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Prova para

IGEDUC — 2024

IGEDUC - 2024 - Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE - Vigilante

Médio7 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: VigilanteConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

O futuro como ele deveria ser O escritor Ray Bradbury (1920-2012) disse em um de seus principais livros, "Fahrenheit 451", que "todos devem deixar algo para trás" como legado. "A diferença entre o homem que apenas apara gramados e um verdadeiro jardineiro está no toque. O aparador de grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro estará lá uma vida inteira." Uma transformação que deixamos no mundo são filhos (exemplo citado inclusive pelo próprio Bradbury). Mas ainda assim, esse pensamento, irrefutável como pareça, soa um tanto incompleto. Afinal, muito do que há de errado no mundo é promovido por nós, seres humanos − que, obviamente, somos filhos de alguém. Há uma dimensão a mais a ser levada em conta − e esta, a meu ver, seria: cumpre transformar, sim, alguma coisa − mas para melhor. A noção (ou a definição) de "melhor", claro, é e será tema para debate. Nem se pretende aqui defini-lo. Filosofias e religiões debatem isso desde que o homem passou a pensar, e não se vê como se chegaria a uma definição única e universal, válida para todo, em todos os contextos e épocas. Mas, observando a realidade tal como se dá aos nossos olhos, é óbvio que há melhoras a que se pode chegar, em diversos contextos. Um desses contextos, desde sempre presente nas discussões em diversos âmbitos, é o do acesso à saúde. No Brasil, um país de desigualdades presentes, tem no acesso a serviços de saúde de qualidade uma imensa barreira ao avanço rumo a uma sociedade mais justa. Convivemos com carências seculares, como falta de infraestrutura (hospitais, laboratórios, postos de saúde) — mesmo infraestrutura sanitária (esgoto, água encanada). Não significa que não tenha havido avanços e conquistas. O SUS (Sistema Único de Saúde) é um avanço civilizacional, reconhecido por sua abrangência. O desenvolvimento da tecnologia digital, cuja presença ganhou força ao longo da pandemia e ainda hoje, é uma via para que se leve serviços de saúde a todo o território brasileiro. O Hospital Albert Einstein, por exemplo, tem estabelecido, desde 2001, parcerias com o setor público na cidade de São Paulo, no acompanhamento do trabalho de equipes médicas, em c?apacitação, aprimoramento e gestão. Aos jovens se atribui o narcisismo, por vezes desmedido, provocado pela disseminação incontida das redes sociais. Mas como em tudo que diz respeito ao ser humano, este não é, óbvio, o único quadro que se pode formar da juventude. A "rebeldia", a irreverência, mesmo um certo desrespeito, podem gerar legados positivos, deixar boas obras pelo caminho, construir a ponte entre divisões sociais que, se não podem ser eliminadas, de modo algum deveriam ser tão grandes. Tudo é questão de saber que vêm aí novas gerações, que necessidades terão de ser atendidas ainda por um bom tempo, que melhorias são possíveis, seja qual for a noção de "melhor" que se considere. Deixamos a eles um legado, que eles − como os jardineiros de Ray Bradbury − vão adaptar e transformar em novos legados, sempre com um mundo cada vez melhor em vista, para estarem aí pela vida inteira. Acesso em: https://tinyurl.com/ypas2n3u Infere-se do texto que o conceito de "melhor" é subjetivo e pode variar conforme o contexto.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: VigilanteConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

O futuro como ele deveria ser O escritor Ray Bradbury (1920-2012) disse em um de seus principais livros, "Fahrenheit 451", que "todos devem deixar algo para trás" como legado. "A diferença entre o homem que apenas apara gramados e um verdadeiro jardineiro está no toque. O aparador de grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro estará lá uma vida inteira." Uma transformação que deixamos no mundo são filhos (exemplo citado inclusive pelo próprio Bradbury). Mas ainda assim, esse pensamento, irrefutável como pareça, soa um tanto incompleto. Afinal, muito do que há de errado no mundo é promovido por nós, seres humanos − que, obviamente, somos filhos de alguém. Há uma dimensão a mais a ser levada em conta − e esta, a meu ver, seria: cumpre transformar, sim, alguma coisa − mas para melhor. A noção (ou a definição) de "melhor", claro, é e será tema para debate. Nem se pretende aqui defini-lo. Filosofias e religiões debatem isso desde que o homem passou a pensar, e não se vê como se chegaria a uma definição única e universal, válida para todo, em todos os contextos e épocas. Mas, observando a realidade tal como se dá aos nossos olhos, é óbvio que há melhoras a que se pode chegar, em diversos contextos. Um desses contextos, desde sempre presente nas discussões em diversos âmbitos, é o do acesso à saúde. No Brasil, um país de desigualdades presentes, tem no acesso a serviços de saúde de qualidade uma imensa barreira ao avanço rumo a uma sociedade mais justa. Convivemos com carências seculares, como falta de infraestrutura (hospitais, laboratórios, postos de saúde) — mesmo infraestrutura sanitária (esgoto, água encanada). Não significa que não tenha havido avanços e conquistas. O SUS (Sistema Único de Saúde) é um avanço civilizacional, reconhecido por sua abrangência. O desenvolvimento da tecnologia digital, cuja presença ganhou força ao longo da pandemia e ainda hoje, é uma via para que se leve serviços de saúde a todo o território brasileiro. O Hospital Albert Einstein, por exemplo, tem estabelecido, desde 2001, parcerias com o setor público na cidade de São Paulo, no acompanhamento do trabalho de equipes médicas, em c?apacitação, aprimoramento e gestão. Aos jovens se atribui o narcisismo, por vezes desmedido, provocado pela disseminação incontida das redes sociais. Mas como em tudo que diz respeito ao ser humano, este não é, óbvio, o único quadro que se pode formar da juventude. A "rebeldia", a irreverência, mesmo um certo desrespeito, podem gerar legados positivos, deixar boas obras pelo caminho, construir a ponte entre divisões sociais que, se não podem ser eliminadas, de modo algum deveriam ser tão grandes. Tudo é questão de saber que vêm aí novas gerações, que necessidades terão de ser atendidas ainda por um bom tempo, que melhorias são possíveis, seja qual for a noção de "melhor" que se considere. Deixamos a eles um legado, que eles − como os jardineiros de Ray Bradbury − vão adaptar e transformar em novos legados, sempre com um mundo cada vez melhor em vista, para estarem aí pela vida inteira. Acesso em: https://tinyurl.com/ypas2n3u De acordo com o texto, o Sistema Único de Saúde (SUS) é considerado um avanço importante para a sociedade brasileira.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: VigilanteConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

Quantos continentes existem na Terra? A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em várias massas continentais, tanto grandes como também menores, chamadas continentes, explica o The World Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA) do governo dos Estados Unidos. O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica (plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Europa e Oceania. A Oceania, como explica Education National Geographic, é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os países insulares das regiões de ilhas do Pacífico: Melanésia, Micronésia e Polinésia. Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são consideradas como um único continente por comporem uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia, acrescenta a Britannica. Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são agrupadas como um só continente: Américas, resultando em um total de seis continentes (ou cinco, se a designação Eurásia for usada), explica a fonte norte-americana da CIA. Juntos, todos os continentes mencionados acima totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros quadrados de terra, detalha a Education National Geographic. Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb É possível afirmar que a Oceania é composta apenas pela Austrália e Nova Zelândia, conforme descrito no texto.

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Quantos continentes existem na Terra? A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em várias massas continentais, tanto grandes como também menores, chamadas continentes, explica o The World Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA) do governo dos Estados Unidos. O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica (plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Europa e Oceania. A Oceania, como explica Education National Geographic, é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os países insulares das regiões de ilhas do Pacífico: Melanésia, Micronésia e Polinésia. Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são consideradas como um único continente por comporem uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia, acrescenta a Britannica. Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são agrupadas como um só continente: Américas, resultando em um total de seis continentes (ou cinco, se a designação Eurásia for usada), explica a fonte norte-americana da CIA. Juntos, todos os continentes mencionados acima totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros quadrados de terra, detalha a Education National Geographic. Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb Infere-se do texto que, embora a Europa e a Ásia sejam frequentemente consideradas como continentes distintos, há uma visão alternativa que os agrupa em um único continente chamado Eurásia.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: VigilanteConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE

Quantos continentes existem na Terra? A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em várias massas continentais, tanto grandes como também menores, chamadas continentes, explica o The World Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA) do governo dos Estados Unidos. O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica (plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Europa e Oceania. A Oceania, como explica Education National Geographic, é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os países insulares das regiões de ilhas do Pacífico: Melanésia, Micronésia e Polinésia. Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são consideradas como um único continente por comporem uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia, acrescenta a Britannica. Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são agrupadas como um só continente: Américas, resultando em um total de seis continentes (ou cinco, se a designação Eurásia for usada), explica a fonte norte-americana da CIA. Juntos, todos os continentes mencionados acima totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros quadrados de terra, detalha a Education National Geographic. Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb De acordo com o texto, a Encyclopaedia Britannica e o World Factbook reconhecem oficialmente a existência de seis continentes.

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Quantos continentes existem na Terra? A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em várias massas continentais, tanto grandes como também menores, chamadas continentes, explica o The World Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA) do governo dos Estados Unidos. O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica (plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Europa e Oceania. A Oceania, como explica Education National Geographic, é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os países insulares das regiões de ilhas do Pacífico: Melanésia, Micronésia e Polinésia. Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são consideradas como um único continente por comporem uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia, acrescenta a Britannica. Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são agrupadas como um só continente: Américas, resultando em um total de seis continentes (ou cinco, se a designação Eurásia for usada), explica a fonte norte-americana da CIA. Juntos, todos os continentes mencionados acima totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros quadrados de terra, detalha a Education National Geographic. Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb Depreende-se do texto que as Américas podem ser agrupadas como um único continente, resultando em diferentes contagens de continentes dependendo da perspectiva.

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O que fazer para combater os sinais de flacidez no rosto após emagrecimento Usado e querido por muitos famosos, o Ozempic, remédio da Novo Nordisk para tratamento de Diabetes tipo 2, ganhou bastante popularidade e tornou-se um dos mais conhecidos métodos de emagrecimento da atualidade devido ao efeito da semaglutida que estimula a secreção de insulina, suprime a secreção de glucagon e retarda o esvaziamento gástrico, promovendo uma sensação de saciedade mais prolongada. No entanto, o efeito dessa substância vai além da perda de peso, impactando também na pele. A perda rápida de gordura é um dos grandes benefícios do Ozempic quando o assunto é obesidade, mas esse emagrecimento drástico em pouco tempo acaba resultando na perda de gordura facial, diminuindo a sustentação e o contorno da face, tornando mais evidente a flacidez e as rugas, dando nome ao que conhecemos como "Rosto de Ozempic" (ou "Ozempic Face"). Porém, há solução! Saiba que para um resultado mais satisfatório e completo, há o tratamento da flacidez que pode e deve ser feito de forma preventiva, de preferência dois meses antes do tratamento de emagrecimento. Na minha prática diária, começo o tratamento com uso da tecnologia para regeneração total da pele e indico os injetáveis como tratamento complementar visando sempre o resultado de naturalidade. Conheça algumas alternativas altamente eficazes para melhorar este efeito de flacidez e "rosto caído" proveniente da grande perda de peso em pouco tempo. Estas tecnologias são muito eficientes e seguras se realizadas por um médico qualificado e especialista: Ultrassom microfocado como MPT Ultraformer; Lasers fracionados para rejuvenescimento: Picoway, CO2 e Erbium são bastante eficazes; Radiofrequência microagulhada como Morpheus ou Exiom; Uso injetável de bioestimulador − Sculptra; Preenchimento com ácido hialurônico (em último caso). Consulte seu dermatologista especialista e veja qual a melhor opção para você! Acesso em: https://tinyurl.com/yszh6vw7 Infere-se do texto que o uso do Ozempic não tem impacto algum na aparência facial, mesmo com a perda de peso rápida.