Ano: 2016 · Banca: INSTITUTO AOCP · Cargo: Engenheiro de Segurança do Trabalho (CH-UFPA) · Concurso: EBSERH
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O excerto “[...] um novo projeto de sociedade no qual o bem de todos esteja realmente em vista. [...]” pode ser reescrito, sem gerar prejuízos semânticos e morfossintáticos, da seguinte maneira:
A “[...] um novo projeto de sociedade cujo o bem de todos esteja realmente em vista. [...]” B “[...] um novo projeto de sociedade em que o bem de todos esteja realmente em vista. [...]” C “[...] um novo projeto de sociedade cujo o qual o bem de todos esteja realmente em vista. [...]” D “[...] um novo projeto de sociedade sobre cujo o bem de todos esteja realmente em vista. [...]” E “[...] um novo projeto de sociedade aonde o bem de todos esteja realmente em vista. [...]” Responder Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erroAno: 2016 · Banca: INSTITUTO AOCP · Cargo: Engenheiro de Segurança do Trabalho (CH-UFPA) · Concurso: EBSERH
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Em “[...] Cheios de esperança, alguns com certa empáfia, exigimos ou reclamamos da falta de ética, mas não sabemos exatamente o que queremos dizer com isso. [...]”, o vocábulo “empáfia” poderia ser substituído, sem causar alteração de sentido, por
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Em “[...] A passagem das emoções indignadas para a elaboração de uma sensibilidade elaborada que possa sustentar a ação boa e justa é o que está em jogo [...]”,
A o verbo “é” pode ser colocado no plural para concordar com o sujeito “emoções”. Assim, a frase ficaria: “[...] A passagem das emoções indignadas para a elaboração de uma sensibilidade elaborada que possa sustentar a ação boa e justa são o que está em jogo. [...]” B tem-se um período composto formado pela oração principal “A passagem das emoções indignadas para a elaboração de uma sensibilidade elaborada é o que está em jogo.” e pela oração subordinada “que possa sustentar a ação boa e justa”. C o termo “elaborada” poderia estar no plural para concordar com “emoções” e “sensibilidade”. Assim, a frase ficaria: “[...] A passagem das emoções indignadas para a elaboração de uma sensibilidade elaboradas que possa sustentar a ação boa e justa é o que está em jogo. [...]” D os termos “passagem”, “indignadas”, “elaboração” e “sensibilidade” são adjuntos adnominais do núcleo do sujeito “emoções”. E o sujeito da oração “que possa sustentar a ação boa e justa” é “a passagem das emoções indignadas”. Responder Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erroAno: 2016 · Banca: INSTITUTO AOCP · Cargo: Engenheiro de Segurança do Trabalho (CH-UFPA) · Concurso: EBSERH
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Assinale a alternativa correta.
A O vocábulo “ética” recebe acento por seguir as mesmas regras de acentuação de “violência”, “empáfia” e “política”. B Os vocábulos “sensíveis”, “diálogo” e “ignorância” recebem acento por seguirem as mesmas regras de acentuação. C Os vocábulos “possível” e “códigos” têm a acentuação justificada pelo fato de que ambos são terminados em uma sílaba constituída por consoante-vogal-consoante. D O vocábulo “urgência”, recebe acento por seguir as mesmas regras de acentuação de “princípio”, “miséria” e “convívio”. E Os vocábulos “indignação”, “conteúdo” e “ninguém” são acentuados porque a sílaba tônica apresenta uma vogal nasal. Responder Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erroAno: 2016 · Banca: INSTITUTO AOCP · Cargo: Engenheiro de Segurança do Trabalho (CH-UFPA) · Concurso: EBSERH
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Assinale a alternativa correta.
A Em “[...] E isso não é opinião de ignorantes [...]”, o sujeito é simples, cujo núcleo é formado pelo pronome “isso”. B Em “[...] esperamos que os cultos, os intelectuais, os professores, os jornalistas, todos os que constroem a opinião pública, tragam respostas [...]”, o termo em destaque é complemento nominal dos elementos que o antecedem. C Em “[...] Falamos sobre ética em tom de clamor por salvação. [...]”, o sujeito é indeterminado. D Em “[...] evitam a profundidade da questão [...]”, a expressão em destaque é predicativo do sujeito. E Em “[...] é preciso diálogo [...]”, o termo “diálogo” é um objeto direto que complementa o termo “preciso”. Responder Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erroAno: 2016 · Banca: INSTITUTO AOCP · Cargo: Engenheiro de Segurança do Trabalho (CH-UFPA) · Concurso: EBSERH
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Assinale a alternativa correta.
A Em “[...] E isso não é opinião de ignorantes que não frequentaram escola alguma, mas de muitos ditos ‘cultos’ e ‘inteligentes’ [...]”, as aspas em “cultos” e “inteligentes” foram utilizadas para marcar uma ironia. B Em “[...] O que falta na abordagem sobre ética é justamente o que nos levaria a sermos éticos. [...]”, há um eufemismo, marcado pelo termo “justamente”. C Em “[...] Ninguém é ético só porque quer parecer ético. [...]”, há hipérbole, marcada pelo termo “só”. D Em “[...] a urgência que se tornou essencial hoje – e que por isso mesmo, por ser essencial, muitos não percebem – é tratar a ética como um trabalho da lucidez [...]”, os travessões são utilizados para marcar uma metáfora. E Em “[...] A felicidade de que se trata é a ‘felicidade política’, ou seja, a vida justa e boa no universo público. [...]”, o termo “vida justa e boa” marca uma antítese. Responder Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erroAno: 2016 · Banca: INSTITUTO AOCP · Cargo: Engenheiro de Segurança do Trabalho (CH-UFPA) · Concurso: EBSERH
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Assinale a alternativa correta.
A Em “[...] Falta, para se chegar a isso [...]”, poderia haver crase antes da palavra “isso”, uma vez que, pela regência, o verbo “chegar” exige a preposição “a”. B Em “[...] emoções em relação à política, à miséria ou à violência[...]”, o uso da crase é facultativo porque os termos “política”, “miséria” e “violência” estão em sequência. C Em “[...] ela diz respeito à relação entre um ‘eu’ e um ‘tu’ [...]”, o uso da crase se justifica porque o termo regente “respeito” exige preposição “a” e o termo regido “relação” é um substantivo feminino que pode ser antecedido pelo artigo “a”. D Em “[...] uma sensibilidade que possa dar sentido à felicidade [...]”, o uso da crase se justifica pela regência do verbo “possa”. E Em “[...] o que nos levaria a sermos éticos [...]”, poderia haver o emprego da crase antes do verbo “sermos”, já que antes de verbos o uso da crase é facultativo. Responder Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erro