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80 questões encontradas
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item subsequente. A palavra “inter-racial” é escrita com hífen de acordo com as regras ortográficas.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item que se segue. A palavra “inter-racial” é escrita com hífen de acordo com as regras ortográficas.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Auxiliar de Serviços GeraisConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item que se segue. Com o novo acordo ortográfico, palavras iniciadas por MICRO devem ter hífen se o termo seguinte for iniciado por “O”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: CopeiroConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item a seguir. Com o novo acordo ortográfico, palavras iniciadas por MICRO devem ter hífen se o termo seguinte for iniciado por “O”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Médico CardiologistaConcurso: Prefeitura de Pombos - PE
Julgue o item que se segue. Na Língua Portuguesa adotada no Brasil, devem levar acento agudo os prefixos paroxítonos terminados em -r e -i, quando forem ligados por hífen. Por exemplo: míni-hotel, ínter-helêninco e míni-malismo.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Analista JurídicoConcurso: Prefeitura de Pombos - PE
Utiliza-se o "H" nas seguintes palavras compostas: mini-hotel, sobre-humano, super-homem
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Guarda MunicipalConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item subsequente. Com o novo acordo ortográfico, palavras iniciadas por MICRO devem ter hífen se o termo seguinte for iniciado por “O”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Agente Administrativo IIConcurso: Prefeitura de Ingá - PB
Julgue o item a seguir. O hífen não deve ser usado em palavras nas quais o prefixo termina com a mesma vogal que inicia o radical, como em “microondas” e “antiinflamatório”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Profissional de Apoio EscolarConcurso: Prefeitura de Surubim - PE
Julgue o item a seguir. Os vocábulos “semi-intensivo” e “anti-horário” têm hífen porque possuem prefixo ou falso prefixo terminado pela mesma vogal que inicia a palavra seguinte ou se essa palavra seguinte começar com “H”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: PsicólogoConcurso: Prefeitura de Triunfo - PE
Julgue o item a seguir. Por mais que “socioemocionais” e “autoestima” sejam grafados sem hífen, porque o fim do prefixo e o início do radical têm vogais diferentes, quando adjetivos pátrios juntam duas ou mais nacionalidades, o hífen se faz obrigatório, como em “luso-africano” e “ibero-americano”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item a seguir.Emprega-se normalmente o hífen em locuções substantivas como “cão-de-guarda”, “fim-de-semana” e “sala-de-jantar”.
Ano: 2023Banca: IGEDUCConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE
Julgue o item a seguir.Está correto o uso de hífen em “além-mar” e “recém-casado”.
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Promotor de Justiça Substituto (fase vespertina)Concurso: MPE-SC
Texto 2A2-III Justiça é justiça social. É atualização dos princípios condutores, emergindo nas lutas sociais, para levar à criação de uma sociedade em que cessem a exploração e a opressão do homem pelo homem. O direito não é mais, nem menos, do que a expressão daqueles princípios supremos, como modelo avançado de legítima organização social da liberdade. Mas até a injustiça como também o antidireito (isto é, a constituição de normas ilegítimas e sua imposição em sociedades mal organizadas) fazem parte do processo, pois nem a sociedade justa, nem a justiça corretamente vista, nem o direito mesmo, o legítimo, nascem de um berço metafísico ou são presente generoso dos deuses: eles brotam nas oposições, no conflito, no caminho penoso do progresso, com avanços e recuos. Direito é processo, dentro do processo histórico. Não é uma coisa feita, perfeita e acabada. É aquele vir a ser que se enriquece nos movimentos de libertação das classes e dos grupos ascendentes e que definha nas explorações e opressões que o contradizem, mas de cujas próprias contradições brotarão as novas conquistas. Roberto Lyra Filho. O que é direito. São Paulo: Brasiliense, 2003, p. 86 (com adaptações). Acerca de aspectos gramaticais do texto 2A2-III, julgue o item subsequente. No último período do primeiro parágrafo, a substituição de “antidireito” por anti-direito faria o texto ficar em desacordo com a ortografia oficial vigente no Brasil.
Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de Apoio à Assistência Judiciária - RedesConcurso: DPE-DF
Em O processo, a antevisão do inferno em que se transformaria a burocracia moderna, das culpas imputadas, da tortura anônima e da morte que caracterizam os regimes totalitários do século vinte já é um lugar-comum. O trucidamento (literal) de que K. tornou-se um ícone do homicídio político. “A colônia penal” de Kafka transformou-se em realidade pouco depois de sua morte, quando também os temas da aniquilação e dos “vermes”, de sua Metamorfose, adquiriram macabra realidade. A realização concreta de suas premonições, com pormenores de clarividência, está indissociavelmente relacionada às suas fantasias aparentemente desvairadas. Haveria algum sentido em pensar que, de alguma forma, as previsões claramente formuladas na ficção de Kafka, em O processo principalmente, teriam contribuído para que de fato ocorressem? Seria possível que uma profecia articulada de maneira tão impiedosa tivesse outro destino que não a sua realização? As três irmãs de K. e sua Milena morreram em campos de concentração. O judeu da Europa Central que Kafka ironizou e celebrou foi extinto de maneira abominável. Em termos espirituais, existe a possibilidade de Franz Kafka ter sentido seus dons proféticos como uma visitação de culpa, de que a capacidade de antever o tivesse exposto demais às suas emoções. K. torna-se o cúmplice, perplexo, porém quase impaciente, do crime perpetrado contra ele. Coexistem, em todos os suicídios, a apologia e a aquiescência. Como diz o sacerdote, em triste zombaria (seria mesmo zombaria?): “A justiça nada quer de ti. Acolhe-te quando vens e te deixa ir quando partes”. Essa formulação está muito próxima de ser uma definição da vida humana, da liberdade de ser culpado, que é a liberdade concedida ao homem expulso do Paraíso. Quem, senão Kafka, teria sido capaz de dizer isso em tão poucas palavras? Ou se saber condenado por ter sido capaz de fazê-lo? George Steiner. Um comentário sobre O processo de Kafka. In: Nenhuma paixão desperdiçada. Tradução de Maria Alice Máximo. Rio de Janeiro: Record, 2001 (com adaptações). Acerca dos sentidos, das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir. Conforme as regras oficiais de grafia, “Coexistem” poderia ser grafado alternativamente como Co-existem.
Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Promotor de Justiça Substituto - Prova 2Concurso: MPE-SC
Estabelecer fronteiras é o fenômeno originário da violência instauradora do direito em geral, segundo Walter Benjamin, autor do ensaio Para uma crítica da violência, de 1921. O ato jurídico-político originário é o estabelecimento de fronteiras que delimitam dentro e fora, incluídos e excluídos, amigos e inimigos da pátria. Em seus primórdios, “todo direito foi um direito de prerrogativa (ou privilégio) dos reis ou dos grandes; em suma: dos poderosos”. O privilégio primordial de apropriar a terra, nomeá-la e ordená-la indica o nexo território-Estado-nascimento que caracteriza o antigo e ainda atual nómos da terra, do qual o fechamento de fronteiras em tempos de pandemia é mero sintoma. Se a figura do refugiado nos é tão inquietante, é porque coloca em questão uma vida humana em terra de ninguém. Em O nómos da terra, o controverso jurista alemão Carl Schmitt, com quem Benjamin trocou correspondências, descreve a origem do termo nómos, palavra grega para “lei”. Nómos indica a ordenação espacial original necessária para o estabelecimento de toda e qualquer ordem jurídica. Nómos indica que o direito está objetivamente enraizado na apropriação da terra. A constituição jurídica de um nómos, ou seja, a apropriação jurídica do espaço, tem por pressuposto a capacidade de nomear. No termo alemão Landnahme, apropriação ou tomada da terra, encontramos o termo nahme, antiga grafia de name, que significa “nome”. Nomear e constituir uma ordem jurídica são atos similares, na medida em que implicam apropriação. Exemplos históricos — incrivelmente ainda frequentes — são a imposição do nome do marido à mulher, que é “tomada em casamento”, ou o patronímico imposto à criança no momento do nascimento. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações). Julgue o item que se segue, relativos aos aspectos linguísticos do texto anterior. O termo “prerrogativa” (primeiro parágrafo) também pode ser corretamente grafado como pré-rogativa.
Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Professor - Língua PortuguesaConcurso: SEED-PR
Assinale a opção em que a palavra apresentada está de acordo com a atual ortografia oficial da língua portuguesa.
Ano: 2016Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Conhecimentos BásicosConcurso: PC-GO
Quanto aos termos empregados no texto CB1A1AAA, às ideias nele contidas e à ortografia oficial da língua portuguesa, assinale a opção correta.
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Professor B — Ensino Fundamental e Médio — Língua PortuguesaConcurso: SEDU-ES
A respeito de aspectos de grafia e de pontuação do texto acima, julgue o item seguinte. A palavra “sócia-diretora” (l.9) também estaria corretamente grafada da seguinte forma: sociodiretora.
Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Professor - Língua PortuguesaConcurso: SEE-AL
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue os itens de 80 a 95. Na palavra “artista-docente” (l.11), para maior clareza gráfica, caso o hífen da translineação coincidisse, na partição da sílaba ao final da linha, com o hífen integrante da palavra composta, seria gramaticalmente correto repeti-lo, no início da linha subsequente, da forma a seguir: artista-/-docente.
Ano: 2012Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista Legislativo - Técnica LegislativaConcurso: Câmara dos Deputados
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem. No trecho “monoteísmo judaico-cristão nas ciências” (L.16-17), o adjetivo é grafado na sua forma mais conhecida, embora também estejam corretas as formas judaicocristão e judaico cristão.