Mulher, 68 anos, troca valvar aórtica biológica há 6 semanas, febre persistente, PCR elevada, hemoculturas repetidas negativas. ECO-TT (transtorácico) inconclusivo. Suspeita clínica permanece alta. Qual estratégia de imagem tem respaldo mais forte nesse cenário para reduzir casos de “EI possível”, especialmente em prótese?
Mulher, 58 anos, portadora de cardiomiopatia dilatada, em consulta ambulatorial. À ausculta cardíaca em decúbito lateral esquerdo, percebe-se um terceiro ruído (B3) de baixa frequência, logo após B2. Qual afirmação melhor explica esse achado?
Homem, 60 anos, com dispneia e edema de membros inferiores. Ao exame jugular, observa-se onda “v” proeminente durante a sístole. Qual condição é mais compatível com esse achado?
Paciente de 16 anos com febre reumática apresenta movimentos involuntários, irregulares, que desaparecem durante o sono, associados à labilidade emocional. Não há febre nem marcadores inflamatórios elevados. Qual afirmativa é mais adequada?
Homem, 68 anos, DAC conhecida, angioplastia há 3 anos, assintomático, em uso regular de estatina e betabloqueador. Será submetido à colectomia eletiva por neoplasia. Consegue subir dois lances de escada lentamente, mas para por cansaço. ECG sem alterações novas. Qual a melhor conduta pré-operatória?
Homem, 56 anos, chega à emergência com dispneia súbita e dor torácica ventilatório-dependente. PA 118/72 mmHg, FC 112 bpm, SatO₂ 90% em ar ambiente. ECG com taquicardia sinusal. Dímero-D elevado. Angiotomografia confirma TEP bilateral central. Ecocardiograma mostra dilatação de ventrículo direito (VD), TAPSE reduzido e pressão sistólica da artéria pulmonar elevada. Troponina discretamente positiva. Qual a classificação de risco e conduta inicial mais adequada?
Homem, 34 anos, assintomático, realiza ecocardiograma por sopro detectado em exame admissional. Ecocardiograma mostra defeito do septo atrial tipo ostium secundum de 18 mm, dilatação de átrio e ventrículo direitos, pressão pulmonar estimada normal. ECG e holter mostram ritmo sinusal. Não há hipertensão pulmonar. Qp/Qs estimado em 1,8. Qual a melhor conduta nesse momento?
Paciente com cardiomiopatia chagásica apresenta síncope inexplicada. Holter mostra extrassístoles ventriculares frequentes e salvas de taquicardia ventricular não sustentada. FEVE ( fração de ejeção do VE ) = 48%. Qual conduta é mais apropriada nesse momento?