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Prova para

IGEDUC — 2024

IGEDUC - 2024 - Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE - Professor EF - Português

Médio24 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

Saúde mental: os desafios e os valores de uma relação em que há grande diferença etária Um estudo mostrou que no Irã, por exemplo, a satisfação dos casais com gap etário maior com o casamento não foi diferente daquela em que o par tinha mais ou menos a mesma idade, porque naquela cultura a diferença de idade numa relação amorosa é mais aceita. Outro desafio diz respeito às referências e expectativas, que podem ser bem distintos. Isso não quer dizer, no entanto, que cada um não possa aprender a respeitar e valorizar os gostos e valores do outro e, com isso, ampliar o próprio repertório de referências. Aliás, isso vale até para casais em que não há muita distinção etária. Um outro ponto é que, quase sempre (senão sempre), encaramos duas pessoas que estão em fases de vida significativamente diferentes como uma delas tendo uma forma de poder sobre a outra, não importa se a pessoa mais velha é o homem ou a mulher. Não podemos negar que existam relacionamentos intergeracionais que passam por isso ou que o mais velho queira tirar alguma vantagem do mais novo por meio da relação, mas também é possível pensar que dois adultos maduros, independentemente de qual seja a diferença de idade entre eles, possam ter um relacionamento saudável. Idade afetiva, ou seja, a maturidade que temos para encarar a vida e as dificuldades que ela nos traz, conta mais do que idade cronológica. Acesso em: https://tinyurl.com/79xnx558 Depreende-se do texto que casais sem uma grande diferença de idade não enfrentam desafios relacionados a referências e expectativas distintas.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

O tesouro encontrado junto a casal morto em erupção em Pompeia Cientistas encontraram os restos mortais do homem e da mulher, que guardavam um pequeno tesouro, durante uma escavação arqueológica em Pompeia, a antiga cidade romana destruída pela erupção vulcânica em 79 d.C., localizada no sul da Itália. As descobertas foram reveladas nesta semana. Segundo artigo publicado no E-Journal of the Pompeii Excavations, a casa onde o casal estava tinha um pequeno cubículo que estava sendo usado provisoriamente como quarto, enquanto uma reforma era feita no restante do imóvel. Quando a erupção do Vesúvio começou em 79 d.C., os dois se refugiaram no pequeno cômodo, enquanto a tempestade de cinzas e material vulcânico caía do lado de fora. Mas, em determinado momento, as pedras vulcânicas acabaram bloqueando a única porta disponível. "Presos no cômodo pequeno e estreito, eles morreram quando os fluxos piroclásticos os alcançaram", explicou o Parque Arqueológico de Pompeia em comunicado. A violenta erupção do Vesúvio — que ocorreu numa noite de agosto ou outubro de 79 d.C., algo que os cientistas ainda debatem — pegou de surpresa as cidades de Pompeia, Herculano e Estábia. Em escavações recentes, os cientistas se depararam com o pequeno cômodo em que jazia o casal, na ínsula 10, um dos sítios de exploração arqueológica de Pompeia. O esqueleto da mulher foi encontrado sobre uma cama, em que ela guardava "um pequeno tesouro de moedas de ouro, prata e bronze", explicaram os pesquisadores. Também havia algumas joias, como brincos de ouro e pérolas. Os restos mortais do homem estavam caídos aos pés da cama. Fora do pequeno cômodo, os arqueólogos também encontraram pistas de como era aquela casa. "Vestígios nas cinzas permitiram reconstruir o mobiliário e identificar sua localização exata no momento da erupção: uma cama, uma arca, um candelabro de bronze e uma mesa com tampo de mármore, com os móveis de bronze, vidro e cerâmica ainda em seus devidos lugares", indica o artigo. Esses trabalhos ajudam os cientistas a obter "dados arqueológicos muito valiosos" sobre o cotidiano dos moradores de Pompeia da época, afirmou o diretor do Parque Arqueológico, Gabriel Zuchtriegel. Acesso em: https://tinyurl.com/dyzp357f Infere-se do texto que a casa onde o casal foi encontrado não sofreu danos significativos durante a erupção do Vesúvio.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

O tesouro encontrado junto a casal morto em erupção em Pompeia Cientistas encontraram os restos mortais do homem e da mulher, que guardavam um pequeno tesouro, durante uma escavação arqueológica em Pompeia, a antiga cidade romana destruída pela erupção vulcânica em 79 d.C., localizada no sul da Itália. As descobertas foram reveladas nesta semana. Segundo artigo publicado no E-Journal of the Pompeii Excavations, a casa onde o casal estava tinha um pequeno cubículo que estava sendo usado provisoriamente como quarto, enquanto uma reforma era feita no restante do imóvel. Quando a erupção do Vesúvio começou em 79 d.C., os dois se refugiaram no pequeno cômodo, enquanto a tempestade de cinzas e material vulcânico caía do lado de fora. Mas, em determinado momento, as pedras vulcânicas acabaram bloqueando a única porta disponível. "Presos no cômodo pequeno e estreito, eles morreram quando os fluxos piroclásticos os alcançaram", explicou o Parque Arqueológico de Pompeia em comunicado. A violenta erupção do Vesúvio — que ocorreu numa noite de agosto ou outubro de 79 d.C., algo que os cientistas ainda debatem — pegou de surpresa as cidades de Pompeia, Herculano e Estábia. Em escavações recentes, os cientistas se depararam com o pequeno cômodo em que jazia o casal, na ínsula 10, um dos sítios de exploração arqueológica de Pompeia. O esqueleto da mulher foi encontrado sobre uma cama, em que ela guardava "um pequeno tesouro de moedas de ouro, prata e bronze", explicaram os pesquisadores. Também havia algumas joias, como brincos de ouro e pérolas. Os restos mortais do homem estavam caídos aos pés da cama. Fora do pequeno cômodo, os arqueólogos também encontraram pistas de como era aquela casa. "Vestígios nas cinzas permitiram reconstruir o mobiliário e identificar sua localização exata no momento da erupção: uma cama, uma arca, um candelabro de bronze e uma mesa com tampo de mármore, com os móveis de bronze, vidro e cerâmica ainda em seus devidos lugares", indica o artigo. Esses trabalhos ajudam os cientistas a obter "dados arqueológicos muito valiosos" sobre o cotidiano dos moradores de Pompeia da época, afirmou o diretor do Parque Arqueológico, Gabriel Zuchtriegel. Acesso em: https://tinyurl.com/dyzp357f É possível afirmar que o tesouro encontrado com a mulher consistia apenas moedas de bronze.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z Depreende-se do texto que a IA, atualmente, já possui a capacidade de ser criativa de forma igual ou superior a um ser humano.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z De acordo com o texto, o desenvolvimento de uma inteligência artificial que supere os humanos é uma preocupação discutida por especialistas.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z Infere-se do texto que o uso da IA nas redes sociais pode gerar conteúdo perturbador.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z É possível afirmar que todos os especialistas acreditam que a inteligência artificial geral (IAG) será alcançada em breve.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina? Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010." A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele. Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três. A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie. Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava. "Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado". Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t De acordo com o texto, o estudo sobre os gatos-tigre descobriu que todas as espécies conhecidas vivem em áreas maiores do que se pensava anteriormente.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina? Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010." A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele. Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três. A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie. Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava. "Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado". Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t É possível afirmar que o número total de espécies de gatos-tigre antes da descoberta do gato-nebuloso era de quatro.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina? Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010." A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele. Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três. A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie. Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava. "Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado". Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t Infere-se do texto que a descoberta da nova espécie de gato-tigre foi possível graças à colaboração internacional entre cientistas e ao uso de tecnologia moderna, como armadilhas fotográficas.