Prova para
IGEDUC — 2024
IGEDUC - 2024 - Prefeitura de Cupira - PE - PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua Portuguesa
- Concurso:
- Prefeitura de Cupira - PE
- Banca:
- IGEDUC
Questões da prova
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Com relação às várias tecnologias aplicadas à educação, julgue o item seguinte. A inserção de realidade aumentada (RA) em atividades educacionais propicia um ambiente de aprendizagem mais interativo e imersivo, alterando significativamente os resultados de aprendizagem quando comparada a métodos tradicionais.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
"Educação é um conceito amplo que se refere ao processo de desenvolvimento unilateral da personalidade, envolvendo a formação de qualidades humanas físicas, morais intelectuais, estéticas tendo em vista a orientação da atividade humana na sua relação com o meio social, em determinado contexto de relações sociais."Tendo o fragmento do texto acima como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte.LIBÂNEO, J. C. Didática. 28ª reimpressão. São Paulo: Cortez, 2008, O conceito de educação está relacionado com o contexto de relações sociais e com a interação do indivíduo com o meio social.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019. https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf O planejamento da produção oral na escola deve fazer parte do trabalho docente desde a Educação Infantil. É preciso que o professor entenda que as crianças passam a dominar a fala espontânea a partir de um ensino sistematizado, que ocorre a partir do uso de gêneros orais que são usados em contextos públicos e que demandam adequação a situações formais.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019. https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf A prática da oralidade envolve o uso da linguagem em contextos tanto públicos quanto privados, partindo de diferentes tipos de registros. Dessa forma, as circunstâncias de produção, o grau de formalidade do gênero e o público a que se destina irão definir se a linguagem será utilizada de maneira mais ou menos formal.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019. https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf A leitura e a produção de textos são práticas sociais, nas quais os sentidos são coproduzidos pela interação entre autor, texto e leitor, que estão inseridos em contextos históricos, sociais e culturais. A linguagem reflete simplesmente a realidade; há uma relação desintrincada entre quem produz o texto, o próprio texto e quem o interpreta. Diferentes conhecimentos, como os cognitivos, linguísticos, textuais e discursivos, influenciam essa construção de sentidos.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019. https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf A escrita é uma ação social, ou seja, uma atividade colaborativa, interativa e normatizada, que envolve um interlocutor, a troca de ideias, o compartilhamento de informações e a convergência de intenções. Dessa forma, toda prática de escrita implica em "ter algo a comunicar a outra pessoa".
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019. https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf Para promover a prática de leitura na escola, é essencial realizar um planejamento cuidadoso, selecionando o texto de forma criteriosa e estabelecendo objetivos claros. Além disso, é importante criar situações que reflitam o uso real da língua, incentivando o desenvolvimento do hábito de leitura.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: PE - Professor Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Cupira - PE
"BNCC e os currículos se identificam na comunhão de princípios e valores que, como já mencionado, orientam a LDB e as DCN. Dessa maneira, reconhecem que a educação tem um compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global, em suas dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica."Tendo o fragmento da BNCC como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018, p. 12. A BNCC e currículos têm papéis complementares para assegurar as aprendizagens essenciais definidas para cada etapa da Educação Básica, uma vez que tais aprendizagens só se materializam mediante o conjunto de decisões que caracterizam o currículo em ação.