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Prova para

CESPE / CEBRASPE — 2020

CESPE / CEBRASPE - 2020 - Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE - SE - Professor de Educação Básica - Português

Superior4 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE
Banca:
CESPE / CEBRASPE

Questões da prova

Ano: 2020Banca: CESPE / CEBRASPECargo: SE - Professor de Educação Básica - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE

A ficção distingue-se da história e da biografia por estas serem narrativas de fatos reais. A ficção é um produto da imaginação criadora, embora, como toda arte, suas raízes mergulhem na experiência humana. Mas o que a distingue das outras formas de narrativa é que ela é uma transfiguração ou transmutação. Leandro Sarmatz. Antonio Candido o mestre do Brasil. Internet: <super.abril.com.br>. Tendo o texto precedente como referência inicial, assinale a opção correta.

Ano: 2020Banca: CESPE / CEBRASPECargo: SE - Professor de Educação Básica - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE

Alexei Bueno. Uma história da poesia brasileira. Rio de Janeiro: Germakoff Casa Editorial, 2007, p. 409 (com adaptações). Cada uma das opções a seguir apresenta uma palavra constante do texto 25A1-I. Assinale a opção que apresenta palavra cuja sílaba tônica contém ditongo decrescente.

Ano: 2020Banca: CESPE / CEBRASPECargo: SE - Professor de Educação Básica - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE

Alexei Bueno. Uma história da poesia brasileira. Rio de Janeiro: Germakoff Casa Editorial, 2007, p. 409 (com adaptações). No texto 25A1-I, as palavras “isto” (l.5), “mas” (l.9), “alpercatas” (l.13), “muito” (l.16), “corra” (l.18) e “mimosa” (l.19) pertencem, respectivamente, às classes de palavras

Ano: 2020Banca: CESPE / CEBRASPECargo: SE - Professor de Educação Básica - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE

O apanhador de poemas Um poema sempre me pareceu algo assim como um pássaro engaiolado... E que, para apanhá-lo vivo, era preciso um cuidado infinito. Um poema não se pega a tiro. Nem a laço. Nem a grito. Não, o grito é o que mais o espanta. Um poema, é preciso esperá-lo com paciência e silenciosamente como um gato. É preciso que lhe armemos ciladas: com rimas, que são o seu alpiste; há poemas que só se deixam apanhar com isto. Outros que só ficam presos atrás das catorze grades de um soneto. É preciso esperá-lo com assonâncias e aliterações para que ele cante. É preciso recebê-lo com ritmo, para que ele comece a dançar. E há os poemas livres, imprevisíveis. Para esses é preciso inventar, na hora, armadilhas imprevistas. Mário Quintana. Da preguiça como método de trabalho. Rio de Janeiro: Globo, 1987, p. 102-3. No período “É preciso esperá-lo com assonâncias e aliterações para que ele cante”, o autor cita duas figuras de linguagem, que consistem, respectivamente, na