Ano: 2026 · Banca: UPENET/IAUPE · Cargo: Residência Multiprofisisonal - Saúde Hospitalar - Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilofacial · Concurso: SES-PE
As fraturas mandibulares são presentes com frequência nos traumas faciais de alta ou baixa intensidade. As imagens de tomografias são essenciais no diagnóstico e planejamento cirúrgico. Assim sendo, podemos afirmar que
A as fraturas da mandíbula edêntula e atrófica são mais bem abordadas através do acesso bucal, por permitir a colocação de uma placa de reconstrução com o uso do em toda a extensão da base mandibular, através do mtrocáter. Essa fixação é necessária para superar a ação dos músculos depressores infrahiodes da mandíbula e do masseter. B nas fraturas de mandíbula em crianças, a redução perfeita não é necessária, pois ocorrem crescimento e remodelação consideráveis, e isso corrigirá irregularidades oclusais mínimas. C as fraturas do ângulo da mandíbula são normalmente adequadas para tratamento usando a redução fechada com FMM: principalmente que elas sejam deslocadas pelo dente Siso não erupcionado. Se for indicada, no momento da redução da fratura, a remoção do dente Siso, este deverá ser removido apenas se houver infecção local. D as fraturas na mandíbula infectadas são usualmente resultado de atrasos no tratamento ou fixação inadequada. Em muitos casos, a infecção secundária é comum com o aparecimento da osteomielite, principalmente em pacientes com histórico de diabetes. E o sistema de Lindhl classifica as fraturas subcondilares de acordo com sua localização anatômica e a relação entre o côndilo, a fratura e o processo coronoide. A fratura mais anterior está na cabeça condilar, o que significa que a fratura não repousa na cápsula da articulação temporomandibular. Normalmente a fratura mais superior está na região subcondilar abaixo do colo anatômico, estendendo-se para porção superior do corpo mandibular. Responder
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