Questões

Explore o banco de questões de matemática filtrando por banca, assunto, dificuldade e ano.

PortuguêsColocação Pronominal

191 questões encontradas

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Salgueiro ACE

Assinale a alternativa em que a colocação do pronome obedece à norma-padrão da língua portuguesa.

Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Oficial de ServiçoConcurso: CESAMA

Texto associado: "Transbordando memórias (Maria Luiza Glovacki) Cercando a cidade há um rio. Um rio que pode ser pacífico mas também agressivo. Um rio que pode continuar sereno e calmo mas também em confusão, destruindo casas, rotinas, e, em alguns casos mais graves, a vida. O rio enche, e enchendo, leva tudo. Enchendo, entra nas casas e força pessoas a saírem. O rio subiu. Encheu tanto que transbordou. Tanto que me tirou da minha infância, das brincadeiras, memórias e da dor de sair toda vez que o rio enche. E, dessa vez, o rio encheu e eu não volto mais. Não volto mais. Tudo muda. Não mais sentirei a espuma velha daquele sofá confortável onde tomava chocolate quente quando fazia frio, não irei sentir o cheiro daquele jardim florido em que minhas cachorras insistiam em cavar buracos, ou até mesmo não ouvirei as pessoas andando de madrugada nas ruas em minhas noites mal dormidas, ou o gosto do suco dos morangos lá plantados. Nada disso eu consegui segurar. Nada disso o rio me deixou segurar. Tudo mudou. E eu não volto mais, porque o rio, entre todas as coisas que podiam transbordar, transbordou. E ele decidiu que sair daquele lar foi preciso. Inevitavelmente, hora ou outra sairia, sonho de gerações ao deixar isso para trás. Mas o rio decide. E decidiu que a escolha deveria ser tomada agora. Esse rio transbordado me tirou de muitas coisas. Tudo desapareceu como uma onda inundando meu ser, fluindo minha vida como uma pequena nascente, na poesia ardente que é viver. Pois agora não mais voltarei. Não mais terei que passar pelo sofrimento do rio transbordado. O rio transbordou. E eu também transbordei." Assinale a alternativa em que a colocação do pronome está INCORRETA.

Ano: 2026Banca: AOCPCargo: Técnico Portuário - Assistente Administrativo, Assistente Administrativo - Operações PortuáriasConcurso: CODERN

Texto associado: "O PUXADOR DE PALMAS (Antonio Prata) Não sei se é verdade que ao bater as botas vemos um túnel de luz – e taí um mistério que não tenho pressa em desvendar. O que venho descobrindo empiricamente é que quando uma pessoa muito especial parte, cria um túnel de luz do lado de cá, ajudando os que ficam a fazer a passagem. Tem o susto, a dor, mas aos poucos vão surgindo as memórias, histórias engraçadas vão brotando e quando você vê, um papo que começou com “meus pêsames” termina em risada. Eu não conhecia direito o Marcão, mas ele era dessas pessoas que a gente não precisa conhecer direito pra conhecer bem. Vivia de guarda abaixada, o sorriso à mostra, principalmente quando falava da filha mais velha, Renatinha, minha amiga e colega de trabalho. Todo dia, há três anos, eu, a Renata, a Thais, o Chico e a Hela escrevemos uma série em longas reuniões Zoom. Quando o Marcão faleceu, não faz nem duas semanas, preparei-me pra uma Renata deprimida, calada: eu não contava com o túnel de luz. A cada dia a Renatinha traz uma história, uma memória, um traço do pai que nos leva às lágrimas ou às gargalhadas – não raro, ao mesmo tempo. Anteontem ela nos contou que um dos maiores orgulhos do Marcão era ser “puxador de palmas”. Ele era aquele cara que no teatro ou num show aplaude primeiro, forte, convicto, arrastando milhares atrás de si. Você pode achar que não há grande mérito em ser puxador de palmas. Que seria uma virtude caxias, tipo: ser o primeiro a chegar numa fila ou o primeiro a acordar na família. Nada disso. Pedro, meu querido cunhado, mencionou outro dia como o entusiasmo está fora de moda. O arrebatamento é tratado como uma fraqueza. Ficar enlevado é coisa de criança. No mundo das redes sociais, com as opiniões transformadas em commodities, nos tornamos todos “brokers” de nós mesmos, num “day-trade” infernal. Nos exibimos em tempo real nessas vitrines virtuais, ansiosos para que nosso valor seja estabelecido hora a hora pelo número de views, likes, reposts. Como todo mercado, é um terreno competitivo, hostil. Nos apresentamos, portanto, segurados pela ironia, alavancados pelo sarcasmo, contando com circuit breaker do cinismo. Sai um filme, um álbum novo, um livro, as pessoas consultam as opiniões de duas dúzias antes de dar um pio (ou, agora que mudou o nome, pontificar sobre o X da questão). Na dúvida, falam mal, como se não gostar decorresse de profunda atividade intelectual e o alumbramento de uma espécie de reflexo instintivo. Diametralmente oposto aos habitantes desta savana vital está o puxador de palmas. O puxador de palmas não tá na bolsa de valores, tá na praça, tá na roda. O que diz com o aplauso é “não importa o que o cês acharam, eu adorei!”. Uma mente amolecida pelo sol da savana veria no “puxador de palmas” um líder. Um influenciador. Talvez lançasse um livro de autoajuda: “Aplauda antes para ser aplaudido depois – como gerir pessoas e liderar equipes”. Não, amizade. O puxador de palmas não tá nem aí pro que os outros pensam, pra quem vem atrás, é o contrário. Ele é alguém que está à vontade dentro de si, despreocupado. Sua convicção não vem da análise macro e microeconômica das tendências culturais, vem do coração. Esse é o tipo de assunto que surge toda vez que a Renatinha, no meio da lida, evoca o Marcão, orgulhoso puxador de palmas. De repente, do pranto faz-se o riso. Das mãos espalmadas faz-se o encanto. Faz-se de um Zoom uma aventura errante. De repente, não mais que de repente." Assinale a alternativa em que o pronome destacado está empregado em desacordo com as regras de colocação pronominal da norma-padrão.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE

Assinale a alternativa em que a colocação do pronome obedece à norma-padrão da língua portuguesa.

Ano: 2026Banca: IGEDUCCargo: Professor de Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Pão de Açúcar - AL

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. Mulheres são mais empáticas que os homens? O que diz a ciência Durante séculos, grandes realizações femininas foram vistas como exceções àquilo que se supunha ser a natureza das mulheres, como se liderança e exercício do poder pertencessem essencialmente ao universo masculino. Embora transformações sociais tenham ocorrido, persistem estereótipos que associam a empatia à feminilidade e a dominância ou assertividade ao masculino. Assim, comportamentos semelhantes continuam a receber avaliações distintas conforme o gênero de quem os manifesta. A empatia é compreendida como a capacidade de perceber pensamentos e sentimentos alheios e de responder a eles de modo adequado. Pode assumir dimensão cognitiva, relacionada ao reconhecimento das emoções e à adoção da perspectiva do outro, e dimensão afetiva, que envolve reação emocional diante das experiências de alguém. Pesquisas mostram que, em média, mulheres tendem a obter pontuações mais altas em instrumentos que buscam mensurar essa habilidade, o que levou parte da comunidade científica a investigar possíveis fundamentos biológicos para tal diferença. Alguns estudos sugerem que a exposição a hormônios durante a gestação influenciaria o desenvolvimento de determinadas competências. Níveis mais elevados de certos hormônios no período pré-natal foram associados a melhor desempenho em tarefas de identificação de padrões e, de forma inversa, a resultados mais baixos em testes de empatia. Ainda assim, admite-se que habilidades como empatia e sistematização resultam de interação complexa entre fatores biológicos e sociais, não podendo ser explicadas por um único elemento. Outros pesquisadores contestam interpretações deterministas. Levantamentos realizados em diversos países indicam que as diferenças médias entre homens e mulheres são relativamente pequenas e variam conforme o contexto cultural. Além disso, a variação interna de cada grupo costuma ser maior do que a diferença entre eles. Análises com bebês não identificaram distinções significativas quanto à atenção às expressões faciais ou à sensibilidade ao choro alheio, o que enfraquece a ideia de predisposição inata diferenciada por sexo. Estudos genéticos de grande escala apontam que fatores hereditários explicam apenas parte reduzida da variação empática entre indivíduos e não apresentam vínculo direto com o sexo. Esses achados reforçam a importância do ambiente e das experiências sociais no desenvolvimento dessa capacidade. Desde a infância, meninas frequentemente são incentivadas a valorizar emoções e a priorizar necessidades alheias, enquanto meninos tendem a ser orientados para atividades técnicas ou instrumentais. A repetição dessas expectativas ao longo do tempo contribui para moldar comportamentos. Pesquisas também indicam que o exercício do poder pode diminuir a sensibilidade empática, aspecto relevante em contextos marcados por desigualdades históricas de autoridade. A empatia, contudo, mostra-se uma habilidade passível de desenvolvimento. Estudos neurológicos demonstram que homens e mulheres apresentam respostas cerebrais semelhantes diante de estímulos emocionais, embora diferenças apareçam quando avaliam a si próprios por meio de questionários. Quando informados de que homens também podem ser sensíveis e cuidadosos, seus resultados tendem a se aproximar dos das mulheres. Incentivos externos igualmente aumentam o desempenho empático em ambos os grupos, o que indica influência das expectativas sociais e da motivação. Experimentos revelam que diferenças desaparecem conforme as condições de estímulo. Em determinadas tarefas de inferência emocional, mulheres apresentam maior precisão sobretudo quando são estimuladas a refletir previamente sobre seus próprios sentimentos; na ausência desse estímulo, a discrepância não se mantém. Esses dados sugerem que avaliações baseadas em autorrelato estão sujeitas a vieses sociais. Observa-se, entretanto, mudança gradual na valorização das habilidades emocionais. A ampliação da participação masculina em responsabilidades de cuidado e a revisão de modelos tradicionais de masculinidade indicam transformações em curso. O conjunto das evidências sugere que a empatia não constitui atributo rigidamente determinado pelo sexo, mas capacidade desenvolvida ao longo da vida, influenciada por fatores biológicos, sociais e culturais, bem como pelas expectativas presentes e cada contexto. https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yqxp9v87go.adaptado. A empatia é compreendida como a capacidade de perceber pensamentos e sentimentos alheios e de responder "a eles" de modo adequado. Assinale a alternativa CORRETA quanto à reescrita do trecho destacado com a devida colocação pronominal.

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor de Ensino Fundamental II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calumbi - PE

Leia com atenção as afirmativas abaixo: I.Encontrar-te-ei assim que os sinos tocarem. II.Observou-me lavar o carro. III.Perguntou-me se poderia ajudá-lo. IV.Calar-me-ei diante de tamanho despreparo. V.Não lhe responderei nada do que perguntas. Em quais das afirmativas lidas há o emprego de mesóclise?

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Professor II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Calumbi - PE

Leia atenciosamente as alternativas abaixo e assinale aquela que possui o emprego de ênclise:

Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de Calumbi - PE

Leia com atenção as colunas abaixo: Coluna 01: (__)Conforme lhes foi informado, não haverá folgas. (__)Emocionei-me com o seu discurso. (__)Antes de começarmos, levantem-se. (__)Nunca o vi chegar cedo. (__)Calar-me-ei se achar necessário. Coluna 02: I.Ênclise. II.Mesóclise. III.Próclise. Correlacione as colunas acima de acordo com a posição dos pronomes átonos em relação ao verbo da oração. Após análise, assinale a alternativa que indica a sequência correta:

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Itapissuma - PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.Viajar com casal de amigosEu não viajo com outros casais. É minha regra inviolável de turismo. Há grandes chances de causarem incômodo. Sempre que viajei com par de amigos, eles brigaram e boicotaram o luxo das minhas férias.Decidi ser egoísta. O que você economiza no rateio de gasolina e divisão de gastos será pulverizado pelos prejuízos na saúde emocional.Estou com Beatriz em uma praia paradisíaca, ansioso para me deitar numa cadeira em frente ao mar, e precisamos, de repente, intervir como escudo contra ofensas. Perdemos uma diária astronômica do hotel com aborrecimentos alheios. Não há como abandoná-los enquanto nos divertimos. Existe um senso de solidariedade de equipe, já que viemos juntos.Os arrulhos dos pombinhos na ida se transformam em crocitos de urubus durante a hospedagem.O que deveria ser leve, com drinks e mergulhos, vira martírio. Eu falo com o marido litigante, Beatriz com a esposa emburrada, e ainda precisamos juntar versões e atuar como cupidos. É como liberar dois reféns confinados nas almas dos próprios sequestradores.Não há maior chatice do que insistir para que perdoem os desentendimentos. Em vez de resolverem em privado, fazem questão de espalhar o ódio.Ao encontrar plateia, demoram mais para resolver. Tiram proveito da nossa atenção para lavar roupas sujas e revisitar crises do passado.O café da manhã costuma ser o palco preferido das dissidências. Chegamos animados, e um deles não responde, não diz nada. É o sinal da tempestade de nervos que estragará a temporada.Não me arrisco mais. Esse erro não cometemos. Beatriz e eu jamais discutimos em viagem. Sabemos o quanto nossa paz é cara. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/1/viajarcom-casal-de-amigos No texto "Viajar com casal de amigos", de Fabrício Carpinejar, o autor emprega corretamente a colocação pronominal para adequar o uso à norma-padrão. Analise a frase a seguir: "Enquanto nos divertimos, precisamos intervir como escudo contra ofensas." Com base nas regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta sobre a posição do pronome oblíquo em "nos divertimos":

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor Especialista em Lingua Portuguesa (Integral)Concurso: Prefeitura de Cupira - PE

A minha única salvação é a alegria. Uma alegria atonal dentro do it essencial. Não faz sentido? Pois tem que fazer. Porque é cruel demais saber que a vida é única e que não temos como garantia senão a fé em trevas − porque é cruel demais, então respondo com a pureza de uma alegria indomável. Recuso-me a ficar triste. Sejamos alegres. Quem não tiver medo de ficar alegre e experimentar uma só vez sequer a alegria doida e profunda terá o melhor de nossa verdade.LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p. A regra que exige o uso da ênclise com o imperativo afirmativo, como em "Recuso-me a ficar triste", não se aplica ao imperativo negativo, no qual a próclise é obrigatória: "Não me recuso a ficar triste". Essa diferença no posicionamento dos pronomes ocorre devido à mudança de contexto sintático.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor II: Língua InglesaConcurso: Prefeitura de Garanhuns - PE

Julgue o item que se segue. Em contextos de discurso direto e indireto, a colocação pronominal no modo imperativo negativo segue a regra de posicionamento antes do verbo, garantindo a ênclise obrigatória.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor II: Língua InglesaConcurso: Prefeitura de Garanhuns - PE

Julgue o item que se segue. A posição do pronome pessoal oblíquo átono no modo indicativo pode variar dependendo do tempo verbal e da estrutura da frase, sendo colocado antes do verbo na forma simples e após o verbo auxiliar em locuções verbais.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor II: Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Garanhuns - PE

Julgue o item que se segue. Em contextos linguísticos mais formais e elaborados, especialmente no uso do modo subjuntivo, a próclise é uma regra fixa e obrigatória, superando qualquer exigência de ênclise.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor EF - PortuguêsConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE

Julgue o item subsequente. A ênclise é obrigatoriamente usada após formas verbais no imperativo afirmativo, como em "Conte-me a história".

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Analista JurídicoConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE

Julgue o item subsequente. Na frase "Não me diga que você não sabia", o uso da próclise é corretamente aplicado devido à presença do advérbio de negação "não", que atrai o pronome para antes do verbo.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Guarda MunicipalConcurso: Prefeitura de Tuparetama - PE

Julgue o item subsequente. Considerando os pronomes oblíquos, a depender da posição deles na frase em relação ao verbo, sua colocação pode ser denominada de próclise, mesóclise e ênclise.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente de Saúde AmbientalConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

Julgue o item que se segue. A frase "Eu não vi ela hoje" é aceitável em contextos informais da língua portuguesa, pois não prejudica o entendimento, apesar de desviar das normas padrão de colocação pronominal.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor Brailista (Regular)Concurso: Prefeitura de Garanhuns - PE

Julgue o item subsequente. Na colocação pronominal, quando há palavras de valor negativo (não, nunca, jamais, ninguém, nada, nem etc.)., o pronome oblíquo átono ficará proclítico ao verbo, como ocorre em: Não o permitiram a conversão de real para dólar.

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Professor - Libras (Regular)Concurso: Prefeitura de Garanhuns - PE

Julgue o item subsequente. Na colocação pronominal, chamamos de ênclise quando o pronome oblíquo é colocado depois do verbo. Assim, podemos dizer: Quando ele ajudar-te, não esqueças os demais parentes da tua família.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Analista Legislativo - Especialidade Controladoria InternaConcurso: Prefeitura de Triunfo - PE

Julgue o item que se segue. A regra que determina a ênclise no uso do imperativo afirmativo, como em “Deixe-me entrar”, não vale para o imperativo negativo, situação de pede a próclise: “Não nos interrompa”.