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Prova para

IGEDUC — 2025

IGEDUC - 2025 - Prefeitura de São José do Seridó - RN - Agente Administrativo

Médio11 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de São José do Seridó - RN
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado. Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou. Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo". O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos. Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético. Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas. A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações. Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta. Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas. O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses. Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado. Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético. De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado. Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou. Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo". O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos. Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético. Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas. A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações. Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta. Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas. O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses. Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado. O texto apresenta a experiência de Everton Freire em uma entrevista de emprego conduzida por inteligência artificial, revelando percepções pessoais, implicações sociais e questões éticas sobre a presença crescente das máquinas em processos seletivos. O relato individual, somado às análises de especialistas, permite compreender as ambiguidades e os desafios dessa inovação no contexto profissional contemporâneo. Com base na leitura do texto, é CORRETO afirmar que ele evidencia:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

Leia com atenção as proposições a seguir, que tratam de aspectos fonológicos, acentuação gráfica e ortografia da Língua Portuguesa, conforme o Acordo Ortográfico vigente. Em seguida, assinale a alternativa correta. I. Assinalam-se com acento circunflexo, obrigatoriamente, dêmos (1ª pessoa do plural do presente do subjuntivo), para se distinguir da correspondente forma do pretérito perfeito do indicativo (demos); fôrma (substantivo), distinta de forma (substantivo; 3ª pessoa do singular do presente do indicativo ou 2ª pessoa do singular do imperativo do verbo formar). II. Na atividade linguística, o importante para os falantes é o fonema, e não a série de movimentos articulatórios que o determina. Assim sendo, enquanto a análise fonética se preocupa tão somente com a articulação, a fonêmica atenta apenas para o fonema que, reunindo um feixe de traços que o distingue de outro fonema, permite a comunicação linguística. III. Os parênteses assinalam um isolamento sintático e semântico mais completo dentro do enunciado, além de estabelecer maior intimidade entre o autor e o seu leitor. Em geral, a inserção do parêntese é assinalada por uma entonação especial. Está correto o que se afirma em:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

Compreender os comportamentos leitor e escritor e sua relação com a fluência leitora envolve mais do que descrever habilidades técnicas associadas à decodificação ou à produção de textos. Tais comportamentos constituem manifestações discursivas complexas, inseridas em práticas sociais e cognitivas que pressupõem objetivos, interlocuções, gêneros e níveis distintos de apropriação da linguagem. Com base nessas considerações e nas contribuições teóricas dos estudos de letramento, da linguística textual e da psicogênese da língua escrita, pode-se afirmar que: Assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

À luz da morfologia da Língua Portuguesa e das classificações propostas por gramáticos como Evanildo Bechara e Celso Cunha & Lindley Cintra, analise a descrição dos vocábulos destacados nas frases a seguir. Considere os princípios estruturais de formação de palavras, a natureza dos morfemas e a categoria gramatical das unidades léxicas. Em seguida, assinale a alternativa CORRETA, cuja análise está plenamente em consonância com os fundamentos gramaticais consagrados.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

A produção de textos orais e escritos, no campo da Linguística Textual e dos estudos discursivos, não se reduz à concatenação de unidades linguísticas coerentes sob o ponto de vista gramatical. Ela constitui-se como prática social situada, perpassada por escolhas de natureza funcional, ideológica e retórica, que demandam do produtor textual a ativação de múltiplas competências discursivas. Nesse sentido, indique a proposição que está em consonância com uma perspectiva avançada e integrada de produção textual, conforme discutida nos referenciais teóricos contemporâneos.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

No uso da norma culta da língua portuguesa, a colocação dos pronomes oblíquos átonos configura um sistema gramatical que, embora regulado por preceitos normativos, é sensível às condições sintáticas e estilísticas do enunciado. As opções entre próclise, ênclise e mesóclise decorrem não apenas de fatores morfossintáticos, mas também de valores textuais, estilísticos e rítmicos, cujas nuances nem sempre são evidentes à leitura superficial. Diante dessas considerações e com base nas regras de colocação pronominal consagradas pelas gramáticas de referência, analise as proposições a seguir e assinale a alternativa plenamente compatível com os princípios gramaticais prescritos.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

Nas práticas comunicacionais mais formais — como documentos institucionais, textos jornalísticos e pronunciamentos oficiais — espera-se o emprego rigoroso das normas de concordância e regência, tanto verbal quanto nominal. Ainda que, em muitos casos, haja formas alternativas aceitas pela tradição e pelo uso, a gramática normativa estabelece critérios estruturais para a organização desses elementos na oração. Com base nesse cenário e à luz das normas de sintaxe de concordância e regência verbal e nominal, considere as análises abaixo e assinale a alternativa plenamente compatível com os preceitos normativos consagrados.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

À luz das perspectivas estrutural e discursiva da linguagem, compreende-se que fenômenos como sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia, polissemia e ambiguidade expressam a natureza dinâmica e relacional do léxico, no qual os sentidos se constroem em redes de oposição, semelhança e variação contextual. Assim, o significado não é estático nem absoluto, mas dependente do uso, da intencionalidade comunicativa e das condições de enunciação que o atualizam. Nesse contexto analítico e interpretativo, é correto afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de São José do Seridó - RN

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Como é fazer entrevista de emprego com uma inteligência artificial: tempo foi otimizado, mas desumaniza O economista Everton Freire, de 33 anos, havia preenchido dezenas de formulários em busca de trabalho quando finalmente recebeu um e-mail positivo: fora selecionado para a segunda etapa de um processo seletivo em uma empresa de educação na área da saúde. Surpreendeu-se ao saber que seria entrevistado por uma inteligência artificial — experiência inédita entre as vagas às quais havia se candidatado. Esse tipo de tecnologia vem sendo adotado por empresas brasileiras de vários portes. No caso de Freire, as instruções chegaram por WhatsApp, e suas respostas deveriam ser enviadas em áudio. O sistema reagia de forma imediata, adaptando as perguntas às respostas. Após poucas interações, a entrevista terminou com um retorno positivo: ele se encaixava no perfil da vaga. O processo, porém, não avançou. Freire relata ter sentido curiosidade e estranhamento. Achou impessoal falar com uma máquina, especialmente em uma empresa da área da saúde. Depois reconheceu que o tempo fora otimizado e que, ao menos, obteve um retorno rápido. Hoje, já empregado, avalia que a tecnologia beneficia mais as empresas do que os candidatos: "é eficiente, mas desumaniza o processo". O uso de IA em processos seletivos não é novo, mas se expandiu com a IA generativa, como o ChatGPT. Segundo a professora Humberta Silva, da Hochschule Bremen, o grande volume de candidaturas em plataformas como o LinkedIn levou empresas a recorrerem à automação. A pandemia acelerou esse movimento, com chatbots, entrevistas avaliadas por algoritmos e rankings automáticos. Especialistas apontam vantagens como escalabilidade, padronização e redução de vieses. Edison Audi Kalaf, professor do Insper, afirma que o impacto da IA pode superar o da internet no início dos anos 2000, desde que usada de modo ético. Startups brasileiras já oferecem esse tipo de serviço, defendendo ganhos de tempo e custo. Patrick Gouy, da Recrut.AI, ressalta que seria inviável analisar milhares de currículos sem apoio tecnológico. Christian Pedrosa, da DigAI, diz que o modelo reduz vieses, e Augusto Salomon, da Starmind, afirma que a IA tende a julgar menos que humanos. Para Pamela Borges, da Coploy, a tecnologia não substitui o recrutador, mas libera o profissional para tarefas mais estratégicas. A tese de doutorado de Humberta Silva, na FEA-USP, conclui que as vantagens da IA ainda não superam os efeitos negativos, como a exigência de palavras-chave, o acesso desigual à internet e a falta de transparência sobre o uso da tecnologia. O desequilíbrio de poder entre empresas e candidatos também aumenta, pois as corporações dispõem de mais informações. Em testes feitos pela BBC News Brasil, as entrevistas conduzidas por IA destacaram a valorização de termos técnicos e avaliações automáticas pouco contextualizadas. Em um caso, um candidato foi penalizado por não citar "SEO", exigência apenas opcional. Em outro, as respostas foram criticadas por motivos sem relação com a pergunta. Em um experimento, jornalistas responderam a uma entrevista com textos criados pelo ChatGPT, adaptados para soar naturais. O desempenho foi bem avaliado, mas o sistema registrou suspeita de leitura das respostas. O uso de IA em recrutamentos exige cautela jurídica. O advogado Rafael Bispo de Filippis, do escritório Mattos Filho, explica que, mesmo sem legislação específica, continuam válidas as regras contra discriminação. Se o algoritmo agir de forma enviesada, o candidato pode buscar indenização. O projeto de lei aprovado no Senado em 2024, ainda em análise na Câmara, prevê transparência, direito à informação e correção de vieses. Filippis recomenda que empresas mantenham contratos claros com os fornecedores de IA e arquivem as entrevistas, garantindo meios de defesa em caso de litígio. Candidatos podem solicitar acesso a seus dados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ainda cercado de desafios éticos e humanos, o uso da inteligência artificial em entrevistas tende a se consolidar. Para as empresas, representa eficiência; para candidatos como Everton Freire, lembra que, mesmo com ganhos de tempo, nada substitui o olhar humano no processo de seleção. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cewyng440vro.adaptado. O texto discute o uso crescente da inteligência artificial em entrevistas de emprego, destacando tanto os ganhos de eficiência quanto as preocupações éticas e jurídicas que acompanham a automação de processos seletivos. Ao reunir relatos de candidatos, opiniões de especialistas e considerações legais, a narrativa propõe uma reflexão sobre os limites da tecnologia quando aplicada a contextos humanos e decisórios. Com base nas ideias apresentadas, é CORRETO afirmar que o texto defende: