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Prova para

CESPE / CEBRASPE — 2021

CESPE / CEBRASPE - 2021 - SEFAZ-AL - Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual

Superior9 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
SEFAZ-AL
Banca:
CESPE / CEBRASPE

Questões da prova

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Considere as proposições lógicas P e Q, a seguir, a respeito de um condômino chamado Marcos. • P: “Se Marcos figura no quadro de associados e está com os pagamentos em dia, então ele tem direito a receber os benefícios providos pela associação de moradores de seu condomínio.” • Q: “Marcos não figura no quadro de associados, mas ele está com os pagamentos em dia.” Tendo como referência essas proposições, julgue o item a seguir A proposição P é equivalente à proposição “Se Marcos tem direito a receber os benefícios providos pela associação de moradores de seu condomínio, então ele figura no quadro de associados e está com os pagamentos em dia.”.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Considere as proposições lógicas P e Q, a seguir, a respeito de um condômino chamado Marcos. • P: “Se Marcos figura no quadro de associados e está com os pagamentos em dia, então ele tem direito a receber os benefícios providos pela associação de moradores de seu condomínio.” • Q: “Marcos não figura no quadro de associados, mas ele está com os pagamentos em dia.” Tendo como referência essas proposições, julgue o item a seguir Mesmo que sejam verdadeiras as proposições P e Q, não se pode afirmar que Marcos não tem direito a receber os benefícios providos pela associação de moradores de seu condomínio.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Considere as proposições lógicas P e Q, a seguir, a respeito de um condômino chamado Marcos. • P: “Se Marcos figura no quadro de associados e está com os pagamentos em dia, então ele tem direito a receber os benefícios providos pela associação de moradores de seu condomínio.” • Q: “Marcos não figura no quadro de associados, mas ele está com os pagamentos em dia.” Tendo como referência essas proposições, julgue o item a seguir Considerando-se verdadeira a proposição P, é correto concluir que, se Marcos não tem direito a receber os benefícios providos pela associação de moradores de seu condomínio, então, necessariamente, ele não figura no quadro de associados nem está com os pagamentos em dia.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Considere as proposições lógicas P e Q, a seguir, a respeito de um condômino chamado Marcos. • P: “Se Marcos figura no quadro de associados e está com os pagamentos em dia, então ele tem direito a receber os benefícios providos pela associação de moradores de seu condomínio.” • Q: “Marcos não figura no quadro de associados, mas ele está com os pagamentos em dia.” Tendo como referência essas proposições, julgue o item a seguir A proposição Q é uma negação da proposição “Se Marcos está com os pagamentos em dia, então ele figura no quadro de associados.”.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão, mas inventa. — Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais... — Nem tanto, nem tanto... — Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação? — Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse, e não sobre o release, entende? — Francamente, não. Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”. Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de decidir responder: — Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa... Ou então, e esta é mortal: — Não é tão simples assim... Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando. — O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer. E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de Lutero. Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações) A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. A substituição de “invocando” (último parágrafo) por que invoca alteraria os sentidos originais do texto, embora mantivesse sua correção gramatical.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão, mas inventa. — Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais... — Nem tanto, nem tanto... — Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação? — Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse, e não sobre o release, entende? — Francamente, não. Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”. Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de decidir responder: — Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa... Ou então, e esta é mortal: — Não é tão simples assim... Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando. — O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer. E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de Lutero. Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações) A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. No início do último parágrafo, a palavra “insólita” tem o mesmo sentido de firme, inabalável.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão, mas inventa. — Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais... — Nem tanto, nem tanto... — Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação? — Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse, e não sobre o release, entende? — Francamente, não. Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”. Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de decidir responder: — Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa... Ou então, e esta é mortal: — Não é tão simples assim... Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando. — O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer. E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de Lutero. Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações) A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. Apesar da presença de diálogo, característica da narração, no texto predomina o tipo dissertativo, haja vista a exposição de fatos e o posicionamento do autor contra o jargão técnico.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão, mas inventa. — Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais... — Nem tanto, nem tanto... — Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação? — Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse, e não sobre o release, entende? — Francamente, não. Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”. Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de decidir responder: — Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa... Ou então, e esta é mortal: — Não é tão simples assim... Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando. — O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer. E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de Lutero. Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações) A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. Depreende-se do texto que a fala “Nem tanto, nem tanto...” (terceiro parágrafo) demonstra falsa modéstia do personagem Matias.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda EstadualConcurso: SEFAZ-AL

Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão, mas inventa. — Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais... — Nem tanto, nem tanto... — Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação? — Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse, e não sobre o release, entende? — Francamente, não. Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”. Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de decidir responder: — Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa... Ou então, e esta é mortal: — Não é tão simples assim... Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando. — O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer. E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de Lutero. Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações) A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. O texto apresenta o personagem Matias como um exímio conhecedor de economia e finanças.