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Prova para

IGEDUC — 2024

IGEDUC - 2024 - Prefeitura de Itapissuma - PE - Agente Comunitário de Saúde

Médio8 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de Itapissuma - PE
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à quesão. O Drama da Caneta Azul Primeira aula de Língua Portuguesa do ano. Expectativa de reencontro, novidades e uma pitada de preguiça pós-férias. Mal sabia eu que a professora iria logo de cara nos presentear com um desafio: escrever uma redação sobre as férias. Mas até aí, tudo bem. O que realmente nos pegou de surpresa foi o detalhe anunciado com firmeza: a redação deveria ser feita de caneta. Isso mesmo, caneta! De repente, o sonho das séries passadas, aquele em que nos libertávamos do lápis, virou realidade. Mas será que era bem isso o que queríamos? Passamos anos achando que lápis era coisa de criança. Aquele apetrecho que nos acompanhava com sua borracha sempre pronta para apagar qualquer erro era, de fato, infantil demais para o nosso novo status de "alunos mais velhos". Só que agora, com a caneta, não havia mais volta atrás. Pensando bem, qualquer erro seria eternizado no papel, e a sensação de liberdade dava lugar a um leve medo. E então, enquanto a caneta azul começava a deslizar pelo papel e os relatos das férias surgiam meio hesitantes, todos torcíamos para que a professora se desse por satisfeita com essa pequena "tortura". Porque, sinceramente, a última coisa que queríamos era que ela tivesse mais ideias... Vai que a próxima exigência fosse de verdade, e não só uma brincadeira com caneta? Melhor não arriscar. Autor Desconhecido. https://www.000dlx.com.br/cronicas-curtas-para-escola-o-drama-da-can eta-azul.PDF No texto "O Drama da Caneta Azul", o autor utiliza termos e expressões para transmitir as reações dos alunos diante do desafio de escrever com caneta. Considerando os conhecimentos de morfologia, analise as funções das palavras destacadas e assinale a alternativa cuja palavra em destaque seja um PRONOME RELATIVO:

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. O Drama da Caneta Azul Primeira aula de Língua Portuguesa do ano. Expectativa de reencontro, novidades e uma pitada de preguiça pós-férias. Mal sabia eu que a professora iria logo de cara nos presentear com um desafio: escrever uma redação sobre as férias. Mas até aí, tudo bem. O que realmente nos pegou de surpresa foi o detalhe anunciado com firmeza: a redação deveria ser feita de caneta. Isso mesmo, caneta! De repente, o sonho das séries passadas, aquele em que nos libertávamos do lápis, virou realidade. Mas será que era bem isso o que queríamos? Passamos anos achando que lápis era coisa de criança. Aquele apetrecho que nos acompanhava com sua borracha sempre pronta para apagar qualquer erro era, de fato, infantil demais para o nosso novo status de "alunos mais velhos". Só que agora, com a caneta, não havia mais volta atrás. Pensando bem, qualquer erro seria eternizado no papel, e a sensação de liberdade dava lugar a um leve medo. E então, enquanto a caneta azul começava a deslizar pelo papel e os relatos das férias surgiam meio hesitantes, todos torcíamos para que a professora se desse por satisfeita com essa pequena "tortura". Porque, sinceramente, a última coisa que queríamos era que ela tivesse mais ideias... Vai que a próxima exigência fosse de verdade, e não só uma brincadeira com caneta? Melhor não arriscar. Autor Desconhecido. https://www.000dlx.com.br/cronicas-curtas-para-escola-o-drama-da-can eta-azul.PDF Considerando as regras do Novo Acordo Ortográfico sobre o uso do hífen, assinale a alternativa correta em relação à palavra "pós-férias" presente na frase "Expectativa de reencontro, novidades e uma pitada de preguiça pós-férias":

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A Matemática do Troco no ÔnibusEu estava no ônibus, a caminho da escola, aproveitando o tempo para revisar os cálculos da prova de Matemática. Afinal, sempre tem aquele probleminha surpresa que pega qualquer aluno desprevenido. Mas, como diz minha avó, "quem procura, acha" — e eu acabei achando um problema de Matemática antes mesmo de chegar à escola.No meio do percurso, entrou uma mulher de expressão fechada. Ela foi até a cobradora e entregou uma nota de cinco reais para pagar a passagem de quatro e vinte. Simples, pensei eu, um troco de oitenta centavos. A cobradora, cordial, perguntou se ela teria uma moedinha de vinte e cinco centavos para facilitar e devolver um real. "Não", respondeu a mulher, parada na catraca, imóvel. A cobradora insistiu: "Então deixa por cinco reais, pra facilitar...". Mas a mulher exigiu seus oitenta centavos."Eu não tenho moedas abaixo de um real agora", explicou a cobradora, já sem paciência. A mulher respondeu: "Problema seu! Quero meus oitenta centavos!". Exasperada, a cobradora sugeriu, misturando humor e cansaço: "Quer que eu pare o ônibus pra descer e procurar troco ou faça um abracadabra pra conseguir as moedas?" A mulher se indignou ainda mais, chamando a cobradora de atrevida.Antes de descobrir o desfecho, o ônibus chegou ao meu ponto. Desci com a cabeça cheia de números e a sensação de que, de alguma forma, até treinei aritmética com o conflito dos oitenta centavos. Autor Desconhecido - Texto Adaptado https://www.000dlx.com.br/cronicas-curtas-para-escola.php Em "A cobradora, cordial, perguntou se ela teria uma moedinha de vinte e cinco centavos para facilitar e devolver um real" a oração "se ela teria uma moedinha de vinte e cinco centavos" é classificada como:

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A Matemática do Troco no ÔnibusEu estava no ônibus, a caminho da escola, aproveitando o tempo para revisar os cálculos da prova de Matemática. Afinal, sempre tem aquele probleminha surpresa que pega qualquer aluno desprevenido. Mas, como diz minha avó, "quem procura, acha" — e eu acabei achando um problema de Matemática antes mesmo de chegar à escola.No meio do percurso, entrou uma mulher de expressão fechada. Ela foi até a cobradora e entregou uma nota de cinco reais para pagar a passagem de quatro e vinte. Simples, pensei eu, um troco de oitenta centavos. A cobradora, cordial, perguntou se ela teria uma moedinha de vinte e cinco centavos para facilitar e devolver um real. "Não", respondeu a mulher, parada na catraca, imóvel. A cobradora insistiu: "Então deixa por cinco reais, pra facilitar...". Mas a mulher exigiu seus oitenta centavos."Eu não tenho moedas abaixo de um real agora", explicou a cobradora, já sem paciência. A mulher respondeu: "Problema seu! Quero meus oitenta centavos!". Exasperada, a cobradora sugeriu, misturando humor e cansaço: "Quer que eu pare o ônibus pra descer e procurar troco ou faça um abracadabra pra conseguir as moedas?" A mulher se indignou ainda mais, chamando a cobradora de atrevida.Antes de descobrir o desfecho, o ônibus chegou ao meu ponto. Desci com a cabeça cheia de números e a sensação de que, de alguma forma, até treinei aritmética com o conflito dos oitenta centavos. Autor Desconhecido - Texto Adaptado https://www.000dlx.com.br/cronicas-curtas-para-escola.php No texto "A Matemática do Troco no Ônibus", o autor narra uma situação que envolve um conflito sobre o troco da passagem. A cobradora sugere que a passageira pague cinco reais "para facilitar" e, ao perceber que não possui moedas para devolver o troco exato, utiliza uma resposta com humor e impaciência. Com base na interpretação do texto, assinale a alternativa que melhor descreve o efeito de sentido criado pela resposta da cobradora ao mencionar "abracadabra".

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Viajar com casal de amigosEu não viajo com outros casais. É minha regra inviolável de turismo. Há grandes chances de causarem incômodo. Sempre que viajei com par de amigos, eles brigaram e boicotaram o luxo das minhas férias.Decidi ser egoísta. O que você economiza no rateio de gasolina e divisão de gastos será pulverizado pelos prejuízos na saúde emocional.Estou com Beatriz em uma praia paradisíaca, ansioso para me deitar numa cadeira em frente ao mar, e precisamos, de repente, intervir como escudo contra ofensas. Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios. Não há como abandoná-los enquanto nos divertimos. Existe um senso de solidariedade de equipe, já que viemos juntos.Os arrulhos dos pombinhos na ida se transformam em crocitos de urubus durante a hospedagem.O que deveria ser leve, com drinks e mergulhos, vira martírio. Eu falo com o marido litigante, Beatriz com a esposa emburrada, e ainda precisamos juntar versões e atuar como cupidos. É como liberar dois reféns confinados nas almas dos próprios sequestradores.Não há maior chatice do que insistir para que perdoem os desentendimentos. Em vez de resolverem em privado, fazem questão de espalhar o ódio.Ao encontrar plateia, demoram mais para resolver. Tiram proveito da nossa atenção para lavar roupas sujas e revisitar crises do passado.O café da manhã costuma ser o palco preferido das dissidências. Chegamos animados, e um deles não responde, não diz nada. É o sinal da tempestade de nervos que estragará a temporada.Não me arrisco mais. Esse erro não cometemos. Beatriz e eu jamais discutimos em viagem. Sabemos o quanto nossa paz é cara. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/1/viajarcom-casal-de-amigos No texto "Viajar com casal de amigos", de Fabrício Carpinejar, o autor emprega corretamente a colocação pronominal para adequar o uso à norma-padrão. Analise a frase a seguir: "Enquanto nos divertimos, precisamos intervir como escudo contra ofensas." Com base nas regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta sobre a posição do pronome oblíquo em "nos divertimos":

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Viajar com casal de amigosEu não viajo com outros casais. É minha regra inviolável de turismo. Há grandes chances de causarem incômodo. Sempre que viajei com par de amigos, eles brigaram e boicotaram o luxo das minhas férias.Decidi ser egoísta. O que você economiza no rateio de gasolina e divisão de gastos será pulverizado pelos prejuízos na saúde emocional.Estou com Beatriz em uma praia paradisíaca, ansioso para me deitar numa cadeira em frente ao mar, e precisamos, de repente, intervir como escudo contra ofensas. Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios. Não há como abandoná-los enquanto nos divertimos. Existe um senso de solidariedade de equipe, já que viemos juntos.Os arrulhos dos pombinhos na ida se transformam em crocitos de urubus durante a hospedagem.O que deveria ser leve, com drinks e mergulhos, vira martírio. Eu falo com o marido litigante, Beatriz com a esposa emburrada, e ainda precisamos juntar versões e atuar como cupidos. É como liberar dois reféns confinados nas almas dos próprios sequestradores.Não há maior chatice do que insistir para que perdoem os desentendimentos. Em vez de resolverem em privado, fazem questão de espalhar o ódio.Ao encontrar plateia, demoram mais para resolver. Tiram proveito da nossa atenção para lavar roupas sujas e revisitar crises do passado.O café da manhã costuma ser o palco preferido das dissidências. Chegamos animados, e um deles não responde, não diz nada. É o sinal da tempestade de nervos que estragará a temporada.Não me arrisco mais. Esse erro não cometemos. Beatriz e eu jamais discutimos em viagem. Sabemos o quanto nossa paz é cara. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/1/viajarcom-casal-de-amigos No texto "Viajar com casal de amigos", de Fabrício Carpinejar, percebe-se o predomínio de uma função da linguagem que reflete a subjetividade do autor e seu ponto de vista pessoal sobre situações vividas em viagens. Assinale a alternativa que indica corretamente a função da linguagem predominante no texto:

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Viajar com casal de amigosEu não viajo com outros casais. É minha regra inviolável de turismo. Há grandes chances de causarem incômodo. Sempre que viajei com par de amigos, eles brigaram e boicotaram o luxo das minhas férias.Decidi ser egoísta. O que você economiza no rateio de gasolina e divisão de gastos será pulverizado pelos prejuízos na saúde emocional.Estou com Beatriz em uma praia paradisíaca, ansioso para me deitar numa cadeira em frente ao mar, e precisamos, de repente, intervir como escudo contra ofensas. Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios. Não há como abandoná-los enquanto nos divertimos. Existe um senso de solidariedade de equipe, já que viemos juntos.Os arrulhos dos pombinhos na ida se transformam em crocitos de urubus durante a hospedagem.O que deveria ser leve, com drinks e mergulhos, vira martírio. Eu falo com o marido litigante, Beatriz com a esposa emburrada, e ainda precisamos juntar versões e atuar como cupidos. É como liberar dois reféns confinados nas almas dos próprios sequestradores.Não há maior chatice do que insistir para que perdoem os desentendimentos. Em vez de resolverem em privado, fazem questão de espalhar o ódio.Ao encontrar plateia, demoram mais para resolver. Tiram proveito da nossa atenção para lavar roupas sujas e revisitar crises do passado.O café da manhã costuma ser o palco preferido das dissidências. Chegamos animados, e um deles não responde, não diz nada. É o sinal da tempestade de nervos que estragará a temporada.Não me arrisco mais. Esse erro não cometemos. Beatriz e eu jamais discutimos em viagem. Sabemos o quanto nossa paz é cara. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/1/viajarcom-casal-de-amigos Com base no texto "Viajar com casal de amigos", de Fabrício Carpinejar, analise as características do gênero e da tipologia textual predominantes. Assinale a alternativa correta:

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Viajar com casal de amigosEu não viajo com outros casais. É minha regra inviolável de turismo. Há grandes chances de causarem incômodo. Sempre que viajei com par de amigos, eles brigaram e boicotaram o luxo das minhas férias.Decidi ser egoísta. O que você economiza no rateio de gasolina e divisão de gastos será pulverizado pelos prejuízos na saúde emocional.Estou com Beatriz em uma praia paradisíaca, ansioso para me deitar numa cadeira em frente ao mar, e precisamos, de repente, intervir como escudo contra ofensas. Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios. Não há como abandoná-los enquanto nos divertimos. Existe um senso de solidariedade de equipe, já que viemos juntos.Os arrulhos dos pombinhos na ida se transformam em crocitos de urubus durante a hospedagem.O que deveria ser leve, com drinks e mergulhos, vira martírio. Eu falo com o marido litigante, Beatriz com a esposa emburrada, e ainda precisamos juntar versões e atuar como cupidos. É como liberar dois reféns confinados nas almas dos próprios sequestradores.Não há maior chatice do que insistir para que perdoem os desentendimentos. Em vez de resolverem em privado, fazem questão de espalhar o ódio.Ao encontrar plateia, demoram mais para resolver. Tiram proveito da nossa atenção para lavar roupas sujas e revisitar crises do passado.O café da manhã costuma ser o palco preferido das dissidências. Chegamos animados, e um deles não responde, não diz nada. É o sinal da tempestade de nervos que estragará a temporada.Não me arrisco mais. Esse erro não cometemos. Beatriz e eu jamais discutimos em viagem. Sabemos o quanto nossa paz é cara. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/1/viajarcom-casal-de-amigos No texto "Viajar com casal de amigos", de Fabrício Carpinejar, algumas palavras e expressões assumem significados contextuais que envolvem conceitos de semântica como polissemia e ambiguidade. Analise a frase abaixo e escolha a alternativa correta: "Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios."