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PortuguêsPronomes pessoais retos

28 questões encontradas

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Técnico LegislativoConcurso: Prefeitura de Salgueiro - PE

Julgue o item subsequente. No texto "Maria adora livros. Ela sempre compra flores aos sábados", o pronome "Ela" é uma anáfora eficaz que claramente conecta as duas frases, mantendo a coesão ao referir-se a "Maria".

Ano: 2024Banca: IGEDUCCargo: Agente AdministrativoConcurso: Prefeitura de Arcoverde - PE

Julgue o item subsequente. Na frase "Meu eu sempre está em busca de algo", o termo "eu" é um exemplo de substantivação, transformando-se de um pronome pessoal do caso reto em um substantivo.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Surubim - PE

Julgue o item subsequente. O pronome pessoal “vós” é amplamente utilizado na língua portuguesa contemporânea, especialmente no Brasil.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II - Língua PortuguesaConcurso: Prefeitura de Surubim - PE

Julgue o item que se segue. Os pronomes pessoais do caso reto são usados como sujeito da frase, enquanto os pronomes oblíquos são comumente usados como complemento verbal.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Técnico de EnfermagemConcurso: Prefeitura de Surubim - PE

Julgue o item subsequente. Os pronomes pessoais do caso reto são usados como sujeito da frase, enquanto os pronomes oblíquos são comumente usados como complemento verbal.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Profissional de Apoio EscolarConcurso: Prefeitura de Surubim - PE

Julgue o item a seguir. Os pronomes pessoais do caso reto são usados como sujeito da frase.

Ano: 2023Banca: IGEDUCCargo: Professor II PortuguêsConcurso: Prefeitura de Tupanatinga - PE

Julgue o item subsequente. Em “Estão todos torcendo por eu e tu na competição”, temos o emprego correto dos pronomes, uma vez que esses termos representam que irá competir.

Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista Técnico(a)Concurso: CAU-BR

Fábula de um arquiteto A arquitetura como construir portas, de abrir; ou como construir o aberto; construir, não como ilhar e prender, nem construir como fechar secretos; construir portas abertas, em portas; casas exclusivamente portas e teto. O arquiteto: o que abre para o homem (tudo se sanearia desde casas abertas) portas por-onde, jamais portas-contra; por onde, livres: ar luz razão certa. Até que, tantos livres o amedrontando, renegou dar a viver no claro e aberto. Onde vãos de abrir, ele foi amurando opacos de fechar; onde vidro, concreto; até fechar o homem: na capela útero, com confortos de matriz, outra vez feto. João Cabral de Melo Neto. Fábula de um arquiteto. In: Antologia poética. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 1978, p.18. Considerando o texto e a imagem da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, obra de Oscar Niemayer, julgue o item a seguir. Em “Até que, tantos livres o amedrontando” e “ele foi amurando” (ambos na segunda estrofe), as formas pronominais “o” e “ele” têm o mesmo referente: o arquiteto.

Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista em Ciência e Tecnologia Pleno I - Especialidade: Desenvolvimento e Arquitetura de SoftwareConcurso: CNPQ

Texto CG1A1 Em 1947, o físico brasileiro César Lattes causou grande impacto nos meios científicos internacionais e conquistou reconhecimento com sua descoberta que elucidou alguns problemas pendentes de solução no campo da radiação cósmica e confirmou a teoria do físico japonês Hideki Yukawa sobre a existência de uma partícula supostamente responsável pela ligação entre prótons e nêutrons nos núcleos atômicos. Esse último aspecto foi bastante para dar um relevo todo especial à descoberta, enriquecendo seu significado com a possibilidade de novas aberturas no controle das forças nucleares, tão cobiçado depois das explosões atômicas. Toda a imprensa mundial e brasileira aclamou a descoberta, e a ciência brasileira saiu do porão para a sala de visitas. No ano seguinte, Lattes voltou a causar impacto após conseguir a produção artificial daquela partícula em um acelerador do tipo circular, em Berkeley, nos Estados Unidos da América. E em 1949, a física no Brasil começou a se institucionalizar com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Junto com ela, a ciência, em geral, também organizava sua entidade representativa, com o surgimento da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) naquele mesmo ano. Foi nesse caldo cultural que o almirante Álvaro Alberto ganhou mais argumentos para persuadir o governo brasileiro. Segundo seus depoimentos reproduzidos na coletânea 50 anos do CNPq contados pelos presidentes, organizada por Shozo Motoyama, em maio de 1949, após a leitura de relatórios sobre a questão atômica, o presidente Dutra enviou ao Congresso Nacional um anteprojeto para criação do Conselho Nacional de Pesquisas, já prevendo seu papel na política nuclear. Depois de uma longa tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, nascia o CNPq, com o almirante como seu primeiro presidente. Rodrigo Cunha. 60 anos do CNPq: da política nuclear ao desafio da descentralização. In: Ciência e Cultura, São Paulo, v. 63, n.º 2, 2011 (com adaptações). Acerca dos mecanismos de coesão textual empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item. O pronome “daquela”, no primeiro período do segundo parágrafo, indica que se trata, nesse trecho do texto, da mesma partícula especificada no primeiro período do primeiro parágrafo.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista de Sistemas - Desenvolvimento de SistemasConcurso: BNB

Texto CG1A1-I Na Índia do século XX, Gandhi usou a roca de fiar para valorizar as práticas e os costumes tradicionais como instrumentos de inclusão social do seu povo, ao proporcionar-lhe realizar um ofício de forma sustentável. Esse uso faz que a roca seja considerada a primeira “tecnologia apropriada” do mundo. No Brasil, o movimento da “tecnologia apropriada” é conhecido como “tecnologia social”. Tecnologia social é entendida como um conjunto de técnicas e metodologias transformadoras, desenvolvidas e(ou) aplicadas na interação com a população e apropriadas por ela, que representam soluções para a inclusão social e para a melhoria das condições de vida. O conceito de tecnologia social remete a uma proposta inovadora de desenvolvimento, considerando uma abordagem ativista de participação coletiva no processo de implantação, organização e desenvolvimento, aliando saber popular, cooperação social e conhecimento técnico-científico. Ela tem como base a disseminação de soluções para problemas voltados a demandas de renda, trabalho, educação, conhecimento, cultura, alimentação, saúde, habitação, recursos hídricos, saneamento básico, energia, ambiente, igualdade de raça e gênero, por exemplo, sendo importante, essencialmente, que essas soluções sejam efetivas, reaplicáveis e que promovam a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das populações em situação de vulnerabilidade social. Por fim, o conceito de tecnologia social (TS) estabelece quatro dimensões: 1) conhecimento, ciência, tecnologia; 2) participação, cidadania e democracia; 3) educação; 4) relevância social. Internet: <www.antigo.mctic.gov.br>(com alterações) No que se refere aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto CG1A1-I, julgue o item que se segue. No contexto em que aparece, o pronome “Ela” (quarto parágrafo) poderia ser substituído por A abordagem ativista, sem prejuízo dos sentidos originais do texto.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista ContábilConcurso: PGE-RJ

Texto CG1A1-I Em 721, um concílio romano presidido pelo papa Gregório II proibiu o casamento com uma commater, isto é, a madrinha de um filho, ou a mãe de um filho de quem se fosse padrinho. Isso levou o papado a se alinhar com a legislação promulgada, algumas décadas antes, em Bizâncio. A adoção marcadamente rápida desses princípios sugere que o clero franco já sustentava concepções similares. Isso é ilustrado por um caso curioso contado por um clérigo franco anônimo, em 727. Ele censurava a maneira traiçoeira pela qual a infame concubina Fredegunda havia conseguido se tornar a esposa legal do rei Quilpérico. Durante uma longa ausência do rei, ela persuadira sua rival, a rainha Audovera, a tornar-se madrinha da própria filha recém-nascida. Assim, a ingênua Audovera foi subitamente transformada na commater de seu próprio marido, impossibilitando qualquer relação conjugal posterior e deixando o caminho livre para Fredegunda. Essa artimanha mostra que, poucos anos após o concílio romano de 721, o autor anônimo e seu público estavam bem familiarizados com os impedimentos derivados do parentesco espiritual. Não fosse o caso, seria impossível acusar Fredegunda de seu ardiloso truque. As cartas do missionário Bonifácio conferem testemunho adicional a esse fato. Em 735, ele perguntou ao bispo escocês Pethlem se era permitido que alguém se casasse com uma viúva que era mãe de seu afilhado. “Todos os padres da Gália e na terra dos francos afirmavam que isso era um pecado grave”, escreveu ele. Soava-lhe estranho, já que ele nunca ouvira falar nisso antes. A questão devia preocupá-lo porque, no mesmo ano, escreveu a respeito para dois outros clérigos anglo-saxões. Evidentemente, o missionário até então não estava familiarizado com esse impedimento ao casamento, embora o clero continental, a quem ele se dirigia, considerasse a questão muito grave. Mayke De Jong, Nos limites do parentesco: legislação anti-incesto na Alta Idade Média ocidental (500-900). In: Jan Bremmer (Org.). De Safo a Sade. Momentos na história da sexualidade. Campinas: Papirus, 1995, p. 56-7 (com adaptações). Julgue o seguinte item, acerca dos mecanismos de coesão do texto CG1A1-I. No quarto período do segundo parágrafo, o pronome “ele” remete ao termo “bispo escocês Pethlem”.

Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Especialista em Gestão de Telecomunicações – Analista de TIConcurso: Telebras

É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome? “Posso ajudá-lo, cavalheiro?” “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...” “Pois não?” “Um... como é mesmo o nome?” “Sim?” “Pomba! Um... um... Que cabeça a minha! A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.” “Sim, senhor.” “O senhor vai dar risada quando souber.” “Sim, senhor.” “Olha, é pontuda, certo?” “O quê, cavalheiro?” “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?” “Infelizmente, cavalheiro...” “Ora, você sabe do que eu estou falando.” “Estou me esforçando, mas...” “Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?” “Se o senhor diz, cavalheiro.” Luís Fernando Veríssimo. Comunicação. Acerca das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir. No período ‘Posso ajudá-lo, cavalheiro?’ (segundo parágrafo), o personagem emprega uma forma pronominal de terceira pessoa para se dirigir diretamente ao seu interlocutor.

Ano: 2018Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Conhecimentos Básicos - Cargos de Nível SuperiorConcurso: FUB

Julgue o item a seguir, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente. O vocábulo “ela” (ℓ.10) retoma o trecho “a primeira capa de superficialismo” (ℓ.9).

Ano: 2017Banca: CESPE / CEBRASPECargo: 1ª REGIÃO - Conhecimentos Básicos - Cargos de Nível SuperiorConcurso: TRF - 1ª REGIÃO

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o item a seguir. O referente da forma pronominal “eles” (ℓ.3) é o termo “cargos” (ℓ.2).

Ano: 2017Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Conhecimentos Básicos - Cargos 27 a 35Concurso: SEDF

Texto CB1A1BBB Com relação às ideias do texto CB1A1BBB e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.Na linha 6, o pronome “ele” tem como referente o nome “Copérnico”.

Ano: 2016Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Conhecimentos Básicos - Cargo: 4Concurso: FUNPRESP-JUD

Texto CB3A1AAAVirginia Woolf. Um teto todo seu. Trad. de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985 (com adaptações). Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto CB3A1AAA, julgue o seguinte item.As formas pronominais “a” (l.5) e “ela” (l.6) referem-se a “A carta” (l.4).

Ano: 2014Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista Legislativo - Consultor Legislativo - Conhecimentos BásicosConcurso: Câmara dos Deputados

Rafael Cariello. O antropólogo contra o Estado.In: Revista piauí, n.º 88, jan./2014 (com adaptações). Em relação ao texto , julgue o item a seguir. Em suas duas ocorrências no texto, nas linhas 41 e 53, o pronome pessoal “nós” tem como referente o mesmo conjunto de indivíduos.

Ano: 2014Banca: CESPE / CEBRASPECargo: Analista Legislativo - Consultor de Orçamento e Fiscalização FinanceiraConcurso: Câmara dos Deputados

Em relação ao texto acima, julgue o item abaixo. Em suas duas ocorrências no texto, nas linhas 41 e 53, o pronome pessoal “nós” tem como referente o mesmo conjunto de indivíduos.

Ano: 2021Banca: INSTITUTO AOCPCargo: RN - Agente Técnico ForenseConcurso: ITEP

Com texto de apoio

Em “[...] elas vão cacarejar diferente.”, o pronome em destaque faz referência à expressão

Ano: 2019Banca: INSTITUTO AOCPCargo: Assistente em AdministraçãoConcurso: UFRB

Com texto de apoio

Assinale a alternativa correta em relação às classes de palavras dos termos destacados e suas funções no texto.