Ano: 2026 · Banca: UPENET/IAUPE · Cargo: Cirurgia Pediátrica · Concurso: SES-PE
Criança sofre queda de bicicleta há 2 semanas e chega à emergência com dor em abdome superior, vômitos e hipocorado (++/4) e marca do guidão em região epigástrica. Exames laboratoriais e de imagem evidenciam amilase 415, lipase 830, Hb 10,1, Ht 28,3; Enzimas hepáticas com alterações leves e USG com tumoração cística em região epigástrica de 200ml. Qual o provável diagnóstico e a conduta?
A Hematoma de abdome superior, em parede gástrica, e a conduta é expectante. B Hematoma de abdome superior, de parede duodenal, comprimindo o pâncreas, e a conduta é cirúrgica. C Pseudocisto de pâncreas, e a conduta é cirúrgica. D Pseudocisto de pâncreas, e a conduta é esperar 6 semanas para a parede ter mais de 6mm e realizar drenagem endoscópica para o estômago, se não regredir. E Trauma de colédoco com formação de biloma, e a conduta é drenagem percutânea, guiada por tomografia. Responder
Gerar comentário com IA Comentários Solução em vídeoEm breve Estatísticas Reportar erroAno: 2026 · Banca: UPENET/IAUPE · Cargo: Cirurgia Pediátrica · Concurso: SES-PE
A cirurgia de Mondragon foi idealizada com o objetivo de abaixamento retal na seguinte patologia consistindo em
A abaixamento de reto por via abdominoperineal em crianças portadoras de Megacólon congênito em maiores de 5 anos. B abaixamento de reto por via endoanal exclusiva em crianças menores de 1 ano de idade e formas clássicas de megacólon congênito. C abaixamento de reto em crianças portadoras de malformação anorretal alta e consiste em abaixamento por via perineal. D abaixamento de reto em crianças portadoras de malformação anorretal baixa e consiste em abaixamento do reto por via abdominoperineal. E anorretoplastia sagital posterior em crianças com malformação anorretal alta com fístula retovesical. Responder
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Qual o achado clássico do anatomopatológico de uma criança com constipação crônica sugestiva de megacólon congênito?
A Ausência de células ganglionares e hipertrofia de filetes nervosos B Redução do número de células ganglionares com filetes nervosos sem alterações C Células ganglionares normais com filetes nervosos hipertrofiados D Células ganglionares e filetes nervosos normais com aumento da atividade da acetilcolinesterase E Redução de células ganglionares e de filetes nervosos, com distribuição irregular das fibras nervosas e atividade da acetilcolinesterase normal Responder
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Menor de 5 anos, filho de pais separados, admitido na emergência pediátrica com quadro de constipação desde os 2 anos de idade, perda insensível das fezes, sujando a cueca e períodos de 5 a 10 dias sem evacuar. Genitora disse que não trouxe antes por dificuldade de se afastar do trabalho. Nega retardo na eliminação de mecônio. Qual hipótese diagnóstica e conduta diagnóstica?
A Megacólon congênito, devendo orientar lavagem intestinal, se mais de 2 dias sem evacuar e dieta laxante. B Constipação funcional, devendo orientar lavagem intestinal; se mais de 2 dias sem evacuar, dieta laxante e acompanhamento com gastropediatra. C Megacólon congênito, devendo orientar enema opaco e biópsia retal. D Constipação funcional, devendo orientar enema opaco e biópsia retal. E Malformação anorretal com fístula perineal (estenose anal), devendo orientar lavagem retal e dieta laxante. Responder
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Lactente de 1 mês apresenta quadro irregular de evacuações desde o período neonatal, passa alguns dias sem evacuar, com distensão vômitos, seguido de diarreia, com alívio da distensão. Refere retardo na eliminação de mecônio, somente após o 4º dia de vida. Realizou Enema opaco que evidenciou sinal de “ponto de interrogação”. Diante deste achado, qual o diagnóstico provável?
A Megacólon congênito forma clássica, retossigmoide B Megacólon congênito forma ultracurta C Malformação anorretal com fístula vestibular D Megacólon congênito, com aganglionase cólica total E Malformação anorretal com fístula perineal Responder
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RN com 5 dias de vida é admitido na emergência com dificuldade para urinar, globo vesical palpável e acidose metabólica, com função renal alterada. Diante deste quadro, qual a hipótese diagnóstica?
A Válvula de uretra posterior, devendo realizar USG, uretrocistografia, se urocultura negativa e vesicostomia, enquanto não consegue fulguração da válvula. B Refluxo vesico-ureteral, devendo realizar uretrocistografia e tratamento conservador, pois se resolve espontaneamente. C Tumor de bexiga, devendo realizar tomografia e biópsia para estadiamento e início da quimioterapia. D Teratoma sacroccígeo com compressão vesical, devendo indicar cirurgia de urgência para ressecção e quimioterapia. E Bexiga neurogênica com meningomielocele oculta, devendo solicitar avaliação da neurocirurgia para cirurgia e descompressão da bexiga. Responder
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Dentre as patologias ambulatoriais na criança, existem duas de tratamento expectante até os 2 anos de idade por terem chance de resolução espontânea. São elas:
A Hérnia Inguinal e Fimose B Hérnia Umbilical e Fimose C Hérnia Umbilical e Hérnia Inguinal D Hérnia Epigástrica e Hérnia Inguinal E Hérnia Epigástrica e Fimose Responder
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A Síndrome Heterotáxica é caracterizada por algumas alterações e patologias associadas, EXCETO:
A Poliesplenia, má rotação intestinal, agenesia parcial da cava, veia porta pré-duodenal B Atresia de vias biliares e agenesia de corpo e cauda de pâncreas C Cardiopatias Congênitas associadas D Pode ter a forma asplênica E Malformação anorretal e atresia de esôfago Responder
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Uma genitora vai ao ambulatório de cirurgia com seu filho de 3 meses por apresentar aumento de volume de bolsa escrotal desde o nascimento, sem mudança com o esforço. Ao exame físico, foi evidenciado aumento de volume de bolsa escrotal, translúcida à luz, sem espessamento do conduto inguinal ipsi-lateral. Diante do achado, qual o possível diagnóstico?
A Hidrocele congênita e expectar até o período de 6 a 9 meses, pois pode ter resolução espontânea. B Hidrocele comunicante e de indicação cirúrgica. C Hérnia inguino-escrotal encarcerada, e o tratamento é cirúrgico. D Tumor testicular e solicitar marcadores tumorais, USG testicular para estadiamento e orquiectomia. E Varicocele, e o tratamento é videolaparoscopia. Responder
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Uma criança de 3 anos é atendida, pois a mãe não palpa os testículos na bolsa escrotal. O exame confirma testículos não palpáveis nem na região inguinal nem na bolsa escrotal. Diante deste quadro, qual a melhor conduta?
A Tratamento conservador, já que o testículo não descido (criptorquidia) pode descer até os 5 anos de idade. B Trata-se de agenesia testicular bilateral e não tem indicação cirúrgica, apenas orientar a genitora para colocar prótese testicular na adolescência. C Trata-se de criptorquidia abdominal, e o tratamento ideal é a videolaparoscopia diagnóstica com clipagem de vasos espermáticos em 1º tempo e orquidopexia em 2º tempo ou orquidopexia em 1º tempo, se o testículo descer facilmente. D Atrofia testicular bilateral, e o tratamento é estímulo hormonal seguido de orquidopexia bilateral. E Provável criptorquidia abdominal e devemos solicitar USG de abdome, já que possui uma alta sensibilidade no diagnóstico e evita um procedimento cirúrgico, caso não seja evidenciado ao exame ultrassonográfico. Responder
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