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2809 questões encontradas

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Técnico em Laboratório de Análises ClínicasConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva. Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura. Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca. Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica. Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona." Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado. "Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/ O texto revela uma reflexão sobre os desafios enfrentados pela produção audiovisual brasileira, especialmente no que diz respeito à representatividade cultural e à limitação dos acervos de imagens disponíveis. Ao mesmo tempo, destaca o papel da inteligência artificial como ferramenta capaz de romper barreiras técnicas e criativas, ampliando as possibilidades de criação. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que melhor sintetiza a mensagem central do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Técnico em Laboratório de Análises ClínicasConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva. Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura. Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca. Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica. Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona." Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado. "Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/ O texto apresenta uma narrativa sobre a formação de uma parceria profissional que nasce de uma amizade antiga e se concretiza após um período de afastamento. Observa-se que a trajetória das duas empreendedoras combina afinidade pessoal e complementaridade profissional, elementos que contribuíram para o surgimento de um projeto conjunto. Considerando essas informações, assinale a alternativa correta acerca do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Supervisor EscolarConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva. Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura. Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca. Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica. Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona." Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado. "Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/ O texto apresenta uma reflexão sobre o uso da inteligência artificial em processos criativos e técnicos, destacando que, embora a tecnologia traga ganhos de eficiência, seu funcionamento pleno depende da intervenção humana. A fala de Terra sugere uma visão equilibrada sobre a relação entre máquina e profissional, valorizando o preparo e o conhecimento na utilização dessas ferramentas. Diante disso, assinale a alternativa correta acerca do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Técnico em EnfermagemConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva. Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura. Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca. Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica. Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona." Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado. "Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/ O texto aborda a relação entre tecnologia e criatividade no processo de produção audiovisual, destacando que, embora as ferramentas de inteligência artificial representem avanços importantes, o fator humano continua sendo indispensável. A fala da produtora também revela uma crítica à ideia de que a tecnologia, por si só, substitui o trabalho intelectual e artístico. Considerando essa reflexão, assinale a alternativa que expressa o ponto de vista apresentado no texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Técnico em EnfermagemConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva. Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura. Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca. Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica. Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona." Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado. "Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/ O texto destaca uma nova etapa na trajetória profissional das fundadoras da produtora, marcada pela consolidação no mercado interno e pela busca de novos horizontes internacionais. A decisão de abrir uma filial fora do país demonstra um reposicionamento estratégico e o amadurecimento do negócio, que passa a mirar um público mais amplo e globalizado. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa correta acerca do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Brasileiras Criam Banco de Imagens por IA, Mas o Segredo para o Sucesso É o Talento Humano Bruna Cassapietra e Laura Terra são amigas desde a primeira infância, mas foi depois de sete anos longe uma da outra que a ideia de uma parceria de negócios surgiu. Formada em Teatro, Terra decidiu fundar uma produtora para ajudar marcas e agências a criarem conteúdos audiovisuais com mais autenticidade — e encontrou na amiga, formada em Rádio e TV, a parceira ideal. "A Beel Films nasceu em 2016. Nós tínhamos 24 anos, éramos recém-formadas e aprendemos muito com a mão na massa", relembra a cofundadora e produtora executiva. Depois de anos de atuação no mercado nacional, com uma base sólida de clientes e a expansão para o atendimento integral — da criação à pós-produção —, a dupla inaugurou uma filial nos Estados Unidos, em Miami: o Studio Beel. "Esse movimento, em 2024, veio com a proposta de levar a nossa criação para as multinacionais", conta Laura. Agora, a aposta das sócias é integrar o talento humano e a experiência de profissionais do setor às possibilidades da inteligência artificial. "O HiveStock surgiu sem pretensão. Nós estávamos apenas testando as plataformas de geração de imagens por IA", diz a executiva. A virada de chave, no entanto, veio a partir de uma demanda recorrente dos clientes. "Entendemos que poderíamos criar conteúdos específicos, de acordo com as peculiaridades de cada entrega, dentro de orçamentos limitados." Terra explica que, por conta do custo de uma produção autoral, alguns contratantes recorrem a bancos de imagem para viabilizar projetos. O problema, segundo a produtora, é que os bancos tradicionais ainda carecem de um repertório amplo de fotos e vídeos de pessoas brasileiras ou com características latino-americanas. "Gringo tem cara de gringo, não tem como fugir", brinca. Em casos mais extremos, o uso da IA possibilitou as chamadas "gravações impossíveis". "Agora podemos criar um vídeo dentro de um vulcão", exemplifica. Apesar das inovações trazidas por ferramentas como Veo 3, Sora e Midjourney, utilizadas pela Beel , a verdadeira mágica acontece nas mentes por trás dos prompts. "A gente vê muita propaganda falsa. Algo como: 'Em cinco segundos você pode criar um vídeo digno do Oscar.' Não é assim que funciona." Terra explica que, para que a inteligência artificial realmente compreenda o que se espera, é preciso uma base bem estruturada. Em alguns casos, os profissionais criam uma "pré-montagem", descrevem o tipo de iluminação, cores, posições e detalhes esperados para um resultado final adequado. "Quanto mais qualificação as pessoas tiverem para usar as plataformas, melhores serão os resultados. A ferramenta otimiza tempo e custos, mas não substitui o talento humano. Não tem como deixar o computador ligado, ir fazer outra coisa, e quando voltar o vídeo está pronto. Isso ainda não existe", finaliza. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/brasileiras-criam-banco-de-im agens-com-ia-mas-o-segredo-para-o-sucesso-e-o-olhar-humano/ O texto evidencia um momento de inovação e adaptação dentro da trajetória empresarial das sócias, marcado pela incorporação da inteligência artificial aos processos criativos. A partir de uma experiência experimental, surgiu uma oportunidade de negócio capaz de responder às necessidades do mercado de forma eficiente e personalizada. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta acerca do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O TEXTO apresenta uma análise sobre o futuro da inteligência artificial aplicada ao contexto empresarial, destacando uma nova fase em que diferentes abordagens tecnológicas convergem para gerar sistemas mais autônomos e confiáveis. Essa visão reflete uma transformação tanto técnica quanto estratégica no uso corporativo da IA. Considerando as ideias expostas, assinale a alternativa que expressa a tese defendida do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O texto analisa a trajetória recente da inteligência artificial e aponta uma mudança de paradigma na forma como a tecnologia deve evoluir. Ao criticar o gigantismo dos modelos atuais, o autor propõe uma alternativa que busca aliar eficiência técnica e transparência ética. Considerando as ideias desenvolvidas, assinale a alternativa que sintetiza a principal argumentação do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O texto discute o cenário atual da inteligência artificial sob a perspectiva de forças estruturais que impulsionam sua transformação. A mudança não é apresentada como uma opção estratégica, mas como uma resposta inevitável a demandas globais que envolvem ética, sustentabilidade e eficiência. Considerando as ideias expressas, assinale a alternativa correta de acordo com o texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Fiscal de TributosConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O texto apresenta uma visão otimista sobre o papel da inteligência artificial no contexto contemporâneo, ressaltando não apenas seu potencial técnico, mas também seu impacto econômico e social. Ao defender uma postura de confiança estratégica diante dessa tecnologia, o autor sugere uma mudança de mentalidade em relação à forma como a IA deve ser compreendida e aplicada. Considerando esse ponto de vista, assinale a alternativa que expressa a mensagem contida no texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor dos Anos Finais do Ensino Fundamental - ComputaçãoConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes. É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala. Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes. Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar: I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência; II. O desafio energético da IA generativa; III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real. É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo. Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/ O texto apresenta uma visão prospectiva sobre os rumos da inteligência artificial, reconhecendo desafios atuais, mas também apontando uma tendência inevitável de transformação tecnológica. A mensagem vai além do aspecto técnico, sugerindo implicações estratégicas e competitivas para as organizações. Considerando essas ideias, assinale a alternativa que expressa a interpretação contida no texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor dos Anos Finais do Ensino Fundamental - ComputaçãoConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%). Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%). "A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação). O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros. O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%). Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%). Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ O texto apresenta dados que refletem o comportamento digital de jovens usuários de internet no Brasil, destacando as plataformas mais populares entre eles. As porcentagens indicam não apenas preferências individuais, mas também tendências de uso que revelam diferentes formas de interação, consumo e comunicação. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa uma conclusão que pode ser extraída do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor dos Anos Finais do Ensino Fundamental - ComputaçãoConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%). Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%). "A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação). O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros. O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%). Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%). Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ O texto apresenta a fala de Alexandre Barbosa, que contextualiza a inclusão de um novo indicador na pesquisa sobre o uso da inteligência artificial generativa entre crianças e adolescentes. Sua explicação revela uma preocupação que ultrapassa o simples mapeamento tecnológico, evidenciando uma intenção mais ampla e estratégica. Considerando o posicionamento do autor, assinale a alternativa que expressa o propósito principal da iniciativa mencionada.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor dos Anos Finais do Ensino Fundamental - ComputaçãoConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%). Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%). "A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação). O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros. O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%). Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%). Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ O texto traz dados da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, revelando como crianças e adolescentes brasileiros têm incorporado o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa em seu cotidiano. As informações destacam não apenas a frequência de uso, mas também as diferenças de comportamento entre faixas etárias e classes sociais. Considerando o conteúdo e as implicações desses dados, assinale a alternativa que reflete a interpretação expressa no texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor dos Anos Finais do Ensino Fundamental - ComputaçãoConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%). Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%). "A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação). O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros. O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%). Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%). Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ O texto apresenta dados recentes sobre o acesso de jovens brasileiros à internet, revelando não apenas a dimensão do uso, mas também as transformações nos meios tecnológicos que o possibilitam. Esses números refletem uma tendência social mais ampla, relacionada à forma como a conectividade se consolidou no cotidiano das novas gerações. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto acerca deste tema.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor dos Anos Finais do Ensino Fundamental - ComputaçãoConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN

Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%). Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%). "A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação). O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros. O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%). Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%). Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas. https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ O texto apresenta dados que revelam uma mudança significativa no comportamento digital de jovens em ambiente escolar. A redução no acesso a plataformas online é associada a uma nova legislação que limita o uso de celulares nas escolas, trazendo implicações tanto para a rotina educacional quanto para o modo como os estudantes se relacionam com a tecnologia. Considerando essas informações, assinale a alternativa que melhor interpreta o conteúdo do texto.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor dos Anos Finais do Ensino Fundamental - ComputaçãoConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.O que é a oxitocina, o 'hormônio do amor' que nos deixa mais sociáveis — versão reduzida em 50%O que ocorre no cérebro quando o amor parece dominar o ambiente? Durante muito tempo, biólogos apontaram a oxitocina como principal explicação. Essa pequena proteína, formada por nove aminoácidos, ficou conhecida como hormônio do amor por sua relação com vínculo afetivo, cuidados maternos e comportamentos sociais positivos.Pesquisas recentes, porém, mostram um quadro mais complexo. Estudos com animais indicam que a oxitocina não produz diretamente bons comportamentos sociais; ela aperfeiçoa a percepção de sinais sociais, permitindo que o indivíduo aprenda a direcionar seu comportamento com maior precisão.A antiga visão de que a oxitocina era liberada em interações com indivíduos importantes — como filhos ou parceiros — permanece válida, mas pesquisadores observaram que bloquear sua ação impede camundongos de reconhecer figuras relevantes, sugerindo papel essencial no aprendizado social. Avanços recentes permitiram registrar neurônios produtores de oxitocina, revelando que ela filtra ruídos sensoriais. Em ratos, por exemplo, reduz disparos aleatórios no centro olfativo, destacando odores significativos. Esse refinamento foi comparado à capacidade de pais ouvirem o choro do bebê mesmo em meio a ruídos.A oxitocina também intensifica o sistema de recompensas, levando animais a priorizar estímulos sociais. Entre arganazes-do-campo, isso facilita a formação de pares monogâmicos: o odor do parceiro torna-se uma recompensa.O papel da oxitocina varia conforme o contexto. Ela amplia cuidados maternos, mas também agressões contra intrusos; em fêmeas de arganazes-do-campo, seu efeito depende de já haver vínculo formado. Em humanos, estudo de 2012 mostrou que homens comprometidos mantiveram maior distância de uma mulher desconhecida após receber oxitocina, efeito não observado em solteiros.Essa variabilidade contextual ajuda a explicar o insucesso de sprays de oxitocina no tratamento do autismo em ensaios clínicos amplos. Sem considerar ambientes negativos, como bullying escolar, a substância pode até intensificar experiências desfavoráveis.Apesar de seu papel central na regulação dos comportamentos sociais, a oxitocina não atua sozinha. Como ressaltam alguns pesquisadores, apaixonar-se envolve corpo e cérebro como um todo: sensações, cognição e memória. A oxitocina é apenas um dos moduladores desse processo complexo — longe de ser sua explicação única.https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-60801668.adaptado. Essa variabilidade contextual ajuda a explicar o insucesso de sprays de oxitocina no tratamento do autismo em ensaios clínicos amplos. Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes na frase, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo A fala do porta-voz do NHS, Anthony Clarkson, reforça uma dimensão simbólica da história de Mitchell. Essa dimensão se relaciona:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo Ao mencionar que, no momento do diagnóstico, "não havia tratamento", o texto indica um aspecto importante do contexto histórico. Esse aspecto evidencia:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido. Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger. Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell. "Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida." O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos. A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade. Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca. Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento. Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo. "Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta." "Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata." O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo. No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano. Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país". "Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim." "Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal." https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo O texto informa que, mesmo após quase quatro décadas, o transplante duplo de coração e pulmão continua sendo raro. Essa constatação reforça: