Ano: 2024 · Banca: UPENET/IAUPE · Cargo: Residência Médica - Ortopedia/Traumatologia · Concurso: SES-PE
Em relação às vias de acesso para o tratamento cirúrgico das fraturas de acetábulo, assinale a alternativa INCORRETA.
A O nervo ciático se localiza dorsalmente aos rotadores curtos do quadril na via de kocher-langenback. B O nervo ciático se localiza dorsalmente ao piriforme, na maioria das vezes, na via de kocher-langenback. C No acesso ilioingunial, a lacuna vasorum e a lacuna musculorum são separadas pela fáscia iliopectínea. D Apesar de o acesso ilioinguinal ser anterior, pode haver lesão do nervo ciático. E A origem anômala da artéria obturatória, vista no acesso iliongunial, é conhecida como corona mortis. Responder
Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erroAno: 2024 · Banca: UPENET/IAUPE · Cargo: Residência Médica - Ortopedia/Traumatologia · Concurso: SES-PE
Em relação às fraturas do colo femoral no idoso, assinale a alternativa CORRETA.
A A acurácia da tomografia é a mesma da ressonância nuclear magnética no diagnóstico das fraturas ocultas do colo femoral do idoso. B É recomendável tração pré- operatória de rotina nas fraturas de indicação cirúrgica. C Em pacientes com fratura do colo femoral e em uso de clopidogrel, não se deve operar antes de 48 horas devido ao maior risco de mortalidade e sangramento. D As fraturas impactadas em valgo são classificadas como tipo 2 de Garden. E Pela classificação AO, as fraturas impactadas em valgo são do tipo 31B1.1. Responder
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Sobre a osteossíntese das fraturas da diáfise femoral do adulto e do adolescente, assinale a alternativa CORRETA.
A Nas hastes retrógradas, o ponto de entrada da haste, na incidência em perfil do joelho, tem como referências o centro do canal medular e a linha de blumensaat. B As hastes de introdução anterógrada, que têm a fossa piriforme como ponto de entrada, podem causar lesão de ramos da artéria circunflexa femoral lateral, podendo comprometer, assim, a irrigação da cabeça femoral. C As hastes de introdução anterógradas, cujo ponto de entrada é o trocânter, podem causar lesão do nervo glúteo superior numa frequência maior do que aquelas cujo ponto de entrada é a fossa piriforme. D Em adolescentes com fise aberta, devem-se utilizar hastes com ponto de entrada na fossa piriforme em detrimento daquelas com ponto de entrada no trocânter maior. E Nas hastes de introdução anterógrada, cujo ponto de entrada é a fossa piriforme, a sua introdução mais lateral, causada por alguma dificuldade técnica como em pacientes obesos, por exemplo, pode causar desvio em valgo da fratura. Responder
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Em relação à classificaçâo de Vancouver para as fraturas periprotéticas do componente femoral da prótese de quadril, assinale a alternativa INCORRETA.
A As fraturas pós- operatórias do tipo B podem estar ou não associadas à instabilidade da prótese. B As fraturas pós-operatórias do tipo A se localizam na região trocantérica. C As fraturas intraoperatórias do tipo C se dividem em c1, c2 e c3. D As fraturas pós- operatórias do tipo B se dividem em b1, b2 e b3. E As fraturas intraoperatórias do tipo B2 caracterizam-se por serem fraturas sem desvio. Responder
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Em relação às classificações das fraturas periprotéticas do fêmur distal, relacionadas ao componente femoral das artoplastias totais do joelho, assinale a alternativa CORRETA.
A No tipo 1 da Lewis and Rorabeck, a fratura pode ou não ter desvio B A classificação de Lewis and Rorabeck divide as fraturas em relação a sua localização em relação ao componente femoral em proximais ao componente e na altura do componente. C Na classificação de Su, as fraturas do tipo 1 se originam na altura da parte proximal do componente femoral e se estendem até a diáfise D Na classificação de Lewis and Rorabeck, o tipo 3 sempre tem instabilidade do componente femoral. E Na classificação de Su, as fraturas do tipo 3 se caracterizam por luxação do componente femoral em relação ao tibial. Responder
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Em relação à classificação AO para as fraturas dos ossos da perna, assinale a alternativa CORRETA.
A As fraturas 42A1.1 caracterizam-se por serem fraturas da tíbia diafisárias, de traço simples espiral, com fratura da fíbula associada sem desvio. B As fraturas 42A1.1 caracterizam-se por serem fraturas da tíbia diafisárias, de traço simples espiral com fratura da fíbula associada com desvio. C As fraturas 42B1.1 caracterizam-se por serem fraturas da tíbia com cunha em espiral e fratura de fíbula, também em cunha, associada. D As fraturas 42B1.2 caracterizam-se por serem fraturas da tíbia com cunha em espiral e fratura da fíbula associada em nível diferente da fratura da tíbia. E As fraturas 41C1.1 são fraturas segmentares com mais de três fragmentos intermediários. Responder
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Em relação à osteossíntese com haste intramedular bloqueada de tíbia, assinale a alternativa INCORRETA.
A A introdução da haste pode ser por via suprapatelar ou infrapatelar. B Na via infrapatelar, o acesso pode ser lateral ao tendão patelar, medial ao tendão patelar ou através do tendâo patelar C Na projeção radiográfica em AP, o ponto de entrada da haste deve ser imediatamente medial à espinha tibial medial. D Na projeção radiográfica em perfil, o ponto de entrada da haste é imediatamente anterior à superfície articular da tíbia. E A utilização de mesa de tração na osteossíntese com haste intramedular bloqueada de tíbia pode aumentar o risco de síndrome compartimental. Responder
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Em relação às fraturas do pilão tibial, assinale a alternativa CORRETA.
A As fraturas do pilão tibial são, em sua maioria, decorrentes de trauma em torção. B A via de acesso ântero medial é a única descrita para o tratamento dessas fraturas. C O componente vertical da via de acesso anteromedial deve ser medial à crista da tíbia. D Flictenas, que podem estar associadas a este tipo de fratura, devem ser sempre aspiradas. E Quando comparadas com as fraturas proximais da tíbia, as fraturas da região distal apresentam menor incidência de lesão vascular e de síndrome compartimental. Responder
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As fraturas da região distal da tíbia, além de edema importante, estão associadas à presença de flictenas. Em relação às flictenas associadas a esse tipo de trauma, assinale a alternativa CORRETA.
A Estas flictenas costumam demorar mais de uma semana para surgir, raramente ocorrendo num intervalo de algumas horas após o trauma. B As flictenas, do ponto de vista histológico, decorrem de lesão entre a derme e o tecido celular subcutâneo. C Nas flictenas não hemáticas, ainda existe uma certa quantidade de células da epiderme, o que contribui para a reepitelização mais rápida. D As flictenas hemáticas são mais superficiais E Aspirar o conteúdo das flictenas não é descrito na literatura como opção terapêutica. Responder
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Em relação às fraturas de tornozelo de tornozelo, assinale a alternativa CORRETA.
A As fraturas no estágio 2 do tipo supinação-rotação externa da classificação de Lauge-Hansem devem ser tratadas conservadoramente, pois o tratamento cirúrgico, nesse tipo de lesão, além de não trazer benefício, expõe o paciente a riscos desnecessários. B As fraturas no estágio 2 do tipo supinação-rotaçâo externa da classificação de Lauge-Hansen estão associadas a desenvolvimento precoce de artrose pós-traumática em cerca de 68% das vezes. C O fragmento distal das fraturas da fíbula no estágio 2 do tipo supinação-rotação externa da classificação de Lauge-Hansen encontra-se desviado em rotação externa em relação ao talus. D As fraturas no estágio 1 do tipo supinação-rotação externa da classificação de Lauge-Hansem apresentam lesão ligamentar, sendo o ligamento talofibular posterior o mais acometido. E O fragmento proximal das fraturas da fíbula no estágio 2 do tipo supinação-rotação externa da classificação de Lauge-Hansen, encontra-se desviado em rotação externa em relação ao fragmento distal. Responder
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