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9 questões encontradas
Ano: 2025Banca: IGEDUCCargo: Motorista "D"Concurso: CRMV-BA
O texto seguinte servirá de base para responder a questão:Agradeça pelas camas modernas Atualmente, a maioria das pessoas do mundo ocidental tem a sorte de acordar em uma cama macia, talvez com um colchão de molas ou espuma. Mas nem sempre foi tudo tão confortável assim. Na era medieval, muitas pessoas abriam seus olhos pela manhã, respirando ar abafado em total escuridão. Eram as condições no interior de uma "caixa-cama". Esses populares armários para dormir eram totalmente fechados. Eles ajudavam a manter as pessoas quentes à noite, embora, muitas vezes, não fossem maiores do que um guarda-roupa. Pouco tempo depois, veio os colchões revestidos sacos de materiais baratos, como palha ou folhas. Infelizmente, eles também ofereciam o esconderijo ideal para pulgas, carrapatos e percevejos. Mas os verdadeiros criadores da péssima qualidade de sono, sem dúvida, foram os vitorianos. Eles inventaram uma série de soluções desagradáveis para as pessoas sem teto, que variavam de fileiras de camas em forma de caixão até uma corda, onde as pessoas se penduravam para descansar. Depois de tanta informação, reúna alguns colegas noturnos, reserve mais tempo para dormir no inverno e, se, por acaso, você acordar durante a noite, imagine-se como um pioneiro moderno do hábito perdido de dormir em dois tempos. É impossível prometer que você irá sair pulando da cama, totalmente renovado, em uma manhã de segunda-feira. Mas, sem dúvida, é um bom começo. (https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0jg26jq255o) "Depois de tanta informação, reúna alguns colegas noturnos, reserve mais tempo para dormir no inverno e, se, por acaso, você acordar durante a noite, imagine-se como um pioneiro moderno do hábito perdido de dormir em dois tempos." Alterando os verbos destacados para a segunda pessoa do plural, na ordem, têm-se:
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico LegislativoConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE
Julgue o item subsequente. Ao analisar a oração "Corra!", é possível compreender como um verbo no imperativo pode formar uma oração completa, mesmo sem a presença explícita de um sujeito.
Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Auditor Fiscal da Receita MunicipalConcurso: Prefeitura de Garanhuns - PE
Julgue o item que se segue. Em relação aos tipos textuais, na injunção, serão usadas ideias com o objetivo de persuadir o destinatário da mensagem a praticar algum ato ou ter alguma atitude. Uma de suas principais características é o emprego do modo imperativo, ou seja, quando o verbo indica ordem, pedido ou sugestão.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Agente Comunitário de SaúdeConcurso: Prefeitura de Triunfo - PE
A regra que determina a ênclise no uso do imperativo afirmativo, como em “Deixe-me entrar”, não vale para o imperativo negativo, situação de pede a próclise: “Não nos interrompa”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II PortuguêsConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item que se segue. Verbos em português não podem ser usados no imperativo negativo.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II PortuguêsConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item a seguir. Verbos em português não podem ser usados no imperativo negativo.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II PortuguêsConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item subsequente. Verbos em português não podem ser usados no imperativo negativo.
Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPECargo: BA - Professor - Disciplina: Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Camaçari - BA
A sofisticação das línguas indígenas Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” — um #sqn que faz parte da própria história do idioma. É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá? Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um dia existiu por aqui. Calcula-se que pelo menos 80% dos idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1.500 para cá. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do planeta. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupi-guarani”, expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani é outra — e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si. O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu, os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla — nesse caso, a família tupi propriamente dita. Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas. É mais ou menos o mesmo caso do basco, falado na Espanha e na França — com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse tipo no território europeu. Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística brasileira. Com raríssimas exceções (fora o basco, temos também o finlandês e o húngaro, por exemplo), todos os falares ainda utilizados hoje na Europa fazem parte de uma única família linguística, a do indo-europeu. Pode não parecer à primeira vista, mas é praticamente certo que o alemão, o russo, o grego, o português e o lituano descendem de um único idioma pré-histórico, que hoje chamamos de protoindo-europeu. Reinaldo José Lopes. Internet. <super.abril.com.br.> (com adaptações). No que concerne aos aspectos linguísticos do texto 42A1-I, julgue os itens que se seguem. I No primeiro parágrafo, a forma verbal “imagine” (segundo período) está flexionada no modo imperativo e concorda com “Você” (primeiro período). II No segundo parágrafo, a expressão “a ponta do iceberg” (último período) foi usada em seu sentido denotativo, ou seja, faz referência a um grande bloco de gelo que flutua sobre a superfície dos oceanos. III No último parágrafo, os termos “o basco” (segundo período) e “o alemão, o russo, o grego, o português e o lituano” (terceiro período) desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem. Assinale a opção correta.
Ano: 2023Banca: INSTITUTO AOCPCargo: Professor EBTT - Letras - Português - LibrasConcurso: IF-MA
Com texto de apoio
A respeito deste excerto do Texto II: “Não invente desculpas pra não ler... E leia!”, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. I. O advérbio de negação anterior a “invente” reforça, ainda mais, um tom imperativo atribuído ao verbo. II. Os verbos “invente” e “leia” estão conjugados na 3ª pessoa; já se fossem “inventai” e “lede”, seriam igualmente imperativos na 2ª pessoa do singular. III. A negação deveria aparecer por colocação adverbial posposta ao verbo. IV. Os verbos “invente” e “leia” evidenciam uma imperatividade negativa e afirmativa, respectivamente.