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Prova para

IGEDUC — 2026

IGEDUC - 2026 - Prefeitura de Arcoverde - PE - Professor de Língua Portuguesa

Médio9 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de Arcoverde - PE
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

As regras de acentuação gráfica da língua portuguesa relacionam-se diretamente à posição da sílaba tônica e às terminações das palavras, abrangendo oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, além das alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico. Analise atentamente as afirmativas a seguir, todas contendo mais de uma palavra acentuada, e identifique aquelas em que a acentuação está correta em todas as ocorrências, conforme as normas vigentes. I. O herói atravessou o mausoléu após a cerimônia e recebeu os parabéns dos fieis. II. O fórum discutiu o caráter do réu, mas o voo atrasado causou tensão no júri. III. A lâmpada elétrica caiu sobre o sofá antigo e quebrou o espelho do comodo. IV. Os ideais europeus influenciaram a assembleia, que analisou o enjôo coletivo. Assinale a alternativa que indica em qual afirmativa a acentuação está CORRETA em todas as ocorrências:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

Considerando as regras de acentuação da norma padrão da Língua Portuguesa, analise atentamente as afirmativas a seguir e identifique aquela em que há erro no emprego do acento gráfico.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

Considerando que a norma culta da língua portuguesa exige que o verbo esteja ajustado ao termo que funciona como sujeito, assinale a alternativa em que a concordância verbal está empregada de forma CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

Analise a oração de referência a seguir e identifique o ponto em que ocorre erro de concordância: Belas inteligência e dedicação marcaram a trajetória da pesquisadora. Assinale a alternativa que indica corretamente o erro de concordância presente na oração.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

A concordância nominal apresenta casos específicos que exigem atenção. Analise as afirmativas a seguir: I. Ela comprou blusa e saia elegante. II. Permaneceu fechado a porta e a janela durante a noite. III. Ele gosta das disciplinas matemática e física. IV. Ele estudou a língua inglesa e alemã. Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE em quais afirmativas há erro de concordância:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza Ao apresentar a diversidade de materiais utilizados nas primeiras árvores artificiais, o texto evidencia um período de experimentação intensa, no qual ainda não havia um padrão consolidado para esse objeto decorativo. O que essa variedade de materiais revela sobre o estágio inicial de desenvolvimento das árvores de Natal artificiais?

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza Ao reconstruir a origem das árvores de Natal artificiais, o texto indica que sua criação não foi apenas resultado de inventividade técnica, mas também de um contexto histórico específico. Essa combinação de fatores ajuda a compreender por que esse objeto se consolidou culturalmente. Qual circunstância histórica foi decisiva para o surgimento das primeiras árvores de Natal artificiais, conforme apresentado no texto?

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza Além das questões ambientais, o texto destaca preocupações relacionadas à segurança doméstica que impulsionaram inovações no design das árvores natalinas. Essas preocupações influenciaram tanto a opinião pública quanto o trabalho de inventores. De acordo com o texto, que fator contribuiu para reforçar a aceitação social das árvores artificiais no final do século XIX?

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza A consolidação das árvores artificiais no mercado, conforme relatado no texto, não se deveu apenas à inovação tecnológica, mas também à leitura precisa do contexto histórico e cultural de consumo. Qual combinação de fatores explica o sucesso de Si Spiegel na popularização das árvores de Natal artificiais?