Questões

Explore o banco de questões de matemática filtrando por banca, assunto, dificuldade e ano.

PortuguêsAdjetivos

97 questões encontradas

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Engenheiro CivilConcurso: Prefeitura de Pombos - PE

Julgue o item que se segue. Está correta a grafia dos seguintes adjetivos: emsolarado, denso, preparado.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor I (Manhã)Concurso: Prefeitura de Surubim - PE

Julgue o item subsequente. Um adjetivo é uma classe de palavras que se encaixa apenas no gênero masculino e que sempre concorda em número com o substantivo ao qual se refere.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: PedagogoConcurso: Prefeitura de Triunfo - PE

Julgue o item a seguir. As expressões “sapientíssimo”, “libérrimo”, “paupérrimo” e “boníssimo” correspondem ao superlativo absoluto sintético dos adjetivos “sábio”, “livre”, “palpável” e “bom”, respectivamente.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE

Julgue o item subsequente. O adjetivo composto deve permanecer invariável quando o último elemento for um substantivo, como em “paredes branco-neve”; enquanto, nos compostos formados por adjetivo + adjetivo, o segundo termo deve concordar normalmente, a exemplo de “camisas verde-escuras”.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE

Julgue o item subsequente. Nas expressões “esculturas DE OURO” e “estratégia DE GUERRA”, as locuções adjetivas em destaque podem ser substituídas, respectivamente, pelos adjetivos “áureas” e “bélica”, sem prejuízo de sentido.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE

Julgue o item subsequente. Alguns adjetivos, a depender da posição em relação ao substantivo, mudam significativamente o seu sentido, como nas sentenças: “Era um poema simples” e “Era um simples poema”.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE

Julgue o item subsequente. Adjetivos biformes, quanto à flexão de gênero, são aqueles que possuem uma única forma para se referir ao masculino ou feminino, a exemplo de “triste”, “breve” e “simples”.

Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: PE - Professor IConcurso: SME do Recife - PE

Texto CB1A1-I Em uma de suas últimas entrevistas, o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997) relatou que havia fugido do hospital onde se submetia a tratamento contra um câncer, para terminar o livro que considerava o coroamento de sua obra: O povo brasileiro, publicado em 1995. Na mesma entrevista, reconhecia ser um homem de “muitas peles”: foi etnólogo indigenista, antropólogo, educador, gestor público, político militante e romancista. Entretanto, dizia ter fracassado em sua missão de tornar o Brasil aquilo que “poderia ser”. “Darcy Ribeiro é uma figura fascinante e um dos autores latino-americanos que projetaram mais futuros. Em alguns dos textos, ele parece comentar em voz alta as alternativas, utópicas e distópicas, para o Brasil e a América Latina”, observa o sociólogo Fabrício Pereira da Silva. “Este é um momento excelente para reexaminar suas ideias, suas utopias e seus projetos.” Sua carreira de educador teve início na Escola Brasileira de Administração Pública, da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, onde, durante dois anos, ensinou etnologia brasileira. Na mesma época, participou da fundação do Museu do Índio, em 1953, e, dois anos mais tarde, da criação do primeiro curso de pós-graduação em antropologia cultural no Brasil. Ao deixar o Serviço de Proteção aos Índios, lecionou na Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nesse período, desenvolveu trabalhos com o pedagogo Anísio Teixeira (1900-1971), uma das principais referências em educação no Brasil e defensor do ensino básico integral. Sua influência perduraria por toda a trajetória de Darcy Ribeiro e se concretizaria no projeto dos centros integrados de educação pública (CIEP), escolas de tempo integral criadas no Rio de Janeiro nos anos 80 do século passado. A crítica ao colonialismo, a análise dos povos latino-americanos e a valorização do ponto de vista indígena fazem da obra de Darcy Ribeiro uma fonte de inspiração para pesquisadores do campo de estudos pós-coloniais e decoloniais, de acordo com Pereira da Silva. “São releituras e apropriações, porque, quando ele publicou, esses termos não eram usados. A tendência ao evolucionismo e ao eurocentrismo de seus primeiros anos deu lugar, no exílio, a uma visão mais diversificada, em que a América Latina aparece como um polo civilizacional”, afirma. Apesar de ter sido reitor, fundador e reformador de universidades, Darcy viveu a maior parte de sua carreira fora de instituições universitárias brasileiras. Entretanto, jamais deixou de refletir sobre seu projeto para o ensino superior. Publicou livros como A universidade necessária e La universidad latinoamericana, em que expôs seu projeto baseado em interdisciplinaridade, investimento em pesquisa científica avançada, compromisso social e participação do corpo discente na tomada de decisões.Diego Viana. Darcy Ribeiro: a chama da utopia. Revista Pesquisa FAPESP,30/10/2022 (com adaptações). Em relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o próximo item. No segundo período do primeiro parágrafo, os vocábulos “indigenista”, “público” e “militante” são adjetivos que qualificam, respectivamente, os termos “etnólogo”, “gestor” e “político”.

Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista Judiciário - Área AdministrativaConcurso: TJ-ES

Texto CG1A1-I A apropriação colonial das terras indígenas muitas vezes se iniciava com alguma alegação genérica de que os povos forrageadores viviam em um estado de natureza — o que significava que eram considerados parte da terra, mas sem nenhum direito a sua propriedade. A base para o desalojamento, por sua vez, tinha como premissa a ideia de que os habitantes daquelas terras não trabalhavam. Esse argumento remonta ao Segundo tratado sobre o governo (1690), de John Locke, em que o autor defendia que os direitos de propriedade decorrem necessariamente do trabalho. Ao trabalhar a terra, o indivíduo “mistura seu trabalho” a ela; nesse sentido, a terra se torna, de certo modo, uma extensão do indivíduo. Os nativos preguiçosos, segundo os discípulos de Locke, não faziam isso. Não eram, segundo os lockianos, “proprietários de terras que faziam melhorias”; apenas as usavam para atender às suas necessidades básicas com o mínimo de esforço. James Tully, uma autoridade em direitos indígenas, aponta as implicações históricas desse pensamento: considera-se vaga a terra usada para a caça e a coleta e, “se os povos aborígenes tentam submeter os europeus a suas leis e costumes ou defender os territórios que durante milhares de anos tinham erroneamente pensado serem seus, então são eles que violam o direito natural e podem ser punidos ou ‘destruídos’ como animais selvagens”. Da mesma forma, o estereótipo do nativo indolente e despreocupado, levando uma vida sem ambições materiais, foi utilizado por milhares de conquistadores, administradores de latifúndios e funcionários coloniais europeus na Ásia, na África, na América Latina e na Oceania como pretexto para obrigar os povos nativos ao trabalho, com meios que iam desde a escravização pura e simples ao pagamento de taxas punitivas, corveias e servidão por dívida.David Graeber e David Wengrow. O despertar de tudo: uma nova história da humanidade. São Paulo: Cia das Letras, 2022, p. 169-170 (com adaptações). Com base nas ideias veiculadas no texto CG1A1-I, julgue o item a seguir. O emprego do adjetivo “preguiçosos” (penúltimo período do primeiro parágrafo) revela uma opinião preconceituosa dos autores do texto a respeito das populações nativas colonizadas.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: SC - Professor - Do 6º ao 9º ano - Ensino Fundamental - Especialidade: Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Joinville - SC

Texto 10A2-I Vivemos um período cultural de hipercomplexidade midiática. Para compreender esse período, é importante situar o atual sistema cultural em seu processo histórico, principalmente porque os sistemas culturais interagem entre si, um novo sistema cultural não desloca o que veio antes, mas agrega uma nova camada. Apesar da interação entre sistemas culturais, cada período fica sob o domínio da técnica ou da tecnologia de comunicação mais recente. No atual período de hipercomplexidade midiática, seis tipos de lógicas culturais, historicamente sequenciais e distintas, mesclam-se e interconectam-se de modo indissolúvel. Essas seis lógicas são: a cultura oral, a cultura escrita, a cultura impressa, a cultura de massas, a cultura das mídias e a cibercultura. O critério definidor dos seis ciclos culturais é a gradativa introdução de novos meios de produção, armazenamento, transmissão e recepção de signos no seio da vida social. O específico das novas mídias da cibercultura é a possibilidade de agregar todas as outras em si. É a atual convergência das mídias no mundo ciber, na coexistência com a cultura das mídias e com a cultura das massas, juntamente com as culturas precedentes, a oral, a escrita e a impressa, todas ainda vivas e ativas, que tem sido responsável pelo nível de exacerbação que a densa rede de produção e circulação de bens simbólicos atingiu nos nossos dias. Essa é uma das marcas registradas da cultura digital. Mariana Batista de Lima; Paula Bacarat de Grande. Diferentes formas de ser mulher na hipermídia. In: Adolfo Tanzi Neto et. al.; org: Roxane Rojo. Escol@ conectada: os multiletramentos e as TICs. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2013 (com adaptações) Considerando-se o texto 10A2-I, é correto afirmar que, no contexto em que aparece, a palavra “novas” (segundo período do terceiro parágrafo) é, do ponto de vista morfossintático, um

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: MédicoConcurso: TCE-PB

Texto CB1A1-I A história da saúde não é a história da medicina, pois apenas de 10% a 20% da saúde são determinados pela medicina, e essa porcentagem era ainda menor nos séculos anteriores. Os outros três determinantes da saúde são o comportamento, o ambiente e a biologia – idade, sexo e genética. As histórias da medicina centradas no atendimento à saúde não permitem uma compreensão global da melhoria da saúde humana. A história dessa melhoria é uma história de superação. Antes dos primeiros progressos, a saúde humana estava totalmente estagnada. Da Revolução Neolítica, há 12 mil anos, até meados do século XVIII, a expectativa de vida dos seres humanos ocidentais não evoluíra de modo significativo. Estava paralisada na faixa dos 25-30 anos. Foi somente a partir de 1750 que o equilíbrio histórico se modificou positivamente. Vários elementos alteraram esse contexto, provocando um aumento praticamente contínuo da longevidade. Há 200 anos, as suecas detinham o recorde mundial com uma longevidade de 46 anos. Em 2019, eram as japonesas que ocupavam o primeiro lugar, com uma duração média de vida de 88 anos. Mesmo sem alcançar esse recorde, as populações dos países industrializados podem esperar viver atualmente ao menos 80 anos. Desde 1750, cada geração vive um pouco mais do que a anterior e prepara a seguinte para viver ainda mais tempo. Jean-David Zeitoun. História da saúde humana: vamos viver cada vez mais? Tradução Patrícia Reuillard. São Paulo: Contexto, 2022, p. 10-11 (com adaptações). No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item seguinte. O termo “positivamente” (oitavo período) é empregado como adjetivo de sentido quantitativo e se refere ao fato de a expectativa de vida humana aumentar numericamente, e não diminuir.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Professor - ArtesConcurso: SEE-PE

Texto CG1A1-I Considerado o principal idealizador das grandes mudanças que marcaram a educação brasileira no século 20, Anísio Teixeira (1900-1971) foi pioneiro na implantação de escolas públicas de todos os níveis, que refletiam seu objetivo de oferecer educação gratuita para todos. A marca do pensador Anísio era uma atitude de inquietação permanente diante dos fatos, considerando a verdade não como algo definitivo, mas que se busca continuamente. O mundo em transformação requer um novo tipo de homem, consciente e bem-preparado para resolver seus próprios problemas, acompanhando a tríplice revolução da vida atual: intelectual, pelo incremento das ciências; industrial, pela tecnologia; e social, pela democracia. Essa concepção exige, segundo Anísio, “uma educação em mudança permanente, em permanente reconstrução”. As novas responsabilidades da escola eram, portanto, educar em vez de instruir; formar homens livres em vez de homens dóceis; preparar para um futuro incerto em vez de transmitir um passado claro; e ensinar a viver com mais inteligência, mais tolerância e mais felicidade. Para isso, seria preciso reformar a escola, começando-se por dar a ela uma nova visão da psicologia infantil. O próprio ato de aprender, dizia Anísio, durante muito tempo significou simples memorização; depois seu sentido passou a incluir a compreensão e a expressão do que fora ensinado; por último, envolveu algo mais: ganhar um modo de agir. Só aprendemos quando assimilamos uma coisa de tal jeito que, chegado o momento oportuno, sabemos agir de acordo com o aprendido. Para o pensador, não se aprendem apenas ideias ou fatos, mas também atitudes, ideais e senso crítico — desde que a escola disponha de condições para exercitá-los. Assim, uma criança só pode praticar a bondade em uma escola onde haja condições reais para desenvolver o sentimento. A nova psicologia da aprendizagem obriga a escola a se transformar num local onde se vive, e não em um centro preparatório para a vida. Como não aprendemos tudo o que praticamos, e sim aquilo que nos dá satisfação, o interesse do aluno deve orientar o que ele vai aprender. Portanto, é preciso que ele escolha suas atividades. Para ser eficiente, dizia Anísio, a escola pública para todos deve ser de tempo integral para professores e alunos, como a escola parque, por ele fundada em 1950, em Salvador, que mais tarde inspirou os centros integrados de educação pública (CIEP) do Rio de Janeiro e as demais propostas de escolas de tempo integral que se sucederam. Cuidando da higiene e saúde da criança, bem como da sua preparação para a cidadania, essa escola é apontada como solução para a educação básica no livro Educação não é privilégio. Além de integral, pública, laica e obrigatória, ela deveria ser também municipalizada, para atender aos interesses de cada comunidade. O ensino público deveria ser articulado numa rede até a universidade. Márcio Ferrari. Anísio Teixeira, o inventor da escola pública no Brasil. In: Revista Nova Escola, jul./2008 (com adaptações). Considerando aspectos sintáticos e semânticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item. No primeiro período do quinto parágrafo, a palavra “ideais” é um adjetivo que qualifica “atitudes”.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de Segurança da Tecnologia da InformaçãoConcurso: BANRISUL

Considerando a imagem precedente, julgue o item a seguir. No trecho “Livre de complicações, cheio de vantagens”, embora os adjetivos “Livre” e “cheio”, assim como os substantivos “complicações” e “vantagens”, tenham sentidos opostos entre si, a ideia expressa por “cheio de vantagens” é adicional, e não contrária, à afirmação “Livre de complicações”.

Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Promotor de Justiça Substituto - Prova 2Concurso: MPE-SC

Estabelecer fronteiras é o fenômeno originário da violência instauradora do direito em geral, segundo Walter Benjamin, autor do ensaio Para uma crítica da violência, de 1921. O ato jurídico-político originário é o estabelecimento de fronteiras que delimitam dentro e fora, incluídos e excluídos, amigos e inimigos da pátria. Em seus primórdios, “todo direito foi um direito de prerrogativa (ou privilégio) dos reis ou dos grandes; em suma: dos poderosos”. O privilégio primordial de apropriar a terra, nomeá-la e ordená-la indica o nexo território-Estado-nascimento que caracteriza o antigo e ainda atual nómos da terra, do qual o fechamento de fronteiras em tempos de pandemia é mero sintoma. Se a figura do refugiado nos é tão inquietante, é porque coloca em questão uma vida humana em terra de ninguém. Em O nómos da terra, o controverso jurista alemão Carl Schmitt, com quem Benjamin trocou correspondências, descreve a origem do termo nómos, palavra grega para “lei”. Nómos indica a ordenação espacial original necessária para o estabelecimento de toda e qualquer ordem jurídica. Nómos indica que o direito está objetivamente enraizado na apropriação da terra. A constituição jurídica de um nómos, ou seja, a apropriação jurídica do espaço, tem por pressuposto a capacidade de nomear. No termo alemão Landnahme, apropriação ou tomada da terra, encontramos o termo nahme, antiga grafia de name, que significa “nome”. Nomear e constituir uma ordem jurídica são atos similares, na medida em que implicam apropriação. Exemplos históricos — incrivelmente ainda frequentes — são a imposição do nome do marido à mulher, que é “tomada em casamento”, ou o patronímico imposto à criança no momento do nascimento. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações). Julgue o item que se segue, relativos aos aspectos linguísticos do texto anterior. No trecho “delimitam dentro e fora, incluídos e excluídos, amigos e inimigos da pátria” (primeiro parágrafo), os termos que complementam a forma verbal “delimitam” pertencem à classe gramatical dos adjetivos.

Ano: 2019Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Bloco IConcurso: SEFAZ-RS

No segundo parágrafo do texto 1A11-I, o termo “adjetivos” remete às palavras

Ano: 2016Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Conhecimentos Básicos - Cargos de AssistenteConcurso: FUNPRESP-JUD

Texto CB1A1AAAClarice Lispector. Amor. In: Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 2009, p. 20-1 Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto CB1A1AAA, julgue o item que se segue. No trecho “uma exaltação perturbada (...) com felicidade insuportável” (l. 12 a 14), os adjetivos “perturbada” e “insuportável” qualificam a vida que Ana “quisera e escolhera” (l.15).

Ano: 2015Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor Federal de Controle Externo - Conhecimentos GeraisConcurso: TCU

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir. Na linha 5, a alteração na posição do adjetivo “simples” em relação a “smartphone” — escrevendo-se smartphone simples— não prejudica a correção gramatical nem altera o sentido do texto.

Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista Judiciário - Revisor de TextoConcurso: STF

No que se refere às estruturas linguísticas do texto acima e às ideias nele desenvolvidas, julgue o próximo item. A posição do adjetivo em relação ao substantivo, em “sono profundo" (l.12) e em “profundo sono" (l.14), está associada a diferentes interpretações, como ocorre com homem grande e grande homem.

Ano: 2014Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Auditor de Controle ExternoConcurso: TC-DF

Com relação aos aspectos sintáticos e semânticos do texto acima, julgue os itens subsequentes. Dado que, na expressão “o vácuo interrogante do porvir” (l.2), os termos “interrogante” e “do porvir” especificam o mesmo núcleo nominal, o sentido da expressão seria mantido caso a posição desses elementos fosse a seguinte: o vácuo do porvir interrogante.

Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista - DireitoConcurso: MPU

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens a seguir. A forma adjetiva “histórico-culturais” (l.25) poderia estar flexionada corretamente também como históricos-culturais.