre a própria frente fria e avançou rapidamente. O especialista compara o evento às rajadas comuns de verão, porém com nuvens alinhadas. Antes da chegada do sistema, as temperaturas estavam elevadas no Sudeste. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 35,8 °C na cidade do Rio de Janeiro, um dos dias mais quentes para julho desde 2007. No litoral paulista, os termômetros atingiram 34 °C no Guarujá e 35,2 °C em Santos, segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. O meteorologista Francisco de Assis Diniz, do Inmet, atribui a força dos ventos a uma brusca queda de temperatura, de cerca de 14 a 15 graus em pouco mais de uma hora. Ele ressalta que as rajadas se normalizaram na medida em que as massas de ar se equilibraram, enquanto a frente fria se deslocou para o Espírito Santo, gerando ventos mais amenos, em torno de 70 km/h. Seluchi acrescenta que a ocorrência desse tipo de frente é mais comum em períodos chuvosos, com chance de novos episódios a partir de setembro. Sobre a relação com o El Niño, os especialistas esclarecem que é difícil estabelecer um vínculo direto sem estudos mais aprofundados. O fenômeno altera a circulação atmosférica ao aquecer anormalmente as águas do Oceano Pacífico Equatorial. Seluchi explica que a relação ocorre de forma indireta, pois o El Niño mantém as frentes frias estagnadas por mais tempo no Sul, gerando tempestades severas e linhas de instabilidade que se deslocam. Diniz complementa que o El Niño acelera o aquecimento das temperaturas e intensifica os sistemas meteorológicos. Como o país atravessa o inverno, o encontro das frentes frias com regiões bastante aquecidas gera o forte contraste térmico responsável pelas ventanias. Ele cita os recentes temporais no Sul e no interior de São Paulo como reflexos dessa intensificação, e Seluchi prevê que as chuvas ganhem força na primavera. No Rio de Janeiro, além do fechamento momentâneo do Aeroporto Santos Dumont, a ventania atingiu 105 km/h no Galeão, causou quedas de energia, afetou o transporte sobre trilhos, fechou a Ponte Rio-Niterói e provocou duas mortes em Santa Teresa após a queda de um muro. Em São Paulo, a Defesa Civil emitiu alerta severo para a região metropolitana diante dos riscos de destelhamento e falta de luz. Houve atrasos nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, e o estado registrou pico de 124,9 km/h em Itaporanga. Enquanto a frente fria avançava para o Sudeste, o Rio Grande do Sul enfrentou severa instabilidade. Um tornado provocado por uma supercélula — tempestade com corrente ascendente giratória — atingiu os municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho, deixando quatro feridos, dezenas de casas destruídas e rastro de devastação com ventos que alcançaram 300 km/h, segundo a MetSul Meteorologia. Diferentemente da frente de rajada, o tornado é um fenômeno concentrado de intensa rotação. A tendência para o estado sulista é de gradual normalização do tempo com a chegada de uma massa de ar seco. https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrjy4jrg13o.adaptado. A compreensão de fenômenos naturais exige a análise integrada de causas, condições atmosféricas e consequências observadas. Em textos de divulgação científica, é comum que diferentes informações sejam articuladas para explicar a dinâmica de eventos meteorológicos e seus impactos. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor Educação FísicaConcurso: Prefeitura de Altos - PI

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A relação entre o El Niño e a frente de rajada, fenômeno que causou ventos de mais de 120 km/h no Brasil Fortes ventos entre São Paulo e Rio de Janeiro provocaram ao menos cinco mortes, apagões, quedas de árvores e interrupções em serviços essenciais. As rajadas ultrapassaram 120 km/h no interior paulista e chegaram a cerca de 100 km/h na capital fluminense, levando à suspensão temporária de pousos e decolagens no Aeroporto Santos Dumont. Trata-se de um fenômeno conhecido na meteorologia como frente de rajada, resultante do intenso contraste térmico entre o ar quente e seco que predominava no Sudeste e uma massa de ar frio e úmido vinda do Sul. De acordo com o meteorologista Marcelo Seluchi, coordenador-geral de operações e modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o fenômeno foi provocado por uma linha de instabilidade que se formou sobre a própria frente fria e avançou rapidamente. O especialista compara o evento às rajadas comuns de verão, porém com nuvens alinhadas. Antes da chegada do sistema, as temperaturas estavam elevadas no Sudeste. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 35,8 °C na cidade do Rio de Janeiro, um dos dias mais quentes para julho desde 2007. No litoral paulista, os termômetros atingiram 34 °C no Guarujá e 35,2 °C em Santos, segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. O meteorologista Francisco de Assis Diniz, do Inmet, atribui a força dos ventos a uma brusca queda de temperatura, de cerca de 14 a 15 graus em pouco mais de uma hora. Ele ressalta que as rajadas se normalizaram na medida em que as massas de ar se equilibraram, enquanto a frente fria se deslocou para o Espírito Santo, gerando ventos mais amenos, em torno de 70 km/h. Seluchi acrescenta que a ocorrência desse tipo de frente é mais comum em períodos chuvosos, com chance de novos episódios a partir de setembro. Sobre a relação com o El Niño, os especialistas esclarecem que é difícil estabelecer um vínculo direto sem estudos mais aprofundados. O fenômeno altera a circulação atmosférica ao aquecer anormalmente as águas do Oceano Pacífico Equatorial. Seluchi explica que a relação ocorre de forma indireta, pois o El Niño mantém as frentes frias estagnadas por mais tempo no Sul, gerando tempestades severas e linhas de instabilidade que se deslocam. Diniz complementa que o El Niño acelera o aquecimento das temperaturas e intensifica os sistemas meteorológicos. Como o país atravessa o inverno, o encontro das frentes frias com regiões bastante aquecidas gera o forte contraste térmico responsável pelas ventanias. Ele cita os recentes temporais no Sul e no interior de São Paulo como reflexos dessa intensificação, e Seluchi prevê que as chuvas ganhem força na primavera. No Rio de Janeiro, além do fechamento momentâneo do Aeroporto Santos Dumont, a ventania atingiu 105 km/h no Galeão, causou quedas de energia, afetou o transporte sobre trilhos, fechou a Ponte Rio-Niterói e provocou duas mortes em Santa Teresa após a queda de um muro. Em São Paulo, a Defesa Civil emitiu alerta severo para a região metropolitana diante dos riscos de destelhamento e falta de luz. Houve atrasos nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, e o estado registrou pico de 124,9 km/h em Itaporanga. Enquanto a frente fria avançava para o Sudeste, o Rio Grande do Sul enfrentou severa instabilidade. Um tornado provocado por uma supercélula — tempestade com corrente ascendente giratória — atingiu os municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho, deixando quatro feridos, dezenas de casas destruídas e rastro de devastação com ventos que alcançaram 300 km/h, segundo a MetSul Meteorologia. Diferentemente da frente de rajada, o tornado é um fenômeno concentrado de intensa rotação. A tendência para o estado sulista é de gradual normalização do tempo com a chegada de uma massa de ar seco. https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrjy4jrg13o.adaptado. A atuação de fenômenos atmosféricos pode produzir impactos distintos conforme as condições climáticas e a interação entre massas de ar. Em textos de divulgação científica, a explicação desses eventos articula fatores naturais, interpretações de especialistas e consequências observadas em diferentes regiões. Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: CopeiraConcurso: Prefeitura de Altos - PI

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. FALAR SALVA VIDAS O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. O objetivo é informar a população, combater o preconceito e incentivar as pessoas a procurarem ajuda. Falar sobre o assunto, ouvir quem está sofrendo e oferecer apoio pode fazer a diferença. Alguns fatores estão associados ao aumento do risco de suicídio, como depressão, outros transtornos mentais, uso de álcool e drogas, além de problemas familiares, financeiros ou de relacionamento. Também é importante observar possíveis sinais como isolamento, mudanças de comportamento, abandono de atividades de que a pessoa gostava, tristeza intensa e frases que demonstrem desesperança. Se você perceber esses sinais em alguém, procure ouvir essa pessoa com respeito, atenção e sem julgamentos. Demonstrar cuidado e incentivar a busca por ajuda profissional pode contribuir para a prevenção do suicídio. Em algumas situações, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico é necessário. Lembre-se de que pedir ajuda é um ato de coragem. Quem estiver passando por um momento difícil pode conversar com familiares, amigos, profissionais de saúde ou com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional de forma gratuita, sigilosa e acolhedora. Esse momento pode ser enfrentado com o apoio de familiares, amigos e profissionais. Por V. B. Felix (2022). Em relação ao acompanhamento psicológico e psiquiátrico, o texto "FALAR SALVA VIDAS" afirma que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: CopeiraConcurso: Prefeitura de Altos - PI

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. FALAR SALVA VIDAS O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. O objetivo é informar a população, combater o preconceito e incentivar as pessoas a procurarem ajuda. Falar sobre o assunto, ouvir quem está sofrendo e oferecer apoio pode fazer a diferença. Alguns fatores estão associados ao aumento do risco de suicídio, como depressão, outros transtornos mentais, uso de álcool e drogas, além de problemas familiares, financeiros ou de relacionamento. Também é importante observar possíveis sinais como isolamento, mudanças de comportamento, abandono de atividades de que a pessoa gostava, tristeza intensa e frases que demonstrem desesperança. Se você perceber esses sinais em alguém, procure ouvir essa pessoa com respeito, atenção e sem julgamentos. Demonstrar cuidado e incentivar a busca por ajuda profissional pode contribuir para a prevenção do suicídio. Em algumas situações, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico é necessário. Lembre-se de que pedir ajuda é um ato de coragem. Quem estiver passando por um momento difícil pode conversar com familiares, amigos, profissionais de saúde ou com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional de forma gratuita, sigilosa e acolhedora. Esse momento pode ser enfrentado com o apoio de familiares, amigos e profissionais. Por V. B. Felix (2022). De acordo com o texto "FALAR SALVA VIDAS", o objetivo da campanha Setembro Amarelo é:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: CopeiraConcurso: Prefeitura de Altos - PI

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. FALAR SALVA VIDAS O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. O objetivo é informar a população, combater o preconceito e incentivar as pessoas a procurarem ajuda. Falar sobre o assunto, ouvir quem está sofrendo e oferecer apoio pode fazer a diferença. Alguns fatores estão associados ao aumento do risco de suicídio, como depressão, outros transtornos mentais, uso de álcool e drogas, além de problemas familiares, financeiros ou de relacionamento. Também é importante observar possíveis sinais como isolamento, mudanças de comportamento, abandono de atividades de que a pessoa gostava, tristeza intensa e frases que demonstrem desesperança. Se você perceber esses sinais em alguém, procure ouvir essa pessoa com respeito, atenção e sem julgamentos. Demonstrar cuidado e incentivar a busca por ajuda profissional pode contribuir para a prevenção do suicídio. Em algumas situações, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico é necessário. Lembre-se de que pedir ajuda é um ato de coragem. Quem estiver passando por um momento difícil pode conversar com familiares, amigos, profissionais de saúde ou com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional de forma gratuita, sigilosa e acolhedora. Esse momento pode ser enfrentado com o apoio de familiares, amigos e profissionais. Por V. B. Felix (2022). Ao afirmar que é importante ficar atento aos sinais apresentados por uma pessoa, o texto "FALAR SALVA VIDAS" procura:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: CopeiraConcurso: Prefeitura de Altos - PI

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. FALAR SALVA VIDAS O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. O objetivo é informar a população, combater o preconceito e incentivar as pessoas a procurarem ajuda. Falar sobre o assunto, ouvir quem está sofrendo e oferecer apoio pode fazer a diferença. Alguns fatores estão associados ao aumento do risco de suicídio, como depressão, outros transtornos mentais, uso de álcool e drogas, além de problemas familiares, financeiros ou de relacionamento. Também é importante observar possíveis sinais como isolamento, mudanças de comportamento, abandono de atividades de que a pessoa gostava, tristeza intensa e frases que demonstrem desesperança. Se você perceber esses sinais em alguém, procure ouvir essa pessoa com respeito, atenção e sem julgamentos. Demonstrar cuidado e incentivar a busca por ajuda profissional pode contribuir para a prevenção do suicídio. Em algumas situações, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico é necessário. Lembre-se de que pedir ajuda é um ato de coragem. Quem estiver passando por um momento difícil pode conversar com familiares, amigos, profissionais de saúde ou com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional de forma gratuita, sigilosa e acolhedora. Esse momento pode ser enfrentado com o apoio de familiares, amigos e profissionais. Por V. B. Felix (2022). A frase "Esse momento pode ser enfrentado com o apoio de familiares, amigos e profissionais", presente no texto "FALAR SALVA VIDAS", transmite principalmente a ideia de: