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Prova para

UPENET/IAUPE — 2026

UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Áreas Básicas com Acesso Direto

Superior90 questõesMúltipla-escolha
Sobre a prova
Concurso:
SES-PE
Banca:
UPENET/IAUPE
Cargo:
Áreas Básicas com Acesso Direto

Questões da prova

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Homem de 51 anos, sem comorbidades, foi diagnosticado com lesão vegetante em cólon ascendente de 3,0cm após realização de colonoscopia de rastreio para câncer colorretal. Biópsia evidenciou adenocarcinoma moderadamente diferenciado. Tomografias de estadiamento evidenciam múltiplos nódulos hipocaptantes bilobares em fígado, sugestivos de metástases, conforme imagem abaixo: O paciente encontra-se assintomático, com performance ECOG 0 e sem icterícia. Qual é a conduta inicial mais apropriada?

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Homem de 57 anos, sem comorbidades, chega ao setor de emergência com quadro de melena e hipotensão. Após adequada estabilização clínica, realizou endoscopia digestiva alta que demonstrou massa subepitelial com umbilicação central em pequena curvatura gástrica com sangramento ativo. Biópsia realizada identificou apenas processo inflamatório inespecífico. Tomografia computadorizada com contraste oral e venoso demonstra lesão de aproximadamente 5,0cm com realce heterogêneo conforme imagem abaixo: Qual seria a conduta mais apropriada para esse paciente?

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Homem de 28 anos, vítima de colisão moto-carro, é admitido no pronto-socorro cerca de 40 minutos após o trauma. Encontra-se agitado, pálido, sudoreico e com dificuldades para falar frases completas. Ao exame inicial, observa-se sangramento ativo pulsátil em ferimento extenso de coxa esquerda, fratura exposta visível e extremidades frias. Sinais vitais aferidos: FC 146bpm, PA 80x42mmHg, FR 28irpm, SpO2 90% em uso de máscara de oxigênio. Diante do quadro exposto, qual seria a conduta imediata mais adequada?

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Mulher de 51 anos, portadora de obesidade grau 1 e diabetes mellitus, procura atendimento por queixa de dor intermitente em hipocôndrio direito há 4 dias, associada à colúria e acolia fecal nas últimas 24 horas. Nega febre. Ao exame físico, apresenta-se ictérica (2+/4+), com dor à palpação em hipocôndrio direito e Murphy negativo. Exames laboratoriais: BT 5,2mg/dL (BD 4,3mg/dL), FA 420 U/L, GGT 610 U/L, TGO 86 U/L, TGP 104 U/L, amilase 30 U/L, lipase 55 U/L, leucometria 8.900/mm3. Realizou ultrassonografia de abdome que evidenciou vesícula biliar com múltiplos cálculos e dilatação de vias biliares com diâmetro máximo de 9mm, sem identificar fator obstrutivo. É, então, realizada a colangioressonância abaixo:Diante do achado da imagem, qual a conduta mais adequada?

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Mulher de 60 anos realizou ultrassonografia de abdome por queixas ginecológicas que identificou cisto de pâncreas. Complementou investigação com ressonância magnética de abdome que identificou cisto pancreático de 2,6cm em corpo do pâncreas, sem comunicação com ductos pancreáticos, sem nódulo mural ou realce sólido. Ducto pancreático de 3mm. Ca 19-9 dentro da normalidade. Diante do quadro, qual seria a conduta mais apropriada?

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Homem de 35 anos, fisiculturista em uso de esteroides anabolizantes, realizou ultrassonografia de abdome que evidenciou lesão hepática única de 4,0cm no segmento 6. Realizado complemento de investigação com tomografia computadorizada com contraste trifásico que demonstra lesão hepática única de 4,3cm no segmento 6, hipervascular arterial, sem sinais de sangramento, sugestiva de adenoma hepático. Apresenta função hepática normal. Diante dos achados, qual a conduta mais apropriada?

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Homem de 45 anos é atendido no pronto-socorro por queixa de dor (EVA 3) em região anal e tumoração local que surgiu há 4 dias. Relata apresentar dificuldade para defecar e classifica suas fezes como Bristol 1. Nega febre ou secreção. Ao exame proctológico, evidenciado nódulo doloroso, firme, de coloração azulada em região anal. Diante do quadro, qual a conduta mais apropriada?

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Gestante 30 anos, primigesta e nulípara, 40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com grumos, plano II de De Lee, cefálico e occipito direita transversa (ODT). Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10 minuto/ 50 segundos. Batimentos cardiofetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado, porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com escore de Apgar 9/10, apresentando uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal direito do RN de consistência endurecida e forma cacifo. Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no período expulsivo.

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), 33ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Referiu sobre os partos anteriores: o 1º prematuro, não sabe o motivo, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, e o recém-nascido apresentou desconforto respiratório; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar, os bebês de mesma placenta entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana e ambos também apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias, e o outro apenas com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.750g/2.530g (2ª gestação). Ao exame geral, nada digno de nota. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 25cm; pressão arterial de 160 x 110 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel. Avaliando apenas os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa que melhor representa uma medida preventiva precoce que poderia ter sido realizada.

Ano: 2026Banca: UPENET/IAUPECargo: Áreas Básicas com Acesso DiretoConcurso: SES-PE

Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 31ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre e perda de líquido amniótico. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 30cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de 2,10; pico sistólico da artéria cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior bolsão (MB) de 9,8cm. Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?