Prova para
CESPE / CEBRASPE — 2023
CESPE / CEBRASPE - 2023 - EMPREL - Analista de Sistemas
- Concurso:
- EMPREL
- Banca:
- CESPE / CEBRASPE
Questões da prova
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Uma turma da universidade possui 99 estudantes, numerados de 1 a 99. Todos os estudantes que possuem algum algarismo ímpar em sua numeração estavam presentes em um dado dia, e os demais faltaram. Nessa situação, o número de estudantes que estavam presentes naquele dia é igual a
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
No mercado financeiro, é possível comprar opções de ações de dois tipos: calls ou puts. Para qualquer tipo, é escolhida uma data de vencimento, sempre na terceira sexta-feira do mês, então ainda há seis possibilidades este ano. Para cada tipo e data, há vinte strikes possíveis (preço pré-acordado de execução da compra ou da venda do ativo-objeto). Na situação precedente, o número de maneiras possíveis de escolher uma opção de ações para comprar com vencimento este ano é igual a
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Assinale a opção que apresenta corretamente uma negação da proposição “Se nunca foi campeão da Champions League, seu time é muito ruim”.
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Texto CG2A2-I O diálogo a seguir apresenta uma discussão sobre futebol. Alvin: Seu time é muito ruim... Bruno: Você está errado, pois meu time é multicampeão de inúmeros torneios. Alvin: [seu time] nunca foi campeão da Champions League. Bruno: [meu time] foi campeão da Champions League todas as vezes que disputou esse campeonato. Assinale a opção que apresenta a contrária da proposição condicional que corresponde à primeira afirmação de Bruno no texto CG2A2-I.
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Texto CG2A2-I O diálogo a seguir apresenta uma discussão sobre futebol. Alvin: Seu time é muito ruim... Bruno: Você está errado, pois meu time é multicampeão de inúmeros torneios. Alvin: [seu time] nunca foi campeão da Champions League. Bruno: [meu time] foi campeão da Champions League todas as vezes que disputou esse campeonato. A partir do texto CG2A2-I e sabendo-se que o time de Bruno nunca disputou a Champions League, assinale a opção correta.
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Texto CG2A2-I O diálogo a seguir apresenta uma discussão sobre futebol. Alvin: Seu time é muito ruim... Bruno: Você está errado, pois meu time é multicampeão de inúmeros torneios. Alvin: [seu time] nunca foi campeão da Champions League. Bruno: [meu time] foi campeão da Champions League todas as vezes que disputou esse campeonato. O número de linhas da tabela-verdade associada à primeira afirmação de Bruno no texto CG2A2-I é igual a
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Texto CG2A1-I É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores. O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos. A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las. Timnit Gebru et al.Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo. Internet: (com adaptações). No que se refere à concordância nominal e verbal, estaria mantida a correção gramatical do texto CG2A1-I caso se substituísse I “ser” (segundo período do terceiro parágrafo) por serem. II “impulsionadas” (primeiro período do terceiro parágrafo) por impulsionada. III “deveriam” (penúltimo período do terceiro parágrafo) por deveria. Assinale a opção correta.
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Texto CG2A1-I É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores. O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos. A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las. Timnit Gebru et al.Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo. Internet: (com adaptações). No texto CG2A1-I, o vocábulo “senciente” (segundo período do primeiro parágrafo) significa
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Texto CG2A1-I É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores. O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos. A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las. Timnit Gebru et al.Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo. Internet: (com adaptações). Assinale a opção em que a proposta de substituição para o trecho “o que significa que” (último período do segundo parágrafo) preservaria tanto os sentidos do texto CG2A1-I quanto a sua correção gramatical.
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de SistemasConcurso: EMPREL
Texto CG2A1-I É perigoso nos distrairmos com uma fantasia utópica ou apocalíptica possibilitada pela inteligência artificial (IA), que promete ou um futuro “florescente” ou um futuro “potencialmente catastrófico”. Essa ilusão, que infla as capacidades dos sistemas automatizados e os antropomorfiza, induz as pessoas a pensar que existe um ser senciente por trás das mídias sintéticas. Isso seduz as pessoas a não apenas confiarem acriticamente em sistemas como o ChatGPT, mas também a lhes atribuírem erroneamente a capacidade de agir. A responsabilização propriamente dita não cabe aos artefatos tecnológicos, mas a seus construtores. O que precisamos é de regulamentação que imponha transparência a essa tecnologia digital. Isso deve ficar sempre claro quando nos deparamos com mídias sintéticas, e as organizações que constroem esses sistemas também deveriam ser obrigadas a documentar e a divulgar os dados de treinamento e as arquiteturas de modelo. Além disso, o ônus de criar instrumentos seguros de uso dessas tecnologias deveria recair sobre as empresas que constroem e implantam sistemas generativos, o que significa que os construtores desses sistemas deveriam ser responsabilizados pelos resultados produzidos por seus produtos. A corrida atual rumo a “experimentos de IA” cada vez maiores não é um caminho predeterminado no qual a nossa única escolha é o quão rápido devemos correr, mas uma série de decisões impulsionadas pelo lucro. As ações e as escolhas das corporações devem ser moldadas por regulamentação que proteja os direitos e os interesses das pessoas. O foco da nossa preocupação não deveriam ser as “poderosas mentes digitais” imaginárias. Em vez disso, deveríamos focar nas práticas de exploração muito reais e muito presentes das empresas que afirmam construí-las. Timnit Gebru et al.Papagaios estocásticos: o pedido de moratória para a IA e os riscos em jogo. Internet: (com adaptações). Assinale a opção em que a proposta de reescrita do trecho “mas também a lhes atribuírem” (terceiro período do primeiro parágrafo) é gramaticalmente correta e coerente com as ideias do texto CG2A1-I.