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Prova para

IGEDUC — 2025

IGEDUC - 2025 - Câmara de São José do Seridó - RN - Fiscal de Tributos

Médio5 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Câmara de São José do Seridó - RN
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva. Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura. Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca. Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica. Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona." Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado. "Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/ O texto evidencia um momento de inovação e adaptação dentro da trajetória empresarial das sócias, marcado pela incorporação da inteligência artificial aos processos criativos. A partir de uma experiência experimental, surgiu uma oportunidade de negócio capaz de responder às necessidades do mercado de forma eficiente e personalizada. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta acerca do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O TEXTO apresenta uma análise sobre o futuro da inteligência artificial aplicada ao contexto empresarial, destacando uma nova fase em que diferentes abordagens tecnológicas convergem para gerar sistemas mais autônomos e confiáveis. Essa visão reflete uma transformação tanto técnica quanto estratégica no uso corporativo da IA. Considerando as ideias expostas, assinale a alternativa que expressa a tese defendida do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O texto analisa a trajetória recente da inteligência artificial e aponta uma mudança de paradigma na forma como a tecnologia deve evoluir. Ao criticar o gigantismo dos modelos atuais, o autor propõe uma alternativa que busca aliar eficiência técnica e transparência ética. Considerando as ideias desenvolvidas, assinale a alternativa que sintetiza a principal argumentação do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O texto discute o cenário atual da inteligência artificial sob a perspectiva de forças estruturais que impulsionam sua transformação. A mudança não é apresentada como uma opção estratégica, mas como uma resposta inevitável a demandas globais que envolvem ética, sustentabilidade e eficiência. Considerando as ideias expressas, assinale a alternativa correta de acordo com o texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O texto apresenta uma visão otimista sobre o papel da inteligência artificial no contexto contemporâneo, ressaltando não apenas seu potencial técnico, mas também seu impacto econômico e social. Ao defender uma postura de confiança estratégica diante dessa tecnologia, o autor sugere uma mudança de mentalidade em relação à forma como a IA deve ser compreendida e aplicada. Considerando esse ponto de vista, assinale a alternativa que expressa a mensagem contida no texto.