Prova para
CESPE / CEBRASPE — 2010
CESPE / CEBRASPE - 2010 - IPAJM-ES - Contador
- Concurso:
- IPAJM-ES
- Banca:
- CESPE / CEBRASPE
Questões da prova
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
Cada uma das opções a seguir apresenta adaptação de trecho extraído do sítio Internet: <seduc.ce.gov.br> . Assinale a opção correspondente à adaptação com pontuação e emprego do acento grave corretos.
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
Os cincos fragmentos a seguir pertencem ao mesmo texto, mas estão ordenados aleatoriamente. I O jornal Folha de S.Paulo revelou em março que, assim como a erradicação do analfabetismo, dois terços das metas do atual Plano Nacional de Educação, que abrange o período de 2001- 2010, não foram cumpridas. II Essa proposta, feita pelo Conselho Nacional de Educação, será ainda discutida em vários fóruns e receberá subsídios para a montagem do projeto a ser encaminhado ao Congresso. III A elevação dos investimentos em educação será outra prioridade que entrará no novo Plano Nacional de Educação. IV Essa informação teve como fonte um relatório feito por pesquisadores de universidades federais, segundo o qual apenas 33% das metas foram alcançadas. V A proposta para o novo Plano Nacional de Educação, que norteará a educação no país no período 2010-2020, deve prever a erradicação do analfabetismo até 2020, tarefa que o atual plano ficou longe de cumprir. Considerando que a organização de um texto pressupõe a ordenação lógica e coerente de seus fragmentos, assinale a opção cuja sequência observa esse presuposto com relação aos fragmentos acima.
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
Assinale a opção em que há desrespeito à norma escrita formal da língua portuguesa quanto ao emprego dos verbos ou à concordância verbal.
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
No texto acima, em que foram inseridos erros sintáticos, manteve-se a correção gramatical ao se empregar
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
Os artigos abaixo foram extraídos da Portaria n.º 063-R, de 29 deabril de 2010, do Instituto de Previdência dos Servidores do Estadodo Espírito Santo (IPAJM). Art. 1.º Fixar, a partir de 3 de maio de 2010, o horário deatendimento ao público externo na sede do IPAJM no período de8 h a 18 h, exceto na Gerência de Perícia Médica Social, em razãoda realização de perícia por agendamento prévio e teleatendimento. Art. 2.º Fixar o horário de expediente normal dosservidores do IPAJM nos períodos de 8 h a 17 h, ou 8 h 30 min a17 h 30 min ou 9 h a 18 h de segunda a sexta-feira, exceto para osservidores da central de atendimento e teleatendimento. § 1.º O servidor poderá solicitar alteração em seu horáriode expediente, na forma do caput, de forma expressa e justificada,submetida à apreciação da chefia imediata, que remeterá à diretoriavinculada para deliberação. Internet: (com adaptações). Considere que, em virtude do disposto no art. 1.º da portaria supramencionada, o IPAJM necessite dar ciência ao público, em seu sítio na Internet, da alteração do horário de atendimento ao público. O atendimento era feito até então das 9 h às 17 h 30 min. Assinale a opção que apresenta texto claro, gramaticalmente correto e adequado a essa situação.
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
No próximo mês de dezembro, as Américas contabilizarãoa ocorrência de 21 milhões de mortes na primeira década do séculoXXI por doenças crônicas.No mundo inteiro, a hipertensão, o diabetes, o acidentevascular cerebral (AVC), as doenças cardíacas e os cânceres já sãoresponsáveis por dois terços de todas as mortes que ocorrem, comalgum impacto sobre os sistemas de saúde e sobre as sociedades.Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem apercepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento deprogramas abrangentes, integrados por medidas preventivas e deampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamentooportuno.O primeiro mito é o de que as doenças crônicas matampessoas que já são muito idosas. É falsa a ideia de que as mortes pordoenças crônicas são sempre o desfecho natural de uma longa vida,especialmente nos países em desenvolvimento.Outro mito sobre essas doenças é o de que não temos comopreveni-las, já que não existem vacinas. Ao contrário, ações depromoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumentoda cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir aocorrência e a mortalidade por várias doenças crônicas.O terceiro mito é o de que as doenças crônicas são doençasde ricos, e, por isso, os países em desenvolvimento e os pobresainda não precisam se preocupar com elas. Os fatos apontam paraoutra direção.Os países de média e baixa renda respondem por 80% detodas as mortes registradas no mundo por doenças crônicas eapresentam tendência crescente. A explicação não é difícil.Os principais fatores de risco para doenças crônicas, comoo tabagismo, a obesidade, o consumo deficiente de frutas e verdurase o sedentarismo, mostram tendência de crescimento nos maispobres e menos educados.O diagnóstico precoce também é menos frequente entre osmais pobres, que têm mais dificuldade de acesso aos serviços desaúde. Jarbas Barbosa da Silva Jr. Mitos e verdades sobre as doenças crônicas.In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010, p. A3 (com adaptações). Considere que se vai acrescentar ao texto um décimo e último parágrafo, que começa com “Diante desse cenário,”. Assinale a opção que contém o trecho que dá seguimento correto a tal parágrafo, respeitadas a coesão sintática e a coerência geral das ideias do texto.
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
No próximo mês de dezembro, as Américas contabilizarãoa ocorrência de 21 milhões de mortes na primeira década do séculoXXI por doenças crônicas.No mundo inteiro, a hipertensão, o diabetes, o acidentevascular cerebral (AVC), as doenças cardíacas e os cânceres já sãoresponsáveis por dois terços de todas as mortes que ocorrem, comalgum impacto sobre os sistemas de saúde e sobre as sociedades.Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem apercepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento deprogramas abrangentes, integrados por medidas preventivas e deampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamentooportuno.O primeiro mito é o de que as doenças crônicas matampessoas que já são muito idosas. É falsa a ideia de que as mortes pordoenças crônicas são sempre o desfecho natural de uma longa vida,especialmente nos países em desenvolvimento.Outro mito sobre essas doenças é o de que não temos comopreveni-las, já que não existem vacinas. Ao contrário, ações depromoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumentoda cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir aocorrência e a mortalidade por várias doenças crônicas.O terceiro mito é o de que as doenças crônicas são doençasde ricos, e, por isso, os países em desenvolvimento e os pobresainda não precisam se preocupar com elas. Os fatos apontam paraoutra direção.Os países de média e baixa renda respondem por 80% detodas as mortes registradas no mundo por doenças crônicas eapresentam tendência crescente. A explicação não é difícil.Os principais fatores de risco para doenças crônicas, comoo tabagismo, a obesidade, o consumo deficiente de frutas e verdurase o sedentarismo, mostram tendência de crescimento nos maispobres e menos educados.O diagnóstico precoce também é menos frequente entre osmais pobres, que têm mais dificuldade de acesso aos serviços desaúde. Jarbas Barbosa da Silva Jr. Mitos e verdades sobre as doenças crônicas.In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010, p. A3 (com adaptações). Assinale a opção correta acerca da estrutura e das ideias do texto.
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: ContadorConcurso: IPAJM-ES
No próximo mês de dezembro, as Américas contabilizarãoa ocorrência de 21 milhões de mortes na primeira década do séculoXXI por doenças crônicas.No mundo inteiro, a hipertensão, o diabetes, o acidentevascular cerebral (AVC), as doenças cardíacas e os cânceres já sãoresponsáveis por dois terços de todas as mortes que ocorrem, comalgum impacto sobre os sistemas de saúde e sobre as sociedades.Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem apercepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento deprogramas abrangentes, integrados por medidas preventivas e deampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamentooportuno.O primeiro mito é o de que as doenças crônicas matampessoas que já são muito idosas. É falsa a ideia de que as mortes pordoenças crônicas são sempre o desfecho natural de uma longa vida,especialmente nos países em desenvolvimento.Outro mito sobre essas doenças é o de que não temos comopreveni-las, já que não existem vacinas. Ao contrário, ações depromoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumentoda cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir aocorrência e a mortalidade por várias doenças crônicas.O terceiro mito é o de que as doenças crônicas são doençasde ricos, e, por isso, os países em desenvolvimento e os pobresainda não precisam se preocupar com elas. Os fatos apontam paraoutra direção.Os países de média e baixa renda respondem por 80% detodas as mortes registradas no mundo por doenças crônicas eapresentam tendência crescente. A explicação não é difícil.Os principais fatores de risco para doenças crônicas, comoo tabagismo, a obesidade, o consumo deficiente de frutas e verdurase o sedentarismo, mostram tendência de crescimento nos maispobres e menos educados.O diagnóstico precoce também é menos frequente entre osmais pobres, que têm mais dificuldade de acesso aos serviços desaúde. Jarbas Barbosa da Silva Jr. Mitos e verdades sobre as doenças crônicas.In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010, p. A3 (com adaptações). Em relação às ideias expressas no texto, assinale a opção correta.