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PortuguêsInterpretação de Textos

2809 questões encontradas

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina". https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/ O texto enfatiza que ovos de dinossauros carnívoros são achados muito mais raros do que os de herbívoros. Esse fato está relacionado:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O bullying é uma prática devastadora que, segundo dados da Unesco, no documento Violência escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial (UNESCO, 2019), constitui-se como "[...] o tipo de violência mais comum nas escolas." As consequências dessa prática são graves e abrangem desde a baixa autoestima, queda no desempenho escolar e medo de frequentar a escola, até evasão escolar, depressão, automutilação, ideação suicida e suicídio. Além das vítimas diretas, o ambiente escolar também é afetado, pois a presença da violência e do clima de insegurança provoca mal-estar coletivo. Foi o caso do suicídio de três adolescentes na Noruega, na década de 1970, que motivou os estudos pioneiros do professor Dan Olweus sobre o fenômeno. Em 2011, o psiquiatra Timothy Brewerton, em entrevista à Folha de São Paulo, analisou os ataques em escolas, como os da Escola de Columbine (1999) e da Universidade Estadual da Virgínia (2007), nos Estados Unidos, e os casos brasileiros da Escola Municipal Tasso da Silveira (2011) e da Escola Estadual Professor Raul Brasil (2019), entre outros. Segundo Brewerton, tais episódios têm origem multifatorial, envolvendo aspectos biológicos, familiares, sociais e culturais, sendo o bullying um denominador comum. Fonte: Faria, D. F.; Fernandes, C. H.; da Silveira Nunes, S. (06 de abril de 2023). Violência escolar e bullying: Redação. Universidade Federal de Alfenas − UNIFAL-MG. De acordo com o texto, é possível AFIRMAR que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O diálogo é uma ferramenta eficiente, econômica e construtiva para que as organizações e escolas, superem obstáculos, inclusive na mediação de conflitos, promovam ações colaborativas entre as pessoas e, sobretudo, resolvam conflitos de forma simples e efetiva. Ele é essencial para a transformação das relações humanas e para o desenvolvimento da sociedade. A construção de um bom diálogo é, portanto, a principal estratégia para lidar com os conflitos. Fonte: Diálogos e Mediação de Conflitos nas Escolas - Guia Prático para Educadores. Conselho Nacional do Ministério Público. Brasília, 2014. Sobre o diálogo, julgue os itens a seguir: I. O diálogo é uma troca de entendimentos, e quem o inicia deve buscar o retorno da outra pessoa para certificar-se de que a mensagem foi recebida e compreendida. II. Somente as palavras fazem parte do diálogo, excluindo-se desse contexto as emoções, expressões faciais, gestos e o tom de voz, que geralmente são irrelevantes diante das palavras. A partir da análise dos itens, é possível AFIRMAR que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

A escola é um espaço de diversidade e convivência, no qual se manifestam diferentes tipos de conflitos, especialmente os de relacionamento, em razão da presença de pessoas de distintas idades, origens, etnias, gêneros e condições socioculturais. Todos na escola devem estar preparados para lidar com as diferenças, as tensões da convivência e os desentendimentos cotidianos, que podem, em alguns casos, gerar dissenso e desarmonia. Entretanto, a escola também tem o papel de formar valores e habilidades para a convivência, promovendo o diálogo e o respeito mútuo. Os conflitos, quando bem conduzidos, podem ser práticas saudáveis de desenvolvimento humano, mas, se mal administrados, podem resultar em agressividade, indisciplina, depredação ou atitudes preconceituosas. Fonte: Diálogos e Mediação de Conflitos nas Escolas − Guia Prático para Educadores. Conselho Nacional do Ministério Público, Brasília, 2014. Sobre as relações interpessoais no ambiente escolar, assinale a alternativa que destoa do texto.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor PolivalenteConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Conexão perigosa: como as bactérias devoradoras de carne são impulsionadas pela mudança do clima Nas últimas três décadas, as temperaturas da superfície do mar aumentaram drasticamente e, em 2024, a temperatura média global da superfície do mar foi a mais alta já registrada, um aumento relacionado aos gases de Efeito Estufa na atmosfera. "Há uma relação direta entre o aumento da temperatura da superfície do mar e o aumento dos casos", diz Semenza. Ele está particularmente preocupado com as bactérias Vibrio que vivem em águas salobras, onde as temperaturas quentes, a salinidade moderada e os nutrientes na água ajudam as bactérias a se replicarem com particular rapidez. As águas salobras também são o habitat ideal para mariscos como ostras, que podem ser infectados com as bactérias e são frequentemente responsáveis por infecções em humanos. Embora as bactérias estejam sempre presentes, uma maior densidade de Vibrio na água torna a infecção mais provável. Suas temperaturas ideais variam entre 20°C e 35°C e, à medida que as temperaturas do verão se estendem até o outono, a bactéria é capaz de se desenvolver por mais tempo. Um relatório publicado em maio do ano passado pelo grupo de pesquisa Climate Central descobriu que, em média, as cidades ao redor do mundo tiveram um mês adicional de dias extremamente quentes. Além de criar condições ideais para a multiplicação das bactérias, Semenza teme que mais dias quentes também levem as pessoas a passar mais tempo na água. Temperaturas elevadas prolongadas também podem reduzir os cursos d'água, aumentando a densidade de bactérias na água que permanece, diz Semenza. Várias espécies mais comuns de bactérias Vibrio, como Vibrio parahaemolyticus e Vibrio alginolyticus, também estão sendo detectadas com mais frequência, causando sintomas que variam de problemas gastrointestinais a febre e uma infecção cutânea chamada celulite (doença bacteriana comum que afeta as camadas mais profundas da pele e o tecido abaixo dela). Embora as bactérias Vibrio sejam comuns em águas salobras ao longo da costa, a água doce também pode abrigar micróbios assustadores. E mesmo sendo extremamente rara, a exposição à ameba Naegleria fowleri, por exemplo, é quase sempre fatal, sendo a responsável por dez casos por ano nos Estados Unidos. Uma vez que entra nas vias nasais, a N. fowleri viaja através do nervo olfativo até o cérebro, onde começa a danificar o tecido. A ameba é extremamente mortal porque não é bacteriana, portanto os médicos não podem tratá-la com antibióticos. Os casos dessa ameba fatal aumentaram 1,6% ao ano desde 1965 em todo o mundo. O registro mais recente nos em solo estadunidense ocorreu durante o último feriado de 4 de julho na Carolina do Sul, quando um menino de 12 anos morreu após pular no Lago Murray, um reservatório no centro do estado, e ter água infectada entrando em seu nariz. https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/10/cone xao-perigosa-como-as-bacterias-devoradoras-de-carne-sao-impulsiona das-pela-mudanca-do-clima O relato do caso ocorrido nos Estados Unidos, envolvendo um menino infectado ao nadar, tem um papel específico na argumentação do texto. Sua principal função é:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor PolivalenteConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Conexão perigosa: como as bactérias devoradoras de carne são impulsionadas pela mudança do clima Nas últimas três décadas, as temperaturas da superfície do mar aumentaram drasticamente e, em 2024, a temperatura média global da superfície do mar foi a mais alta já registrada, um aumento relacionado aos gases de Efeito Estufa na atmosfera. "Há uma relação direta entre o aumento da temperatura da superfície do mar e o aumento dos casos", diz Semenza. Ele está particularmente preocupado com as bactérias Vibrio que vivem em águas salobras, onde as temperaturas quentes, a salinidade moderada e os nutrientes na água ajudam as bactérias a se replicarem com particular rapidez. As águas salobras também são o habitat ideal para mariscos como ostras, que podem ser infectados com as bactérias e são frequentemente responsáveis por infecções em humanos. Embora as bactérias estejam sempre presentes, uma maior densidade de Vibrio na água torna a infecção mais provável. Suas temperaturas ideais variam entre 20°C e 35°C e, à medida que as temperaturas do verão se estendem até o outono, a bactéria é capaz de se desenvolver por mais tempo. Um relatório publicado em maio do ano passado pelo grupo de pesquisa Climate Central descobriu que, em média, as cidades ao redor do mundo tiveram um mês adicional de dias extremamente quentes. Além de criar condições ideais para a multiplicação das bactérias, Semenza teme que mais dias quentes também levem as pessoas a passar mais tempo na água. Temperaturas elevadas prolongadas também podem reduzir os cursos d'água, aumentando a densidade de bactérias na água que permanece, diz Semenza. Várias espécies mais comuns de bactérias Vibrio, como Vibrio parahaemolyticus e Vibrio alginolyticus, também estão sendo detectadas com mais frequência, causando sintomas que variam de problemas gastrointestinais a febre e uma infecção cutânea chamada celulite (doença bacteriana comum que afeta as camadas mais profundas da pele e o tecido abaixo dela). Embora as bactérias Vibrio sejam comuns em águas salobras ao longo da costa, a água doce também pode abrigar micróbios assustadores. E mesmo sendo extremamente rara, a exposição à ameba Naegleria fowleri, por exemplo, é quase sempre fatal, sendo a responsável por dez casos por ano nos Estados Unidos. Uma vez que entra nas vias nasais, a N. fowleri viaja através do nervo olfativo até o cérebro, onde começa a danificar o tecido. A ameba é extremamente mortal porque não é bacteriana, portanto os médicos não podem tratá-la com antibióticos. Os casos dessa ameba fatal aumentaram 1,6% ao ano desde 1965 em todo o mundo. O registro mais recente nos em solo estadunidense ocorreu durante o último feriado de 4 de julho na Carolina do Sul, quando um menino de 12 anos morreu após pular no Lago Murray, um reservatório no centro do estado, e ter água infectada entrando em seu nariz. https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/10/cone xao-perigosa-como-as-bacterias-devoradoras-de-carne-sao-impulsiona das-pela-mudanca-do-clima Ao citar o relatório do grupo Climate Central, o autor introduz um dado de caráter global. Esse dado reforça a ideia de que:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Conexão perigosa: como as bactérias devoradoras de carne são impulsionadas pela mudança do clima Nas últimas três décadas, as temperaturas da superfície do mar aumentaram drasticamente e, em 2024, a temperatura média global da superfície do mar foi a mais alta já registrada, um aumento relacionado aos gases de Efeito Estufa na atmosfera. "Há uma relação direta entre o aumento da temperatura da superfície do mar e o aumento dos casos", diz Semenza. Ele está particularmente preocupado com as bactérias Vibrio que vivem em águas salobras, onde as temperaturas quentes, a salinidade moderada e os nutrientes na água ajudam as bactérias a se replicarem com particular rapidez. As águas salobras também são o habitat ideal para mariscos como ostras, que podem ser infectados com as bactérias e são frequentemente responsáveis por infecções em humanos. Embora as bactérias estejam sempre presentes, uma maior densidade de Vibrio na água torna a infecção mais provável. Suas temperaturas ideais variam entre 20°C e 35°C e, à medida que as temperaturas do verão se estendem até o outono, a bactéria é capaz de se desenvolver por mais tempo. Um relatório publicado em maio do ano passado pelo grupo de pesquisa Climate Central descobriu que, em média, as cidades ao redor do mundo tiveram um mês adicional de dias extremamente quentes. Além de criar condições ideais para a multiplicação das bactérias, Semenza teme que mais dias quentes também levem as pessoas a passar mais tempo na água. Temperaturas elevadas prolongadas também podem reduzir os cursos d'água, aumentando a densidade de bactérias na água que permanece, diz Semenza. Várias espécies mais comuns de bactérias Vibrio, como Vibrio parahaemolyticus e Vibrio alginolyticus, também estão sendo detectadas com mais frequência, causando sintomas que variam de problemas gastrointestinais a febre e uma infecção cutânea chamada celulite (doença bacteriana comum que afeta as camadas mais profundas da pele e o tecido abaixo dela). Embora as bactérias Vibrio sejam comuns em águas salobras ao longo da costa, a água doce também pode abrigar micróbios assustadores. E mesmo sendo extremamente rara, a exposição à ameba Naegleria fowleri, por exemplo, é quase sempre fatal, sendo a responsável por dez casos por ano nos Estados Unidos. Uma vez que entra nas vias nasais, a N. fowleri viaja através do nervo olfativo até o cérebro, onde começa a danificar o tecido. A ameba é extremamente mortal porque não é bacteriana, portanto os médicos não podem tratá-la com antibióticos. Os casos dessa ameba fatal aumentaram 1,6% ao ano desde 1965 em todo o mundo. O registro mais recente nos em solo estadunidense ocorreu durante o último feriado de 4 de julho na Carolina do Sul, quando um menino de 12 anos morreu após pular no Lago Murray, um reservatório no centro do estado, e ter água infectada entrando em seu nariz. https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/10/cone xao-perigosa-como-as-bacterias-devoradoras-de-carne-sao-impulsiona das-pela-mudanca-do-clima O texto não se limita às bactérias Vibrio, mas amplia o foco ao tratar da ameba Naegleria fowleri. A introdução desse novo exemplo cumpre a função de:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calçado - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Conexão perigosa: como as bactérias devoradoras de carne são impulsionadas pela mudança do clima Nas últimas três décadas, as temperaturas da superfície do mar aumentaram drasticamente e, em 2024, a temperatura média global da superfície do mar foi a mais alta já registrada, um aumento relacionado aos gases de Efeito Estufa na atmosfera. "Há uma relação direta entre o aumento da temperatura da superfície do mar e o aumento dos casos", diz Semenza. Ele está particularmente preocupado com as bactérias Vibrio que vivem em águas salobras, onde as temperaturas quentes, a salinidade moderada e os nutrientes na água ajudam as bactérias a se replicarem com particular rapidez. As águas salobras também são o habitat ideal para mariscos como ostras, que podem ser infectados com as bactérias e são frequentemente responsáveis por infecções em humanos. Embora as bactérias estejam sempre presentes, uma maior densidade de Vibrio na água torna a infecção mais provável. Suas temperaturas ideais variam entre 20°C e 35°C e, à medida que as temperaturas do verão se estendem até o outono, a bactéria é capaz de se desenvolver por mais tempo. Um relatório publicado em maio do ano passado pelo grupo de pesquisa Climate Central descobriu que, em média, as cidades ao redor do mundo tiveram um mês adicional de dias extremamente quentes. Além de criar condições ideais para a multiplicação das bactérias, Semenza teme que mais dias quentes também levem as pessoas a passar mais tempo na água. Temperaturas elevadas prolongadas também podem reduzir os cursos d'água, aumentando a densidade de bactérias na água que permanece, diz Semenza. Várias espécies mais comuns de bactérias Vibrio, como Vibrio parahaemolyticus e Vibrio alginolyticus, também estão sendo detectadas com mais frequência, causando sintomas que variam de problemas gastrointestinais a febre e uma infecção cutânea chamada celulite (doença bacteriana comum que afeta as camadas mais profundas da pele e o tecido abaixo dela). Embora as bactérias Vibrio sejam comuns em águas salobras ao longo da costa, a água doce também pode abrigar micróbios assustadores. E mesmo sendo extremamente rara, a exposição à ameba Naegleria fowleri, por exemplo, é quase sempre fatal, sendo a responsável por dez casos por ano nos Estados Unidos. Uma vez que entra nas vias nasais, a N. fowleri viaja através do nervo olfativo até o cérebro, onde começa a danificar o tecido. A ameba é extremamente mortal porque não é bacteriana, portanto os médicos não podem tratá-la com antibióticos. Os casos dessa ameba fatal aumentaram 1,6% ao ano desde 1965 em todo o mundo. O registro mais recente nos em solo estadunidense ocorreu durante o último feriado de 4 de julho na Carolina do Sul, quando um menino de 12 anos morreu após pular no Lago Murray, um reservatório no centro do estado, e ter água infectada entrando em seu nariz. https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/10/cone xao-perigosa-como-as-bacterias-devoradoras-de-carne-sao-impulsiona das-pela-mudanca-do-clima O texto aborda a elevação da temperatura dos oceanos e suas consequências. Essa informação inicial funciona como ponto de partida para uma discussão mais ampla que envolve:

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza Ao apresentar a diversidade de materiais utilizados nas primeiras árvores artificiais, o texto evidencia um período de experimentação intensa, no qual ainda não havia um padrão consolidado para esse objeto decorativo. O que essa variedade de materiais revela sobre o estágio inicial de desenvolvimento das árvores de Natal artificiais?

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza Ao reconstruir a origem das árvores de Natal artificiais, o texto indica que sua criação não foi apenas resultado de inventividade técnica, mas também de um contexto histórico específico. Essa combinação de fatores ajuda a compreender por que esse objeto se consolidou culturalmente. Qual circunstância histórica foi decisiva para o surgimento das primeiras árvores de Natal artificiais, conforme apresentado no texto?

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza Além das questões ambientais, o texto destaca preocupações relacionadas à segurança doméstica que impulsionaram inovações no design das árvores natalinas. Essas preocupações influenciaram tanto a opinião pública quanto o trabalho de inventores. De acordo com o texto, que fator contribuiu para reforçar a aceitação social das árvores artificiais no final do século XIX?

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais? Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware. Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro. Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal. Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo". Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo. Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava. Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo. A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos." https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza A consolidação das árvores artificiais no mercado, conforme relatado no texto, não se deveu apenas à inovação tecnológica, mas também à leitura precisa do contexto histórico e cultural de consumo. Qual combinação de fatores explica o sucesso de Si Spiegel na popularização das árvores de Natal artificiais?

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

O comportamento escritor envolve processos cognitivos e discursivos mobilizados na produção textual, demandando do sujeito estratégias de planejamento, acompanhamento e revisão que permitam construir sentidos adequados às diferentes situações comunicativas. No contexto pedagógico, pesquisas destacam que o desenvolvimento desse comportamento relaciona-se à capacidade de o escritor tomar decisões conscientes sobre a escrita, articulando aspectos linguísticos, discursivos e pragmáticos de forma integrada (MARCUSCHI, 2010. Adaptado.) Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: EnfermeiroConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

Os níveis de linguagem refletem modos de uso da língua ajustados às condições de comunicação, considerando fatores como contexto, finalidade, relação entre os interlocutores e grau de formalidade. A variação entre registros formais e informais não implica hierarquia, mas adequação às situações de uso, envolvendo escolhas lexicais, sintáticas e discursivas que constroem sentidos socialmente situados (ANTUNES, 2009. Adaptado.). Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Vigilante EscolarConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

A linguagem oral compreende práticas interativas que envolvem escuta, fala e produção de sentidos em situações comunicativas diversas. A oralização diz respeito à leitura em voz alta de textos escritos, exigindo controle prosódico e compreensão. A oralidade, por sua vez, relaciona-se aos usos socioculturais da fala, incluindo variação linguística e construção coletiva de significados (ANTUNES, 2009. Adaptado.). Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Analista LegislativoConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. Estratégias didáticas para o ensino de leitura O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura. Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo. Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno. Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas. No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea. s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social (COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado. O comportamento leitor envolve a mobilização de estratégias cognitivas e discursivas que permitem ao sujeito construir sentidos a partir de diferentes tipos de textos, considerando finalidade, gênero, contexto e suporte de circulação. Pesquisas em didática da leitura destacam que o leitor proficiente monitora sua compreensão, ativa conhecimentos prévios, formula hipóteses e ajusta percursos interpretativos conforme as demandas do texto e da situação comunicativa (KLEIMAN, 2013. Adaptado.). Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Analista LegislativoConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. Estratégias didáticas para o ensino de leitura O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura. Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo. Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno. Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas. No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea. s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social (COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado. A fluência leitora com compreensão envolve a integração entre precisão, velocidade e prosódia, articuladas à capacidade de construir sentidos durante a leitura. Estudos no campo da alfabetização e do letramento indicam que ler fluentemente não significa apenas decodificar rapidamente, mas sustentar um ritmo que permita ao leitor monitorar a compreensão, ajustar inferências e manter a coerência global do texto (KLEIMAN, 2013. Adaptado.). Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Analista de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. Estratégias didáticas para o ensino de leitura O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura. Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo. Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno. Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas. No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea. s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social (COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado. Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Analista de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. Estratégias didáticas para o ensino de leitura O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura. Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo. Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno. Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas. No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea. s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social (COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado. O texto apresenta uma reflexão sobre práticas pedagógicas, articulando fundamentos teóricos da leitura, mediação docente e impactos das tecnologias digitais, com finalidade formativa e orientadora. Em relação à tipologia textual e ao gênero textual do texto-base, é CORRETO afirmar que:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Analista de Controle InternoConcurso: Prefeitura de Craíbas - AL

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. Estratégias didáticas para o ensino de leitura O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura. Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo. Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno. Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas. No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea. s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social (COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado. O texto desenvolve uma concepção de leitura que integra processos cognitivos, mediação pedagógica, diversidade de gêneros e impactos das tecnologias digitais, situando a formação do leitor no contexto das transformações contemporâneas das práticas de linguagem. De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.