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254 questões encontradas
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de CiênciasConcurso: CISRP
A Finlândia ocupou o primeiro lugar em nove dos últimos 10 anos. "O país tem alta avaliação para serviços sociais e baixa percepção da corrupção." Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas relativas aos vocábulos presentes no texto, assim como àqueles que aparecem fora de contexto. I. O vocábulo 'país' recebe acento por apresentar vogal tônica que forma hiato com a vogal anterior, estando sozinho na sílaba e acompanhado de 's'. II. O vocábulo 'média' recebe acento pela mesma regra de 'úteis', uma vez que palavras paroxítonas terminadas em ditongos crescentes devem ser acentuadas. III. O vocábulo 'para' é uma palavra homônima que sofreu alteração em sua acentuação quando utilizado como forma verbal. Diferentemente, o verbo 'pôr' manteve o acento para distingui-lo da preposição 'por'. IV. Perderam o acento agudo as vogais tônicas 'i' e 'u' em palavras paroxítonas quando precedidas de ditongo. Assim, as formas 'feiura', 'boiuno' e 'alauita', que anteriormente eram acentuadas, passaram a ser grafadas sem acento. Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de CiênciasConcurso: CISRP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. O setor têxtil pressiona os recursos hídricos e acelera a mudança. A tecnologia ganha papel estratégico na redução do consumo. A pressão sobre os recursos hídricos tem acelerado a adoção de tecnologias voltadas à eficiência produtiva. Empresas dos setores têxtil e de impressão vêm investindo em soluções que reduzem etapas, insumos e desperdícios ao longo da cadeia produtiva. A empresa japonesa Epson faz parte desse movimento com sistemas de impressão digital desenvolvidos para substituir processos tradicionais de tingimento, que dependem de grandes volumes de água e múltiplas etapas químicas. Nos métodos convencionais, o tingimento envolve pré-tratamento do tecido, aplicação de corantes, fixação a vapor e sucessivos ciclos de lavagem para remoção de resíduos. Já nas soluções digitais, como as impressoras da série Monna Lisa, desenvolvidas pela Epson, o uso de tintas pigmentadas permite a aplicação direta da cor na superfície do tecido, com fixação por calor, reduzindo — e, em alguns modelos, eliminando — processos intensivos em água, como lavagem e vaporização. Segundo dados da empresa, esse tipo de tecnologia pode reduzir o consumo de água em até 97% em comparação com processos tradicionais. A simplificação do fluxo produtivo também contribui para a redução de efluentes e da carga química associada ao tratamento posterior. A incorporação da impressão digital também altera a lógica industrial do setor da moda. Em vez de grandes volumes produzidos antecipadamente, o modelo passa a permitir a produção sob demanda, com tiragens menores e maior precisão no uso de matérias-primas. Esse formato reduz perdas associadas à superprodução, prática comum em cadeias tradicionais, e melhora a eficiência no uso de recursos naturais e insumos. Outro efeito é a descentralização da produção. Equipamentos mais compactos possibilitam a instalação próxima aos centros de consumo, encurtando as cadeias logísticas, reduzindo o transporte e contribuindo para um menor impacto ambiental ao longo da cadeia de valor. A economia circular também vem ganhando espaço como resposta estrutural aos desafios ambientais do setor. Tecnologias de reciclagem têxtil têm ampliado a capacidade de reaproveitamento de resíduos e peças descartadas. Entre essas soluções está a tecnologia Dry Fiber, desenvolvida pela Epson, que permite desfibrar roupas usadas e sobras industriais para a produção de novos materiais sem o uso intensivo de água. O processo atua em duas frentes críticas da indústria: ao reduzir a necessidade de novas fibras e diminuir o consumo de água associado à produção têxtil. A proposta também está alinhada aos princípios da economia circular, que buscam prolongar o ciclo de vida dos materiais e reduzir o descarte. A aplicação dessas soluções já alcança segmentos de maior valor agregado. O designer japonês Yuima Nakazato utilizou materiais produzidos com essa tecnologia em coleções apresentadas na Semana de Alta Costura de Paris, demonstrando a viabilidade técnica e criativa do modelo. https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/nacional/o-setor-textil-pr essiona-os-recursos-hidricos-e-acelera-a-mudanca/ fragmento "Nos métodos convencionais, o tingimento envolve pré-tratamento do tecido, aplicação de corantes, fixação a vapor e sucessivos ciclos de lavagem para remoção de resíduos." O uso do hífen em palavras formadas pelo prefixo 'pre', como em 'pré-tratamento', depende de algumas circunstâncias relacionadas à tonicidade. Com base nisso, analise a afirmativa sobre a grafia dessas palavras. I. O vocábulo 'preestabelecer' está grafado sem hífen corretamente. II. A forma 'pré-esclerose' está grafada com hífen corretamente. III. Os vocábulos 'predizer' e 'predeterminado' estão grafados sem hífen corretamente. IV. Os vocábulos 'pré-datado', 'pré-escolar' e 'pré-história' estão grafados corretamente com hífen. Em relação às afirmações, assinale a alternativa que contenha apenas as opções CORRETAS.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: VigiaConcurso: CISRP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. O setor têxtil pressiona os recursos hídricos e acelera a mudança. A tecnologia ganha papel estratégico na redução do consumo. A pressão sobre os recursos hídricos tem acelerado a adoção de tecnologias voltadas à eficiência produtiva. Empresas dos setores têxtil e de impressão vêm investindo em soluções que reduzem etapas, insumos e desperdícios ao longo da cadeia produtiva. A empresa japonesa Epson faz parte desse movimento com sistemas de impressão digital desenvolvidos para substituir processos tradicionais de tingimento, que dependem de grandes volumes de água e múltiplas etapas químicas. Nos métodos convencionais, o tingimento envolve pré-tratamento do tecido, aplicação de corantes, fixação a vapor e sucessivos ciclos de lavagem para remoção de resíduos. Já nas soluções digitais, como as impressoras da série Monna Lisa, desenvolvidas pela Epson, o uso de tintas pigmentadas permite a aplicação direta da cor na superfície do tecido, com fixação por calor, reduzindo — e, em alguns modelos, eliminando — processos intensivos em água, como lavagem e vaporização. Segundo dados da empresa, esse tipo de tecnologia pode reduzir o consumo de água em até 97% em comparação com processos tradicionais. A simplificação do fluxo produtivo também contribui para a redução de efluentes e da carga química associada ao tratamento posterior. A incorporação da impressão digital também altera a lógica industrial do setor da moda. Em vez de grandes volumes produzidos antecipadamente, o modelo passa a permitir a produção sob demanda, com tiragens menores e maior precisão no uso de matérias-primas. Esse formato reduz perdas associadas à superprodução, prática comum em cadeias tradicionais, e melhora a eficiência no uso de recursos naturais e insumos. Outro efeito é a descentralização da produção. Equipamentos mais compactos possibilitam a instalação próxima aos centros de consumo, encurtando as cadeias logísticas, reduzindo o transporte e contribuindo para um menor impacto ambiental ao longo da cadeia de valor. A economia circular também vem ganhando espaço como resposta estrutural aos desafios ambientais do setor. Tecnologias de reciclagem têxtil têm ampliado a capacidade de reaproveitamento de resíduos e peças descartadas. Entre essas soluções está a tecnologia Dry Fiber, desenvolvida pela Epson, que permite desfibrar roupas usadas e sobras industriais para a produção de novos materiais sem o uso intensivo de água. O processo atua em duas frentes críticas da indústria: ao reduzir a necessidade de novas fibras e diminuir o consumo de água associado à produção têxtil. A proposta também está alinhada aos princípios da economia circular, que buscam prolongar o ciclo de vida dos materiais e reduzir o descarte. A aplicação dessas soluções já alcança segmentos de maior valor agregado. O designer japonês Yuima Nakazato utilizou materiais produzidos com essa tecnologia em coleções apresentadas na Semana de Alta Costura de Paris, demonstrando a viabilidade técnica e criativa do modelo. https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/nacional/o-setor-textil-pr essiona-os-recursos-hidricos-e-acelera-a-mudanca/ fragmento "A pressão sobre os recursos hídricos tem acelerado a adoção de tecnologias voltadas à eficiência produtiva." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles que estão fora do contexto apresentado, julgue as afirmativas: I. O vocábulo 'hídricos' recebe acento gráfico por se classificar como proparoxítono, o que determina inequivocamente a tonicidade na antepenúltima sílaba, eliminando qualquer ambiguidade quanto à sua pronúncia. II. O vocábulo 'proteína' segue a regra de acentuação dos vocábulos que formam hiato com 'i' e 'u' tônico. Mesma regra que se aplica aos vocábulos 'juízes' e 'zodíaco'. III. Os vocábulos 'pressão' e 'adoção' têm a mesma classificação tônica do vocábulo 'digitais'. IV. O vocábulo 'tem' é exemplo de palavra que recebe acento diferencial, quando empregado na terceira pessoa do plural do presente do indicativo. Os verbos 'convir' e 'provir' também apresentam acento diferencial nesse mesmo modo e tempo. Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Assistente AdministrativoConcurso: CISRP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Como a inteligência artificial já consegue ler pensamentos A mulher estava imóvel, exceto pelas subidas e descidas da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e concentrados e as mãos fechadas como em um soco. Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela não conseguia dizer em voz alta. Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC 19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora, seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos. Identificada apenas como participante T16, a mulher recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro. Agora, um computador, alimentado por uma forma de inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra em uma tela. Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford, no Estado americano da Califórnia, ao lado de três outros pacientes com a doença neurodegenerativa esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto, em tempo real. Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de uma forma de "ler pensamentos". Os pesquisadores publicaram suas realizações em agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente", capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que uma pessoa está observando ou imaginando. Ela combina três ferramentas de IA diferentes com imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade cerebral da pessoa. Estes dois estudos são os mais recentes de uma série de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas uma nova visão do funcionamento interno do cérebro humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas incapazes de se comunicar de outra maneira. Algum dia, estes avanços poderão transformar radicalmente a forma como todos nós interagimos com o mundo à nossa volta e até entre nós mesmos. "Nos próximos anos, começaremos a ver essas tecnologias sendo comercializadas e implementadas em escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar, que desenvolve interfaces entre o cérebro e computadores no laboratório de neuropróteses da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos. Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk, já procuram produzir chips cerebrais comerciais que trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg59xg4zego "Identificada apenas como participante T16, a mulher recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro." Considerando a acentuação dos vocábulos presentes no texto, bem como daqueles apresentados fora de contexto, analise as afirmativas a seguir: I. O vocábulo 'eletrodo', sem acento, deve ser pronunciado com a penúltima sílaba tônica, sendo, portanto, uma palavra paroxítona, assim como os vocábulos 'avaro' e 'rubrica', todos grafados corretamente sem acento. II. A regra de acentuação aplicada ao vocábulo 'minúsculo' difere daquela que se aplica aos vocábulos 'cheiíssimo' e 'veículo', pois estes últimos seguem outra regra específica de acentuação. III. O vocábulo 'feixe' é uma palavra paroxítona com ditongo, que nunca recebeu acento. Diferentemente de 'boia' e 'anzois', que também são paroxítonas com ditongos, mas perderam o acento por apresentarem ditongos abertos. IV. O verbo 'ler', quando conjugado na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, exemplifica um caso de palavra que sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico. Diferentemente, os verbos 'ter' e 'pôr' não sofreram alterações. Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor do Ensino Fundamental II de Língua PortuguesaConcurso: CISRP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Como a inteligência artificial já consegue ler pensamentos A mulher estava imóvel, exceto pelas subidas e descidas da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e concentrados e as mãos fechadas como em um soco. Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela não conseguia dizer em voz alta. Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC 19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora, seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos. Identificada apenas como participante T16, a mulher recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro. Agora, um computador, alimentado por uma forma de inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra em uma tela. Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford, no Estado americano da Califórnia, ao lado de três outros pacientes com a doença neurodegenerativa esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto, em tempo real. Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de uma forma de "ler pensamentos". Os pesquisadores publicaram suas realizações em agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente", capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que uma pessoa está observando ou imaginando. Ela combina três ferramentas de IA diferentes com imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade cerebral da pessoa. Estes dois estudos são os mais recentes de uma série de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas uma nova visão do funcionamento interno do cérebro humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas incapazes de se comunicar de outra maneira. Algum dia, estes avanços poderão transformar radicalmente a forma como todos nós interagimos com o mundo à nossa volta e até entre nós mesmos. "Nos próximos anos, começaremos a ver essas tecnologias sendo comercializadas e implementadas em escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar, que desenvolve interfaces entre o cérebro e computadores no laboratório de neuropróteses da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos. Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk, já procuram produzir chips cerebrais comerciais que trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg59xg4zego "Alguns meses depois, pesquisadores japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente", capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que uma pessoa está observando ou imaginando." O vocábulo 'descrição' é parônimo de 'discrição', pois ambos apresentam semelhança na grafia e na pronúncia, mas possuem significados distintos. Agora, analise o emprego de outras palavras parônimas nos trechos a seguir: I. Deu entrada na linha número 2 o trem expresso precedente de Braga. II. O policial registrou o roubo em flagrante, prendendo o suspeito imediatamente. III. É inaceitável destratar colegas de trabalho, pois isso compromete o ambiente profissional. IV. O advogado agiu com extrema discrição ao lidar com as informações confidenciais do cliente. Após a análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as frases CORRETAS quanto ao emprego de parônimos.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor do Ensino Fundamental II de Língua PortuguesaConcurso: CISRP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Saudade do médico da família Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu. Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão. Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância. O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos. Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças. Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas. É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro. https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/ "Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula." Analise a classificação das palavras 'médico' e 'vesícula' quanto à posição da sílaba tônica e à acentuação gráfica. Em seguida, identifique, entre os vocábulos das alternativas a seguir, aqueles que devem receber acento pela mesma regra. I. Estereotipo, veiculo e cheiissimo. II. Pudico, vitima e transito. III. Avaro, sarcofago e ridiculo. IV. Caracteres, prototipo e quadruplo. Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as palavras que deverão ser acentuadas pela mesma regra das apresentadas no comando da questão.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor do Ensino Fundamental II de Língua PortuguesaConcurso: CISRP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Saudade do médico da família Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu. Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão. Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância. O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos. Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças. Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas. É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro. https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/ "E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro." Analise a ortografia dos vocábulos presentes no texto, bem como daqueles apresentados fora de contexto, e julgue as afirmativas a seguir: I. O vocábulo 'admirável' está grafado corretamente, com a consoante 'd' sem apoio vocálico, assim como ocorre nos vocábulos 'advogado' e 'advinhar'. II. O vocábulo 'pingue-pongue' está grafado corretamente com hífen, assim como os vocábulos 'tique-taque', 'ao deus-dará' e 'à queima-roupa'. III. O vocábulo 'isso' é grafado com 'ss', assim como os vocábulos 'asseado', 'dissídio' e 'escassez'. IV. O vocábulo 'vezes' possui 'z' em sua grafia, bem como os vocábulos 'catequeze', 'deslizar' e 'cerzir'. Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor do Ensino Fundamental I e Educação InfantilConcurso: Prefeitura de Terezinha - PE
ECA Digital, para proteção on-line de crianças e adolescentes, entra em vigorCrianças e adolescentes ganham a partir dessa terça-feira (17) uma importante ferramenta de proteção com a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (também chamado de ECA Digital).Marco para a defesa dos menores de 18 anos no ambiente virtual, o ECA Digital obriga as empresas de tecnologia da informação a remover imediatamente conteúdos relacionados a abuso ou exploração infantil com notificação às autoridades, além da adoção de ferramentas de controle parental e verificação de idade dos usuários. Estão nesse rol as publicações relacionadas a incitação à violência física, conteúdo pornográfico, uso de drogas, automutilação e suicídio e venda de jogos de azar, entre outros.Sancionada em 2025, a lei, que teve origem no PL 2.628/2022, é uma resposta à crescente "adultização" de menores de 18 anos em plataformas on-line.Para coibir casos de violações graves contra menores de 18 anos no ambiente virtual, as empresas tiveram seis meses de adaptação às normas. Essas companhias de tecnologia devem adotar medidas como remoção de conteúdos. Se identificados conteúdos relacionados a abuso sexual, sequestro, aliciamento ou exploração, além de remover, as empresas terão de notificar imediatamente as autoridades competentes, tanto no Brasil, como internacionalmente.As contas de crianças e adolescentes de até 16 anos terão de ser vinculadas a um responsável. Caberá às empresas fornecer ferramentas de supervisão parental acessíveis e de fácil uso. Isso possibilitará aos responsáveis bloquear, por exemplo, a comunicação com adultos não autorizados, limitar recursos que incentivem o uso excessivo, controlar sistemas de recomendação e restringir o compartilhamento da geolocalização.Também terão de promover a verificação de idade para o acesso a conteúdo inadequado a idade de até 18 anos. Esse controle exige que sejam adotados "mecanismos confiáveis de verificação de idade a cada acesso", ou seja, não basta a autodeclaração.Além disso, o texto proíbe caixas de recompensas (loot boxes) em jogos eletrônicos. Essas caixas são itens virtuais que podem provocar comportamento compulsivos, segundo especialistas.Será instituída ainda uma autoridade administrativa autônoma de proteção dos direitos de crianças e de adolescentes no ambiente digital. Caberá a essa entidade verificar a aplicação da lei em todo o país, assim como editar regulamentos e procedimentos para a execução da norma.Vários pontos da lei ainda dependem de regulamentação para surtir efeito prático. O Poder Executivo terá, por exemplo, de regulamentar os requisitos mínimos de transparência, segurança e compartilhamento de informações de forma automática para os mecanismos de aferição de idade e de supervisão parental adotados pelos sistemas operacionais e pelas lojas de aplicativos.Além do que já está previsto no Código Penal, o ECA Digital também estabelece punições aos infratores. Caso a norma seja descumprida, as empresas ficarão sujeitas a advertência, pagamento de multas, suspensão temporária e até proibição do exercício das atividades.As empresas podem ser multadas em até 10% de seu faturamento. Não havendo faturamento, a multa pode variar de R$ 10 a R$ 1 mil por usuário cadastrado no provedor punido, como limite máximo de R$ 50 milhões. No caso de empresa estrangeira, a filial ou o escritório no Brasil responde solidariamente.Na aprovação da matéria pelo Plenário do Senado, em agosto de 2025, Alessandro salientou que o problema do ambiente digital é global e precisa do envolvimento de toda a sociedade.— A sociedade civil se mobilizou, as equipes técnicas se envolveram. Estamos igualando parcialmente a atividade de algumas das empresas mais poderosas do capitalismo. Esta é a primeira lei das Américas sobre o tema. É fruto de um trabalho coletivo — afirmou em Plenário.A maioria dos senadores apoiou a proposta, mas outros apontaram preocupação com a regulação das redes sociais.Contrário ao projeto, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) disse que esse pode ser o começo de uma regulação mais dura das plataformas.— Depois que abrir essa porteira, o controle das redes sociais não se fecha mais. O maior controle, na minha opinião, é dos pais. Isso o Estado nunca vai suplantar. Eu não acredito que o Estado deva substituir o controle parental. O melhor seria que isso fosse autorregulado — criticou.Alessandro afirmou que a proposta busca, na verdade, resgatar o poder de pais e mães de acompanhar e controlar a vida digital dos filhos.— A partir da sanção da lei, as empresas serão obrigadas a organizar seus produtos e serviços de forma mais segura e adequada ao público infantil e adolescente — disse.O projeto foi apresentado em 2022. Após análise no Senado, a Câmara aprovou um substituto (texto alternativo). A matéria retornou ao crivo dos senadores em agosto de 2025, quando foi aprovada em Plenário. O tema ganhou destaque em 2025 com as denúncias apresentadas pelo influenciador digital Felipe Bressanin, conhecido como Felca, que revelou casos de exploração e abuso de crianças e adolescentes no mundo virtual.Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/17/eca-digital-p ara-protecao-on-line-de-criancas-e-adolescentes-entra-em-vigor fragmento "Será instituída ainda uma autoridade administrativa autônoma de proteção dos direitos de crianças e de adolescentes no ambiente digital. Caberá a essa entidade verificar a aplicação da Lei em todo o país, assim como editar regulamentos e procedimentos para a execução da norma." Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir. (__) O vocábulo 'instituídas' recebe acento pela regra das vogais 'i' e 'u' tônicas que formam hiato com a vogal anterior, assim como os vocábulos 'proteína' e 'veículo'. (__) O vocábulo 'autônoma' está acentuado corretamente pela mesma regra que se aplica aos vocábulos 'elétrodo' e 'filântropo', acentuados corretamente por serem proparoxítonos. (__) O vocábulo 'lei' não apresenta acento gráfico, apesar de constituir um monossílabo tônico, o que evidencia que nem todos os monossílabos tônicos são acentuados. (__) O vocábulo 'acessíveis é uma paroxítona que não sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico. Em contraste, o vocábulo 'boiuno', anteriormente acentuado como 'boiúno', deixou de receber acento devido à regra que extinguiu o uso do acento agudo nas vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras paroxítonas quando antecedidas de ditongo. Após análise, identifique a sequência CORRETA.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor Fundamental II - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Terezinha - PE
ECA Digital, para proteção on-line de crianças e adolescentes, entra em vigorCrianças e adolescentes ganham a partir dessa terça-feira (17) uma importante ferramenta de proteção com a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (também chamado de ECA Digital). Marco para a defesa dos menores de 18 anos no ambiente virtual, o ECA Digital obriga as empresas de tecnologia da informação a remover imediatamente conteúdos relacionados a abuso ou exploração infantil com notificação às autoridades, além da adoção de ferramentas de controle parental e verificação de idade dos usuários. Estão nesse rol as publicações relacionadas a incitação à violência física, conteúdo pornográfico, uso de drogas, automutilação e suicídio e venda de jogos de azar, entre outros. Sancionada em 2025, a lei, que teve origem no PL 2.628/2022, é uma resposta à crescente "adultização" de menores de 18 anos em plataformas on-line. Para coibir casos de violações graves contra menores de 18 anos no ambiente virtual, as empresas tiveram seis meses de adaptação às normas. Essas companhias de tecnologia devem adotar medidas como remoção de conteúdos. Se identificados conteúdos relacionados a abuso sexual, sequestro, aliciamento ou exploração, além de remover, as empresas terão de notificar imediatamente as autoridades competentes, tanto no Brasil, como internacionalmente. As contas de crianças e adolescentes de até 16 anos terão de ser vinculadas a um responsável. Caberá às empresas fornecer ferramentas de supervisão parental acessíveis e de fácil uso. Isso possibilitará aos responsáveis bloquear, por exemplo, a comunicação com adultos não autorizados, limitar recursos que incentivem o uso excessivo, controlar sistemas de recomendação e restringir o compartilhamento da geolocalização. Também terão de promover a verificação de idade para o acesso a conteúdo inadequado a idade de até 18 anos. Esse controle exige que sejam adotados "mecanismos confiáveis de verificação de idade a cada acesso", ou seja, não basta a autodeclaração. Além disso, o texto proíbe caixas de recompensas (loot boxes) em jogos eletrônicos. Essas caixas são itens virtuais que podem provocar comportamento compulsivos, segundo especialistas. Será instituída ainda uma autoridade administrativa autônoma de proteção dos direitos de crianças e de adolescentes no ambiente digital. Caberá a essa entidade verificar a aplicação da lei em todo o país, assim como editar regulamentos e procedimentos para a execução da norma.Vários pontos da lei ainda dependem de regulamentação para surtir efeito prático. O Poder Executivo terá, por exemplo, de regulamentar os requisitos mínimos de transparência, segurança e compartilhamento de informações de forma automática para os mecanismos de aferição de idade e de supervisão parental adotados pelos sistemas operacionais e pelas lojas de aplicativos. Além do que já está previsto no Código Penal, o ECA Digital também estabelece punições aos infratores. Caso a norma seja descumprida, as empresas ficarão sujeitas a advertência, pagamento de multas, suspensão temporária e até proibição do exercício das atividades. As empresas podem ser multadas em até 10% de seu faturamento. Não havendo faturamento, a multa pode variar de R$ 10 a R$ 1 mil por usuário cadastrado no provedor punido, como limite máximo de R$ 50 milhões. No caso de empresa estrangeira, a filial ou o escritório no Brasil responde solidariamente. Na aprovação da matéria pelo Plenário do Senado, em agosto de 2025, Alessandro salientou que o problema do ambiente digital é global e precisa do envolvimento de toda a sociedade. — A sociedade civil se mobilizou, as equipes técnicas se envolveram. Estamos igualando parcialmente a atividade de algumas das empresas mais poderosas do capitalismo. Esta é a primeira lei das Américas sobre o tema. É fruto de um trabalho coletivo — afirmou em Plenário. A maioria dos senadores apoiou a proposta, mas outros apontaram preocupação com a regulação das redes sociais. Contrário ao projeto, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) disse que esse pode ser o começo de uma regulação mais dura das plataformas. — Depois que abrir essa porteira, o controle das redes sociais não se fecha mais. O maior controle, na minha opinião, é dos pais. Isso o Estado nunca vai suplantar. Eu não acredito que o Estado deva substituir o controle parental. O melhor seria que isso fosse autorregulado — criticou. Alessandro afirmou que a proposta busca, na verdade, resgatar o poder de pais e mães de acompanhar e controlar a vida digital dos filhos. — A partir da sanção da lei, as empresas serão obrigadas a organizar seus produtos e serviços de forma mais segura e adequada ao público infantil e adolescente — disse. O projeto foi apresentado em 2022. Após análise no Senado, a Câmara aprovou um substituto (texto alternativo). A matéria retornou ao crivo dos senadores em agosto de 2025, quando foi aprovada em Plenário. O tema ganhou destaque em 2025 com as denúncias apresentadas pelo influenciador digital Felipe Bressanin, conhecido como Felca, que revelou casos de exploração e abuso de crianças e adolescentes no mundo virtual.Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/17/eca-digital-p ara-protecao-on-line-de-criancas-e-adolescentes-entra-em-vigor fragmento "Crianças e adolescentes ganham a partir dessa terça-feira (17) uma importante ferramenta de proteção com a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (também chamado de ECA Digital)." O vocábulo 'terça-feira' encontra-se corretamente grafado com hífen. Analise, a seguir, o uso do hífen nas alternativas apresentadas e assinale aquela que contém algum vocábulo grafado de forma INCORRETA.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor Fundamental II - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Terezinha - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials, desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids, uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-dos-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-medo-envelhecer-adaptado "No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids, uma legião de jovens e pré-adolescentes que consomem cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre." Com base no uso do hífen e nas alterações ocorridas nos vocábulos, conforme determinado pelo Novo Acordo Ortográfico, analise as afirmativas a seguir: I. Quando o prefixo 'pré' se demarca como tônico, ou seja, quando possui autonomia fonética, o uso do hífen se faz necessário, como observa-se na palavra 'pré-adolescentes. No entanto, nos casos em que o prefixo 'pré' se apresenta como átono, ele não é acompanhado do uso do hífen. Assim estão corretas as formas 'preexistente' e 'predeterminado'. II. O acento agudo dos ditongos abertos caiu somente em palavras paroxítonas, permanecendo assim acentuadas as palavras oxítonas como 'anzóis' e porta-jóias. III. O vocábulo 'antienvelhecimento' não é hifenizado, uma vez que a vogal inicial do segundo elemento é diferente da vogal final do prefixo. Em contrapartida, a palavra 'anti-inflamatório' mantém o hífen, seguindo a regra inversa. IV. O verbo 'pôr' não sofreu alteração e continua sendo grafado com acento circunflexo, a fim de diferenciá-lo da preposição átona 'por'. Após análise, assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor Fundamental II - InglêsConcurso: Prefeitura de Terezinha - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials, desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids, uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-dos-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-medo-envelhecer-adaptado "Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo prejuvenation para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem." Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como os extraídos do texto-base, julgue as afirmativas: I. O vocábulo 'ideia' exemplifica palavra que perdeu o acento com o Novo Acordo Ortográfico. O vocábulo 'joia' foi alterado conforme a mesma regra de 'ideia', ao passo que 'águo' ou 'aguo' sofreu alteração em razão de regra distinta. II. O vocábulo 'séruns' é acentuado por se tratar de uma palavra paroxítona terminada em 'n' seguida de 's', enquadrando-se, portanto, na regra de acentuação das paroxítonas terminadas em consoante. Tal comportamento observa-se igualmente em 'fóruns', que segue o mesmo padrão acentual. III. O vocábulo 'cosmética' está acentuada corretamente por ser uma palavra proparoxítona, assim como os vocábulos 'estereótipo' e 'ávaro', corretamente acentuados pela mesma regra. IV. Os vocábulos 'esteja', 'tampouco' e 'discurso' apresentam a mesma classificação quanto ao acento tônico, assim como os vocábulos 'filantropo' e 'pudico', todos grafados corretamente sem acento. Após análise, assinale apenas a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Engenheiro Civil (Secretaria Municipal de Defesa Social)Concurso: Prefeitura de Terezinha - PE
ECA Digital, para proteção on-line de crianças e adolescentes, entra em vigor Crianças e adolescentes ganham a partir dessa terça-feira (17) uma importante ferramenta de proteção com a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (também chamado de ECA Digital). Marco para a defesa dos menores de 18 anos no ambiente virtual, o ECA Digital obriga as empresas de tecnologia da informação a remover imediatamente conteúdos relacionados a abuso ou exploração infantil com notificação às autoridades, além da adoção de ferramentas de controle parental e verificação de idade dos usuários. Estão nesse rol as publicações relacionadas a incitação à violência física, conteúdo pornográfico, uso de drogas, automutilação e suicídio e venda de jogos de azar, entre outros. Sancionada em 2025, a lei, que teve origem no PL 2.628/2022, é uma resposta à crescente "adultização" de menores de 18 anos em plataformas on-line. Para coibir casos de violações graves contra menores de 18 anos no ambiente virtual, as empresas tiveram seis meses de adaptação às normas. Essas companhias de tecnologia devem adotar medidas como remoção de conteúdos. Se identificados conteúdos relacionados a abuso sexual, sequestro, aliciamento ou exploração, além de remover, as empresas terão de notificar imediatamente as autoridades competentes, tanto no Brasil, como internacionalmente. As contas de crianças e adolescentes de até 16 anos terão de ser vinculadas a um responsável. Caberá às empresas fornecer ferramentas de supervisão parental acessíveis e de fácil uso. Isso possibilitará aos responsáveis bloquear, por exemplo, a comunicação com adultos não autorizados, limitar recursos que incentivem o uso excessivo, controlar sistemas de recomendação e restringir o compartilhamento da geolocalização. Também terão de promover a verificação de idade para o acesso a conteúdo inadequado a idade de até 18 anos. Esse controle exige que sejam adotados "mecanismos confiáveis de verificação de idade a cada acesso", ou seja, não basta a autodeclaração. Além disso, o texto proíbe caixas de recompensas (loot boxes) em jogos eletrônicos. Essas caixas são itens virtuais que podem provocar comportamento compulsivos, segundo especialistas. Será instituída ainda uma autoridade administrativa autônoma de proteção dos direitos de crianças e de adolescentes no ambiente digital. Caberá a essa entidade verificar a aplicação da lei em todo o país, assim como editar regulamentos e procedimentos para a execução da norma. Vários pontos da lei ainda dependem de regulamentação para surtir efeito prático. O Poder Executivo terá, por exemplo, de regulamentar os requisitos mínimos de transparência, segurança e compartilhamento de informações de forma automática para os mecanismos de aferição de idade e de supervisão parental adotados pelos sistemas operacionais e pelas lojas de aplicativos. Além do que já está previsto no Código Penal, o ECA Digital também estabelece punições aos infratores. Caso a norma seja descumprida, as empresas ficarão sujeitas a advertência, pagamento de multas, suspensão temporária e até proibição do exercício das atividades. As empresas podem ser multadas em até 10% de seu faturamento. Não havendo faturamento, a multa pode variar de R$ 10 a R$ 1 mil por usuário cadastrado no provedor punido, como limite máximo de R$ 50 milhões. No caso de empresa estrangeira, a filial ou o escritório no Brasil responde solidariamente. Na aprovação da matéria pelo Plenário do Senado, em agosto de 2025, Alessandro salientou que o problema do ambiente digital é global e precisa do envolvimento de toda a sociedade. — A sociedade civil se mobilizou, as equipes técnicas se envolveram. Estamos igualando parcialmente a atividade de algumas das empresas mais poderosas do capitalismo. Esta é a primeira lei das Américas sobre o tema. É fruto de um trabalho coletivo — afirmou em Plenário. A maioria dos senadores apoiou a proposta, mas outros apontaram preocupação com a regulação das redes sociais. Contrário ao projeto, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) disse que esse pode ser o começo de uma regulação mais dura das plataformas. — Depois que abrir essa porteira, o controle das redes sociais não se fecha mais. O maior controle, na minha opinião, é dos pais. Isso o Estado nunca vai suplantar. Eu não acredito que o Estado deva substituir o controle parental. O melhor seria que isso fosse autorregulado — criticou. Alessandro afirmou que a proposta busca, na verdade, resgatar o poder de pais e mães de acompanhar e controlar a vida digital dos filhos. — A partir da sanção da lei, as empresas serão obrigadas a organizar seus produtos e serviços de forma mais segura e adequada ao público infantil e adolescente — disse. O projeto foi apresentado em 2022. Após análise no Senado, a Câmara aprovou um substituto (texto alternativo). A matéria retornou ao crivo dos senadores em agosto de 2025, quando foi aprovada em Plenário. O tema ganhou destaque em 2025 com as denúncias apresentadas pelo influenciador digital Felipe Bressanin, conhecido como Felca, que revelou casos de exploração e abuso de crianças e adolescentes no mundo virtual. Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/17/eca-digital-p ara-protecao-on-line-de-criancas-e-adolescentes-entra-em-vigor fragmento "Será instituída ainda uma autoridade administrativa autônoma de proteção dos direitos de crianças e de adolescentes no ambiente digital. Caberá a essa entidade verificar a aplicação da Lei em todo o país, assim como editar regulamentos e procedimentos para a execução da norma." Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir. (__) O vocábulo 'instituídas' recebe acento pela regra das vogais 'i' e 'u' tônicas que formam hiato com a vogal anterior, assim como os vocábulos 'proteína' e 'veículo'. (__) O vocábulo 'autônoma' está acentuado corretamente pela mesma regra que se aplica aos vocábulos 'elétrodo' e 'filântropo', acentuados corretamente por serem proparoxítonos. (__) O vocábulo 'lei' não apresenta acento gráfico, apesar de constituir um monossílabo tônico, o que evidencia que nem todos os monossílabos tônicos são acentuados. (__) O vocábulo 'acessíveis é uma paroxítona que não sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico. Em contraste, o vocábulo 'boiuno', anteriormente acentuado como 'boiúno', deixou de receber acento devido à regra que extinguiu o uso do acento agudo nas vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras paroxítonas quando antecedidas de ditongo. Após análise, identifique a sequência CORRETA.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Engenheiro AgrônomoConcurso: Prefeitura de Cabo de Santo Agostinho - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Cuidar da mente através da leitura A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional. Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar. Texto Adaptado VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026. No trecho "A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental...", a palavra "saúde" aparece acentuada. Considerando as regras de acentuação gráfica do português, assinale a análise CORRETA.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor - Área: Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cabo de Santo Agostinho - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Cuidar da mente através da leitura A leitura é uma forma simples e eficaz de cuidar da saúde mental, pois ajuda a reduzir o stress e proporciona momentos de tranquilidade. Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar. Reservar alguns minutos diários para ler pode melhorar a qualidade do sono, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional. Além de relaxar, a leitura amplia o conhecimento, desenvolve a empatia e melhora a capacidade de expressão. Os livros permitem compreender melhor o mundo, os outros e a si mesmo, contribuindo para o crescimento pessoal. Por isso, dedicar um tempo diário à leitura é um hábito valioso que fortalece a mente e promove o bem-estar. Texto Adaptado VIVER PARA ALÉM DA DEPRESSÃO. Cuidar da mente através da leitura. [S.l.], [s.d.]. Disponível em: https://vivaparaladadepressao.pt/noticias-positivas/cuidar-da-mente-atr aves-da-leitura . Acesso em: 18 fev. 2026. No trecho "Existem livros para todos os gostos, e o mais importante é escolher um tema que desperte interesse e bem-estar.", o termo aparece com hífen. Considerando as regras do Acordo Ortográfico, assinale a análise CORRETA.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor - Área: Ensino Fundamental - Séries IniciaisConcurso: Prefeitura de Cabo de Santo Agostinho - PE
A importância da validação emocional mútua Ignorar os sentimentos de quem está ao redor é um caminho rápido para o isolamento em qualquer esfera da vida. A validação emocional consiste em reconhecer a experiência do outro sem necessariamente concordar com ela, promovendo um espaço de acolhimento. Sem esse suporte básico, as pessoas sentem que suas emoções não possuem importância, o que gera mágoa profunda e persistente. Praticar a empatia cognitiva ajuda a entender o ponto de vista alheio sem julgamentos precipitados ou defesas armadas antecipadamente. Quando validamos a dor ou a alegria de um amigo, reforçamos que aquela conexão é prioridade em nossa rotina diária. Esse investimento afetivo cria uma rede de apoio sólida que resiste às pressões da vida moderna de forma equilibrada e resiliente. SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026. No texto, a palavra "mágoa" recebe acento gráfico segundo a regra de acentuação do Novo Acordo Ortográfico. Considerando os critérios fonológicos e ortográficos, assinale a alternativa CORRETA.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Auxiliar de Serviços GeraisConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo. No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025. O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde. Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal. Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença. Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde. O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo. Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes. A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo. No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno. A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis. Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões. Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go "Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal." O vocábulo 'subclado' não possui hífen. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo grafado sem hífen de forma INCORRETA.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Auxiliar de Serviços GeraisConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo. No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025. O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde. Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal. Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença. Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde. O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo. Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes. A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo. No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno. A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis. Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões. Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação. https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go "A Organização Mundial da Saúde emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo." Analise as afirmativas considerando as regras de acentuação e marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas. (__) A palavra 'saúde' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'e', podendo ser seguida ou não de 's'. (__) A palavra 'próxima' obedece a uma regra de acentuação distinta da palavra 'período', que segue outra regra específica. (__) No trecho, há uma palavra que embora seja paroxítona, recebe acento conforme uma regra que não se aplica exclusivamente a palavras dessa classificação. (__) A palavra 'vírus' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'us'. A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Guarda Civil MunicipalConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE
Por que estudo citado por 25 anos para defender agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado Um estudo publicado há 25 anos que concluía que o agrotóxico glifosato não apresentava risco à saúde humana ou causava câncer foi excluído em dezembro da revista científica que o publicou, a Regulatory Toxicology and Pharmacology. O glifosato é um agrotóxico popular em todo o mundo, incluindo Brasil e Estados Unidos. Associado especialmente à produção de soja transgênica, o herbicida contribuiu para que o Brasil se tornasse o maior produtor do grão no mundo, superando os Estados Unidos. Em um comunicado, o atual editor-chefe da publicação, Martin van den Berg, explicou que a exclusão "baseia-se em vários problemas críticos considerados suficientes para comprometer a integridade acadêmica deste artigo e de suas conclusões". Entre os problemas encontrados, está a participação de funcionários da empresa Monsanto, hoje comprada pela Bayer, na elaboração do artigo, além de se basear em único estudo da empresa. A Monsanto foi a principal produtora histórica do glifosato, comercializado sob a marca Roundup. O artigo excluído, feito em 1999 e publicado em 2000, teve impacto significativo nas decisões regulatórias relacionadas ao glifosato e ao Roundup por décadas, segundo a própria revista científica. " As preocupações tornam necessária esta retratação para preservar a integridade científica da revista", escreveu o editor van den Berg. "A falta de clareza sobre quais partes do artigo foram redigidas por funcionários da Monsanto gera incerteza quanto à integridade das conclusões. Especificamente, o artigo afirma a ausência de carcinogenicidade associada ao glifosato ou à sua formulação técnica, o Roundup", continua. O comunicado afirma ainda que processos na Justiça mostraram que os autores podem ter recebido compensação financeira da Monsanto pelo trabalho no artigo, o que não foi declarado. O editor disse que entrou em contato com o único autor do artigo vivo, Gary M. Williams, para questioná-lo sobre as acusações, mas não obteve resposta. Ao jornal New York Times, um porta-voz da Bayer afirmou que o envolvimento da Monsanto no artigo de 2000 "não chegou ao nível de autoria e foi devidamente divulgado na seção de agradecimentos". No Brasil, em 2019, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou resultado da sua reavaliação toxicológica do glifosato. O parecer da área técnica foi de que ele podia continuar sendo permitido no país, já que não havia evidências científicas de que ele cause câncer, mutações ou má formação em fetos. Nos EUA, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) ainda considera o herbicida seguro. Haverá uma reavaliação em 2026, após uma ação judicial movida por organizações ambientalistas, de segurança alimentar e de defesa de trabalhadores rurais. A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por mais 10 anos em novembro de 2023. As renovações contrastam com o que concluiu a Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da Organização Mundial de Saúde, em 2015. Com base em centenas de pesquisas, a agência apontou que o glifosato era "provavelmente cancerígeno" para humanos. Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça americana a pagar US$ 289 milhões ao jardineiro Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em 2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que contêm glifosato da empresa. O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com glifosato causam câncer a ir a julgamento. Segundo o New York Times, desde então, a Bayer pagou mais de US$ 10 bilhões (R$ 54 bilhões) para encerrar cerca de 100 mil processos relacionados ao Roundup e enfrenta a possibilidade de novos processos. Os acordos não incluíram admissão de responsabilidade ou irregularidade, e a Bayer continuou a vender o produto. https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko "A União Europeia renovou a aprovação do glifosato por mais 10 anos em novembro de 2023." O vocábulo 'Europeia', de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, não recebe acento. Analise os vocábulos presentes nas alternativas a seguir e identifique aquela cujo acento está INCORRETO, seja por ausência ou presença indevida.
Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: ControladorConcurso: Prefeitura de Riacho das Almas - PE
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros. Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente. "Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi." As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões. Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças. As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise. Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda. "Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro. Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor. "E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor." Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras. Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis. Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos. Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022. Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos. Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro? https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o "Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas: I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'. II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra. III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona. IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico. É CORRETO o que se afirma em:
Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Técnico em Laboratório de Análises ClínicasConcurso: Câmara de São José do Seridó - RN
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, implementado no Brasil a partir de 2009, modificou significativamente as regras de acentuação gráfica. Com base nas regras atuais, analise as afirmativas abaixo: I. A palavra "enjôo" deve ser escrita com acento, pois mantém o hiato entre duas vogais idênticas. II. A palavra "feiura" perdeu o acento gráfico, pois o -i é precedido de ditongo. III. A palavra "assembleia" é grafada sem acento, em conformidade com a regra que extinguiu o acento em ditongos abertos -ei e -oi de paroxítonas. IV. A palavra "lingüiça" deve conservar o trema, uma vez que sua pronúncia exige a distinção da semivogal. Quais afirmativas estão de acordo com a nova ortografia da Língua Portuguesa?