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Prova para

IGEDUC — 2026

IGEDUC - 2026 - Prefeitura de Riacho das Almas - PE - Controlador

Médio9 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
Prefeitura de Riacho das Almas - PE
Banca:
IGEDUC

Questões da prova

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

Por que estudo citado por 25 anos para defender agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology and Pharmacology. O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo, incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado especialmente à produção de soja transgênica, o herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o maior produtor do grão no mundo, superando os Estados Unidos. Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação, Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se em vários problemas críticos considerados suficientes para comprometer a integridade acadêmica deste artigo e de suas conclusões". Entre os problemas encontrados, está a participação de funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal produtora histórica do glifosato, comercializado sob a marca Roundup. O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000, teve impacto significativo nas decisões regulatórias relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas, segundo a própria revista científica. " As preocupações tornam necessária esta retratação para preservar a integridade científica da revista", escreveu o editor van den Berg. "A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup", continua. O comunicado afirma ainda que processos na Justiça mostraram que os autores podem ter recebido compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no artigo, o que não foi declarado. O editor disse que entrou em contato com o único autor do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre as acusações, mas não obteve resposta. Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de 2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente divulgado na seção de agradecimentos". No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de que ele podia continuar sendo permitido no país, já que não havia evidências científicas de que ele cause câncer, mutações ou má formação em fetos. Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação em 2026, após uma ação judicial movida por organizações ambientalistas, de segurança alimentar e de defesa de trabalhadores rurais. A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por mais 10 anos em novembro de 2023. As renovações contrastam com o que concluiu a Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em centenas de pesquisas, a agência apontou que o glifosato era "provavelmente cancerígeno" para humanos. Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em 2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que contêm glifosato da empresa. O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com glifosato causam câncer a ir a julgamento. Segundo o New York Times, desde então, a Bayer pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos. Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o produto. https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko "O editor disse que entrou em contato com o único autor do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre as acusações, mas não obteve resposta." Analise os vocábulos empregados no trecho quanto à classe gramatical e marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas. (__) O vocábulo 'vivo' é um adjetivo que indica literalmente que o autor ainda está com vida, funcionando no sentido denotativo. (__) O vocábulo 'mas' é uma conjunção, geralmente empregada como coordenativa adversativa, entretanto, no contexto, expressa adição de ideias. (__) O termo 'lo' é uma forma pronominal que foi empregada para substituir 'editor', empregado no início do trecho. (__) A forma 'obteve' refere-se ao verbo 'obter', conjugado no pretérito perfeito do indicativo. A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo. No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025. O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde. Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal. Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença. Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde. O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo. Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes. A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo. No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno. A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis. Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões. Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go "A Organização Mundial da Saúde emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo." Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo. No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025. O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde. Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal. Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença. Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde. O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo. Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes. A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo. No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno. A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis. Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões. Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go "No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação." Identifique a alternativa que apresenta uma afirmativa CORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo. No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025. O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde. Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal. Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença. Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde. O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo. Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes. A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo. No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno. A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis. Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões. Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go "O termo 'gripe K' tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo." Analise as reescritas a seguir e identifique aquela que NÃO preserva o sentido originalmente atribuído pelo autor.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros. Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente. "Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi." As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões. Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças. As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise. Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda. "Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro. Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor. "E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor." Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras. Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis. Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos. Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022. Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos. Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro? https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o "A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro." A partir do trecho, analise as afirmativas: I. O aumento da temperatura afeta diversas condições neurológicas. II. As mudanças climáticas têm efeitos diretos sobre a saúde humana, especialmente o cérebro. III. A pesquisa de Sisodiya é relevante e reconhecida. IV. Sanjay Sisodiya é o único pesquisador que estuda os impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro. É CORRETO o que se afirma em:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros. Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente. "Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi." As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões. Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças. As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise. Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda. "Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro. Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor. "E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor." Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras. Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis. Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos. Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022. Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos. Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro? https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o "Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas: I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'. II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra. III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona. IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico. É CORRETO o que se afirma em:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Cadê o rio que estava aqui? Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As principais características do semiárido são poucas chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro. Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são exclusivamente de água doce, secam de tempos em tempos e só têm água corrente na superfície na estação chuvosa, período no qual podem apresentar volumes abundantes. Quando secam, esses rios formam poças de diferentes tamanhos, que podem ou não estar distantes uma das outras. Essas poças podem permanecer com água ou secar completamente e, quando secam, se tornam um espaço com solo rachado. A duração das fases de cheia ou seca dos rios intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O mais importante é saber que a diversidade de organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito bem com essas transformações radicais da natureza. https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/ "... período no qual podem apresentar volumes abundantes." Identifique a alternativa que apresenta uma substituição para o vocábulo 'abundante' de forma INCORRETA.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Cadê o rio que estava aqui? Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As principais características do semiárido são poucas chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro. Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são exclusivamente de água doce, secam de tempos em tempos e só têm água corrente na superfície na estação chuvosa, período no qual podem apresentar volumes abundantes. Quando secam, esses rios formam poças de diferentes tamanhos, que podem ou não estar distantes uma das outras. Essas poças podem permanecer com água ou secar completamente e, quando secam, se tornam um espaço com solo rachado. A duração das fases de cheia ou seca dos rios intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O mais importante é saber que a diversidade de organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito bem com essas transformações radicais da natureza. https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/ Em determinados períodos, os rios intermitentes secam. Identifique a alternativa CORRETA que apresenta o que pode acontecer com o leito do rio.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Cadê o rio que estava aqui? Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As principais características do semiárido são poucas chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro. Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são exclusivamente de água doce, secam de tempos em tempos e só têm água corrente na superfície na estação chuvosa, período no qual podem apresentar volumes abundantes. Quando secam, esses rios formam poças de diferentes tamanhos, que podem ou não estar distantes uma das outras. Essas poças podem permanecer com água ou secar completamente e, quando secam, se tornam um espaço com solo rachado. A duração das fases de cheia ou seca dos rios intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O mais importante é saber que a diversidade de organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito bem com essas transformações radicais da natureza. https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/ "Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado." Identifique a alternativa que apresenta, de forma CORRETA, o motivo de os rios intermitentes serem comuns no semiárido brasileiro.