Em uma escola pública, um professor de arte estrutura uma sequência didática a partir de um projeto intitulado “Identidade, corpo e arte”. A proposta articula práticas de artes visuais, dança e performance, mobilizando referências do cotidiano dos estudantes, repertórios midiáticos e produções artísticas contemporâneas. O docente organiza o percurso em três momentos:
(1) experimentação sensível e produção coletiva;
(2) problematização crítica de imagens e gestos à luz de seus contextos socioculturais;
(3) sistematização conceitual mediada por discussões e registros reflexivos.
Durante o processo, ele medeia a aula, evita a centralidade da cópia técnica e promove situações nas quais os estudantes negociam sentidos, linguagens e modos de apresentação.
À luz das tendências pedagógicas e das abordagens metodológicas no ensino de arte, a prática descrita pode ser definida como
Uma professora propõe uma sequência didática que articula as unidades temáticas de artes visuais e dança, seleciona objetos de conhecimento relacionados à criação, à apreciação e à contextualização, e define habilidades que envolvem experimentação, análise crítica e produção autoral. Durante o desenvolvimento, propõe atividades que integram leitura de imagens, práticas corporais e discussões sobre repertórios culturais dos estudantes, mantendo coerência entre objetivos, conteúdos e processos avaliativos.
Considerando a proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o componente arte, é correto afirmar que, na prática descrita, se verifica
Uma professora organiza uma sequência didática a partir da análise de uma obra de Tarsila do Amaral. No primeiro momento, propõe a leitura coletiva da imagem, estimulando interpretações, repertórios e relações com o contexto histórico do modernismo brasileiro. Em seguida, apresenta referências críticas sobre o movimento antropofágico e suas implicações culturais. Por fim, os estudantes desenvolvem produções autorais que dialogam com os elementos formais e conceituais discutidos, incorporando referências contemporâneas de seus próprios contextos. Todo o processo é acompanhado por registros reflexivos e debates mediados.
Considerando pressupostos teóricos e metodológicos para o ensino de arte, assinale a alternativa correta em relação à prática descrita.
A respeito da arte na pré-história, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As pinturas rupestres eram produzidas com pigmentos naturais, como sangue, carvão e argila, extraídos do próprio ambiente dos grupos pré-históricos.
II. O sítio arqueológico da Serra da Capivara, localizado no Piauí, é um importante exemplo de arte rupestre encontrada no território brasileiro.
III. Como o ser humano desenvolve a agricultura, domestica os animais e passa a ser sedentário, a produção estética do período paleolítico torna-se mais esquemática e simbólica, retratando também temas relacionados ao cotidiano.
IV. A arte pré-histórica desenvolveu-se no continente europeu, não havendo registros de pinturas rupestres ou outras manifestações artísticas em outros continentes.
Uma professora de arte organiza um percurso avaliativo que se organiza da seguinte forma: no início, ela aplica uma atividade diagnóstica; durante o processo, utiliza portfólios, comentários escritos nas produções e momentos de apreciação coletiva; ao final, solicita que os estudantes revisitem seus trabalhos iniciais e elaborem uma autoavaliação comparativa, considerando critérios previamente apresentados. A nota final resulta da combinação entre esses diferentes instrumentos, articulados ao longo do tempo.
Tendo em vista as concepções contemporâneas de avaliação no ensino de arte, em relação à prática descrita, é correto afirmar que