Prova para
AOCP — 2026 — Companhia de Saneamento Municipal - CESAMA
Agente de saneamento – oficial de serviços e obras CESAMA - 2026
- Concurso:
- CESAMA
- Instituição:
- Companhia de Saneamento Municipal - CESAMA
- Banca:
- AOCP
- Cargo:
- Oficial de Serviço
Questões da prova
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Para sinalizar uma manutenção na rede de água na rua, um agente organiza cones em uma sequência lógica repetitiva de cores: Azul, Amarelo, Laranja, Azul, Amarelo, Laranja... Se ele continuar seguindo rigorosamente esse mesmo padrão, a cor do 14º cone colocado na via será
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Em um dia de manutenção programada na sede da Cesama, 25 prestadores fizeram apenas serviços de alvenaria, 18 fizeram apenas serviços de pintura e 5 fizeram os dois tipos de serviço (alvenaria e pintura). Quantos prestadores trabalharam nesse dia?
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Um agente de saneamento, responsável por monitorar o painel digital de chamados, observa que as senhas de atendimento geradas pelo sistema seguem o seguinte padrão alfanumérico estrito: A10, D13, G16, J19... Se o padrão continuar avançando sem interrupções, a próxima senha de atendimento gerada pelo sistema será
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Um oficial de serviços da Cesama anotou em seu relatório diário uma sequência de palavras que representam materiais utilizados nas obras: CANO – LUVA – TUBO – COLA – ? Seguindo o mesmo padrão lógico de formação das palavras anteriores, qual palavra deve estar no lugar da interrogação?
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Ao organizar as prateleiras de tubos de conexões em uma garagem, um funcionário estabeleceu uma paginação de controle de estoque que segue esta sequência numérica: 3, 7, 15, 31, 63... Seguindo essa mesma lógica matemática de formação, o próximo número da sequência será
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Texto associado: "Transbordando memórias (Maria Luiza Glovacki) Cercando a cidade há um rio. Um rio que pode ser pacífico mas também agressivo. Um rio que pode continuar sereno e calmo mas também em confusão, destruindo casas, rotinas, e, em alguns casos mais graves, a vida. O rio enche, e enchendo, leva tudo. Enchendo, entra nas casas e força pessoas a saírem. O rio subiu. Encheu tanto que transbordou. Tanto que me tirou da minha infância, das brincadeiras, memórias e da dor de sair toda vez que o rio enche. E, dessa vez, o rio encheu e eu não volto mais. Não volto mais. Tudo muda. Não mais sentirei a espuma velha daquele sofá confortável onde tomava chocolate quente quando fazia frio, não irei sentir o cheiro daquele jardim florido em que minhas cachorras insistiam em cavar buracos, ou até mesmo não ouvirei as pessoas andando de madrugada nas ruas em minhas noites mal dormidas, ou o gosto do suco dos morangos lá plantados. Nada disso eu consegui segurar. Nada disso o rio me deixou segurar. Tudo mudou. E eu não volto mais, porque o rio, entre todas as coisas que podiam transbordar, transbordou. E ele decidiu que sair daquele lar foi preciso. Inevitavelmente, hora ou outra sairia, sonho de gerações ao deixar isso para trás. Mas o rio decide. E decidiu que a escolha deveria ser tomada agora. Esse rio transbordado me tirou de muitas coisas. Tudo desapareceu como uma onda inundando meu ser, fluindo minha vida como uma pequena nascente, na poesia ardente que é viver. Pois agora não mais voltarei. Não mais terei que passar pelo sofrimento do rio transbordado. O rio transbordou. E eu também transbordei." No trecho "O rio enche, e enchendo, leva tudo.", a expressão "leva tudo" indica que o rio
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Texto associado: "Transbordando memórias (Maria Luiza Glovacki) Cercando a cidade há um rio. Um rio que pode ser pacífico mas também agressivo. Um rio que pode continuar sereno e calmo mas também em confusão, destruindo casas, rotinas, e, em alguns casos mais graves, a vida. O rio enche, e enchendo, leva tudo. Enchendo, entra nas casas e força pessoas a saírem. O rio subiu. Encheu tanto que transbordou. Tanto que me tirou da minha infância, das brincadeiras, memórias e da dor de sair toda vez que o rio enche. E, dessa vez, o rio encheu e eu não volto mais. Não volto mais. Tudo muda. Não mais sentirei a espuma velha daquele sofá confortável onde tomava chocolate quente quando fazia frio, não irei sentir o cheiro daquele jardim florido em que minhas cachorras insistiam em cavar buracos, ou até mesmo não ouvirei as pessoas andando de madrugada nas ruas em minhas noites mal dormidas, ou o gosto do suco dos morangos lá plantados. Nada disso eu consegui segurar. Nada disso o rio me deixou segurar. Tudo mudou. E eu não volto mais, porque o rio, entre todas as coisas que podiam transbordar, transbordou. E ele decidiu que sair daquele lar foi preciso. Inevitavelmente, hora ou outra sairia, sonho de gerações ao deixar isso para trás. Mas o rio decide. E decidiu que a escolha deveria ser tomada agora. Esse rio transbordado me tirou de muitas coisas. Tudo desapareceu como uma onda inundando meu ser, fluindo minha vida como uma pequena nascente, na poesia ardente que é viver. Pois agora não mais voltarei. Não mais terei que passar pelo sofrimento do rio transbordado. O rio transbordou. E eu também transbordei." No trecho "E eu não volto mais, porque o rio [...] transbordou.", a oração em destaque indica o sentido de
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Texto associado: "Transbordando memórias (Maria Luiza Glovacki) Cercando a cidade há um rio. Um rio que pode ser pacífico mas também agressivo. Um rio que pode continuar sereno e calmo mas também em confusão, destruindo casas, rotinas, e, em alguns casos mais graves, a vida. O rio enche, e enchendo, leva tudo. Enchendo, entra nas casas e força pessoas a saírem. O rio subiu. Encheu tanto que transbordou. Tanto que me tirou da minha infância, das brincadeiras, memórias e da dor de sair toda vez que o rio enche. E, dessa vez, o rio encheu e eu não volto mais. Não volto mais. Tudo muda. Não mais sentirei a espuma velha daquele sofá confortável onde tomava chocolate quente quando fazia frio, não irei sentir o cheiro daquele jardim florido em que minhas cachorras insistiam em cavar buracos, ou até mesmo não ouvirei as pessoas andando de madrugada nas ruas em minhas noites mal dormidas, ou o gosto do suco dos morangos lá plantados. Nada disso eu consegui segurar. Nada disso o rio me deixou segurar. Tudo mudou. E eu não volto mais, porque o rio, entre todas as coisas que podiam transbordar, transbordou. E ele decidiu que sair daquele lar foi preciso. Inevitavelmente, hora ou outra sairia, sonho de gerações ao deixar isso para trás. Mas o rio decide. E decidiu que a escolha deveria ser tomada agora. Esse rio transbordado me tirou de muitas coisas. Tudo desapareceu como uma onda inundando meu ser, fluindo minha vida como uma pequena nascente, na poesia ardente que é viver. Pois agora não mais voltarei. Não mais terei que passar pelo sofrimento do rio transbordado. O rio transbordou. E eu também transbordei." No texto de apoio apresentado, predomina a tipologia textual
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Texto associado: "Transbordando memórias (Maria Luiza Glovacki) Cercando a cidade há um rio. Um rio que pode ser pacífico mas também agressivo. Um rio que pode continuar sereno e calmo mas também em confusão, destruindo casas, rotinas, e, em alguns casos mais graves, a vida. O rio enche, e enchendo, leva tudo. Enchendo, entra nas casas e força pessoas a saírem. O rio subiu. Encheu tanto que transbordou. Tanto que me tirou da minha infância, das brincadeiras, memórias e da dor de sair toda vez que o rio enche. E, dessa vez, o rio encheu e eu não volto mais. Não volto mais. Tudo muda. Não mais sentirei a espuma velha daquele sofá confortável onde tomava chocolate quente quando fazia frio, não irei sentir o cheiro daquele jardim florido em que minhas cachorras insistiam em cavar buracos, ou até mesmo não ouvirei as pessoas andando de madrugada nas ruas em minhas noites mal dormidas, ou o gosto do suco dos morangos lá plantados. Nada disso eu consegui segurar. Nada disso o rio me deixou segurar. Tudo mudou. E eu não volto mais, porque o rio, entre todas as coisas que podiam transbordar, transbordou. E ele decidiu que sair daquele lar foi preciso. Inevitavelmente, hora ou outra sairia, sonho de gerações ao deixar isso para trás. Mas o rio decide. E decidiu que a escolha deveria ser tomada agora. Esse rio transbordado me tirou de muitas coisas. Tudo desapareceu como uma onda inundando meu ser, fluindo minha vida como uma pequena nascente, na poesia ardente que é viver. Pois agora não mais voltarei. Não mais terei que passar pelo sofrimento do rio transbordado. O rio transbordou. E eu também transbordei." Em "[...] entre todas as coisas que podiam transbordar, transbordou.", o termo em destaque retoma "todas as coisas", expressão mencionada anteriormente. Nesse sentido, assinale a alternativa na qual o "que" em destaque NÃO retoma um termo ou uma expressão já mencionado(a).
Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA
Texto associado: "Transbordando memórias (Maria Luiza Glovacki) Cercando a cidade há um rio. Um rio que pode ser pacífico mas também agressivo. Um rio que pode continuar sereno e calmo mas também em confusão, destruindo casas, rotinas, e, em alguns casos mais graves, a vida. O rio enche, e enchendo, leva tudo. Enchendo, entra nas casas e força pessoas a saírem. O rio subiu. Encheu tanto que transbordou. Tanto que me tirou da minha infância, das brincadeiras, memórias e da dor de sair toda vez que o rio enche. E, dessa vez, o rio encheu e eu não volto mais. Não volto mais. Tudo muda. Não mais sentirei a espuma velha daquele sofá confortável onde tomava chocolate quente quando fazia frio, não irei sentir o cheiro daquele jardim florido em que minhas cachorras insistiam em cavar buracos, ou até mesmo não ouvirei as pessoas andando de madrugada nas ruas em minhas noites mal dormidas, ou o gosto do suco dos morangos lá plantados. Nada disso eu consegui segurar. Nada disso o rio me deixou segurar. Tudo mudou. E eu não volto mais, porque o rio, entre todas as coisas que podiam transbordar, transbordou. E ele decidiu que sair daquele lar foi preciso. Inevitavelmente, hora ou outra sairia, sonho de gerações ao deixar isso para trás. Mas o rio decide. E decidiu que a escolha deveria ser tomada agora. Esse rio transbordado me tirou de muitas coisas. Tudo desapareceu como uma onda inundando meu ser, fluindo minha vida como uma pequena nascente, na poesia ardente que é viver. Pois agora não mais voltarei. Não mais terei que passar pelo sofrimento do rio transbordado. O rio transbordou. E eu também transbordei." No terceiro parágrafo, as afirmações "Tudo muda" e "Tudo mudou" reforçam a ideia de