Voltar para as questões

Prova para

CESPE / CEBRASPE — 2022

CESPE / CEBRASPE - 2022 - MJSP - Técnico Especializado em Formação e Capacitação

Superior28 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
MJSP
Banca:
CESPE / CEBRASPE

Questões da prova

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Com o objetivo de participar de uma maratona de 42 km, Marcos montou o seguinte programa de preparação física: nos dois primeiros dias de treinamento, ele correrá uma mesma distância e, em cada dia a partir de então, ele correrá tantos quilômetros quanto terá corrido nos dois dias imediatamente anteriores. Sabe-se que, pelo programa montado, Marcos deverá percorrer, no sétimo dia, 13 quilômetros. Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte. A distância total percorrida por Marcos em sua primeira semana de treinamento será inferior à distância percorrida por ele no nono dia de treinamento.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Com o objetivo de participar de uma maratona de 42 km, Marcos montou o seguinte programa de preparação física: nos dois primeiros dias de treinamento, ele correrá uma mesma distância e, em cada dia a partir de então, ele correrá tantos quilômetros quanto terá corrido nos dois dias imediatamente anteriores. Sabe-se que, pelo programa montado, Marcos deverá percorrer, no sétimo dia, 13 quilômetros. Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte. No sexto dia de seu treinamento, Marcos percorrerá uma distância superior a 10 km.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Com o objetivo de participar de uma maratona de 42 km, Marcos montou o seguinte programa de preparação física: nos dois primeiros dias de treinamento, ele correrá uma mesma distância e, em cada dia a partir de então, ele correrá tantos quilômetros quanto terá corrido nos dois dias imediatamente anteriores. Sabe-se que, pelo programa montado, Marcos deverá percorrer, no sétimo dia, 13 quilômetros. Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte. Após o início do treinamento, haverá um dia no qual a distância percorrida por Marcos será superior ao dobro daquela percorrida no dia imediatamente anterior.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Com o objetivo de participar de uma maratona de 42 km, Marcos montou o seguinte programa de preparação física: nos dois primeiros dias de treinamento, ele correrá uma mesma distância e, em cada dia a partir de então, ele correrá tantos quilômetros quanto terá corrido nos dois dias imediatamente anteriores. Sabe-se que, pelo programa montado, Marcos deverá percorrer, no sétimo dia, 13 quilômetros. Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte. Se Fn representa a distância percorrida por Marcos no n-ésimo dia desde o início de seu treinamento, com n ≥ 1, então a distância que ele percorrerá no k-ésimo dia, para k > 2, é Fk –1 + Fk–2.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Texto CG1A1-II Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada. Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam. Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações). Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.No segundo parágrafo, o vocábulo “suas”, em “suas antepassadas”, refere-se a “crianças”.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Texto CG1A1-II Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada. Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam. Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações). Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.No trecho “convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste” (primeiro parágrafo), seria gramaticalmente correto substituir a preposição “para” pela preposição a.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Texto CG1A1-II Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada. Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam. Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações). Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.A expressão “como eu” (quarto período do primeiro parágrafo) transmite ideia de proporcionalidade.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Texto CG1A1-II Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada. Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam. Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações). Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.No segundo período do primeiro parágrafo, o emprego do ponto e vírgula decorre da intercalação da oração “onde se mói a cana” na enumeração dos termos que descrevem a fazenda.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Texto CG1A1-II Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada. Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam. Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações). Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.Infere-se do texto que a narradora percebeu o casamento como um fator determinístico do comportamento das mulheres nordestinas em geral.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Técnico Especializado em Formação e CapacitaçãoConcurso: MJSP

Texto CG1A1-II Amado nos levou com um grupo para descansarmos na fazenda de um amigo. Esta confirmava as descrições que eu lera no livro de Freyre: embaixo, as habitações de trabalhadores, a moenda, onde se mói a cana, uma capela ao longe; na colina, uma casa. O amigo de Amado e sua família estavam ausentes; tive uma primeira amostra da hospitalidade brasileira: todo mundo achava normal instalar-se na varanda e pedir que servissem bebidas. Amado encheu meu copo de suco de caju amarelo-pálido: ele pensava, como eu, que se conhece um país em grande parte pela boca. A seu pedido, amigos nos convidaram para comer o prato mais típico do Nordeste: a feijoada. Eu lera no livro de Freyre que as moças do Nordeste casavam-se outrora aos treze anos. Um professor me apresentou sua filha, muito bonita, muito pintada, olhos de brasa: quatorze anos. Nunca encontrei adolescentes: eram crianças ou mulheres feitas. Estas, no entanto, fanavam-se com menos rapidez do que suas antepassadas; aos vinte e seis e vinte e quatro anos, respectivamente, Lucia e Cristina irradiavam juventude. A despeito dos costumes patriarcais do Nordeste, elas tinham liberdades; Lucia lecionava, e Cristina, desde a morte do pai, dirigia, nos arredores de Recife, um hotel de luxo pertencente à família; ambas faziam um pouco de jornalismo, e viajavam. Simone de Beauvoir. A força das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018, p. 497-498 (com adaptações). Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o seguinte item.A narradora demonstra total desconhecimento da cultura do Nordeste brasileiro.