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2723 questões encontradas
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: VigilanteConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O que fazer para combater os sinais de flacidez no rosto após emagrecimento Usado e querido por muitos famosos, o Ozempic, remédio da Novo Nordisk para tratamento de Diabetes tipo 2, ganhou bastante popularidade e tornou-se um dos mais conhecidos métodos de emagrecimento da atualidade devido ao efeito da semaglutida que estimula a secreção de insulina, suprime a secreção de glucagon e retarda o esvaziamento gástrico, promovendo uma sensação de saciedade mais prolongada. No entanto, o efeito dessa substância vai além da perda de peso, impactando também na pele. A perda rápida de gordura é um dos grandes benefícios do Ozempic quando o assunto é obesidade, mas esse emagrecimento drástico em pouco tempo acaba resultando na perda de gordura facial, diminuindo a sustentação e o contorno da face, tornando mais evidente a flacidez e as rugas, dando nome ao que conhecemos como "Rosto de Ozempic" (ou "Ozempic Face"). Porém, há solução! Saiba que para um resultado mais satisfatório e completo, há o tratamento da flacidez que pode e deve ser feito de forma preventiva, de preferência dois meses antes do tratamento de emagrecimento. Na minha prática diária, começo o tratamento com uso da tecnologia para regeneração total da pele e indico os injetáveis como tratamento complementar visando sempre o resultado de naturalidade. Conheça algumas alternativas altamente eficazes para melhorar este efeito de flacidez e "rosto caído" proveniente da grande perda de peso em pouco tempo. Estas tecnologias são muito eficientes e seguras se realizadas por um médico qualificado e especialista: Ultrassom microfocado como MPT Ultraformer; Lasers fracionados para rejuvenescimento: Picoway, CO2 e Erbium são bastante eficazes; Radiofrequência microagulhada como Morpheus ou Exiom; Uso injetável de bioestimulador − Sculptra; Preenchimento com ácido hialurônico (em último caso). Consulte seu dermatologista especialista e veja qual a melhor opção para você! Acesso em: https://tinyurl.com/yszh6vw7 Infere-se do texto que o uso do Ozempic não tem impacto algum na aparência facial, mesmo com a perda de peso rápida.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico AdministrativoConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O que fazer para combater os sinais de flacidez no rosto após emagrecimento Usado e querido por muitos famosos, o Ozempic, remédio da Novo Nordisk para tratamento de Diabetes tipo 2, ganhou bastante popularidade e tornou-se um dos mais conhecidos métodos de emagrecimento da atualidade devido ao efeito da semaglutida que estimula a secreção de insulina, suprime a secreção de glucagon e retarda o esvaziamento gástrico, promovendo uma sensação de saciedade mais prolongada. No entanto, o efeito dessa substância vai além da perda de peso, impactando também na pele. A perda rápida de gordura é um dos grandes benefícios do Ozempic quando o assunto é obesidade, mas esse emagrecimento drástico em pouco tempo acaba resultando na perda de gordura facial, diminuindo a sustentação e o contorno da face, tornando mais evidente a flacidez e as rugas, dando nome ao que conhecemos como "Rosto de Ozempic" (ou "Ozempic Face"). Porém, há solução! Saiba que para um resultado mais satisfatório e completo, há o tratamento da flacidez que pode e deve ser feito de forma preventiva, de preferência dois meses antes do tratamento de emagrecimento. Na minha prática diária, começo o tratamento com uso da tecnologia para regeneração total da pele e indico os injetáveis como tratamento complementar visando sempre o resultado de naturalidade. Conheça algumas alternativas altamente eficazes para melhorar este efeito de flacidez e "rosto caído" proveniente da grande perda de peso em pouco tempo. Estas tecnologias são muito eficientes e seguras se realizadas por um médico qualificado e especialista: Ultrassom microfocado como MPT Ultraformer; Lasers fracionados para rejuvenescimento: Picoway, CO2 e Erbium são bastante eficazes; Radiofrequência microagulhada como Morpheus ou Exiom; Uso injetável de bioestimulador − Sculptra; Preenchimento com ácido hialurônico (em último caso). Consulte seu dermatologista especialista e veja qual a melhor opção para você! Acesso em: https://tinyurl.com/yszh6vw7 De acordo com o texto, o Ozempic ganhou popularidade como um método de emagrecimento devido aos seus efeitos na supressão da fome e na perda de peso.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico AdministrativoConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O que fazer para combater os sinais de flacidez no rosto após emagrecimento Usado e querido por muitos famosos, o Ozempic, remédio da Novo Nordisk para tratamento de Diabetes tipo 2, ganhou bastante popularidade e tornou-se um dos mais conhecidos métodos de emagrecimento da atualidade devido ao efeito da semaglutida que estimula a secreção de insulina, suprime a secreção de glucagon e retarda o esvaziamento gástrico, promovendo uma sensação de saciedade mais prolongada. No entanto, o efeito dessa substância vai além da perda de peso, impactando também na pele. A perda rápida de gordura é um dos grandes benefícios do Ozempic quando o assunto é obesidade, mas esse emagrecimento drástico em pouco tempo acaba resultando na perda de gordura facial, diminuindo a sustentação e o contorno da face, tornando mais evidente a flacidez e as rugas, dando nome ao que conhecemos como "Rosto de Ozempic" (ou "Ozempic Face"). Porém, há solução! Saiba que para um resultado mais satisfatório e completo, há o tratamento da flacidez que pode e deve ser feito de forma preventiva, de preferência dois meses antes do tratamento de emagrecimento. Na minha prática diária, começo o tratamento com uso da tecnologia para regeneração total da pele e indico os injetáveis como tratamento complementar visando sempre o resultado de naturalidade. Conheça algumas alternativas altamente eficazes para melhorar este efeito de flacidez e "rosto caído" proveniente da grande perda de peso em pouco tempo. Estas tecnologias são muito eficientes e seguras se realizadas por um médico qualificado e especialista: Ultrassom microfocado como MPT Ultraformer; Lasers fracionados para rejuvenescimento: Picoway, CO2 e Erbium são bastante eficazes; Radiofrequência microagulhada como Morpheus ou Exiom; Uso injetável de bioestimulador − Sculptra; Preenchimento com ácido hialurônico (em último caso). Consulte seu dermatologista especialista e veja qual a melhor opção para você! Acesso em: https://tinyurl.com/yszh6vw7 Depreende-se do texto que há várias alternativas para tratar a flacidez causada pelo uso do Ozempic, incluindo tecnologias como ultrassom microfocado e lasers fracionados.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico AdministrativoConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O que fazer para combater os sinais de flacidez no rosto após emagrecimento Usado e querido por muitos famosos, o Ozempic, remédio da Novo Nordisk para tratamento de Diabetes tipo 2, ganhou bastante popularidade e tornou-se um dos mais conhecidos métodos de emagrecimento da atualidade devido ao efeito da semaglutida que estimula a secreção de insulina, suprime a secreção de glucagon e retarda o esvaziamento gástrico, promovendo uma sensação de saciedade mais prolongada. No entanto, o efeito dessa substância vai além da perda de peso, impactando também na pele. A perda rápida de gordura é um dos grandes benefícios do Ozempic quando o assunto é obesidade, mas esse emagrecimento drástico em pouco tempo acaba resultando na perda de gordura facial, diminuindo a sustentação e o contorno da face, tornando mais evidente a flacidez e as rugas, dando nome ao que conhecemos como "Rosto de Ozempic" (ou "Ozempic Face"). Porém, há solução! Saiba que para um resultado mais satisfatório e completo, há o tratamento da flacidez que pode e deve ser feito de forma preventiva, de preferência dois meses antes do tratamento de emagrecimento. Na minha prática diária, começo o tratamento com uso da tecnologia para regeneração total da pele e indico os injetáveis como tratamento complementar visando sempre o resultado de naturalidade. Conheça algumas alternativas altamente eficazes para melhorar este efeito de flacidez e "rosto caído" proveniente da grande perda de peso em pouco tempo. Estas tecnologias são muito eficientes e seguras se realizadas por um médico qualificado e especialista: Ultrassom microfocado como MPT Ultraformer; Lasers fracionados para rejuvenescimento: Picoway, CO2 e Erbium são bastante eficazes; Radiofrequência microagulhada como Morpheus ou Exiom; Uso injetável de bioestimulador − Sculptra; Preenchimento com ácido hialurônico (em último caso). Consulte seu dermatologista especialista e veja qual a melhor opção para você! Acesso em: https://tinyurl.com/yszh6vw7 É possível afirmar que o tratamento preventivo para flacidez deve ser iniciado durante o tratamento de emagrecimento para evitar o "Rosto de Ozempic".
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico AdministrativoConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O caminho do meio: por que abraçar o equilíbrio é bom para a saúde mental As redes sociais têm nos ensinado algo importante: como é complicado e penoso para o corpo e para a mente vivermos nesta era dos extremos. O algoritmo das redes sociais estimula e privilegia respostas extremadas sobre qualquer coisa, sejam elas para o bem, sejam para o mal. Vemos como isso tem impactado negativamente amizades, parcerias de trabalho e até relações familiares. Quase diariamente também vemos postagens e mais postagens nos estimulando a ter uma relação com a comida que segue essa lógica: privação de muitos grupos alimentares ou propostas do tipo "coma tudo o que dizer um dia" e depois prive-se nos dias subsequentes. Redes sociais e alimentação são apenas dois exemplos cotidianos dessa era que glorifica os extremos. Sabe aquela frase "nem tanto ao mar, nem tanto à terra"? Penso que o caminho do meio, para tudo, é a melhor saída para as nossas vidas e para a nossa saúde mental. Eu, que trabalho com dependência do álcool, sou um dos que sempre defendeu a moderação na relação com as bebidas alcoólicas, e também na vida. Não é de uma hora para outra que se passa a adotar atitudes e comportamentos equilibrados, porque isso nos exige disciplina, autoconsciência e autorreflexão constantes, algo que não é tão fácil de praticar porque o mundo externo (nosso trabalho, as próprias redes sociais etc.) têm nos demandado mais atenção do que nosso mundo interno. Além disso, vivemos em um mundo que nos incentiva a buscar por objetivos extremos; por exemplo, realizações pessoais que muitas vezes são impossíveis de alcançar. Porém, seguir pelo caminho do meio pode ser um grande aprendizado e trazer benefícios à nossa saúde mental. Primeiro, pode nos trazer mais equilíbrio e evitar que vivamos em constante estado de agitação mental e emocional. Pode também nos incentivar aos consumos não excessivos (e aqui eu não falo só do álcool, mas também de alimentos e de compras de bens materiais). Isso nos ajuda a ter um estilo de vida mais saudável (saúde física é saúde mental) e, de quebra, pode contribuir até para os cuidados com o meio ambiente. Como abraçar o caminho do meio? Penso que o primeiro passo é priorizar o autocuidado. Ao voltarmos os olhos para nós, conseguiremos identificar se há algo na vida que tem sido exagerado. Ao nos cuidarmos, seremos mais capazes de estabelecer limites. Um passo importante também é estabelecer uma relação saudável com as telas. Praticamente todos os estudos nos têm mostrado que temos tido uma relação intensa com elas, com grande impacto na saúde mental, na capacidade de foco, na memória, autoestima etc. De tempos em tempos, faça uma revisão dos seus hábitos e escolhas. Você vai se surpreender com quanta coisa vamos acrescentando na vida e que não nos traz muitos benefícios. Acesso em: https://tinyurl.com/4ava59yu Infere-se do texto que o autor defende a moderação em diferentes aspectos da vida como uma forma de melhorar a saúde mental.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico AdministrativoConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O caminho do meio: por que abraçar o equilíbrio é bom para a saúde mental As redes sociais têm nos ensinado algo importante: como é complicado e penoso para o corpo e para a mente vivermos nesta era dos extremos. O algoritmo das redes sociais estimula e privilegia respostas extremadas sobre qualquer coisa, sejam elas para o bem, sejam para o mal. Vemos como isso tem impactado negativamente amizades, parcerias de trabalho e até relações familiares. Quase diariamente também vemos postagens e mais postagens nos estimulando a ter uma relação com a comida que segue essa lógica: privação de muitos grupos alimentares ou propostas do tipo "coma tudo o que dizer um dia" e depois prive-se nos dias subsequentes. Redes sociais e alimentação são apenas dois exemplos cotidianos dessa era que glorifica os extremos. Sabe aquela frase "nem tanto ao mar, nem tanto à terra"? Penso que o caminho do meio, para tudo, é a melhor saída para as nossas vidas e para a nossa saúde mental. Eu, que trabalho com dependência do álcool, sou um dos que sempre defendeu a moderação na relação com as bebidas alcoólicas, e também na vida. Não é de uma hora para outra que se passa a adotar atitudes e comportamentos equilibrados, porque isso nos exige disciplina, autoconsciência e autorreflexão constantes, algo que não é tão fácil de praticar porque o mundo externo (nosso trabalho, as próprias redes sociais etc.) têm nos demandado mais atenção do que nosso mundo interno. Além disso, vivemos em um mundo que nos incentiva a buscar por objetivos extremos; por exemplo, realizações pessoais que muitas vezes são impossíveis de alcançar. Porém, seguir pelo caminho do meio pode ser um grande aprendizado e trazer benefícios à nossa saúde mental. Primeiro, pode nos trazer mais equilíbrio e evitar que vivamos em constante estado de agitação mental e emocional. Pode também nos incentivar aos consumos não excessivos (e aqui eu não falo só do álcool, mas também de alimentos e de compras de bens materiais). Isso nos ajuda a ter um estilo de vida mais saudável (saúde física é saúde mental) e, de quebra, pode contribuir até para os cuidados com o meio ambiente. Como abraçar o caminho do meio? Penso que o primeiro passo é priorizar o autocuidado. Ao voltarmos os olhos para nós, conseguiremos identificar se há algo na vida que tem sido exagerado. Ao nos cuidarmos, seremos mais capazes de estabelecer limites. Um passo importante também é estabelecer uma relação saudável com as telas. Praticamente todos os estudos nos têm mostrado que temos tido uma relação intensa com elas, com grande impacto na saúde mental, na capacidade de foco, na memória, autoestima etc. De tempos em tempos, faça uma revisão dos seus hábitos e escolhas. Você vai se surpreender com quanta coisa vamos acrescentando na vida e que não nos traz muitos benefícios. Acesso em: https://tinyurl.com/4ava59yu De acordo com o texto, adotar atitudes equilibradas é fácil, pois o mundo externo nos incentiva a buscar o equilíbrio constantemente.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O caminho do meio: por que abraçar o equilíbrio é bom para a saúde mental As redes sociais têm nos ensinado algo importante: como é complicado e penoso para o corpo e para a mente vivermos nesta era dos extremos. O algoritmo das redes sociais estimula e privilegia respostas extremadas sobre qualquer coisa, sejam elas para o bem, sejam para o mal. Vemos como isso tem impactado negativamente amizades, parcerias de trabalho e até relações familiares. Quase diariamente também vemos postagens e mais postagens nos estimulando a ter uma relação com a comida que segue essa lógica: privação de muitos grupos alimentares ou propostas do tipo "coma tudo o que dizer um dia" e depois prive-se nos dias subsequentes. Redes sociais e alimentação são apenas dois exemplos cotidianos dessa era que glorifica os extremos. Sabe aquela frase "nem tanto ao mar, nem tanto à terra"? Penso que o caminho do meio, para tudo, é a melhor saída para as nossas vidas e para a nossa saúde mental. Eu, que trabalho com dependência do álcool, sou um dos que sempre defendeu a moderação na relação com as bebidas alcoólicas, e também na vida. Não é de uma hora para outra que se passa a adotar atitudes e comportamentos equilibrados, porque isso nos exige disciplina, autoconsciência e autorreflexão constantes, algo que não é tão fácil de praticar porque o mundo externo (nosso trabalho, as próprias redes sociais etc.) têm nos demandado mais atenção do que nosso mundo interno. Além disso, vivemos em um mundo que nos incentiva a buscar por objetivos extremos; por exemplo, realizações pessoais que muitas vezes são impossíveis de alcançar. Porém, seguir pelo caminho do meio pode ser um grande aprendizado e trazer benefícios à nossa saúde mental. Primeiro, pode nos trazer mais equilíbrio e evitar que vivamos em constante estado de agitação mental e emocional. Pode também nos incentivar aos consumos não excessivos (e aqui eu não falo só do álcool, mas também de alimentos e de compras de bens materiais). Isso nos ajuda a ter um estilo de vida mais saudável (saúde física é saúde mental) e, de quebra, pode contribuir até para os cuidados com o meio ambiente. Como abraçar o caminho do meio? Penso que o primeiro passo é priorizar o autocuidado. Ao voltarmos os olhos para nós, conseguiremos identificar se há algo na vida que tem sido exagerado. Ao nos cuidarmos, seremos mais capazes de estabelecer limites. Um passo importante também é estabelecer uma relação saudável com as telas. Praticamente todos os estudos nos têm mostrado que temos tido uma relação intensa com elas, com grande impacto na saúde mental, na capacidade de foco, na memória, autoestima etc. De tempos em tempos, faça uma revisão dos seus hábitos e escolhas. Você vai se surpreender com quanta coisa vamos acrescentando na vida e que não nos traz muitos benefícios. Acesso em: https://tinyurl.com/4ava59yu Depreende-se do texto que a relação intensa com as telas pode prejudicar a saúde mental, o foco e a autoestima das pessoas.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Praticar corrida está na moda Que a corrida traz grandes benefícios à saúde há muitas pesquisas comprovando. Porém, correr com outras pessoas em clubes de corrida pode trazer outros pontos positivos para saúde física e mental. Antes de entrar para o District Running Collective, com sede em Washington D.C. (Estados Unidos), Fallon Jones não era corredora. "Uma velha amiga − estávamos fazendo CrossFit na época − disse que havia um grupo de negros que corria na rua", conta. Ela ficou viciada depois de sua primeira corrida com o grupo na semana seguinte. "A energia era tão elétrica. Estou no grupo de ritmo mais lento, mas todos estavam lá no final para me aplaudir", diz Jones. "Eu pensei, quer saber? Se eu continuar voltando, talvez eu consiga melhorar um pouco." Os clubes de corrida têm uma longa história que remonta ao início do século 19. O primeiro clube de corrida conhecido no mundo, o Thames Hare and Hounds, foi fundado em 1868 em Londres, na Inglaterra, promovendo o esporte como uma atividade social. Ao longo das décadas, os clubes de corrida se espalharam pela Europa e América do Norte e depois, em diversas partes do mundo − inicialmente atraindo corredores competitivos, mas gradualmente atraindo um público mais amplo que buscava apoio, motivação e camaradagem. Nos últimos anos, a ascensão das redes sociais e dos aplicativos de exercícios transformou ainda mais os clubes de corrida. As plataformas online permitem que os corredores se conectem, organizem eventos e acompanhem o progresso, tornando a corrida mais acessível e inclusiva. Participar de um clube de corrida não apenas promove novas amizades, mas também melhora o bem-estar mental. Além disso, manter um ritmo de conversa enquanto corre com os amigos também pode oferecer benefícios físicos distintos. Acesso em: https://tinyurl.com/3fe9vbez Infere-se do texto que os clubes de corrida inicialmente eram destinados apenas a corredores competitivos, mas hoje em dia atraem um público mais amplo.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Como a guerra contra a pornografia pode mudar a internet Se você for ao Estado americano do Texas e tentar visitar hoje um determinado website de pronografia, poderá ficar suspreso. Em vez do conteúdo normalmente encontrado em um site pornográfico, você irá ver um único vídeo. Nele, uma estrela de filmes adultos chamada Cherie DeVille aparece totalmente vestida para discutir políticas públicas. "Como talvez você saiba, suas autoridades eleitas exigem que nós verifiquemos a sua idade antes de permitir que você tenha acesso ao nosso website", afirma DeVille no vídeo. Ela explica que, em vez de pedir aos seus usuários que apresentem sua identidade fotográfica a cada visita, o website e sua rede de sites associados decidiram simplesmente bloquear todos os visitantes do Estado. E os texanos não estão sozinhos. Neste exato momento, ocorre um apagão das pornografia pelos Estados Unidos. Em 2023, os Estados do Arkansas, Mississippi, Utah e Virgínia aprovaram leis que exigem a verificação da idade dos visitantes. O website bloqueou todos eles, assim que as leis entraram em vigor. No início de 2024, foi a vez da Carolina do Norte e de Montana. E novas leis exigindo o mesmo tratamento foram aprovadas nas últimas semanas em Idaho, Kansas, Kentucky e Nebraska. Com novas normas programadas para entrar em vigor, o desligamento poderá atingir a maior parte do sul dos Estados Unidos nos próximos 12 meses. Com isso, o website − o quarto website mais popular do planeta, segundo alguns índices − poderá em breve estar bloqueado para um a cada três norte-americanos. Formalmente, o objetivo dessas leis é evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo pornográfico, em meio às preocupações de que elas possam ser prejudicadas pela normalização de comportamento sexual violento ou agressivo e pelo incentivo de expectativas irreais em relação ao sexo. De 2022 até o momento, 19 Estados americanos aprovaram leis exigindo que os sites pornográficos verifiquem a idade dos seus usuários. E os legisladores já propuseram leis federais de verificação da idade. A adoção de verificações de identidade não se limita aos sites adultos. Outras regulamentações propostas nos EUA, Reino Unido, União Europeia, Austrália e em partes da Ásia poderão exigir em breve a verificação de idade para as redes sociais e uma série de outras plataformas. Seus proponentes afirmam que esta verificação não é diferente da apresentação da identidade exigida para comprar um maço de cigarros − que são esforços de segurança baseados no bom senso, que irão funcionar tão bem online quanto no comércio físico. "É muito simples", afirma Terry Schilling, presidente do think tank conservador (centro de pesquisa e debates) Projeto dos Princípios Americanos (American Principles Project), uma das principais organizações que defendem as leis de verificação da idade. "Achamos que as crianças não devem poder ter acesso à quantidade de pornografia que elas têm disponível hoje", afirma ele. Mas os opositores às novas regras defendem que as leis são mal elaboradas e podem até levar as pessoas para partes mais sombrias da internet, expondo as crianças e os adultos a riscos ainda maiores. Eles também argumentam que as repercussões da nova legislação podem trazer profundas consequências para o futuro da internet e a liberdade que ela oferece. "Vamos ser honestos, entre as redes sociais e a pornografia, provavelmente temos a maior parte da atividade online das pessoas", afirma Daniel Kahn Gillmor, tecnólogo da União Americana para as Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês). A maioria das pessoas concorda que é uma boa ideia evitar que as crianças tenham acesso à pornografia na internet. Mas alguns acreditam que existem melhores formas de controle do que a imposição de regras de verificação da idade. Colocando de lado o debate político cada vez maior sobre qual a melhor forma de regulamentar o mundo online e as plataformas de tecnologia que o sustentam, a internet parece estar passando por um momento decisivo. Acesso em: https://tinyurl.com/mtastvbj De acordo com o texto, as novas leis de verificação de idade nos Estados Unidos têm como objetivo principal proteger as crianças do acesso a conteúdos pornográficos.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Saúde mental: os desafios e os valores de uma relação em que há grande diferença etária Um estudo mostrou que no Irã, por exemplo, a satisfação dos casais com gap etário maior com o casamento não foi diferente daquela em que o par tinha mais ou menos a mesma idade, porque naquela cultura a diferença de idade numa relação amorosa é mais aceita. Outro desafio diz respeito às referências e expectativas, que podem ser bem distintos. Isso não quer dizer, no entanto, que cada um não possa aprender a respeitar e valorizar os gostos e valores do outro e, com isso, ampliar o próprio repertório de referências. Aliás, isso vale até para casais em que não há muita distinção etária. Um outro ponto é que, quase sempre (senão sempre), encaramos duas pessoas que estão em fases de vida significativamente diferentes como uma delas tendo uma forma de poder sobre a outra, não importa se a pessoa mais velha é o homem ou a mulher. Não podemos negar que existam relacionamentos intergeracionais que passam por isso ou que o mais velho queira tirar alguma vantagem do mais novo por meio da relação, mas também é possível pensar que dois adultos maduros, independentemente de qual seja a diferença de idade entre eles, possam ter um relacionamento saudável. Idade afetiva, ou seja, a maturidade que temos para encarar a vida e as dificuldades que ela nos traz, conta mais do que idade cronológica. Acesso em: https://tinyurl.com/79xnx558 É possível afirmar que a maturidade emocional é mais importante para o sucesso de um relacionamento do que a idade cronológica.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Como a guerra contra a pornografia pode mudar a internet Se você for ao Estado americano do Texas e tentar visitar hoje um determinado website de pronografia, poderá ficar suspreso. Em vez do conteúdo normalmente encontrado em um site pornográfico, você irá ver um único vídeo. Nele, uma estrela de filmes adultos chamada Cherie DeVille aparece totalmente vestida para discutir políticas públicas. "Como talvez você saiba, suas autoridades eleitas exigem que nós verifiquemos a sua idade antes de permitir que você tenha acesso ao nosso website", afirma DeVille no vídeo. Ela explica que, em vez de pedir aos seus usuários que apresentem sua identidade fotográfica a cada visita, o website e sua rede de sites associados decidiram simplesmente bloquear todos os visitantes do Estado. E os texanos não estão sozinhos. Neste exato momento, ocorre um apagão das pornografia pelos Estados Unidos. Em 2023, os Estados do Arkansas, Mississippi, Utah e Virgínia aprovaram leis que exigem a verificação da idade dos visitantes. O website bloqueou todos eles, assim que as leis entraram em vigor. No início de 2024, foi a vez da Carolina do Norte e de Montana. E novas leis exigindo o mesmo tratamento foram aprovadas nas últimas semanas em Idaho, Kansas, Kentucky e Nebraska. Com novas normas programadas para entrar em vigor, o desligamento poderá atingir a maior parte do sul dos Estados Unidos nos próximos 12 meses. Com isso, o website − o quarto website mais popular do planeta, segundo alguns índices − poderá em breve estar bloqueado para um a cada três norte-americanos. Formalmente, o objetivo dessas leis é evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo pornográfico, em meio às preocupações de que elas possam ser prejudicadas pela normalização de comportamento sexual violento ou agressivo e pelo incentivo de expectativas irreais em relação ao sexo. De 2022 até o momento, 19 Estados americanos aprovaram leis exigindo que os sites pornográficos verifiquem a idade dos seus usuários. E os legisladores já propuseram leis federais de verificação da idade. A adoção de verificações de identidade não se limita aos sites adultos. Outras regulamentações propostas nos EUA, Reino Unido, União Europeia, Austrália e em partes da Ásia poderão exigir em breve a verificação de idade para as redes sociais e uma série de outras plataformas. Seus proponentes afirmam que esta verificação não é diferente da apresentação da identidade exigida para comprar um maço de cigarros − que são esforços de segurança baseados no bom senso, que irão funcionar tão bem online quanto no comércio físico. "É muito simples", afirma Terry Schilling, presidente do think tank conservador (centro de pesquisa e debates) Projeto dos Princípios Americanos (American Principles Project), uma das principais organizações que defendem as leis de verificação da idade. "Achamos que as crianças não devem poder ter acesso à quantidade de pornografia que elas têm disponível hoje", afirma ele. Mas os opositores às novas regras defendem que as leis são mal elaboradas e podem até levar as pessoas para partes mais sombrias da internet, expondo as crianças e os adultos a riscos ainda maiores. Eles também argumentam que as repercussões da nova legislação podem trazer profundas consequências para o futuro da internet e a liberdade que ela oferece. "Vamos ser honestos, entre as redes sociais e a pornografia, provavelmente temos a maior parte da atividade online das pessoas", afirma Daniel Kahn Gillmor, tecnólogo da União Americana para as Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês). A maioria das pessoas concorda que é uma boa ideia evitar que as crianças tenham acesso à pornografia na internet. Mas alguns acreditam que existem melhores formas de controle do que a imposição de regras de verificação da idade. Colocando de lado o debate político cada vez maior sobre qual a melhor forma de regulamentar o mundo online e as plataformas de tecnologia que o sustentam, a internet parece estar passando por um momento decisivo. Acesso em: https://tinyurl.com/mtastvbj Infere-se do texto que a medida de bloqueio adotada afeta exclusivamente o estado do Texas.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Como a guerra contra a pornografia pode mudar a internet Se você for ao Estado americano do Texas e tentar visitar hoje um determinado website de pronografia, poderá ficar suspreso. Em vez do conteúdo normalmente encontrado em um site pornográfico, você irá ver um único vídeo. Nele, uma estrela de filmes adultos chamada Cherie DeVille aparece totalmente vestida para discutir políticas públicas. "Como talvez você saiba, suas autoridades eleitas exigem que nós verifiquemos a sua idade antes de permitir que você tenha acesso ao nosso website", afirma DeVille no vídeo. Ela explica que, em vez de pedir aos seus usuários que apresentem sua identidade fotográfica a cada visita, o website e sua rede de sites associados decidiram simplesmente bloquear todos os visitantes do Estado. E os texanos não estão sozinhos. Neste exato momento, ocorre um apagão das pornografia pelos Estados Unidos. Em 2023, os Estados do Arkansas, Mississippi, Utah e Virgínia aprovaram leis que exigem a verificação da idade dos visitantes. O website bloqueou todos eles, assim que as leis entraram em vigor. No início de 2024, foi a vez da Carolina do Norte e de Montana. E novas leis exigindo o mesmo tratamento foram aprovadas nas últimas semanas em Idaho, Kansas, Kentucky e Nebraska. Com novas normas programadas para entrar em vigor, o desligamento poderá atingir a maior parte do sul dos Estados Unidos nos próximos 12 meses. Com isso, o website − o quarto website mais popular do planeta, segundo alguns índices − poderá em breve estar bloqueado para um a cada três norte-americanos. Formalmente, o objetivo dessas leis é evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo pornográfico, em meio às preocupações de que elas possam ser prejudicadas pela normalização de comportamento sexual violento ou agressivo e pelo incentivo de expectativas irreais em relação ao sexo. De 2022 até o momento, 19 Estados americanos aprovaram leis exigindo que os sites pornográficos verifiquem a idade dos seus usuários. E os legisladores já propuseram leis federais de verificação da idade. A adoção de verificações de identidade não se limita aos sites adultos. Outras regulamentações propostas nos EUA, Reino Unido, União Europeia, Austrália e em partes da Ásia poderão exigir em breve a verificação de idade para as redes sociais e uma série de outras plataformas. Seus proponentes afirmam que esta verificação não é diferente da apresentação da identidade exigida para comprar um maço de cigarros − que são esforços de segurança baseados no bom senso, que irão funcionar tão bem online quanto no comércio físico. "É muito simples", afirma Terry Schilling, presidente do think tank conservador (centro de pesquisa e debates) Projeto dos Princípios Americanos (American Principles Project), uma das principais organizações que defendem as leis de verificação da idade. "Achamos que as crianças não devem poder ter acesso à quantidade de pornografia que elas têm disponível hoje", afirma ele. Mas os opositores às novas regras defendem que as leis são mal elaboradas e podem até levar as pessoas para partes mais sombrias da internet, expondo as crianças e os adultos a riscos ainda maiores. Eles também argumentam que as repercussões da nova legislação podem trazer profundas consequências para o futuro da internet e a liberdade que ela oferece. "Vamos ser honestos, entre as redes sociais e a pornografia, provavelmente temos a maior parte da atividade online das pessoas", afirma Daniel Kahn Gillmor, tecnólogo da União Americana para as Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês). A maioria das pessoas concorda que é uma boa ideia evitar que as crianças tenham acesso à pornografia na internet. Mas alguns acreditam que existem melhores formas de controle do que a imposição de regras de verificação da idade. Colocando de lado o debate político cada vez maior sobre qual a melhor forma de regulamentar o mundo online e as plataformas de tecnologia que o sustentam, a internet parece estar passando por um momento decisivo. Acesso em: https://tinyurl.com/mtastvbj É possível afirmar que as novas regulamentações de verificação de idade poderão afetar não apenas sites pornográficos, mas também redes sociais e outras plataformas online.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Praticar corrida está na moda Que a corrida traz grandes benefícios à saúde há muitas pesquisas comprovando. Porém, correr com outras pessoas em clubes de corrida pode trazer outros pontos positivos para saúde física e mental. Antes de entrar para o District Running Collective, com sede em Washington D.C. (Estados Unidos), Fallon Jones não era corredora. "Uma velha amiga − estávamos fazendo CrossFit na época − disse que havia um grupo de negros que corria na rua", conta. Ela ficou viciada depois de sua primeira corrida com o grupo na semana seguinte. "A energia era tão elétrica. Estou no grupo de ritmo mais lento, mas todos estavam lá no final para me aplaudir", diz Jones. "Eu pensei, quer saber? Se eu continuar voltando, talvez eu consiga melhorar um pouco." Os clubes de corrida têm uma longa história que remonta ao início do século 19. O primeiro clube de corrida conhecido no mundo, o Thames Hare and Hounds, foi fundado em 1868 em Londres, na Inglaterra, promovendo o esporte como uma atividade social. Ao longo das décadas, os clubes de corrida se espalharam pela Europa e América do Norte e depois, em diversas partes do mundo − inicialmente atraindo corredores competitivos, mas gradualmente atraindo um público mais amplo que buscava apoio, motivação e camaradagem. Nos últimos anos, a ascensão das redes sociais e dos aplicativos de exercícios transformou ainda mais os clubes de corrida. As plataformas online permitem que os corredores se conectem, organizem eventos e acompanhem o progresso, tornando a corrida mais acessível e inclusiva. Participar de um clube de corrida não apenas promove novas amizades, mas também melhora o bem-estar mental. Além disso, manter um ritmo de conversa enquanto corre com os amigos também pode oferecer benefícios físicos distintos. Acesso em: https://tinyurl.com/3fe9vbez Depreende-se do texto que a história dos clubes de corrida começou no século 20 com a popularização da corrida como esporte de massa.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Saúde mental: os desafios e os valores de uma relação em que há grande diferença etária Um estudo mostrou que no Irã, por exemplo, a satisfação dos casais com gap etário maior com o casamento não foi diferente daquela em que o par tinha mais ou menos a mesma idade, porque naquela cultura a diferença de idade numa relação amorosa é mais aceita. Outro desafio diz respeito às referências e expectativas, que podem ser bem distintos. Isso não quer dizer, no entanto, que cada um não possa aprender a respeitar e valorizar os gostos e valores do outro e, com isso, ampliar o próprio repertório de referências. Aliás, isso vale até para casais em que não há muita distinção etária. Um outro ponto é que, quase sempre (senão sempre), encaramos duas pessoas que estão em fases de vida significativamente diferentes como uma delas tendo uma forma de poder sobre a outra, não importa se a pessoa mais velha é o homem ou a mulher. Não podemos negar que existam relacionamentos intergeracionais que passam por isso ou que o mais velho queira tirar alguma vantagem do mais novo por meio da relação, mas também é possível pensar que dois adultos maduros, independentemente de qual seja a diferença de idade entre eles, possam ter um relacionamento saudável. Idade afetiva, ou seja, a maturidade que temos para encarar a vida e as dificuldades que ela nos traz, conta mais do que idade cronológica. Acesso em: https://tinyurl.com/79xnx558 De acordo com o texto, relacionamentos intergeracionais são sempre problemáticos, devido ao poder exercido pela pessoa mais velha sobre a mais nova.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Saúde mental: os desafios e os valores de uma relação em que há grande diferença etária Um estudo mostrou que no Irã, por exemplo, a satisfação dos casais com gap etário maior com o casamento não foi diferente daquela em que o par tinha mais ou menos a mesma idade, porque naquela cultura a diferença de idade numa relação amorosa é mais aceita. Outro desafio diz respeito às referências e expectativas, que podem ser bem distintos. Isso não quer dizer, no entanto, que cada um não possa aprender a respeitar e valorizar os gostos e valores do outro e, com isso, ampliar o próprio repertório de referências. Aliás, isso vale até para casais em que não há muita distinção etária. Um outro ponto é que, quase sempre (senão sempre), encaramos duas pessoas que estão em fases de vida significativamente diferentes como uma delas tendo uma forma de poder sobre a outra, não importa se a pessoa mais velha é o homem ou a mulher. Não podemos negar que existam relacionamentos intergeracionais que passam por isso ou que o mais velho queira tirar alguma vantagem do mais novo por meio da relação, mas também é possível pensar que dois adultos maduros, independentemente de qual seja a diferença de idade entre eles, possam ter um relacionamento saudável. Idade afetiva, ou seja, a maturidade que temos para encarar a vida e as dificuldades que ela nos traz, conta mais do que idade cronológica. Acesso em: https://tinyurl.com/79xnx558 Infere-se do texto que, no Irã, a diferença de idade em casais é culturalmente aceita e não afeta a satisfação conjugal.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Praticar corrida está na moda Que a corrida traz grandes benefícios à saúde há muitas pesquisas comprovando. Porém, correr com outras pessoas em clubes de corrida pode trazer outros pontos positivos para saúde física e mental. Antes de entrar para o District Running Collective, com sede em Washington D.C. (Estados Unidos), Fallon Jones não era corredora. "Uma velha amiga − estávamos fazendo CrossFit na época − disse que havia um grupo de negros que corria na rua", conta. Ela ficou viciada depois de sua primeira corrida com o grupo na semana seguinte. "A energia era tão elétrica. Estou no grupo de ritmo mais lento, mas todos estavam lá no final para me aplaudir", diz Jones. "Eu pensei, quer saber? Se eu continuar voltando, talvez eu consiga melhorar um pouco." Os clubes de corrida têm uma longa história que remonta ao início do século 19. O primeiro clube de corrida conhecido no mundo, o Thames Hare and Hounds, foi fundado em 1868 em Londres, na Inglaterra, promovendo o esporte como uma atividade social. Ao longo das décadas, os clubes de corrida se espalharam pela Europa e América do Norte e depois, em diversas partes do mundo − inicialmente atraindo corredores competitivos, mas gradualmente atraindo um público mais amplo que buscava apoio, motivação e camaradagem. Nos últimos anos, a ascensão das redes sociais e dos aplicativos de exercícios transformou ainda mais os clubes de corrida. As plataformas online permitem que os corredores se conectem, organizem eventos e acompanhem o progresso, tornando a corrida mais acessível e inclusiva. Participar de um clube de corrida não apenas promove novas amizades, mas também melhora o bem-estar mental. Além disso, manter um ritmo de conversa enquanto corre com os amigos também pode oferecer benefícios físicos distintos. Acesso em: https://tinyurl.com/3fe9vbez É possível afirmar que Fallon Jones já era corredora experiente antes de entrar para o District Running Collective.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Saúde mental: os desafios e os valores de uma relação em que há grande diferença etária Um estudo mostrou que no Irã, por exemplo, a satisfação dos casais com gap etário maior com o casamento não foi diferente daquela em que o par tinha mais ou menos a mesma idade, porque naquela cultura a diferença de idade numa relação amorosa é mais aceita. Outro desafio diz respeito às referências e expectativas, que podem ser bem distintos. Isso não quer dizer, no entanto, que cada um não possa aprender a respeitar e valorizar os gostos e valores do outro e, com isso, ampliar o próprio repertório de referências. Aliás, isso vale até para casais em que não há muita distinção etária. Um outro ponto é que, quase sempre (senão sempre), encaramos duas pessoas que estão em fases de vida significativamente diferentes como uma delas tendo uma forma de poder sobre a outra, não importa se a pessoa mais velha é o homem ou a mulher. Não podemos negar que existam relacionamentos intergeracionais que passam por isso ou que o mais velho queira tirar alguma vantagem do mais novo por meio da relação, mas também é possível pensar que dois adultos maduros, independentemente de qual seja a diferença de idade entre eles, possam ter um relacionamento saudável. Idade afetiva, ou seja, a maturidade que temos para encarar a vida e as dificuldades que ela nos traz, conta mais do que idade cronológica. Acesso em: https://tinyurl.com/79xnx558 Depreende-se do texto que casais sem uma grande diferença de idade não enfrentam desafios relacionados a referências e expectativas distintas.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O tesouro encontrado junto a casal morto em erupção em Pompeia Cientistas encontraram os restos mortais do homem e da mulher, que guardavam um pequeno tesouro, durante uma escavação arqueológica em Pompeia, a antiga cidade romana destruída pela erupção vulcânica em 79 d.C., localizada no sul da Itália. As descobertas foram reveladas nesta semana. Segundo artigo publicado no E-Journal of the Pompeii Excavations, a casa onde o casal estava tinha um pequeno cubículo que estava sendo usado provisoriamente como quarto, enquanto uma reforma era feita no restante do imóvel. Quando a erupção do Vesúvio começou em 79 d.C., os dois se refugiaram no pequeno cômodo, enquanto a tempestade de cinzas e material vulcânico caía do lado de fora. Mas, em determinado momento, as pedras vulcânicas acabaram bloqueando a única porta disponível. "Presos no cômodo pequeno e estreito, eles morreram quando os fluxos piroclásticos os alcançaram", explicou o Parque Arqueológico de Pompeia em comunicado. A violenta erupção do Vesúvio — que ocorreu numa noite de agosto ou outubro de 79 d.C., algo que os cientistas ainda debatem — pegou de surpresa as cidades de Pompeia, Herculano e Estábia. Em escavações recentes, os cientistas se depararam com o pequeno cômodo em que jazia o casal, na ínsula 10, um dos sítios de exploração arqueológica de Pompeia. O esqueleto da mulher foi encontrado sobre uma cama, em que ela guardava "um pequeno tesouro de moedas de ouro, prata e bronze", explicaram os pesquisadores. Também havia algumas joias, como brincos de ouro e pérolas. Os restos mortais do homem estavam caídos aos pés da cama. Fora do pequeno cômodo, os arqueólogos também encontraram pistas de como era aquela casa. "Vestígios nas cinzas permitiram reconstruir o mobiliário e identificar sua localização exata no momento da erupção: uma cama, uma arca, um candelabro de bronze e uma mesa com tampo de mármore, com os móveis de bronze, vidro e cerâmica ainda em seus devidos lugares", indica o artigo. Esses trabalhos ajudam os cientistas a obter "dados arqueológicos muito valiosos" sobre o cotidiano dos moradores de Pompeia da época, afirmou o diretor do Parque Arqueológico, Gabriel Zuchtriegel. Acesso em: https://tinyurl.com/dyzp357f Infere-se do texto que a casa onde o casal foi encontrado não sofreu danos significativos durante a erupção do Vesúvio.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
O tesouro encontrado junto a casal morto em erupção em Pompeia Cientistas encontraram os restos mortais do homem e da mulher, que guardavam um pequeno tesouro, durante uma escavação arqueológica em Pompeia, a antiga cidade romana destruída pela erupção vulcânica em 79 d.C., localizada no sul da Itália. As descobertas foram reveladas nesta semana. Segundo artigo publicado no E-Journal of the Pompeii Excavations, a casa onde o casal estava tinha um pequeno cubículo que estava sendo usado provisoriamente como quarto, enquanto uma reforma era feita no restante do imóvel. Quando a erupção do Vesúvio começou em 79 d.C., os dois se refugiaram no pequeno cômodo, enquanto a tempestade de cinzas e material vulcânico caía do lado de fora. Mas, em determinado momento, as pedras vulcânicas acabaram bloqueando a única porta disponível. "Presos no cômodo pequeno e estreito, eles morreram quando os fluxos piroclásticos os alcançaram", explicou o Parque Arqueológico de Pompeia em comunicado. A violenta erupção do Vesúvio — que ocorreu numa noite de agosto ou outubro de 79 d.C., algo que os cientistas ainda debatem — pegou de surpresa as cidades de Pompeia, Herculano e Estábia. Em escavações recentes, os cientistas se depararam com o pequeno cômodo em que jazia o casal, na ínsula 10, um dos sítios de exploração arqueológica de Pompeia. O esqueleto da mulher foi encontrado sobre uma cama, em que ela guardava "um pequeno tesouro de moedas de ouro, prata e bronze", explicaram os pesquisadores. Também havia algumas joias, como brincos de ouro e pérolas. Os restos mortais do homem estavam caídos aos pés da cama. Fora do pequeno cômodo, os arqueólogos também encontraram pistas de como era aquela casa. "Vestígios nas cinzas permitiram reconstruir o mobiliário e identificar sua localização exata no momento da erupção: uma cama, uma arca, um candelabro de bronze e uma mesa com tampo de mármore, com os móveis de bronze, vidro e cerâmica ainda em seus devidos lugares", indica o artigo. Esses trabalhos ajudam os cientistas a obter "dados arqueológicos muito valiosos" sobre o cotidiano dos moradores de Pompeia da época, afirmou o diretor do Parque Arqueológico, Gabriel Zuchtriegel. Acesso em: https://tinyurl.com/dyzp357f É possível afirmar que o tesouro encontrado com a mulher consistia apenas moedas de bronze.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Afogados da Ingazeira - PE
Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano? No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral. Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador. Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia. Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa. Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas. Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas. Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória. Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z Depreende-se do texto que a IA, atualmente, já possui a capacidade de ser criativa de forma igual ou superior a um ser humano.