Homem, 58 anos, dor torácica súbita intensa irradiando para dorso. Tomografia computadorizada ( TC ) mostra hematoma intramural da aorta ascendente, sem flap intimal visível. Qual a melhor conduta inicial?
Paciente, 72 anos, IAM anterior extenso, reperfusão tardia. No 4º dia, evolui com piora hemodinâmica, taquipneia, lactato elevado. Ausculta: sopro holossistólico rude em borda esternal esquerda, com frêmito palpável. Qual achado hemodinâmico é mais esperado?
Mulher, 74 anos, fibrilação atrial, em uso regular de apixabana 5 mg 12/12h, última dose há 6 horas. Chega com déficit motor à esquerda iniciado há 1h30. TC sem sangramento. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
Paciente de 48 anos, com sarcoidose pulmonar confirmada por biópsia, apresenta síncope inexplicada. ECG mostra bloqueio AV de 2º grau tipo Mobitz II. A RMC evidencia realce tardio focal, mesocárdico, predominantemente na parede basal do septo interventricular. Qual interpretação é CORRETA?
Mulher de 60 anos, hipertensa e diabética, apresenta baixa adesão medicamentosa. Em consulta, relata que “Deus decidirá o que acontecer”. Qual interpretação clínica é mais adequada?
Paciente de 70 anos, carcinoma pulmonar em uso de inibidor de checkpoint imunológico (anti-PD-1), apresenta dor torácica, troponina elevada e ECG com bloqueio AV de segundo grau. Qual hipótese deve ser considerada prioritária?
Paciente de 60 anos com miocardiopatia hipertrófica obstrutiva, sintomática, em uso de betabloqueadores, com contraindicação cirúrgica. Iniciado mavacamten, com melhora funcional e redução do gradiente. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
Um homem de 74 anos, diabético, com doença renal crônica estágio 3b (TFG estimada 38 mL/min/1,73 m²), é admitido com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST. Está hemodinamicamente estável, em uso de IECA, estatina e metformina. Está indicada cineangiocoronariografia. Sobre estratégias para redução do risco de nefropatia induzida por contraste, assinale a alternativa CORRETA.
Um homem de 62 anos, DAC crônica, angioplastado com stent há 3 anos, está em prevenção secundária e pergunta se “aspirina é sempre a melhor” no longo prazo. Você considera evidências de 2025 que compararam clopidogrel vs aspirina como monoterapia em doença coronariana crônica. Qual afirmação está mais alinhada com os achados de 2025?