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Prova para

CESPE / CEBRASPE — 2013

CESPE / CEBRASPE - 2013 - PC-DF - Agente de Polícia

Superior34 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
PC-DF
Banca:
CESPE / CEBRASPE

Questões da prova

Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Agente de PolíciaConcurso: PC-DF

Pavio do destino Sérgio Sampaio01 O bandido e o mocinho São os dois do mesmo ninho Correm nos estreitos trilhos04 Lá no morro dos aflitos Na Favela do Esqueleto São filhos do primo pobre07 A parcela do silêncio Que encobre todos os gritos E vão caminhando juntos10 O mocinho e o bandido De revólver de brinquedo Porque ainda são meninos13 Quem viu o pavio aceso do destino? Com um pouco mais de idade E já não são como antes16 Depois que uma autoridade Inventou-lhes um flagrante Quanto mais escapa o tempo19 Dos falsos educandários Mais a dor é o documento Que os agride e os separa22 Não são mais dois inocentes Não se falam cara a cara Quem pode escapar ileso25 Do medo e do desatino Quem viu o pavio aceso do destino? O tempo é pai de tudo28 E surpresa não tem dia Pode ser que haja no mundo Outra maior ironia31 O bandido veste a farda Da suprema segurança O mocinho agora amarga34 Um bando, uma quadrilha São os dois da mesma safra Os dois são da mesma ilha37 Dois meninos pelo avesso Dois perdidos Valentinos Quem viu o pavio aceso do destino? A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte. O texto, pertencente a um gênero poético, faz um relato biográfico sobre duas crianças em uma localidade periférica, contrastando a inocência e o ludismo da infância com a aspereza e a ironia do destino na vida adulta.

Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Agente de PolíciaConcurso: PC-DF

Pavio do destino Sérgio Sampaio01 O bandido e o mocinho São os dois do mesmo ninho Correm nos estreitos trilhos04 Lá no morro dos aflitos Na Favela do Esqueleto São filhos do primo pobre07 A parcela do silêncio Que encobre todos os gritos E vão caminhando juntos10 O mocinho e o bandido De revólver de brinquedo Porque ainda são meninos13 Quem viu o pavio aceso do destino? Com um pouco mais de idade E já não são como antes16 Depois que uma autoridade Inventou-lhes um flagrante Quanto mais escapa o tempo19 Dos falsos educandários Mais a dor é o documento Que os agride e os separa22 Não são mais dois inocentes Não se falam cara a cara Quem pode escapar ileso25 Do medo e do desatino Quem viu o pavio aceso do destino? O tempo é pai de tudo28 E surpresa não tem dia Pode ser que haja no mundo Outra maior ironia31 O bandido veste a farda Da suprema segurança O mocinho agora amarga34 Um bando, uma quadrilha São os dois da mesma safra Os dois são da mesma ilha37 Dois meninos pelo avesso Dois perdidos Valentinos Quem viu o pavio aceso do destino? A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte. Infere-se da leitura dos versos “O bandido veste a farda / Da suprema segurança / O mocinho agora amarga / Um bando, uma quadrilha” (v.31-34) que houve uma inversão: o menino que fazia o papel de mocinho na brincadeira virou bandido quando adulto, e o que fazia o papel de bandido se tornou policial. Na mesma estrofe, os termos “surpresa” (v.28), “ironia” (v.30) e “avesso” (v.37) ratificam essa interpretação.

Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Agente de PolíciaConcurso: PC-DF

Pavio do destino Sérgio Sampaio01 O bandido e o mocinho São os dois do mesmo ninho Correm nos estreitos trilhos04 Lá no morro dos aflitos Na Favela do Esqueleto São filhos do primo pobre07 A parcela do silêncio Que encobre todos os gritos E vão caminhando juntos10 O mocinho e o bandido De revólver de brinquedo Porque ainda são meninos13 Quem viu o pavio aceso do destino? Com um pouco mais de idade E já não são como antes16 Depois que uma autoridade Inventou-lhes um flagrante Quanto mais escapa o tempo19 Dos falsos educandários Mais a dor é o documento Que os agride e os separa22 Não são mais dois inocentes Não se falam cara a cara Quem pode escapar ileso25 Do medo e do desatino Quem viu o pavio aceso do destino? O tempo é pai de tudo28 E surpresa não tem dia Pode ser que haja no mundo Outra maior ironia31 O bandido veste a farda Da suprema segurança O mocinho agora amarga34 Um bando, uma quadrilha São os dois da mesma safra Os dois são da mesma ilha37 Dois meninos pelo avesso Dois perdidos Valentinos Quem viu o pavio aceso do destino? A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte. O termo “ileso” (v.24) está empregado como sinônimo de incólume.

Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Agente de PolíciaConcurso: PC-DF

Pavio do destino Sérgio Sampaio01 O bandido e o mocinho São os dois do mesmo ninho Correm nos estreitos trilhos04 Lá no morro dos aflitos Na Favela do Esqueleto São filhos do primo pobre07 A parcela do silêncio Que encobre todos os gritos E vão caminhando juntos10 O mocinho e o bandido De revólver de brinquedo Porque ainda são meninos13 Quem viu o pavio aceso do destino? Com um pouco mais de idade E já não são como antes16 Depois que uma autoridade Inventou-lhes um flagrante Quanto mais escapa o tempo19 Dos falsos educandários Mais a dor é o documento Que os agride e os separa22 Não são mais dois inocentes Não se falam cara a cara Quem pode escapar ileso25 Do medo e do desatino Quem viu o pavio aceso do destino? O tempo é pai de tudo28 E surpresa não tem dia Pode ser que haja no mundo Outra maior ironia31 O bandido veste a farda Da suprema segurança O mocinho agora amarga34 Um bando, uma quadrilha São os dois da mesma safra Os dois são da mesma ilha37 Dois meninos pelo avesso Dois perdidos Valentinos Quem viu o pavio aceso do destino? A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte. O trecho “Quanto mais escapa o tempo / Dos falsos educandários / Mais a dor é o documento / Que os agride e os separa” (v.18-21) poderia, sem prejuízo para a correção gramatical, ser reescrito da seguinte forma: À medida que escapa o tempo dos falsos educandários, a dor vai se tornando o documento que os agride e os separa.