A Ventilação Não Invasiva (VNI) é amplamente utilizada em casos de insuficiência respiratória, mas apresenta contraindicações específicas que devem ser consideradas antes de sua indicação. Qual das situações abaixo NÃO é uma contraindicação ao uso da VNI?
A silicose, causada pela exposição prolongada a partículas de sílica, está associada a diversas condições pulmonares e extrapulmonares. Sobre essas associações, assinale a alternativa INCORRETA:
As bronquiectasias não relacionadas à fibrose cística exigem uma abordagem multidisciplinar para o manejo adequado. Com base no consenso da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), assinale a alternativa INCORRETA:
O transplante de pulmão é uma opção terapêutica para pacientes com doenças pulmonares avançadas. Contudo, algumas condições são contraindicações ao procedimento. Qual das alternativas abaixo NÃO representa uma contraindicação ao transplante pulmonar?
Paciente de 62 anos, masculino, hipertenso e ex-tabagista (40 anos-maço), foi internado por pneumonia grave associada à sepse. Evoluiu com insuficiência respiratória aguda e foi intubado, com diagnóstico de SARA grave (PaO₂/FiO₂ = 80 mmHg com FiO₂ de 0,9). Foi iniciada ventilação protetora (volume corrente de 6 mL/kg de peso predito, PEEP de 14 cmH₂O) e sedação profunda. Após 48 horas, o paciente mantém hipoxemia grave (PaO₂/FiO₂ = 72 mmHg), acidose respiratória (pH = 7,22, PaCO₂ = 65 mmHg), distensão abdominal importante e pressão de platô = 32 cmH₂O. A ultrassonografia pulmonar revela áreas de consolidação extensas nos lobos inferiores. Qual seria a conduta mais adequada neste caso?
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma condição respiratória frequentemente diagnosticada em pacientes tabagistas ou ex-tabagistas. Sobre os critérios para diagnóstico da DPOC, qual alternativa está CORRETA?
Paciente de 63 anos, portador de DPOC em estágio avançado, apresenta exacerbações frequentes e internações hospitalares recorrentes. Está em uso de LAMA e LABA, sem uso prévio de corticoides inalatórios. O exame de sangue revelou eosinófilos periféricos = 350 células/μL. Qual a próxima intervenção mais adequada?
Caso clínico: Mulher de 73 anos, tabagista, portadora de DPOC, é internada com diagnóstico de exacerbação infecciosa. Recebe oxigênio suplementar por cateter nasal. Gasometria arterial: pH 7,31, PaCO2 55 mmHg, PaO2 65 mmHg. Após 2 horas, apresenta sonolência e piora do desconforto respiratório. Qual o próximo passo mais adequado?
Caso clínico: homem de 27 anos, sem comorbidades conhecidas, apresenta dor torácica súbita e dispneia. No exame físico, murmúrio vesicular está abolido no hemitórax direito. Ultrassonografia pulmonar revela ausência do deslizamento pleural e presença do “sinal da estratosfera” no lado direito. Qual é a conduta inicial?