Prova para
IGEDUC — 2024
IGEDUC - 2024 - Prefeitura de Cupira - PE - Assistente Social
- Concurso:
- Prefeitura de Cupira - PE
- Banca:
- IGEDUC
Questões da prova
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Assistente SocialConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Eu estou − apesar de tudo oh apesar de tudo − estou sendo alegre neste instante já que passa se eu não o fixar com palavras. Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo. Como resposta. Amor impessoal, amor it, é alegria: mesmo o amor que não dá certo, mesmo o amor que termina. E a minha própria morte e a dos que amamos tem que ser alegre, não sei ainda como, mas tem que ser. Viver é isto: a alegria do it. Viver é sentir sempre aquele friozinho na barriga. E conformar-se não como vencida, mas num allegro com brio.Texto Adaptado LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p. Em "Viver é sentir sempre aquele friozinho na barriga", o diminutivo serve para expressar uma sensação de delicadeza, intensidade emocional ou até um carinho na descrição da experiência. Portanto, os diminutivos podem ampliar ou alterar o significado para transmitir emoções, sutilezas ou afetos, e não se restringem apenas à ideia de diminuição de tamanho.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Assistente SocialConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Eu estou − apesar de tudo oh apesar de tudo − estou sendo alegre neste instante já que passa se eu não o fixar com palavras. Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo. Como resposta. Amor impessoal, amor it, é alegria: mesmo o amor que não dá certo, mesmo o amor que termina. E a minha própria morte e a dos que amamos tem que ser alegre, não sei ainda como, mas tem que ser. Viver é isto: a alegria do it. Viver é sentir sempre aquele friozinho na barriga. E conformar-se não como vencida, mas num allegro com brio.Texto Adaptado LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p. No trecho "E conformar-se não como vencida, mas num allegro com brio" temos um vício de linguagem conhecido como neologismo, um termo que não existe de maneira oficial no idioma falado e geralmente, observado em músicas ou poemas, nos quais quem compôs a obra inventou uma palavra.