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Prova para

IGEDUC — 2025

IGEDUC - 2025 - Prefeitura de Flores - PE - Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)

Médio10 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de Flores - PE
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Ibama autoriza Petrobras a pesquisar petróleo na foz do AmazonasA Petrobras anunciou que recebeu licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para realizar pesquisas de petróleo na foz do rio Amazonas. De acordo com a companhia, o poço exploratório está situado em águas profundas do Amapá, a quinhentos quilômetros da foz do rio e a cento e setenta e cinco quilômetros da costa, na Margem Equatorial brasileira.A perfuração, que começará de imediato, tem duração prevista de cinco meses. Essa fase de pesquisa exploratória busca reunir informações geológicas que permitam avaliar a presença de petróleo e gás em escala econômica. Ainda não há produção de petróleo nesse estágio do processo.Em nota, o Ibama afirmou que a licença foi concedida após rigoroso processo de licenciamento ambiental, e envolveu muitas pessoas, entre funcionários e colaboradores da Petrobras e técnicos do próprio Ibama.Em maio, o órgão já havia aprovado o plano de prevenção a emergências apresentado pela Petrobras, etapa final antes do início da perfuração. Na ocasião, o Ibama destacou que o plano atendia aos requisitos técnicos e estava apto para a fase seguinte, que incluiria vistorias e simulações de resgate de animais atingidos por óleo, a fim de testar, na prática, a capacidade de resposta a possíveis acidentes.O debate sobre a exploração de petróleo na foz do Amazonas suscita divergências. Para ambientalistas, trata-se de uma contradição em relação ao discurso do Brasil de liderança climática global, especialmente às vésperas da COP30, que será sediada em Belém. Enquanto isso, o país defende a exploração de combustíveis fósseis na Margem Equatorial.O diplomata André Corrêa do Lago, nomeado pelo governo para presidir a COP30, rejeitou a ideia de contradição. Segundo ele, todos os países buscam atingir a neutralidade de emissões e seguem estratégias próprias para alcançá-la.A Petrobras, por sua vez, sustenta que a confirmação da existência de petróleo na Margem Equatorial representa a abertura de uma nova fronteira energética para o Brasil, contribuindo para uma transição justa, segura e sustentável.O processo de licenciamento ambiental na região se estende há quase cinco anos. Em 2023, o Ibama havia negado o pedido de licença, mas, desde então, a autarquia e a Petrobras mantiveram diálogo técnico intenso, o que, segundo o órgão, resultou em aprimoramentos significativos no projeto, principalmente quanto às medidas de resposta a emergências.Para Magda Chambriard, presidente da Petrobras, a conclusão do processo e a emissão da licença simbolizam uma conquista da sociedade brasileira e demonstram o compromisso das instituições com o diálogo e com o desenvolvimento nacional.https://www.bbc.com/portuguese/articles/clygn0zlkkno.adaptado. O texto aborda o início de uma nova etapa de pesquisa da Petrobras, relacionada à exploração de petróleo na foz do rio Amazonas. São mencionados aspectos técnicos, ambientais e institucionais que envolvem o processo de licenciamento conduzido pelo Ibama, bem como os objetivos da fase exploratória. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que o objetivo da pesquisa exploratória realizada pela Petrobras é:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana. Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado. Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões. De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana. Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado. Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças. De acordo com as regras de acentuação gráfica, CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana. Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado. O texto aborda um evento histórico que simboliza aproximação entre duas importantes tradições religiosas. De acordo com as informações apresentadas, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana. Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado. O texto narra um acontecimento de grande relevância histórica e simbólica envolvendo o rei Charles III e o papa Leão XIV. Com base nas informações apresentadas, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Rei Charles será primeiro monarca britânico a rezar ao lado de um papa em 500 anos O rei Charles III e o papa Leão XIV se tornarão o primeiro monarca britânico e o primeiro pontífice a rezarem juntos em uma celebração religiosa desde a Reforma do século XVI. O encontro histórico ocorrerá na Capela Sistina, no Vaticano, durante a visita de Estado que o rei Charles e a rainha Camila realizarão na próxima semana. Sob o famoso teto pintado por Michelangelo, a cerimônia reunirá clérigos e corais tanto da Igreja Católica Romana quanto da Igreja da Inglaterra, da qual o rei é o governador supremo. A visita representa um importante gesto de reconciliação e marcará também o primeiro encontro entre o rei e o novo papa, nascido nos Estados Unidos.Charles e Camila se reunirão com o papa e altos representantes do Vaticano em uma celebração ecumênica especial, na qual o rei e o pontífice rezarão juntos. A cerimônia na Capela Sistina terá como foco a preservação da natureza, tema que reflete o engajamento do rei em causas ambientais. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana.O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. Embora monarcas britânicos tenham se encontrado com pontífices anteriormente — incluindo a falecida rainha Elizabeth II —, esta será a primeira vez, desde a separação de Henrique VIII de Roma, que um monarca britânico e um papa rezarão juntos em uma celebração religiosa.Fontes do Palácio de Buckingham e da Igreja da Inglaterra destacam a relevância histórica do ato, ressaltando o compromisso do rei com o diálogo inter-religioso e a promoção da paz espiritual entre diferentes crenças.Outro momento de valor simbólico está previsto na Basílica de São Paulo Extramuros, onde o rei participará de uma cerimônia na abadia que abriga o túmulo do apóstolo Paulo. A igreja, ligada historicamente à monarquia inglesa desde os tempos medievais, exibe há séculos a insígnia da Ordem da Jarreteira, símbolo de união entre Roma e o Reino Unido.Durante a visita, Charles III será nomeado irmão real da abadia, título honorífico e espiritual concedido em reconhecimento ao seu trabalho pela aproximação entre religiões.https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20pdvzxxr5o.adaptado. O coral da Capela Sistina cantará ao lado dos corais da Capela de São Jorge e da Capela Real de Sua Majestade, simbolizando harmonia entre as tradições católica e anglicana. O local, do século XV, é conhecido por abrigar o conclave de cardeais que elege o papa. De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Como roubo de Mona Lisa no Louvre fez dela a pintura mais famosa do mundoO Museu do Louvre, em Paris, foi novamente palco de um roubo audacioso que chamou atenção mundial: joias da coroa francesa, de valor inestimável, foram levadas em uma ação que durou cerca de sete minutos.O caso remete a outro furto célebre ocorrido no mesmo museu: o roubo da Mona Lisa, em 1911, um crime que acabou transformando a pintura de Leonardo da Vinci na mais famosa do mundo.O roubo aconteceu em vinte e um de agosto de 1911, uma segunda-feira em que o Louvre estava fechado. O autor, Vincenzo Peruggia, entrou e saiu do museu com o quadro sem grande planejamento. A ausência da obra só foi percebida no dia seguinte, e o escândalo levou ao fechamento do museu por uma semana. A polícia investigou vários suspeitos, entre eles o poeta Guillaume Apollinaire e o pintor Pablo Picasso, ambos inocentes.A Mona Lisa ficou desaparecida por mais de dois anos e foi recuperada em dez de dezembro de 1913, quando Peruggia foi preso ao tentar entregá-la a um comerciante de antiguidades em Florença. Segundo o historiador de arte Noah Charney, esse foi o primeiro crime artístico a ganhar repercussão internacional.Na época, a pintura não era a mais famosa do mundo. Foi o roubo que a tornou célebre. A ampla cobertura da imprensa fez da obra um ícone cultural. Sua imagem passou a circular em jornais, postais e anúncios, e multidões visitavam o Louvre apenas para ver o espaço vazio onde o quadro costumava estar.Antes do roubo, o museu já possuía obras consagradas, como Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo, mas nenhuma alcançou tamanha popularidade. Quando as notícias sobre o caso se esgotaram, jornais passaram a inventar histórias sobre o retrato, como a de que Da Vinci teria se apaixonado pela modelo.O furto, porém, não exigiu um plano elaborado. O museu tinha pouca segurança, e Peruggia, que havia trabalhado lá, conhecia bem o local. Ele usou seu antigo uniforme e sabia como o quadro estava fixado. Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI.As verdadeiras motivações do roubo permanecem incertas. Peruggia não era um especialista em arte e escolheu a Mona Lisa, ao que tudo indica, por seu pequeno tamanho, de fácil transporte. Desde sua recuperação, em 1913, o quadro se tornou um dos maiores símbolos da arte mundial. Milhões de pessoas visitam o Louvre para vê-lo, embora poucos o apreciem de fato.O ladrão foi rapidamente esquecido, especialmente após início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Hoje, é lembrado como uma figura curiosa — um homem que se encantou por uma obra de arte e, apesar do crime, não a danificou.https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced6lny4z3xo.adaptado. Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI. De acordo com as regras de acentuação gráfica, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Como roubo de Mona Lisa no Louvre fez dela a pintura mais famosa do mundoO Museu do Louvre, em Paris, foi novamente palco de um roubo audacioso que chamou atenção mundial: joias da coroa francesa, de valor inestimável, foram levadas em uma ação que durou cerca de sete minutos.O caso remete a outro furto célebre ocorrido no mesmo museu: o roubo da Mona Lisa, em 1911, um crime que acabou transformando a pintura de Leonardo da Vinci na mais famosa do mundo.O roubo aconteceu em vinte e um de agosto de 1911, uma segunda-feira em que o Louvre estava fechado. O autor, Vincenzo Peruggia, entrou e saiu do museu com o quadro sem grande planejamento. A ausência da obra só foi percebida no dia seguinte, e o escândalo levou ao fechamento do museu por uma semana. A polícia investigou vários suspeitos, entre eles o poeta Guillaume Apollinaire e o pintor Pablo Picasso, ambos inocentes.A Mona Lisa ficou desaparecida por mais de dois anos e foi recuperada em dez de dezembro de 1913, quando Peruggia foi preso ao tentar entregá-la a um comerciante de antiguidades em Florença. Segundo o historiador de arte Noah Charney, esse foi o primeiro crime artístico a ganhar repercussão internacional.Na época, a pintura não era a mais famosa do mundo. Foi o roubo que a tornou célebre. A ampla cobertura da imprensa fez da obra um ícone cultural. Sua imagem passou a circular em jornais, postais e anúncios, e multidões visitavam o Louvre apenas para ver o espaço vazio onde o quadro costumava estar.Antes do roubo, o museu já possuía obras consagradas, como Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo, mas nenhuma alcançou tamanha popularidade. Quando as notícias sobre o caso se esgotaram, jornais passaram a inventar histórias sobre o retrato, como a de que Da Vinci teria se apaixonado pela modelo.O furto, porém, não exigiu um plano elaborado. O museu tinha pouca segurança, e Peruggia, que havia trabalhado lá, conhecia bem o local. Ele usou seu antigo uniforme e sabia como o quadro estava fixado. Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI.As verdadeiras motivações do roubo permanecem incertas. Peruggia não era um especialista em arte e escolheu a Mona Lisa, ao que tudo indica, por seu pequeno tamanho, de fácil transporte. Desde sua recuperação, em 1913, o quadro se tornou um dos maiores símbolos da arte mundial. Milhões de pessoas visitam o Louvre para vê-lo, embora poucos o apreciem de fato.O ladrão foi rapidamente esquecido, especialmente após início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Hoje, é lembrado como uma figura curiosa — um homem que se encantou por uma obra de arte e, apesar do crime, não a danificou.https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced6lny4z3xo.adaptado. O texto apresenta um relato histórico que associa dois episódios ocorridos no Museu do Louvre: o roubo recente das joias da coroa francesa e o célebre furto da Mona Lisa, em 1911, que transformou a pintura de Leonardo da Vinci em um símbolo mundial. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Como roubo de Mona Lisa no Louvre fez dela a pintura mais famosa do mundoO Museu do Louvre, em Paris, foi novamente palco de um roubo audacioso que chamou atenção mundial: joias da coroa francesa, de valor inestimável, foram levadas em uma ação que durou cerca de sete minutos.O caso remete a outro furto célebre ocorrido no mesmo museu: o roubo da Mona Lisa, em 1911, um crime que acabou transformando a pintura de Leonardo da Vinci na mais famosa do mundo.O roubo aconteceu em vinte e um de agosto de 1911, uma segunda-feira em que o Louvre estava fechado. O autor, Vincenzo Peruggia, entrou e saiu do museu com o quadro sem grande planejamento. A ausência da obra só foi percebida no dia seguinte, e o escândalo levou ao fechamento do museu por uma semana. A polícia investigou vários suspeitos, entre eles o poeta Guillaume Apollinaire e o pintor Pablo Picasso, ambos inocentes.A Mona Lisa ficou desaparecida por mais de dois anos e foi recuperada em dez de dezembro de 1913, quando Peruggia foi preso ao tentar entregá-la a um comerciante de antiguidades em Florença. Segundo o historiador de arte Noah Charney, esse foi o primeiro crime artístico a ganhar repercussão internacional.Na época, a pintura não era a mais famosa do mundo. Foi o roubo que a tornou célebre. A ampla cobertura da imprensa fez da obra um ícone cultural. Sua imagem passou a circular em jornais, postais e anúncios, e multidões visitavam o Louvre apenas para ver o espaço vazio onde o quadro costumava estar.Antes do roubo, o museu já possuía obras consagradas, como Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo, mas nenhuma alcançou tamanha popularidade. Quando as notícias sobre o caso se esgotaram, jornais passaram a inventar histórias sobre o retrato, como a de que Da Vinci teria se apaixonado pela modelo.O furto, porém, não exigiu um plano elaborado. O museu tinha pouca segurança, e Peruggia, que havia trabalhado lá, conhecia bem o local. Ele usou seu antigo uniforme e sabia como o quadro estava fixado. Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI.As verdadeiras motivações do roubo permanecem incertas. Peruggia não era um especialista em arte e escolheu a Mona Lisa, ao que tudo indica, por seu pequeno tamanho, de fácil transporte. Desde sua recuperação, em 1913, o quadro se tornou um dos maiores símbolos da arte mundial. Milhões de pessoas visitam o Louvre para vê-lo, embora poucos o apreciem de fato.O ladrão foi rapidamente esquecido, especialmente após início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Hoje, é lembrado como uma figura curiosa — um homem que se encantou por uma obra de arte e, apesar do crime, não a danificou.https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced6lny4z3xo.adaptado. Milhões de pessoas visitam o Louvre para vê-lo, embora poucos o apreciem de fato. De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de Saúde (Todas as Áreas)Concurso: Prefeitura de Flores - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Como roubo de Mona Lisa no Louvre fez dela a pintura mais famosa do mundoO Museu do Louvre, em Paris, foi novamente palco de um roubo audacioso que chamou atenção mundial: joias da coroa francesa, de valor inestimável, foram levadas em uma ação que durou cerca de sete minutos.O caso remete a outro furto célebre ocorrido no mesmo museu: o roubo da Mona Lisa, em 1911, um crime que acabou transformando a pintura de Leonardo da Vinci na mais famosa do mundo.O roubo aconteceu em vinte e um de agosto de 1911, uma segunda-feira em que o Louvre estava fechado. O autor, Vincenzo Peruggia, entrou e saiu do museu com o quadro sem grande planejamento. A ausência da obra só foi percebida no dia seguinte, e o escândalo levou ao fechamento do museu por uma semana. A polícia investigou vários suspeitos, entre eles o poeta Guillaume Apollinaire e o pintor Pablo Picasso, ambos inocentes.A Mona Lisa ficou desaparecida por mais de dois anos e foi recuperada em dez de dezembro de 1913, quando Peruggia foi preso ao tentar entregá-la a um comerciante de antiguidades em Florença. Segundo o historiador de arte Noah Charney, esse foi o primeiro crime artístico a ganhar repercussão internacional.Na época, a pintura não era a mais famosa do mundo. Foi o roubo que a tornou célebre. A ampla cobertura da imprensa fez da obra um ícone cultural. Sua imagem passou a circular em jornais, postais e anúncios, e multidões visitavam o Louvre apenas para ver o espaço vazio onde o quadro costumava estar.Antes do roubo, o museu já possuía obras consagradas, como Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo, mas nenhuma alcançou tamanha popularidade. Quando as notícias sobre o caso se esgotaram, jornais passaram a inventar histórias sobre o retrato, como a de que Da Vinci teria se apaixonado pela modelo.O furto, porém, não exigiu um plano elaborado. O museu tinha pouca segurança, e Peruggia, que havia trabalhado lá, conhecia bem o local. Ele usou seu antigo uniforme e sabia como o quadro estava fixado. Após sua prisão, alegou agir por patriotismo, acreditando que a obra fora roubada da Itália. Na verdade, ela havia sido adquirida pelo rei francês Francisco I no século XVI.As verdadeiras motivações do roubo permanecem incertas. Peruggia não era um especialista em arte e escolheu a Mona Lisa, ao que tudo indica, por seu pequeno tamanho, de fácil transporte. Desde sua recuperação, em 1913, o quadro se tornou um dos maiores símbolos da arte mundial. Milhões de pessoas visitam o Louvre para vê-lo, embora poucos o apreciem de fato.O ladrão foi rapidamente esquecido, especialmente após início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Hoje, é lembrado como uma figura curiosa — um homem que se encantou por uma obra de arte e, apesar do crime, não a danificou.https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced6lny4z3xo.adaptado. Antes do roubo, o museu já possuía obras consagradas, como Vênus de Milo e A Liberdade Guiando o Povo, mas nenhuma alcançou tamanha popularidade. De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que: